prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

Dólar baixo altera padrão de avanço dos setores econômicos

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Neste artigo Jiane Carvalho mostra o desempenho e mudança no padrão de crescimento em alguns setores da economia entre os anos de 2000 e 2007.

*Postado por Kátia Alves

Publicado no: Gazeta Mercantil

Por Jiane Carvalho

O movimento de queda acentuada do dólar nos últimos anos, associado ao aumento da renda e do nível de emprego, tiraram da indústria o posto de setor de maior crescimento na economia brasileira. Ao analisar 1.600 balanços de empresas, a Serasa – empresa de análise de crédito adquirida no ano passado pela Experian – constatou que entre 2000 e 2007 o setor de comércio foi o que mais cresceu, seguido pela indústria, em segundo e, em terceiro, por serviços. Segundo o estudo da Serasa, no período analisado dois setores cresceram acima do PIB brasileiro, segundo dados já deflacionados pelo IGP-M. Enquanto o PIB brasileiro entre 2000 e 2007 avançou 30,8%, o setor de comércio cresceu 51,9% e a indústria 43,2%. Já o setor de serviços, apesar de ter ganho importância na economia, foi o único que cresceu ligeiramente abaixo do PIB, com expansão de 30,4%. O gerente de análise de crédito da Serasa e coordenador do estudo, Marcio Ferreira Torres, explica a posição alcançada pelo setor de serviços, lembrando a retração econômica em 2003. “Logo após o presidente Lula assumir a presidência, houve uma puxada forte nos juros que derrubou a atividade, com um desempenho no ano muito ruim do segmento de energia”, diz Torres. Só o setor de energia responde por algo próximo de 25% do ramo de serviços. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

A classe média é vítima da violência

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Veja que interessante o artigo escrito por Vinni Correa. Ele faz uma crítica ao sensacionalismo feito sobre alguns casos de violência que atingem a classe média e ressalta outros casos que passam despercebidos por afetarem a classe baixa.

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no: Vinni Web

Por Vinni Correa

Todos têm acompanhado, recentemente, o caso da menina Isabella Nardoni, possivelmente assassinada pelo pai e pela madrasta ao ser espancada e depois jogada pela janela do 6º andar do apartamento onde morava. O mistério do caso tem tido alta repercussão na mídia. Não era pra menos, tal fato impressiona e choca a sociedade. Afinal, como pode algum ser humano cometer tal barbaridade contra uma menininha? Mas o que venho discutir aqui não é o crime, mas sim, a bestial classe média e suas campanhas contra a violência.

O caso da jovem de 14 anos, Gabriela Prado Maia Ribeiro, que cresceu assustada com a violência, morta por uma bala perdida, em 2003, é um exemplo de que a classe média é uma das mais responsáveis pela violência nas grandes cidades. Desde que as favelas foram dominadas pelas facções do narcotráfico que há tiroteio por disputa de ponto, e, conseqüentemente, dezenas de pessoas eram vítimas dessa guerra, entre elas, crianças, mas sempre moradoras das favelas. Tal violência veio ganhando mais destaque conforme vinha aumentando o confronto e o número de membros da classe média vítimas dos tiroteios. E quando Gabriela tornou-se vítima da guerra do tráfico, um grande movimento “pela paz” foi organizado. Milhares de pessoas se juntaram no movimento “Gabriela Sou da Paz” pedindo justiça, lutando contra a impunidade. Após ter a idéia de escrever algo sobre o assunto, devido ao fato da popularidade do caso da menina Isabella Nardoni, resolvi navegar no orkut e ver quantos membros possuem as comunidades que se solidarizam com crianças de classe média vítimas da violência: Comunidade Gabriela Sou da Paz (47.708 membros); Comunidade Em Memória, João Hélio (102.472 membros); Comunidade Justiça Para Isabela Nardoni (63.696 membros).

Gostaria, antes de continuar a minha crítica, de informar que tenho solidariedade com esses casos, pois sou contra a violência. Mas, não posso deixar aqui o meu comentário contra a supervalorização e do sensacionalismo para com esses casos, uma vez que nenhuma criança pobre, moradora de favela, tornou-se “slogan” de campanha contra a violência, cujo número de vítimas é aterrorizante. E estando certo de minha crítica à classe média, no mesmo orkut, resolvi buscar comunidades sobre trabalho infantil. A maior comunidade (Sou Contra o Trabalho Infantil) possui apenas 3.379 membros. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Dupla insensatez

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Será que a economia brasileira é indiferente as crises mundiais? É necessário aumentar a taxa de juros para que não haja inflação? O texto abaixo cita o ponto de vista de Delfim Netto.

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente na Folha de S. Paulo

Por Antonio Delfim Netto

Duas sugestões insensatas têm dominado a discussão econômica: 1º) que o nosso crescimento está blindado contra as flutuações produzidas pela crise mundial e 2º) que precisamos aumentar a taxa de juros, porque corremos um grave risco de inflação.

Quanto à primeira, parece evidente que estamos numa situação melhor do que estivemos nos últimos 25 anos. Quando se observam os indicadores antecedentes (Composite Leading Indicators -CLIs) construídos pela OCDE, é visível uma redução de crescimento em todos os países. São quedas relativamente pequenas se comparadas ao que se espera nos EUA (de 2,2% em 2007 para 1,5% em 2008; de 2,8% para 1,5% na Europa; de 2,1% para 1,2% no Japão; de 3,1% para 1,6% na Inglaterra). No Brasil, tivemos em 2007 o crescimento de 5,4%. Para 2008, uma estimativa razoável é de 5%, que poderá sofrer uma redução -ou pelo resultado da balança em conta corrente, ou pelo comportamento do Copom. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Mercado Aberto – Fiesp contesta FGV sobre oferta da indústria

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A produção da indústria terá condições ou não de atender o forte crescimento da demanda no país?

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente na Folha de S. Paulo

Uma das grandes discussões hoje é se a produção da indústria terá condições ou não de atender o forte crescimento da demanda no país.

A grande preocupação é se será ou não necessário o Banco Central aumentar o juro para frear a expansão da demanda com o objetivo de evitar a alta da inflação.

O número divulgado na segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas para o nível de utilização da capacidade instalada para março acendeu o sinal amarelo. O Nuci registrou uma alta de 84,7% para 85,2% de fevereiro para março, depois de um período de queda.

Em linha com o que o Banco Central tem assinalado, a própria FGV chamou a atenção para esse descompasso entre a capacidade da indústria e a alta da demanda. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Projeto: Ação Comunitária para o Controle do Aedes aegypti

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Subsidiar cidadãos para trabalhem em uma área que é de responsabilidade governamental, é uma maneira do governo de tentar solucionar a crise na saúde do estado do Rio de Janeiro.

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: UNESP

Finalidade do Projeto

O presente projeto tem o objetivo de oferecer subsídios que auxiliem cidadãos não especialistas na área, interessados em se engajar na tarefa de difundir, para o maior número de pessoas possível, porque e como devemos assumir a tarefa de combater o Aedes aegypti, especialmente neste momento em que estamos expostos às graves doenças transmitidas por esse mosquito. Compõe-se de duas partes: (1) Um texto simples, contendo algumas explicações básicas sobre a biologia do mosquito, sobre criadouros e formas de combate, para conhecimento do apresentador e (2) Uma sugestão de apresentação desses dados para grupos de pessoas, em PowerPoint. É uma tentativa de colocar algum conhecimento que adquiri em anos de estudo desse mosquito, a serviço da comunidade. Assim, se você puder reunir empregados de uma loja, de uma fábrica ou faz parte de uma associação de bairro, de uma escola ou simplesmente quiser reunir sua vizinhança para ampliar conhecimentos e incentivá-los nesta ação, você tem como opção utilizar este material e repassá-lo para outras pessoas. Se tiver dúvidas, pode contactar-me pelo e-mail abaixo.

Aedes aegypti: um seríssimo problema de saúde

O mosquito Aedes aegypti é hoje provavelmente o mais grave problema de saúde no Brasil, dada sua ocorrência em todos os Estados do País e o fato de que ele transmite os vírus causadores de três doenças humanas graves: a dengue, a dengue hemorrágica e a febre amarela. Para a febre amarela já existe vacina, a qual ajuda na sua prevenção, mas, apesar disto, hoje vivemos, em algumas regiões, sob forte ameaça dessa terrível doença. Para as outras duas doenças ainda não existe vacina, é difícil prever quando haverá e, além disso, não existe um tratamento específico para elas. Isto nos deixa muito vulneráveis e é exatamente por isso que temos que fazer tudo o que esteja ao nosso alcance para impedir o alastramento dessas doenças. A dengue é uma doença muito dolorosa, deixa seqüelas e na sua forma hemorrágica tem um alto índice de mortalidade. Segundo as estatísticas, em 2007 aproximadamente 500.000 pessoas tiveram dengue no Brasil, das quais pelo menos 250 morreram de dengue hemorrágica. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

A reforma tributária e o futuro da nação

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O projeto da reforma tributária encaminhado ao Congresso Nacional está centrado em três pilares: simplificação, redução das distorções provocadas pela cumulatividade e pela guerra fiscal.

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente em: Gazeta Mercantil (Conteúdo restrito a assinantes)

Por: Humberto Barbato

O projeto de reforma tributária, encaminhado ao Congresso Nacional e ansiosamente aguardado, embora tímido, não deixa de ser realista face à complexidade do tema e os interesses envolvidos. Ele está centrado em três pilares: simplificação, através da redução do número de tributos existentes e de suas obrigações acessórias; redução das distorções provocadas pela cumulatividade e pela guerra fiscal, que prejudicam a alocação eficiente dos recursos e, conseqüentemente, a competitividade das empresas nacionais; e desoneração tributária da cadeia produtiva, que se materializará somente se as regulamentações do novo IVA (Federal) e do novo ICMS não trouxerem surpresas desagradáveis, como assistimos na transição do PIS/Cofins para o regime não cumulativo.

Desnecessário dizer que o setor industrial, em especial o eletroeletrônico, aguarda a reforma tributária há mais de uma década. Neste período, a indústria tem reivindicado que as mudanças no arcabouço tributário, somadas a outras reformas, dêem às empresas locais condições de isonomia frente à concorrência internacional.

Por isso, as ações voltadas para combater a apreciação contínua do câmbio, recentemente anunciadas, e a apresentação da nova política industrial – a ser divulgada -, quando tratadas em conjunto com as alterações propostas no regime tributário do País, sinalizam o rumo apropriado. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

“Podemos trocar petróleo por ferrovias e portos”

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Haroldo Lima, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) defende uma proposta ousada, ou seja, ele quer mudar o tipo de parceria entre o governo e as empresas de exploração e defende a criação de uma nova estatal para o setor. A seguir a entrevista na integra concedida a Revista Isto É.

*Postado por Luciana Sergeiro.

Publicado originalmente em: Isto É

Presidente da ANP quer recriar o monopólio do Estado na extração e defende a criação de uma nova estatal para o setor.

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, defende uma proposta ousada: ele quer mudar o tipo de parceria entre o governo e as empresas de exploração. Seja a médio ou longo prazo, Lima sugere a adoção da partilha de produção, em que todo o óleo produzido passa a ser propriedade do Estado e as empresas ganham um percentual em dinheiro. Para tanto, acredita, seria necessário criar uma nova estatal do petróleo. “Não temos condições de propor que na partilha de produção uma empresa brasileira fique com todo o petróleo sem ser totalmente estatal.” Isso exclui a Petrobras, que tem capital aberto. Como mudança de curto prazo, Lima propõe que as alíquotas pagas pelas empresas exploradoras sejam reajustadas para os níveis vigentes em outras partes do mundo. No comando da ANP, Lima, um engenheiro baiano de 67 anos, está vendo tornar- se realidade sua meta de aumentar a participação das pequenas e médias empresas no mercado petrolífero. “Elas podem ser milhares”, sonha. Comunista histórico, ele atuou na Ação Popular (movimento armado de oposição à ditadura militar) e foi preso e torturado. Depois da abertura política, cumpriu cinco mandatos como deputado federal pelo PCdoB. Ironicamente, é hoje o maestro das mudanças num mercado em que os capitalistas brasileiros e estrangeiros investem muitos milhões. Acabou de lançar o livro Petróleo no Brasil (Synergia Editora), no qual faz uma radiografia desse segmento e conta histórias de bastidores. Nesta entrevista à ISTOÉ, ele defende ainda a mudança no pagamento dos royalties do petróleo e a criação de um fundo petrolífero, nos moldes do da Noruega.

ISTOÉ – Por que o sr. defende mudanças na parceria entre o governo e empresas privadas para exploração do petróleo?

Haroldo Lima – Veja o caso dos 41 blocos do campo de Tupi. É muito pequeno o risco de a exploração dar errado e a possibilidade de lucro é muito grande. A quantidade esperada é enorme. Com uma situação assim, com pouco risco e muito lucro à vista, não seria uma licitação do tipo comum. A partir daí, começamos a discutir mudanças.

ISTOÉ – Foi o próprio presidente Lula que tomou a decisão de não licitar esses 41 blocos?

Lima – O Conselho Nacional do Petróleo examinou o assunto, no Rio de Janeiro, numa reunião coordenada pelo presidente Lula. Ele convocou a reunião e, depois de examinar as informações fornecidas pela ANP, disse que não passaria à história como o presidente que tomou conhecimento disso e deixou tudo continuar como antes. Resolveu retirar os 41 blocos e foi apoiado por todos na reunião. O edital da ANP prevê essa medida até o início da apresentação das ofertas. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

A moeda sul-americana

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Neste artigo, Luis Nassif escreve sobre o Sistema de Moedas Locais que será implantado na América do Sul, ele trata das vantagens que esse novo sistema proporcionará ao exportador brasileiro como também as desvantagens do atual sistema… leia a seguir

*Postado por Kátia Melissa

Publicado no: blog do Luis Nassif

Por Luis Nassif

A decisão de implantar o Sistema de Moedas Locais para as vendas internas na América do Sul é mais um grande passo na direção da integração do continente.

O prazo final de implantação será setembro, segundo informou à Agência Estado a Diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central Maria Celina Bernardinelli Arraes.

O sistema atual é insano. Para adquirir produtos argentinos, o importador brasileiro precisa efetuar depósito no Bank of New York e pagar o exportador em dólares. E vice-versa. Depois os dólares chegam na Argentina e são convertidos em pesos; chegam ao Brasil e são convertidos em reais. E se não houver dólares – como no caso da crise cambial de 2002 – não tem como haver comércio bilateral. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica | 1 Comentário »