prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

INHAME, a nova arma contra a DENGUE

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Fonte: www.correcotia.com/inhame

Escrito por Sonia Hirsch

Do interesse de todos, diante das circunstâncias

DENGUE Infecção virótica que faz doer o corpo inteiro, especialmente as
juntas, e dá muita febre; deixa a pessoa fora de combate por algum
tempo, mas raramente mata. É transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti
e A. albopictus, que se infectam sugando sangue de algum humano ou
macaco infectado nos três primeiros dias da febre. Depois de 8 a 11
dias de incubação, o mosquito começa a transmitir vírus infectantes
a humanos no almoço e macacos no jantar (???) – eles saem nas minúsculas
gotinhas de saliva que o mosquito usa como anticoagulante durante a
picada . Atualmente se diz que há quatro variedades de dengue; quem
teve uma pode ter as outras três. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | 10 Comentários »

As mentiras de George Bush e sua turma em vídeo

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Na Periferia do Império, em 24/03/2008

As mentiras de George W. Bush, Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Condoleezza Rice e Colin Powell sobre as armas de destruição em massa e a relação de Saddam Hussein com a Al Qaeda foram compiladas em um vídeo pelo Blog Puppetgov.

Assista ao vídeo (legendas em espanhol):

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=6Am0vKUJy9U&eurl=http://naperiferiadoimprio.blogspot.com/2008/03/as-mentiras-de-bush-e-sua-turma-em-vdeo.html]

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Vídeos | Sem Comentários »

Niterói (RJ), administrada pelo PT, mantém dengue sob controle

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Os amigos do presidente Lula

Niterói é governada pelo discreto prefeito Godofredo Pinto, do PT. Antes foi governada por sucessivos governos do PDT.

A dengue incomoda também lá, até porque há moradores que contraem a doença ao visitarem o Rio. Mas este ano não há nenhuma morte, e limitam-se a 902 notificações, sendo 43 confirmados, 66 descartadas e 779 ainda em investigação.

Proporcionalmente ao tamanho da população, a incidência é muito menor em Niterói do que a verificada na cidade do Rio de Janeiro.

Entre as notificações de dengue em Niterói, 157 são de moradores da cidade vizinha de São Gonçalo, 13 do Rio de Janeiro e seis de Itaboraí. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 2 Comentários »

Blogueiros desmascaram golpismo argentino

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Óleo do Diabo

Por Miguel do Rosário

Achei muito estranho este novo panelaço em Buenos Aires. Quem acompanha a história recente do país, sabe que, por mais problemas que haja na gestão dos Kirchnner, eles literalmente “salvaram” a pátria, fazendo o país crescer a taxas chinesas e o desemprego retornar a patamares razoáveis. Além disso, a vitória de Cristina Kirchnner, há somente alguns meses, foi esmagadora. Como não aconteceu nada de muito grave desde então, porque cargas d’água os argentinos iriam fazer “cacerolazo”? Na época de Menen ou De La Rua, explicava-se: a economia estava descendo ladeira abaixo e o desemprego explodindo, mas agora? Tudo bem ser crítico ao governo Kirchnner, mas daí partir para a gritaria?

Desconfiei e hoje fui a caça de blogs argentinos. Dito e feito. Os blogueiros políticos estão perplexos com o que houve. A mídia fazia convocação a cada 15 minutos e repetia que era “espontâneo”. Tudo para desgastar Cristina, que sofre com uma oposição de direita raivosa sediada nas redações dos grandes jornais e canais de TV. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

“IBGE: trabalho com carteira assinada é recorde no País” é uma das boas novas de hoje

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 27/03/2008

Por José Augusto Valente*

O mês de fevereiro de 2008 mostrou o mais alto patamar de formalização do mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do País desde o início da série histórica do IBGE, em março de 2002.

O gerente da pesquisa mensal de emprego do instituto, Cimar Azeredo, mostrou dados que revelam que, no mês passado, o porcentual de trabalhadores formais no total de ocupados, somando empregados com carteira assinada e funcionários públicos, chegou a 54,6%.

O porcentual é o maior de toda a série e também o maior entre os meses de fevereiro de 2007 (52,9%), 2006 (52,2%), 2005 (50,7%), 2004 (50%), 2003 (51,6%) e 2002 (52%). Segundo ele, a formalização recorde reflete a melhoria no cenário econômico e a mudança da estrutura no mercado de trabalho.

A conseqüência da maior formalização, segundo ele, é um aumento do poder de compra dos trabalhadores, da contratação de crédito e do consumo.

Não cansamos de repetir que esse quadro de aumento da capacidade de consumo da população, pela elevação do emprego e da renda, é um fator que exige uma revisão dos planos estratégicos relativos aos investimentos em infra-estrutura de transportes (em especial o PNLT), já que impacta diretamente na geração de movimentação de cargas.

*José Augusto Valente: engenheiro e trabalho há 35 anos na área de transportes. Fui Presidente do DER-RJ em 2002 e titular da Secretaria de Política Nacional de Transportes, do Ministério dos Transportes, no período de maio/2004 a junho/2007. Atualmente atuo como Consultor em Logística e Transporte.

Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente, Logística e Transporte, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »

Cerco ao desenvolvimento

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

O novo, o coordenador do Grupo de Análises e Projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Gap/Ipea), Miguel Bruno, divulgou Boletim de Conjuntura esta semana trazendo uma série de inovações, mas a imprensa só ressaltou dois aspectos: 

1)      O PIB deve crescer menos em 2008 (verdade)

2)      Inflação preocupa Ipea (mentira) 

Miguel Bruno disse – e ninguém publicou – que a participação da massa salarial como proporção do PIB, após desabar nas últimas décadas, se mantém estagnada atualmente, crescendo, no máximo, na proporção do PIB. O economista afirmou também que a indústria não está repassando os ganhos de produtividade e que o custo unitário do trabalho está caindo. “Portanto, não há risco de pressão da demanda sobre os preços”, enfatizou Bruno, numa coletiva que pode ser considerada histórica se compararmos a postura do Ipea nas últimas décadas.

O novo coordenador do Gap/Ipea classificou como “precipitada” a ameaça do Banco Central de elevar a taxa de juros por conta de um suposto repique inflacionário. “Se a capacidade instalada está no limite, elevar juros vai desestimular o investimento na ampliação e tornar crônico o problema da inflação”, comentou Bruno.O que preocupa o Ipea na realidade – e que ninguém publicou – é a deterioração das contas externas e a sobrevalorização cambial, “outro problema que será agravado se o BC elevar a taxa de juros”, frisou Miguel Bruno. 

Câmbio fez PIB encolher 1,4 ponto no ano passado

Segundo cálculos do especialista em finanças públicas Amir Khair, as importações em alta, estimuladas pela valorização do real, reduziram o PIB em 1,4 ponto ano passado. Em 2008, o Ipea, calcula que a farra cambial vai subtrair 2,6 pp do PIB. “O PIB seria de 6,9% em 2007, se fosse medido exclusivamente pela demanda interna, que considera o consumo das famílias e do governo, os investimentos e as exportações, mas o total importado é subtraído da conta do crescimento”, observa. Já o governo espera que, mesmo sem um câmbio favorável, a taxa de investimento salte de 17% para 21%, em 2010. O economista Marcos Coimbra, o Centro Brasileiros de Estudos Estratégicos (Cebres), porém, duvida. “Pode ser um sonho de uma noite de verão. Partindo de uma análise fria da conjuntura internacional e nacional, é muito difícil que aconteça. O que se visualiza é a intenção do Banco Central (BC), já não tão velada, de voltar a insistir em uma absurda elevação dos juros, talvez mais como um álibi para mantê-lo nos imorais patamares de hoje, bem como, pela política cambial de punir o setor produtivo.” Mesmo que o avanço de 2,2 pontos no investimento se concretize, Coimbra considera que “ainda seria ridículo”, considerando-se que, na década de 70, chegou a 25% do PIB. “Os demais integrantes dos Brics têm taxas muito mais elevadas: China 42,2%, Índia 31,8%, Rússia 19,4%”, contabiliza, acrescentando que para o país voltar a crescer 7% ao ano, “nossa taxa histórica”, o investimento precisaria voltar a 25% do PIB.  

A quem interessa manter o país parado? 

Voltando ao coordenador do Gap/Ipea, Miguel Bruno, ele reiterou na coletiva uma entrevista que publicamos aqui no blog:  a renda financeira supera 29% PIB não são apenas os bancos que se apropriam dela.

“As instituições financeiras se apropriam de sete pontos percentuais dos ganhos financeiros, enquanto os outros 23% são repassados aos demais beneficiários do rentismo. Quase ninguém toca nisso porque muitos estão ganhando”, disse, diante de repórteres apáticos.

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Conjuntura, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central, Rogério Lessa | 2 Comentários »

Déficit em conta corrente cresce e BC já prevê US$ 12 bilhões no ano

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor Online

Escrito por Alex Ribeiro

O déficit em conta corrente seguiu em trajetória de aceleração em fevereiro, somando US$ 2,090 bilhões, ante um superávit de US$ 376 milhões no mesmo mês do ano passado. Foi o quinto resultado mensal negativo, o que levou o Banco Central a subir de US$ 3,5 bilhões para US$ 12 bilhões sua projeção para o déficit em conta corrente deste ano, cifra que equivale a 0,86% do Produto Interno Bruto (PIB).

O saldo negativo acumulado até agora já chega muito perto do valor projetado pelo BC para o ano. No primeiro bimestre, o déficit somou US$ 6,322 bilhões. Em março, a estimativa do BC é mais um número negativo – US$ 3 bilhões -, que, caso se confirme, elevará o déficit em conta corrente acumulado no ano para US$ 9,322 bilhões.

Em janeiro, o país teve o primeiro déficit acumulado em 12 meses desde 2003, com US$ 2,402 bilhões. Esse déficit, medido na mesma base de comparação, subiu para US$ 4,868 bilhões em fevereiro e deve chegar a US$ 8,133 bilhões em março, caso se confirme a projeção do BC de um resultado negativo de US$ 3 bilhões neste mês.

No BC, o déficit em conta corrente é visto como reflexo natural do maior aquecimento da economia e da valorização da taxa de câmbio. Não seria possível, no entendimento da autoridade monetária, o país registrar a extraordinária expansão dos investimentos públicos e privados que vem sendo observada e, ao mesmo tempo, ampliar aceleradamente o consumo das famílias e do próprio governo. Para as contas fecharem, é necessário recorrer a financiamento externo. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

obrigado Nassif: A falácia do social-mercadismo

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente na Coluna Econômica em 26.03.2008

Por Luis Nassif   

Vamos a uma pequena aula sobre a retórica do mercado para justificar juros elevados.

Juros elevados afetam de diversas maneiras a economia como um todo, especialmente os mais pobres: encarecendo o custo dos empréstimos; aumentando a dívida pública; reduzindo recursos disponíveis para saúde, educação; provocando apreciação do real e competição desigual com produção externa.

O grande argumento a favor de juros elevados é o aquecimento da economia e o suposto risco da volta da inflação.  Em geral, alega-se que o Banco Central é obrigado a exagerar nos juros pelo fato de não ter nenhuma medida, de outra natureza, capaz de auxiliar no combate à inflação.

Há dois pontos que explicam esse aquecimento. Um, o aumento dos prazos de financiamento de bens duráveis, especialmente automóveis. O outro, a apreciação do real que, em um primeiro momento, barateia os produtos.

Esta semana, o Ministério da Fazenda apresentou uma alternativa: redução dos prazos de financiamento de veículos, que hoje em dia chegam há 80 meses.

Para os que acreditam em superaquecimento do mercado, a medida tem lógica. Ataca-se um setor específico (o de veículos), onde o aquecimento é maior, uma ferramenta específica (o prazo de financiamento). Alcançado o objetivo de desaquecer as vendas, não haveria necessidade de manter a taxa Selic elevada. E com Selic menor, não haveria tanta apreciação do real. Portanto, atuaria nas duas pontas.

Pode-se discutir a eficácia ou não dessas medidas, ou as propostas alternativas. Mas o objetivo final de qualquer medida anti-aquecimento da economia é… desaquecer a economia. Ou não?

Ocorre que, ao esvaziar os argumentos pró-elevação das taxas de juros, esse tipo de medida impede a manutenção dos altos lucros do mercado. Razão pela qual passou a ser torpedeada pelos porta-vozes do mercado.

Os argumentos invocados são interessantes para se analisar mais de perto os sofismas de que se vale o tal do mercado para justificar juros elevados.

De repente, pessoas que sempre entram em pânico com qualquer sinal de aquecimento da demanda, tornam-se defensores intransigentes do consumo. Uma colega chegou a alegar que “democratizar o crédito é uma questão de cidadania”.

Concordo integralmente. Tanto que utilizei esse argumento em um debate, quando o economista Eduardo Gianetti da Fonseca ousou atribuir os juros altos à imprevidência dos mais pobres – que aceitam quaisquer taxa desde que a prestação caiba no orçamento.

Falou mais ainda: “Para o pobre que compra e paga em dia. Que não desvia dinheiro. Não tem conta em paraíso fiscal. Honra sua dívida porque ter nome limpo na praça é o seu patrimônio mais valioso. Talvez o único”.

Mas é uma demagogia miserável. Lendo assim, parece que tais analistas são contra qualquer forma de restrição ao consumo. Mas não é isso. Eles propõem que o desaquecimento da economia (isto é, a restrição ao consumo pela queda do nível de atividade) se dê através de juros elevados. É procedimento que afeta a atividade econômica como um todo, a renda, o emprego, o investimento. Gera uma notável transferência de renda para os chamados rentistas. Mas é medida apresentada como se fosse uma decisão científica inevitável. Cidadania, direitos, responsabilidade social? Corta essa, companheira!

Retórica de Gustavo

O mestre desse tipo de retórica foi Gustavo Franco. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »