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Blog do Desemprego Zero

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O Poder dos Pesadelos (The Power Of Nightmares) – A Ascensão da Política do Medo: Parte II

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Documentário em três episódios produzido pela BBC, trata sobre a subida dos neoconservadores e dos fundamentalistas islâmicos ao poder.

Episódio 2: “A Vitória Fantasma”

O segundo episódio analisa a queda do bloco soviético e a aliança de ambos os grupos, teoricamente rivais, no Afeganistão, desmontando o mito de que Ronald Reagan ganhou a Guerra Fria graças à intervenção da sua administração no conflito no Afeganistão.

Duração: 59:02minutos

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Legenda: Português-Brasil

PARA ASSISTIR DOCUMENTÁRIO COMPLETO: CLIQUE AQUI

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DATAFOLHA: DISPARA A REJEIÇÃO AO PREFEITO CÉSAR MAIA

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

  Do Datafolha

Ao completar sete anos e três meses como governante da cidade do Rio de Janeiro e, em meio à crise na área de saúde que atinge a segunda maior cidade do país, Cesar Maia (DEM) vê sua popularidade atingir o menor índice desde o início de seu segundo mandato, em 2001.

Maia obteve sua maior aprovação em julho de 2006 (37%), alcançando 33% em novembro de 2007 e, hoje, a sete meses do processo sucessório, 25% dos entrevistados avaliam seu governo como ótimo ou bom. Também diminuem os que consideram seu desempenho regular, de 35% no final do ano passado para 30% agora.

A queda na aprovação de Maia reflete-se diretamente na parcela dos que, atualmente, avaliam seu governo como ruim ou péssimo: 43%, doze pontos percentuais a mais que o verificado há quatro meses (31%). A piora na imagem de Maia acontece durante grave crise na área da saúde. Vale lembrar que, ao final do primeiro mandato como prefeito do Rio de Janeiro, em dezembro de 1996, cerca de cinco em cada dez cariocas (52%) consideraram sua gestão como ótima ou boa.

Em uma escala de zero a dez, Maia obtém nota média de 4,6, a menor desde maio de 2006. Vale notar que 17% atribuem nota zero ao prefeito, enquanto 19% atribuem-lhe cinco. Leia o resto do artigo »

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Charge para HOJE do Frank

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008

clique para ampliar
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RESUMO DO DIA – 31/03/2008

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: DEM pede cassação de Lula no TSE
O Estadão: Rio confirma mais 13 mortes; já são 67 vítimas da dengue
Reuters Brasil: Lula desafia oposição a ver quem faz mais pelo povo brasileiro
Último Segundo: Para Lula, dengue é culpa da União, Estado, Prefeitura e população

Economia

JB Online: Mercados caem na Ásia e encerram pior trimestre em cinco anos
O Estadão: Dólar lidera ranking com turbulência externa
Reuters Brasil: Bovespa sobe no dia mas acumula perdas de 4% em março
Último Segundo: Bancos reajustam tarifas antes de normas do CMN

Internacional

JB Online: Forças de segurança da China fecham capital do Tibet
O Estadão: Marido de Ingrid faz apelo a Lula para libertação da refém
Reuters Brasil: Equador e Colômbia têm novos atritos na fronteira
Último Segundo: Cuba libera acesso da população a hotéis de turistas

Desenvolvimento

JB Online: Investimentos vão “mudar a cara” do Nordeste, afirma Lula
O Estadão: Indústria opera no nível mais alto desde dezembro, diz FGV
Projeto Brasil: Fórum Projeto Brasil debate Inovação e Tecnologia
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Brasil e México discutem aumento do intercâmbio comercial

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Monumento lembra estudantes mortos durante a ditadura militar

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: JB Online

Escrito por Aline Beckstein, Agência Brasil dia 29/03/2008

Um monumento que traz uma bandeira dilacerada e com várias pegadas de vidro, representado os estudantes mortos pela ditadura militar, foi inaugurado na Praça Ana Amélia, no Centro do Rio, nesta sexta-feira, 40 anos após o assassinato do secundarista Edson Luís Lima Souto, que tinha 18 anos. É o primeiro monumento inaugurado em praça pública pela Presidência da República em memória aos mortos e desaparecidos durante o regime militar, segundo o ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos.

É um patrimônio protegido por lei, que permite aos transeuntes pararem para perceber que, ao lado de figuras como Tiradentes, Frei Caneca e tantos outros heróis da História brasileira dos séculos 18 e 19, também há muitos heróis do século 20. E o Edson Luís encarnava, melhor do que ninguém, a estupidez da violência do regime ditatorial – disse Vanucchi. Leia o resto do artigo »

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Primeiros “vilões” do trânsito, bondes deixaram as ruas de SP há 40 anos

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 31/03/2008

Por José Augusto Valente*

Não é preciso viver em São Paulo para saber que o trânsito é um dos maiores problemas da cidade. Mas o que pouca gente sabe é que os primeiros congestionamentos datam da primeira metade do século passado. Só que em vez do carro, o “vilão” da época era o bonde.

Circulando pelas então estreitas ruas paulistanas, os bondes disputavam o pouco espaço com um número cada vez maior de carros. Além disso, eles quebravam com freqüência e causavam alguns acidentes, levando os primeiros motoristas da cidade à loucura. Com a popularidade em baixa, não demorou muito para os bondes, literalmente, perderem terreno.

No dia 27 de março de 1968, por volta das oito da noite, o carro número 1543 partiu da Vila Mariana em direção a Santo Amaro para fazer a última viagem de um bonde em São Paulo. Para a maioria, uma despedida comemorada. Para alguns poucos, uma oportunidade perdida. Leia o resto do artigo »

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Fiesp insiste em mudar real valorizado

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente no Valor Econômico em 31/03/2008.

Por Sergio Leo

Quem pensa que a Fiesp mandou ao arquivo morto as idéias de interferir na persistente valorização do real em relação ao dólar não acompanha Roberto Giannetti da Fonseca, o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da federação das indústrias paulistas – e um dos mais insistentes defensores de medidas contra a valorização do câmbio. Ele tem mantido, com o governo e os bancos, discussões para, uma medida voltada diretamente a reduzir a pressão do comércio externo sobre a entrada de dólares no país. Chama-se “ACC em reais”, idéia levada pela Fiesp à Febraban e ao Banco Central.

Giannetti defende a construção de um mecanismo financeiro com uso da moeda nacional para permitir ao exportador receber antecipadamente pelas mercadorias destinadas à exportação com financiamento ao comprador – os conhecidos ACC, adiantamento de contratos de câmbio. Hoje, com esses ACC o exportador recebe em reais, no Brasil, de uma instituição financeira que, porém, para conceder o empréstimo, é obrigada a contratar um financiamento no exterior. A proposta de Giannetti elimina o recurso ao financiador externo, e, portanto, à entrada antecipada de dólares no país.

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Mantega adota estilo ziguezague de gestão

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Divisão de poder provoca idas-e-vindas na área econômica

Publicado no Jornal O Estado de São Paulo em 30/03/2008

Por Lu Aiko Otta

Guido Mantega é um ministro da Fazenda que comanda só uma parte da política econômica. Ele divide o poder, em condições de igualdade, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles – que, como ele, é ministro. Os “sócios” procuram conviver pacificamente, mas têm visões diferentes sobre como promover o crescimento da economia brasileira.

Não se trata de um confronto aberto, mas não faltam estocadas de um lado e de outro.

Antes de assumir o Ministério da Fazenda, Mantega era crítico contumaz da política de juros conduzida por Henrique Meirelles. Ao assumir a pasta, há dois anos, interrompeu os ataques. Não significa, porém, que passou a concordar com o Banco Central. Volta e meia, Mantega exibe sinais de desconforto com a política de juros.

A situação se agravou este mês porque o Comitê de Política Monetária (Copom), composto pelos diretores do Banco Central, deixou claro que o aumento das taxas de juros está no radar. A ata da reunião do Copom de março informa que foi cogitado um aumento de 1 ponto de porcentagem na taxa, atualmente em 11,25% ao ano. O Copom volta a se reunir nos dias 15 e 16 de abril e boa parte dos economistas aposta em alta.

Preocupado, o Ministério da Fazenda fez uma manobra para tentar “desarmar” a alta de juros. Segundo fonte do governo, o objetivo era mostrar que há outras formas de conter a inflação, além de elevar os juros. Porém, a operação se mostrou uma trapalhada.

No feriado de Páscoa, assessores qualificados de Guido Mantega fizeram chegar aos principais jornais do País a informação de que o governo está preocupado com o aumento do consumo no mercado interno, que pode provocar inflação. O foco da preocupação estaria na venda de automóveis por crediário. Uma possível medida para “esfriar” a demanda interna, aliviando a pressão inflacionária, seria encurtar os prazos de financiamento, que hoje chegam há 99 meses.

A informação repercutiu mal, pois trombava de frente com todo o esforço feito desde o início do governo, para aumentar o acesso da população ao crédito e ao consumo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou. Mantega recuou.

Na quinta-feira, o diretor de Política Econômica, Mario Mesquita, disse que as operações de crédito, alvo da alternativa sugerida pela Fazenda, não são a principal fonte de pressão da demanda. “A renda, a massa salarial, é tão ou mais importante em algumas regiões e em alguns casos que o crédito”, disse, ao divulgar o relatório trimestral de inflação.

No início deste mês, Fazenda e Banco Central já haviam se estranhado por causa dos juros. Ao comemorar o crescimento de 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007, Guido Mantega comentou: “Estamos derrubando mitos da economia brasileira, como o mito do PIB potencial. Há não muito tempo atrás, dizia-se que não podíamos crescer mais do que 3%. Está provado que podemos crescer mais do que 5% sem gerar pressões inflacionárias”. Leia o resto do artigo »

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