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Blog do Desemprego Zero

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O terrorismo do Banco Central

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O próprio BC é o agente estimulador das expectativas inflacionárias. E continua preso ao samba de uma nota só dos juros.”

 *Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Hoje, no “Valor”, duas aulas de dois economistas que aliam conhecimento e bom senso: Delfim Netto e Yoshiaki Nakano. Ambos falam sobre o pânico que setores do mercado espalharam, sobre a volta da inflação (clique aqui).

Aliás, até hoje dói nos ouvidos o artigo do Luiz Carlos Mendonça na “Folha”, prevendo a explosão dos preços. Ele sabe que a gente sabe que ele não acredita um milímetro no que escreveu. Mas sempre foi um grande apostador: e quem aposta na taxa de ignorância líquida do pensamento hegemônico, sempre ganha.

A lógica de Delfim é a seguinte:

A política de “metas inflacionárias” atua fundamentalmente sobre as expectativas do mercado.

O Boletim Focus, do Banco Central, revela expectativas sob controle, ninguém apostando em inflação em alta.

O Banco Central, através de dura mensagem (estimulado pela “ciência” do “mercado”), declarou o óbvio: está pronto para atuar de forma “preventiva” para evitar a deterioração das expectativas inflacionárias. Não esclareceu nada. Apenas confundiu. Primeiro, porque seria espantoso se não estivesse pronto, se e quando, se verificasse a deterioração e, segundo, porque ignorou o seu próprio e importante papel na formação e na deterioração das expectativas. Isso certamente explica boa parte do movimento descontínuo verificado na “meta” da Selic no fim do período. Leia o resto do artigo »

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O filósofo da improvisação

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Matéria da Revista Época, publicada em 1º de abril deste ano, trata sobre a vida política e a respeitável trajetória acadêmica do ministro Mangabeira Unger, assim como de suas idéias para a Pasta de Longo Prazo.

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Revista Época, em 01/04/2008

Mangabeira Unger, o ministro do Longo Prazo, tenta ganhar influência no governo semeando, a curto prazo,  suas idéias polêmicas

Por Ricardo Amaral

O filósofo Roberto Mangabeira Unger, um brasileiro de 60 anos de idade e invejáveis títulos acadêmicos, passou metade da vida esperando a chance de trabalhar com um presidente da República que prestasse atenção em suas idéias para mudar o país. Tentou com Ulysses Guimarães, no PMDB do começo dos anos 1980; com Leonel Brizola, do PDT, na década seguinte; e com Ciro Gomes, de quem foi uma espécie de guru na campanha presidencial de 2002. Todos o ouviram, mas nenhum deles chegou ao Planalto.

A cada fracasso, Mangabeira retornava à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde é professor de Direito desde os 24 anos de idade (um recorde numa das mais prestigiadas instituições do mundo). Mas nunca desistiu de seu projeto brasileiro. A chance de influir chegou no ano passado, quando o presidente Lula superou as críticas (em 2005, Mangabeira escreveu que este governo era o mais corrupto da História) e o nomeou ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. O professor agora precisa provar que suas idéias cabem no mundo real. E quer fazer isso depressa.

“Precisamos tratar do longo prazo a curto prazo”, diz o ministro, um trocadilho com o nome original de sua pasta. Ela nasceu como Secretaria Especial de Assuntos de Longo Prazo, mas foi fulminada com um apelido jocoso (Sealopra) pela oposição no Senado. Lula teve de rebatizá-la para manter Mangabeira no governo. Sua missão deveria ser planejar o futuro do país – mantendo distância das polêmicas do cotidiano. Mas Mangabeira tem sua própria noção de tempo na política. Decidiu semear idéias entre ministros que cuidam do presente.

“É importante começar já ações que apontem o rumo, como se fossem as primeiras prestações de um novo futuro, pois é dessa forma que as sociedades se mobilizam para um projeto nacional”, afirma. Filho de mãe baiana e pai americano, Mangabeira Unger diz rejeitar modelos e considerar falso o conflito entre Estado e mercado. Prega a radicalização da democracia e a universalização das oportunidades econômicas e educacionais. “O povo brasileiro, com sua indisciplina construtiva, o seu pendor para o improviso, não deve ter medo de ser vanguarda”, diz o ministro. Leia o resto do artigo »

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Cartel da Mídia

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Mais um capítulo do dossiê…

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: Cidadania.com – UOL Blog

Por: Eduardo Guimarães

Porque a Folha, o Globo, a Abril e o Estadão não são honestos pelo menos uma vez e assumem logo a fusão entre eles oficialmente?

Quem chora por FHC?

Depois da, digamos assim, desconstrução pela blogosfera da última ”nova” denúncia da Folha de São Paulo contra a ministra Dilma Rousseff, a própria Folha, a Globo e seu jornal, o Estadão e os demais jornais, rádios, tevês e revistas apêndices deles passaram a atuar em sincronia mecânica entre si.

Foram adotadas, pelos mega meios de comunicação, as seguintes regras:

1 – Manter sempre uma manchete vistosa, seja em jornais ou em telejornais, falando do “dossiê”

2 – Repetir, incessantemente, que o governo “só” quer investigar o vazamento de dados da Casa Civil e não “quem fez o dossiê”

3 – Repetir sempre que “o dossiê da ministra Dilma Rousseff” era “contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua senhora”

5 – Repetir, sem parar, que “agora” o governo isto, “agora” o governo aquilo, tentando caracterizar inconstância nas declarações governamentais sobre “o dossiê”.

6 – Tentar mostrar o governo “acuado”, a ministra “desequilibrada” e “assustada” com a “descoberta” dos “planos contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua senhora”

7 – Selecionar, cuidadosamente, os trechos de manifestações do governo, e evitar ao máximo o assunto Álvaro Dias.

8 – Sempre opinar sobre o assunto, seja em reportagens ou em editoriais.

9 – Tentar construir uma imagem de vítima de FHC e de “sua senhora”, de modo a despertar no leitor, no telespectador ou no ouvinte “solidariedade” para com o tucano.

10 – Barrar o contraditório, barrar qualquer racionalização sobre a falta de lógica da tese pró-oposição da mídia Leia o resto do artigo »

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O Jornalista da TV Brasil

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O editor da TV Brasil foi demitido e alega que foi pressionado em duas matérias, a primeira ao falar dos problemas de saúde sem mencionar a extinção da CPMF, e já a segunda ao mencionar “dossiê” para o episódio do vazamento de dados da casa Civil.”

Postado por Luciana Sergeiro.

Publicado em:  Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O editor da TV Brasil foi demitido. Alegou coerção no trabalho.

Fatos divulgados até agora:

1. A chefia diz que ele não queria entrar no serviço antes das 16 horas.

2. Ele alega que foi pressionando em duas matérias. Na primeira, ao falar dos problemas da saúde sem mencionar a extinção da CPMF. A segunda ao mencionar “dossiê” para o episódio do vazamento de dados da Casa Civil.

Dá uma boa discussão. É relevante mencionar a CPMF quando se fala em redução das verbas para saúde? É correto falar em “dossiê” (que implica juízo de valor, já que a palavra tem conotação de algo clandestino e sigiloso) ao se referir ao vazamento de dados.

Lembro que nos jornais já se padronizou o uso da palavra “dossiê”. E se minimizaram as perdas com a CPMF. Trata-se, também, de orientação editorial.

Ao incluir esses temas na pauta, a editora da TV Brasil afrontou princípios jornalísticos? Ou seguiu padrões jornalísticos mais objetivos?

Finalmente: procedem as afirmações de que ele só queria entrar no trabalho às 16 horas? Nesse caso, até que ponto que houve pressão ou ele tratou orientações comuns como pressão para criar um álibi para sua saída?

É um bom desafio para a estréia do Conselho Consultivo da TV Brasil.

Por Claudio Oliva de Lyra

Meu comentário faz referências ao site do Gabeira.

1) “Lobo contesta. Diz que chegava à TV Brasil às 10h30, saía às 13h30 e retornava às 16h. Apenas nas últimas semanas, quando a “pressão se tornou insuportável”, é que passou a entrar às 16h, diz.
Quero crer que um profissional tarimbado não agiria levianamente quanto à disciplina de trabalho.

2) O jornalista diz que saiu pela perda de autonomia, e os temas citados foram dados como exemplos. Ele diz claramente que “a pressão AUMENTOU nas últimas duas semanas, quando a crise dos cartões corporativos atingiu a ministra Dilma Rousseff”. Ou seja, já havia pressão antes.

3) Quando a notícia “pode ser” “favorável” ao governo, me parece que o tratamento dado aqui é diferenciado. Mais copy and paste e menos batelada de pontos de interrogação.

4) Sugiro uma pergunta para a sua lista, para a discussão do grupo: “Para Lobo, o espaço dado à oposição na TV Brasil é um disfarce” Leia o resto do artigo »

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Caos aéreo nos EUA – American Airlines cancela mais de 900 vôos nesta quinta

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A American Airlines anunciou que cancelou 933 vôos nesta quinta-feira (10) enquanto continua a inspecionar a fiação de aeronaves MD-80. Com esses cancelamentos, o número de vôos que ficaram em terra desde terça-feira beira os 2.500.

Os cancelamentos na maior companhia aérea dos Estados Unidos têm causado problemas nos aeroportos mais movimentados do país.

Mais de 100 mil passageiros foram afetados pelos cancelamentos, estima a companhia aérea.

A companhia cancelou mais de 1.000 vôos na quarta-feira e 460 na terça-feira.

Há duas semanas, a empresa havia cancelado centenas de vôos pelo mesmo motivo.

Leia mais no G1

Atentem para o fato de que há duas semanas a empresa havia cancelado centenas de vôos pelo mesmo motivo.

Nesta semana, foram 460 na terça e mais de 1.000 na quarta-feira.

Se fosse no Brasil, vocês já devem estar imaginando o carnaval que a Oposição estaria fazendo…

Manchetes diárias na primeira página de todos os jornais, matéria central na Veja e pedido de CPI do MD-80.

* José Augusto Valente: engenheiro e trabalho há 35 anos na área de transportes. Fui Presidente do DER-RJ em 2002 e titular da Secretaria de Política Nacional de Transportes, do Ministério dos Transportes, no período de maio/2004 a junho/2007. Atualmente atuo como Consultor em Logística e Transporte.

Currículo.

Meu e-mail para contato é: joseaugustovalente@gmail.com

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Representação pede ação civil do MPF contra provocações da emissora à Venezuela

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Segundo PCB Globo tem como objetivo indispor mutuamente os governos e os povos de dois países amigos (Brasil e Venezuela), perguntando se: O Brasil está preparado para uma guerra contra a Venezuela?”

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente no Jornal Hora do Povo

Por: WALTER FÉLIX

PCB denuncia Rede Globo por atentar contra a Constituição

Quadro “Central de Boatos”, veiculado em 16 de dezembro pelo Fantástico, distorceu imagens do presidente Hugo Chávez para tentar gerar cizânia entre venezuelanos e brasileiros

O secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Ivan Martins Pinheiro, entrou com representação judicial contra a Rede Globo, denunciando a emissora pela veiculação de uma “sórdida e repugnante matéria, que atiçou o povo brasileiro contra os venezuelanos, insinuando uma suposta invasão militar da Venezuela ao nosso país”. A matéria, exibida no Fantástico de 16 de dezembro, no quadro “Central de Boatos”, insinuava: “O Brasil está preparado para uma guerra contra a Venezuela?”.

Segundo o partido, a forma supostamente humorística com que a emissora apresentou o assunto não consegue esconder grave transgressão aos princípios constitucionais brasileiros, que consagram o convívio pacífico entre os povos e a integração latino-americana. O PCB advertiu que as ilações da Globo têm como objetivo indispor mutuamente os governos e os povos de dois países amigos: “A reportagem assumiu uma forma híbrida, para passar a impressão de que se tratava de humor”.

“Foi uma manipulação grosseira. Não sei se por orientação jurídica, mas o programa finge que é de humor, para que uma vez na Justiça ele digam: `não, é uma brincadeira´. Por isso, estamos pedindo que o Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro entre com uma ação civil pública”, declarou Ivan Pinheiro, que assina a representação, ao HP. Leia o resto do artigo »

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O centro e a periferia

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A relação centro X periferia já não é mais a mesma. A riqueza mundial está em franco processo de descentralização, o que certamente representa um novo paradigma no contexto econômico internacional…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na seção Opinião do Valor Online (restrito a assinantes), em 11/04/2008

Por Javier Santiso*

Os mercados financeiros encontraram um novo conceito com o qual tentam rifar a queda livre dos rendimentos nos países da OCDE. Agora eles falam de desacoplamento para indicar a maior capacidade de resistência das economias emergentes à crise que desponta a partir dos Estados Unidos. Este conceito, porém – em contradição com o de globalização, também defendido pelos mercados financeiros – é insuficiente na hora de tomar o pulso da mudança tectônica que estamos presenciando.

O que estamos vivendo é uma mudança de época e de paradigma que se assemelha a uma grande transformação, para parafrasear o economista húngaro Karl Polanyi. Os equilíbrios e as riquezas dos países estão se redesenhando a grande velocidade com a emergência de novos países, através da China, Índia, Brasil, México, África do Sul e Rússia, para mencionar as economias de ponta, que emergem a partir daquelas que até anteontem eram denominadas países em desenvolvimento.

Esta emergência é o principal evento econômico internacional deste início de milênio. Não se trata de uma espuma passageira, mas de uma onda profunda duradoura. Há 50 anos, as economias da OCDE concentravam 75% do PIB mundial. Agora, sua parcela se aproxima de apenas 55% do PIB mundial. A maior parte do crescimento mundial destes últimos anos se situa nas economias emergentes. Leia o resto do artigo »

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Direto ao ponto

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mesmo a mídia conservadora admite irrelevância do caso do dossiê…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog Luís Nassif Online

Por Luís Nassif

Já não entendo mais nada. Jogo a toalha nesse exercício insano de entender que o jornalismo é a busca objetiva da notícia.

Em sua coluna de hoje na “Folha”, a Eliane Cantanhêde diz o seguinte (clique aqui):

BRASÍLIA – Quanto mais a imprensa mexe, remexe e junta os “ossinhos de galinha”, mais vai surgindo um “dinossauro” dentro da Casa Civil. A estratégia de comunicação do governo tem enorme responsabilidade nisso. Quando surgiu a história do dossiê, Dilma Rousseff e Franklin Martins deveriam ter ido direto ao ponto: existe, está sendo coletado a partir do dia tal, pela equipe tal, abrangendo o período tal. Não é por nada. Só para a necessidade de a CPI pedir os dados ao Planalto.

A gritaria continuaria um pouco, com a imprensa cobrando e condenando o uso da máquina do Estado para constranger adversários políticos. Mas a novela do dossiê, sem novos capítulos, tenderia a perder audiência até porque o governo tem maioria na CPI da Tapioca, e a oposição late, mas não morde.

Ou seja, assim como a Dora Kramer, ontem, admite que o levantamento nada tem de irregular, e pode ser plenamente justificável. “A gritaria continuaria um pouco” etc. etc. Leia o resto do artigo »

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