Perspectivas da economia chinesa
Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008
China e países emergentes asiáticos estão menos vulneráveis às turbulências dos países centrais, fenômeno recente mas aparentemente sustentável…
*Por Elizabeth Cardoso
Publicado originalmente no Correio da Cidadania
Por Wladimir Pomar
Os pessimistas e críticos das reformas chinesas, à direita e à esquerda, não acreditam que as economias da China e de outras nações asiáticas possam ter o mercado interno como foco central e “descolar-se” das crises dos países centrais. Para eles, isso não passaria de um mito.
Em parte, têm razão. No atual estágio da globalização, nenhum país tem condições de se “descolar” do resto do mundo. Porém, é fraco seu argumento de que, se a inflação nos países centrais recrudescer, não haverá como sustentar os preços das commodities, levando muitos emergentes ao desastre. No caso da China, o “desastre” seria o crescimento de seu PIB cair de 11% para 8% ao ano.
Tal “desastre” será um alívio para a China. Desde 1999, ela busca reduzir seu ritmo de crescimento, justamente para 8% a 6% ao ano, de modo a reduzir a pressão sobre seus recursos e sobre sua infra-estrutura, e evitar tensões inflacionárias e sociais. Com um crescimento desses, a China poderá continuar contribuindo para o crescimento global. Leia o resto do artigo »
Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »



A produção em massa de biocombustíveis representa um crime contra a humanidade por seu impacto nos preços mundiais dos alimentos, declarou nesta segunda-feira (14) o relator especial da ONU para o Direito à Alimentação, o suíço Jean Ziegler, em entrevista a uma rádio alemã.
A Petrobras vai investir R$ 40 bilhões no Estado do Rio de Janeiro até 2010. Entre os projetos que vão receber esses recursos, o mais importante é o Comperj (