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Blog do Desemprego Zero

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Resumo final – Seminário sobre Portos

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 25/03/2008

Por José Augusto Valente*

Resumo final das intervenções no Seminário sobre Portos, realizado hoje, no Congresso Nacional:

A proposta de privatização ampla, geral e irrestrita dos portos, permitindo a construção e operação de portos privativos, sem os compromissos e sem os ônus dos portos públicos foi defendida apenas pelo representante do CNA.

Todos os demais palestrantes enfatizaram a importância dos portos públicos e a necessidade de fortalecê-los. Um ou outro palestrante não tocou nesse tema.

Abaixo são apresentados os links de matérias das Agências Senado e Câmara sobre o evento.

Como esse assunto ainda vai ferver, sugiro a leitura dos diversos argumentos.

Desde já, adianto a minha posição: defendo a ampliação e fortalecimento dos portos públicos, com a manutenção do atual marco regulatório. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 26/03/2008

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: Lula diz que vai fazer o sucessor à Presidência
O Globo Online: Adversários reagem a acordo de Cabral com Lula. Crivella cobra neutralidade do presidente
Reuters Brasil: Dilma adota discurso político em inauguração de obras do PAC
Último Segundo: PSDB pede à Procuradoria investigação sobre suposto dossiê

Economia

JB Online: Fusão entre Bovespa e BM&F cria 3ª maior do mundo
O Globo Online: BC continua estudando medidas de restrição ao crédito
Reuters Brasil: Para Febraban,crédito cresce de forma prudente e dispensa ajuste
Último Segundo: Bolsa fecha em alta e ação da Bovespa dispara; dólar fecha em queda

Internacional

JB Online: Chávez defende criação de uma Otan para América do Sul
O Globo Online: Premier iraquiano dá ultimato de 72 horas a milícia de clérigo Xiita
Reuters Brasil: Colômbia apreende urânio com guerrilhas esquerdistas
Último Segundo: G8 deveria incluir Brasil e Índia, e não Rússia, diz McCain

Desenvolvimento

JB Online: Refinaria da Petrobras sem acordo definitivo com Venezuela
O Globo Online: Shell vai desenvolver biogasolina
Projeto Brasil: Bolsa-Floresta atenderá 60 mil famílias até 2010
Último Segundo: Bloco de gelo de 400 km² se desintegrou na Antártida, dizem cientistas

 

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Modelo asiático?

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Valor Econômico, em 24/03/2008

Por Maria Cristina Pinotti e Affonso Celso Pastore*

Ao anunciar as medidas visando “travar o câmbio”, o Ministro Mantega comentou que “o nosso é o modelo Asiático e não o Mexicano”, com superávits nas contas correntes e câmbio desvalorizado. O padrão histórico brasileiro diz exatamente o contrário. Na balança comercial predominam os superávits, mas nas contas correntes predominam os déficits. Os déficits nas contas correntes existiram, no Brasil, em períodos de prosperidade, como na substituição de importações, nos anos cinqüenta, ou na fase da promoção de exportações, nos anos oitenta, e foram a marca de fases pouco brilhantes, como a “década perdida” e as sucessivas crises que antecederam o Plano Real. Depois de um curto período de superávits, após a crise de 2002, os déficits nas contas correntes estão de volta já em 2008, mostrando que eles estão no DNA da economia brasileira.

Por que o Brasil mostra essa tendência a déficits nas contas correntes? A razão reside no fato de que ao longo da história predominaram períodos nos quais a absorção (consumo das famílias + consumo do governo + investimentos) foi maior do que o produto, ou ainda, que os investimentos superaram as poupanças domésticas (pública e privada). O Brasil tem níveis baixos de poupança, e quando a taxa de investimentos se eleva para acelerar o crescimento, gera o excesso de investimentos sobre as poupanças domésticas, acarretando déficits nas contas correntes. O oposto ocorre com os países que seguem o “modelo Asiático”, nos quais os superávits nas contas correntes existem devido ao excesso de poupanças sobre os investimentos, como é o caso da China.

E por que as poupanças no Brasil são baixas? Uma das razões é a política fiscal. O Brasil progrediu no campo da política fiscal: não financiando mais os déficits públicos com o “imposto inflacionário”; dimensionando os superávits primários para gerar a sustentabilidade da dívida pública; e “desdolarizando” a dívida pública. Mas o consumo do governo continua crescendo aceleradamente, e esta é uma das razões para a baixa taxa doméstica de poupanças. Se quiser seguir o modelo Asiático, o ministro Mantega tem que usar um instrumento – o corte de gastos de consumo do governo – elevando as poupanças domésticas. Estaria fazendo exatamente o que faz a China, e para isso não precisa penalizar as classes de renda mais baixas, reduzindo as “transferências”. Basta apenas controlar os demais gastos. Leia o resto do artigo »

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Quem dá mais?

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Valor Online, (restrito a assinantes), em 12/03/2008

Por Martin Wolf

Que apostas eu tenho para as perdas do setor financeiro decorrentes da crise habitacional do subprime nos EUA? Será que tenho lances para os US$ 100 bilhões sugeridos por Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve, apenas em julho? Sim, agora tenho US$ 500 bilhões dos cavalheiros do Goldman Sachs. Alguma oferta acima dos US$ 500 bilhões? Sim, eu tenho US$ 1 trilhão a US$ 2 trilhões de Nouriel Roubini, da Escola de Administração de Empresas Stern da Universidade de Nova York. Alguma oferta? Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três. É fácil ser cínico sobre esse leilão progressivo de cenários assustadores. Mas não podemos ignorá-los.

No artigo “Fingir que nada aconteceu é um erro” (nesta página, 27 de fevereiro), analisei as implicações das perdas agregadas de US$ 1 trilhão do setor financeiro. Esse número estava dentro das estimativas do professor Roubini e de George Magnus, do UBS. Eu concluí que mesmo esse valor seria gerenciável, embora doloroso, para uma economia do porte e para um governo tão solvente como o dos EUA. O professor Roubini alega que avaliei a perda financeira de forma demasiado leviana. Ele agora sustenta que as perdas financeiras poderão elevar-se a US$ 3 trilhões (The Economists’ Forum).

Um trilhão de dólares aqui, um trilhão de dólares acolá, e logo, logo já estaremos falando de dinheiro de verdade, mesmo para os EUA. Assim sendo, será que esse novo lance faz sentido? A maioria das perdas não recairá sobre o setor financeiro, mas sobre outros lugares. Como observa o professor Roubini, uma queda de 10% nos preços das casas (em relação ao pico), derruba US$ 2 trilhões (14% do Produto Interno Bruto) do patrimônio das famílias. A primeira queda de 10% já aconteceu. Aquilo que ele enxerga como uma provável queda cumulativa de 30% eliminaria US$ 6 trilhões, 42% do PIB e 10% do patrimônio das famílias. Agora mesmo, os preços em queda estão se apresentando em patrimônio familiar líquido descendente. O professor Roubini também fala de um declínio de US$ 5,6 trilhões no valor dos papéis e a possibilidade de trilhões de dólares adicionais de perdas em imóveis comerciais. As perdas totais poderiam até se igualar ao PIB anual. Leia o resto do artigo »

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Políticas de estímulo à produção terão R$ 251 bi

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: VALOR

Escrito por Cristiano Romero

Chama-se “Política de Desenvolvimento Produtivo” a nova política industrial que o governo pretende anunciar nos próximos dias. Ela prevê, segundo apurou o Valor, investimento de R$ 251,6 bilhões, entre este ano e 2010, em 24 setores da economia. Do total a ser aplicado, R$ 210,4 bilhões dizem respeito a recursos do BNDES e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O restante virá do orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia e do chamado PAC do setor de tecnologia e informação (TI). Além desses recursos, o governo estuda medidas de desoneração tributária e de depreciação acelerada de investimentos.

A nova política industrial, a segunda do governo Lula em quatro anos, tem metas ambiciosas. A primeira meta, segundo documento obtido com exclusividade pelo Valor, é ampliar a taxa de investimento da economia, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo, de 18,6% para 21% do PIB até 2010. Para tanto, o crescimento médio anual da FBCF terá que ser de 11,6%, taxa inferior à que vem sendo obtida nos últimos trimestres. Se isso acontecer, a economia estará investindo em 2010 o equivalente a R$ 604 bilhões – em 2006, investiu R$ 390 bilhões. A ampliação dos investimentos numa velocidade superior à do PIB é, segundo um integrante da equipe econômica, crucial para sustentar taxas de crescimento elevadas nos próximos anos, sem perder o controle da inflação ou gerar problemas no balanço de pagamentos. Leia o resto do artigo »

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O consumo no início de 2008

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Terra Magazine

Escrito por Julio Gomes de Almeida

O Banco Central, na Ata de sua última reunião que decidiu pela manutenção da taxa básica de juros em 11,25% a.a., surpreendeu ao anunciar que cogitou um aumento da taxa Selic. O argumento básico ventilado pelo órgão foi que o crescimento da demanda interna tem sido muito elevado. No final de semana foi a vez do Ministro da Fazenda se mostrar preocupado com maior consumo e seus possíveis efeitos sobre os preços. O Ministro acenou com restrições para os prazos dos financiamentos ao consumidor.

Como cabe ressaltar, uma pressão de demanda não acende o perigo da inflação por si só; para que desperte aumentos de preços é necessário que ao lado disso a oferta de bens e serviços na economia não acompanhe a sua trajetória. O ponto básico da avaliação dos riscos de inflação está, portanto, na análise comparativa dos ritmos projetados para a demanda, de um lado, e para a oferta, de outro.

No cotejo das tendências de demanda com a oferta, a evidência das últimas pesquisas da FGV e da CNI vai na direção de que os investimentos realizados no ano passado já se traduzem em aumento de capacidade produtiva, fator que levou ao estancamento dos aumentos do grau de utilização de capacidade que vinham ocorrendo ao longo do ano passado como resultado de um ritmo de expansão da demanda maior do que a oferta doméstica, algo que não se traduziu em pressão sobre os preços devido ao aumento das importações. A propósito, os dados para a importação no primeiro bimestre desse ano, que registram acréscimo na compra de bens de capital ao redor de 50% em comparação com o primeiro bimestre do ano passado, é um indicador forte de aceleração dos investimentos na economia. Leia o resto do artigo »

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CABRAL APOIA MOLON!!??

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: O DIA

Escrito por Jan Theophilo dia 25/3/2008

Reviravolta nas eleições do Rio: Cabral une PMDB e PT

Rio – Reviravolta nas eleições municipais do Rio. Após um longo almoço
hoje no Palácio Guanabara, o governador Sérgio Cabral e o presidente da
Assembléia, Jorge Picciani, firmaram um acordo pelo qual explodiram a
aliança entre DEM e PMDB no Rio. Cabral anunciará amanhã ao presidente
Lula que seu candidato às eleições municipais será o deputado petista
Alessandro Molon. Com isso sai derrotado o secretário de Esportes Eduardo
Paes, que trocara o PSDB – onde exercia o cargo de secretário-geral
nacional – para tentar ser o candidato de Cabral nas eleições de outubro.
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Introdução à Cultura Brasileira

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Errata recebemos o comentário abaixo para retificar um erro que cometemos na divulgação do evento.

Olá, sou Renato Costa, coordenador do NEAd Raízes Comunitárias da PUC-Rio e queria retificar a informação de que estamos oferecendo um Curso de História da África. Na verdade,a atividade que acontecerá a partir do dia 05/03/2008 é parte de uma formação na área de Artes, feita em parceria com o Projetro Portinari e direcionada a professores dos Cursos Pre-Vestibulares Comunitários parcerios da PUC-Rio. Essa atividade tem o nome de Introdução à Cultura Brasileira e este ano a acontecerá em três módulos distintos:
1. Cultura africana e cultura indígena (período de 05/03 a 31/05)
2. O Brasil sob o olhar estrangeiro (05/07 a 30/08)
3. Romantismo, Barroco e Rococó (04/10 a 30/08)
Informo ainda que as inscrições para essa etapa de formação encontram-se encerradas.

Como estava escrito:

A partir do dia 5 de Abril, durante os sábados (de abril e maio), o NEAd (Núcleo de Educação de Adultos: Programa de Raízes Comunitárias Raízes Comunitárias da PUC) estará oferecendo um curso sobre História da África, das 9h às 12h. O curso é gratuito.

Destaco ainda que o NEAd também estará oferecendo outros cursos durante o ano, com outras temáticas, como: História indígena no Brasil, Romantismo, entre outros, sempre aos sábados e, pelo que me parece, bimestrais.

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