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Blog do Desemprego Zero

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Lançamento de livro

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Hoje, será o lançamento do livro 68 Destinos/Passeata dos 100 Mil, de Evandro Teixeira, na livraria da Travessa, Shopping Leblon 19 horas, com debates e presença.

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Entrevista – ROBERTO MANGABEIRA UNGER

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

”Tenho muitas idéias, só não tenho caneta”

Publicado originalmente na Revista ISTOÉ – Independente, em 25/03/2008

Por Rudolfo Lago e Octávio Costa

O ministro diz que há uma nova classe média no País, mestiça e morena, e defende a idéia de o Estado impor o capitalismo

Pelo corredor, circulam diversos soldados e oficiais. Atrás de uma grande porta de carvalho, do centro de uma ampla sala, emerge um senhor de cabelos brancos cortados à escovinha, forte sotaque americano, terno escuro e grossa corrente de um relógio de bolso presa ao colete. O ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo é o primeiro civil a despachar numa sala dentro do prédio do Comando do Exército, na Esplanada dos Ministérios. O excelente relacionamento com as Forças Armadas tem sido uma das maiores surpresas de Roberto Mangabeira Unger na sua primeira experiência de governo. Acadêmico de esquerda, o ministro passou boa parte de sua vida nos EUA, onde se tornou um respeitado professor de direito na Universidade de Harvard – mas nunca deixou de pensar o Brasil. Depois de diversas tentativas de ingressar na política brasileira (foi, por exemplo, guru de políticos como Leonel Brizola e Ciro Gomes), Mangabeira Unger chegou ao poder pelas mãos do vice-presidente José Alencar. Agora, ele tem pela frente alguns desafios. Precisa convencer os brasileiros de que por trás da figura exótica de fala enrolada não há um professor aloprado, mas alguém com conteúdo. E de que suas propostas não são um amontoado de quimeras inexeqüíveis, mas um modelo possível e que pode começar a ser realizado desde já. Os militares parecem ter aceitado as suas idéias. Falta convencer o restante da sociedade. À ISTOÉ Mangabeira Unger explicou seu modelo para o Brasil.

ISTOÉ - Qual é a fórmula que o sr. preconiza para o País?

Roberto Mangabeira Unger – Eu fui convocado pelo presidente para a tarefa de ajudar a formular e debater um novo modelo de desenvolvimento para o País. Tradicionalmente, os setores avançados e internacionalizados da economia brasileira crescem e geram riqueza. E parte dessa riqueza é usada para financiar programas sociais. Agora, a Nação quer mais do que isso. Sou um inconformado com essa visão de Suécia tropical, de que esse é o único modelo possível a ser seguido. É preciso que se busque um modelo de desenvolvimento na ampliação dessas oportunidades de inclusão, não apenas de políticas compensatórias. Meu trabalho divide-se em duas vertentes. A primeira é a da visibilidade prática e política. A segunda é a da fecundidade transformadora. Escolhi essas iniciativas em cinco grandes campos: oportunidade  econômica, oportunidade  educativa, gestão política, Amazônia e Defesa.

ISTOÉ – E na economia, qual é a idéia?

Mangabeira – Estamos trabalhando com os ministros da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio a formulação de uma nova política industrial. Nós temos hoje uma política voltada para as grandes empresas, enquanto a realidade econômica é de um grande número de pequenas empresas e empreendimentos emergentes que não são assistidos. Então, precisamos criar o que chamo de política industrial de inclusão.

ISTOÉ – O que é isso?

Mangabeira – Uma política industrial voltada para o mundo dos emergentes, que compreenda as mudanças que estão acontecendo na economia do País. Crédito, formação de quadros e incremento tecnológico. Isso é fundamental. Nós temos que ter uma Embrapa industrial.

ISTOÉ – Uma Embrapa industrial?

Mangabeira – Uma empresa nos moldes do que faz a Embrapa na agricultura para a difusão de tecnologia industrial. Uma rede que difunda junto aos empresários novas técnicas, modelos e aprimoramento de mão-de-obra. Nós estamos ameaçados de ficar imprensados entre os países de trabalho barato e os países de produtividade alta, sem espaço nem em um nem no outro lado. Eu tenho argumentado que temos de optar pelo lado da valorização do trabalho e não pelo achatamento salarial. Nós não temos futuro como uma China com menos gente. Nós temos que resgatar da informalidade os 60% de trabalhadores brasileiros que trabalham nas sombras, isso é um desastre para o País. Não apenas um desastre econômico, mas político e moral.

ISTOÉ - O que o Sr. chama de estimular não seria uma intervenção do Estado na economia?

Mangabeira – Não é apenas pensar o Estado como interventor na economia, mas como indutor da economia que queremos. Usar o Estado para fazer o mercado. Para estimular e radicalizar a concorrência. Para impor o capitalismo desejado. Para construir o mercado que se quer. Para que mais gente tenha acesso ao mercado, e de mais maneiras. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | 2 Comentários »

Solução do semi-árido nordestino está na gestão da água. Mas para isso é necessário a Transposição do São Francisco?

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Este blog se propõe a ter o maior conjunto de artigos de debates sobre a transposição do São Francisco. Somos a favor, mas colocaremos todos os artigos que sugerirem, sejam eles contra ou a favor.

Nesse espírito, envio o artigo abaixo contrário à Transposição. Mais uma vez baseiam a argumentação pelo romantismo retrogrado que ver o sertanejo sempre com aquele terninho de couro caçando cabras e calangos no sertão.

Romantismo para os outros, porque esses defensores da “vida simples do sertão” adoram ter água encanada, luz elétrica, máquina de levar, geladeira, computador, automóvel, celular, dinheiro para viagens no exterior, etc. E não comem calango nem amarrados.

Nós do Desemprego Zero acreditamos que o sertanejo tem o direito de ter uma vida assim também, se quiser, e que não precisa emigrar para o Rio ou para São Paulo para poder lutar por isso.

Esse artigo é um dos melhores que eu vi contrários à Transposição, pois coloca alguns argumentos técnicos. O primeiro é que o Nordeste já tem muitos açudes. O segundo é que existem plantas e animais resistentes à seca que poderiam ser melhor utilizados.

Vamos à realidade:

  • 1) Como o Carlos Lessa disse no debate que ele fez com o César Benjamin na ABI, esses estoques de água em açudes têm Leia o resto do artigo »

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Combate à Dengue: um dever de todos (incluindo o prefeito)

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado Originalmente em Tribuna da Internet, em 24/02/2008

Por Gustavo Barreto, da redação Consciência.Net.

Enquanto os governos divulgam em campanha na TV neste final de semana (23 e 24/2) que o combate à dengue é um dever de todos, a imprensa carioca continua a “esquecer” que o prefeito Cesar Maia não executou ou desviou diretamente 38% do dinheiro que serviria para combater o Aedes aegypti – nada menos que pouco mais de 15 milhões de reais.

Apesar de o problema continuar diariamente, como informa a própria imprensa, falta o nexo causal: nenhum grande meio questiona a Secretaria Municipal de Saúde e nem o prefeito Cesar Maia sobre o orçamento mal utilizado.

Enquanto a Dengue apresenta uma queda nacional de 40%, o jornal O Globo publicou na última quarta (13/2) matéria em que aponta que o Rio de Janeiro “está batendo, a cada atualização dos números de casos de dengue, tristes recordes: na última sexta-feira, a quantidade de notificações da doença, em janeiro de 2008, já era o dobro da registrada no mesmo mês de 2007″. Desde terça-feira, informa o jornal, com a divulgação no site da Secretaria Municipal de Saúde de mais vítimas, a situação piorou.

A cidade já tem, nos primeiros 31 dias do ano, 2.912 pessoas contaminadas pelo mosquito Aedes aegypti, quase o triplo do mesmo período de 2007, quando houve 981 casos. Com grande ajuda da prefeitura, o Estado do Rio teve um aumento de 117% dos casos nas cinco primeiras semanas de 2008, em relação a período correspondente em 2007.

Diz o texto d’O Globo: “A matemática mostra que não é nada confortável a situação do município. Os 2.912 casos de janeiro por pouco não superam a soma de todos os meses de janeiro, de 2003 a 2007. Juntos, eles tiveram 3.048 vítimas. Em fevereiro, segundo o site da secretaria, já foram registrados 82 casos da doença. A área com mais ocorrências foi a de Ramos (14 casos), seguida por Jacarepaguá, com 13. No ano passado, Barra e Jacarepaguá foram afetadas por um surto da doença”. Leia o resto do artigo »

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OEA diz que Colômbia violou artigo 21; Equador diz que bombas americanas foram usadas no ataque às FARC

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em Tribuna da Internet, em 23.03.2008

Por Castor Filho

De acordo com o jornal colombiano El Tiempo, o relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o ataque da Colômbia ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no Equador apresenta pontos de divergência.

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que considera o incidente político “superado”, porém disse ser difícil “ter confiança novamente em meu interlocutor”, numa referência ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

Os equatorianos alegam que alguns dos mortos receberam tiros pelas costas a curta distância. Colocam em dúvida a afirmação da Colômbia de que teria localizado o número dois das FARC, Raúl Reyes, através de uma “fonte humana”. Alegam que a Colômbia lançou seis bombas GBU12 de aviões que voavam do sul para o norte e outras quatro de aviões que voavam do norte para o sul.

As bombas lançadas do sul para o norte implicariam em violação do espaço aéreo do Equador.

É que o acampamento ficava na fronteira entre os dois países, em área demarcada pelo rio Putumayo. Ou seja, se algum avião lançou uma bomba voando do sul para o norte significa que voava do Equador para a Colômbia, ou seja, teria violado o espaço aéreo equatoriano.

Os peritos do Equador determinaram a trajetória das bombas pela forma como caíram as árvores que cercavam o acampamento.

De acordo com o relatório da OEA, o Equador alega que o lançamento das bombas requer tecnologia que a Colômbia não tem.

Já a versão da Colômbia é de que as bombas foram disparadas a partir de espaço aéreo colombiano, que eram bombas convencionais, algumas guiadas por GPS, e que foram utilizados os aviões SuperTucano e A37, da Força Aérea Colombiana. Leia o resto do artigo »

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Consolidem alternativas na internet antes que grandes grupos fechem as portas,diz Paulo Henrique Amorim

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte:Portal do Mundo do Trabalho

Comentários e dicas de procedimentos práticos

Para participantes livre atiradores, não profissionais e altruístas da internet, recomendo a organização e ampliação de “ações de guerrilha” junto a grupos (especialmente os políticos) e a listas pessoais e institucionais (que devem ser constantemente atualizadas e ampliadas) e a recepção permanente, através de e-mails, de informações e matérias da “mídia alternativa” da internet.

Em relação aos grupos,  indico os numerosos grupos do Yahoo! [ http://br.groups.yahoo.com/ ] e do Google [ http://groups.google.com.br/  e https://www.blogger.com/start ].

Listas para e-mails (que sempre devem ser endereçados e enviados em Cco -cópia oculta-) são compostas com grandes grupos de interesse comum  (como políticos, jornalistas, grupos de comunicação, movimentos sociais, grupos e associações profissionais etc.), além das listas dos contatos pessoais e profissionais específicos.

As ferramentas de pesquisa do Google ( http://www.google.com.br/  )  e do Yahoo! ( http://br.search.yahoo.com/web ) são adequadas para pesquisas iniciais de contatos profissionais.

Obs. 1: Especial cuidado deve ser tomado  para controlar e evitar o envio de mensagens indesejáveis (SPAM).

Profissionais que dependam de e/ou pretendam desenvolver atividades (ofício) de comunicação profissional através da internet necessitarão de compor um “blog” específico e, naturalmente, de cavar patrocínios.

Obs. 2: É prudente estar hospedado em provedores de acesso à internet diversificados  e que tenham base nacional e internacional, endereços de e-mail variados, e é essencial manter ”backups” internos e externos de todos os conteúdos importantes.  Leia o resto do artigo »

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Juro alto, e não preço de commodity, é o problema

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente por Gazeta Mercantil em 24.03.2008

O movimento de queda no preço das commodities era esperado, mas o que ninguém previu foi a sua violência. A rigor, desde janeiro, o mercado convivia com curioso paradoxo. De um lado, eram notórios os sinais de desaquecimento na maior economia do planeta, a norte-americana, e, de outro, o preço das commodities, que deveria recuar nesse cenário, invertera a tendência e os preços dispararam no primeiro mês do ano, apesar de toda a volatilidade no mercado acionário mundial.

Esse paradoxo tinha uma explicação objetiva. Frente aos crescentes indícios de uma recessão nos Estados Unidos, muitos investidores venderam suas posições, tanto de empresas como de títulos da dívida e se refugiaram no que consideraram ativos mais seguros, as commodities mais procuradas, que ofereciam índices de rentabilidade muito altos. O impacto dessas seguidas opções de compra alterou rapidamente os preços desses produtos com seguidas altas. Como sempre o balizador desse processo foram o petróleo, que na segunda semana de março alcançou alta de 5%, e o ouro, que subiu em um único dia dessa semana 3%. Observadas em período mais longo, desde janeiro, outras commodities tiveram altas espetaculares, como o aumento de 40% no preço do cacau entre o início de janeiro e 10 de março, de 38% no café, 34% no gás natural, 29% no trigo e 28% no alumínio.

Essas subidas instantâneas de preço nesses índices constituíam uma autêntica bolha, que quando estoura produz os resultados conhecidos. Com a mesma velocidade da subida, o petróleo caiu na quarta-feira passada 4,51%, a maior queda em um único dia desde 1991, enquanto o ouro perdia 5,9%, o maior recuo em um só dia em 28 anos. Outras commodities já vinham sinalizando queda desde a primeira semana de março e somavam na quarta-feira passada perdas de 19% no caso da soja, de 21% no café, 23% no açúcar e 16% no trigo nesse período. Leia o resto do artigo »

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DESINFORMAÇÃO DA GRANDE MÍDIA FACILITA PROLIFERAÇÃO DO AEDES AEGYPTI

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: fazendomedia.com

Escrito por Gustavo Barreto

Um órgão ligado à prefeitura do Rio de Janeiro, com a tarefa de fiscalizar as contas municipais e ignorado pelo prefeito, foi o primeiro a enfatizar: a dengue vem aí. Logo depois o Ministério da Saúde – que também é poder público, lembremos – alertou enfaticamente: está aberto o caminho para o Aedes aegypti. A imprensa alternativa e setores organizados da sociedade civil, atentos aos reais problemas da população no campo da saúde pública, ampliaram: lá vem o mosquito. (Leia ao final carta enviada a César Maia em janeiro)

Nada disso ecoou da forma que deveria. Motivo: a grande imprensa está concentrada nas mãos de poucos e incompetentes políticos – privados ou públicos -, que criam e recriam o noticiário sem qualquer compromisso com o interesse público e chegam tarde demais no foco do problema. A dengue no Rio é mais um entre diversos exemplos gritantes.

No dia 24 de janeiro de 2008, antes mesmo de a epidemia ser reconhecida pelas autoridades mais responsáveis na área de saúde – excluindo, claro, a prefeitura do Rio -, a imprensa alternativa alertou para o fato de que o prefeito César Maia, por meio de seu secretário de saúde à época, não executou ou desviou para outras áreas os recursos que deveriam ir para o controle de vetores – incluindo o mosquito da dengue (leia ao final).

Segundo um relatório deste órgão da própria prefeitura, por exemplo, no exercício de 2006 23% do recurso transferido no próprio exercício (até dezembro), por meio da rubrica Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS), não foram liquidados (utilizados) pela prefeitura. Desceram e simplesmente foram devolvidos, por incompetência gerencial.

 ”Despesas não relacionadas com sua finalidade”
Um montante de aproximadamente cinco milhões e meio de reais deixaram de ser utilizados, considerando-se a parcela transferida já no mês de janeiro, referente ao mês de dezembro de 2006. “Mesmo os recursos utilizados não foram totalmente aplicados adequadamente”, completam os relatores. “Ao analisar as despesas efetuadas no programa de trabalho específico, elencadas no quadro analítico da execução orçamentária, observam-se despesas não relacionadas com sua finalidade”.

Dentro da grande imprensa, o JB online saiu na frente, mesmo que atrasado, no dia 28 de fevereiro e confirmou o que havíamos apontado um mês antes: “Um levantamento da Controladoria-Geral do Município mostra que há tempos o combate ao Aedes aegypti deixou de ser prioridade da Secretaria de Saúde. No ano passado, a pasta pretendia investir R$ 13,7 milhões em programas de vigilância epidemiológica. Gastou apenas R$ 6,7 milhões – 49,3% do que havia planejado”. Completamos: os investimentos são tímidos, quase que insignificantes, e o resultado está aí. Já são até a noite desta quinta-feira (20/3) 23.555 pessoas infectadas e 30 óbitos, a maior parte crianças. Leia o resto do artigo »

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