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Blog do Desemprego Zero

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Revogando as leis da economia

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Rubens Ricupero escreve no artigo a seguir que às vezes algum acontecimento na economia leva à ilusão de que tal acontecimento decorreu de alguma mudança estrutural, no entanto, isso não é verdade.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Rubens Ricupero

Se a lei não foi revogada, a situação vai ficar preta com a alta do juro, dólar caindo, saldo comercial encolhendo

QUASE SEMPRE diz bobagem quem afirma que alguma tendência momentânea “revoga leis da economia”. Nove em dez casos, a frase vem acompanhada de outra ilusão, a de que “houve uma mudança estrutural”. Foi o que pensaram os americanos no entusiasmo pela bolha eletrônica e influenciados pela exuberância irracional do mercado hipotecário. A “nova economia” teria eliminado os ciclos econômicos. A partir de então, viveríamos felizes para sempre, com Bolsas subindo, economias crescendo, preços estáveis por efeito das importações baratas da China. Parece mentira, mas foi anteontem…

Remexendo meu arquivo implacável, um recorte de dez meses atrás proclama peremptório: “Balança comercial está revogando leis da economia, diz governo”. No artigo, esclarece o secretário de Comércio Exterior: “Há certamente uma mudança estrutural da economia brasileira no tocante às exportações”. Elas estariam mais competitivas, compensando a valorização da moeda e tornando “estrutural” o superávit no comércio. Tranqüilizado por essas sábias palavras, parti para longa viagem. Ao voltar, levei um susto ao ler os títulos que me esperavam: “Forte deterioração comercial e cambial”, “Aumenta o déficit em conta corrente”. Leia o resto do artigo »

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Juros altos e desenvolvimento econômico

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Um grande obstáculo para o desenvolvimento é a elevada taxa de juros, disso ninguém tem dúvida, mas no artigo a seguir, João Paulo aponta além desse problema um outro: como o controle de preços usado no país pode pressionar a inflação.

Por Katia Alves

Publicado no: Gazeta Mercantil

Por João Paulo de Almeida

O instrumento usado no Brasil para deter preços causa pressões inflacionárias

Existem na política econômica brasileira alguns mistérios que escapam à compreensão. Um deles são as elevadíssimas taxas de juros, que constituem grave obstáculo ao desenvolvimento econômico. Eles são justificados como instrumento essencial ao controle da inflação. Como, todavia, aceitar essa alegação se países asiáticos com inflação não superior à brasileira registram juros extremamente baixos, que não obstaculizam o desenvolvimento. Por que não os imitamos? Como o governo nada faz, vamos nós mesmos explicar o que sucede naqueles países.

A literatura especializada mostra que a inflação pode ter duas causas. A primeira é o aumento da moeda em ritmo superior ao incremento do Produto Interno Bruto (PIB). A segunda é a disputa em torno do PIB pelos agentes econômicos. A primeira cadeia causal é óbvia, dispensando comentários. A segunda deve, porém, ter seus mecanismos explicitados. Suponhamos, para simplificar, que os agentes econômicos sejam apenas dois, empresas e trabalhadores. A inflação resulta, digamos, de os trabalhadores reivindicarem salários que, somados, correspondem a 80% do PIB, enquanto os empresários lutam por lucros cujo montante é igual a 30% do PIB. Como não se pode distribuir 110% de um bolo, surge disputa levada adiante com aumentos sucessivos de salários e preços.
A primeira modalidade de inflação é típica dos desenvolvidos, e a segunda, das economias retardatárias. Nas economias maduras não pode existir disputa em torno do PIB porque a mão-de-obra é relativamente escassa e os sindicatos fortes. Desencadeada a inflação, eles impõem escala móvel de salários, pela qual todo aumento de preços resulta em elevação proporcional e imediata de salários. Isso congela as participações no PIB. Leia o resto do artigo »

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Um jogo de perde-e-perde

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Lula tem erros enormes, como o “mensalão”, mas acertos enormes como a “Bolsa Família” e a incorporação definitiva das classes C e D às políticas públicas. É odiado por uma parte da opinião pública, amado por outra; e há um terceiro grupo que tem a estabilidade e a legalidade como valores maiores. Nesse contexto, jogar todas as fichas na queda de Lula é uma dupla armadilha, da qual não se tem como sair vitorioso. Se Lula fica, a mídia é derrotada. Se Lula cai, a mídia é derrotada.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por Luis Nassif

Vamos a algumas considerações sobre Lula vs mídia, do ponto de vista exclusivo do posicionamento de mercado dos veículos.

Emir Sader, que é militante assumido, julga que, com a constatação da semelhança de estilos entre o editorial de domingo da “Folha” e Carlos Lacerda, eu estaria provando que o editorial é “lacerdista” e quer derrubar Lula. Ué, é evidente que, neste momento, ocorre uma competição entre praticamente todos os grandes veículos da mídia para saber quem derruba Lula primeiro.

O que vou tentar analisar, nesse post, é visão de competição na mídia.

Momentos de catarse são fundamentais para permitir a consolidação (ou a queda) de veículos. A campanha das diretas e do impeachment são provas cabais do potencial desses momentos.

Vive-se, agora, um novo momento de catarse e existe uma ânsia para se aproveitá-lo e garantir espaço junto ao público nos próximos anos. É uma competição para saber quem se diferencia em torno do mesmo objetivo. Leia o resto do artigo »

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Balanço de pagamentos dá situação ‘confortável’ ao País

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Um crescimento sustentado em grandes saldos comerciais poderia ser dado por maiores estímulos nas exportações”. Leia abaixo.

Por Katia Alves

Publicado no: DCI

Por: Rodrigo Lima e Luciano Máximo

Apesar de a diretora da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, Lisa M. Schineller, ter mencionado que o gerenciamento da economia brasileira diante do déficit em transações correntes será um dos pontos analisados fundamentais para que o País possa alcançar o grau de investimento, economistas dizem que este fator não poderia ser considerado como uma ameaça aos investidores estrangeiros, especialmente se é compensado pela conta de capitais, não decorrendo em déficit no resultado total do balanço de pagamentos.

Conforme o professor da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite Domingues Júnior, “o déficit em transações correntes é um fator econômico a ser corrigido, mas se é compensado pela conta de capitais, especialmente através de Investimento Estrangeiro Direto (IED), decorrendo em superávit no Balanço de Pagamentos, como vem ocorrendo, não oferece nenhuma ameaça”. Leia o resto do artigo »

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FMI começa a ganhar nova cara

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Será que o FMI vai mudar sua postura e fazer uma política que realmente beneficie os países pobres?

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Rolf Kuntz

Preocupação com países pobres e regulamentação de mercado, pela primeira vez, ganham espaço nas discussões

O Fundo Monetário está de volta, disse na semana passada seu novo diretor-gerente, o ex-ministro francês Dominique Strauss-Kahn. Não foi uma bravata. A reunião de primavera deste ano, encerrada ontem, pode ter marcado uma virada na história da instituição. Pela primeira vez, o preço da comida e a situação de risco dos mais pobres foram postos em destaque na pauta de trabalho. Pela primeira vez, também, a regulamentação dos mercados ganhou mais peso nas discussões do que a supervisão das políticas de governos. O FMI começa a ganhar uma nova cara.

Nem tudo nessa mudança se deve ao novo diretor-gerente. Parte do impulso foi dada por seu antecessor, o espanhol Rodrigo de Rato, muito menos carismático, talvez mais conservador e condenado, quase certamente, a ser subestimado. Mas Strauss-Kahn, no posto há apenas seis meses, parece bem mais talhado para o papel da grande renovação.

De Rato havia definido o desafio: ajustar ao mundo globalizado o FMI, a antipática instituição especializada em servir remédios amargos a países vítimas de intemperança financeira. Esse papel tornou-se menos importante, no começo do século 21, quando os principais clientes de outros tempos, incluído o Brasil, pareceram ter tomado juízo e resolvido mudar de vida. Era cada vez mais claro o deslocamento dos problemas: os desafios passavam a situar-se muito mais nos mercados globais do que no interior dos Estados. Leia o resto do artigo »

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Fusões e aquisições caem 15,9% na América Latina

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no: Gazeta Mercantil

Por Jiane Carvalho

A retração no crédito e as incertezas no mercado acionário global impactaram os negócios de fusões e aquisições. Segundo ranking elaborado pela Thompson Financial, no mundo as fusões e aquisições de até US$ 500 milhões movimentaram US$ 183,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 13,2% sobre igual período de 2007. Em número de transações, a KPMG ficou em primeiro lugar no ranking de assessoria financeira, com 85 negócios fechados. Em valor, a liderança é da Merrill Lynch, com 4,9% de participação ou US$ 8.9 bilhões em negócios assessorados.

Na América Latina, o volume de fusões e aquisições de até US$ 500 milhões caiu 15,9% no primeiro trimestre, para US$ 7,4 bilhões. O Bradesco conseguiu a primeira colocação no ranking de fusões e aquisições de até US$ 500 milhões na região. O Bradesco participou de negócios que movimentaram US$ 838,2 milhões, ou 10,50% do total realizado na América Latina. Em segundo lugar, com 10% de participação vem o JP Morgan, seguido pelo Santander Global Banking, com 4,9% em terceiro lugar.

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‘Alta do juro vai valorizar o real’

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Vários economistas concordam que a decisão de elevar a taxa de juros pode ser precipitada”.

Por: katia Alves

Publicado na: Folha

Por: Leandro Modé

Professor da Universidade Princeton diz que ainda não está convencido da necessidade de o BC elevar a taxa Selic

A 134ª reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que começa hoje e termina amanhã, é uma das mais polêmicas de sua história. Embora o mercado financeiro dê como favas contadas uma alta de ao menos 0,25 ponto porcentual da taxa básica de juros (Selic) – que a levaria para 11,5% ao ano -, vários economistas avaliam que a decisão pode ser precipitada. Entre eles está José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.

Ele é cauteloso na análise – “o BC tem informações que eu não tenho” -, mas contesta a provável escolha do Copom. “Ainda não estou convencido de que precisamos de alta do juro.” Scheinkman vem ao Brasil para uma curta visita esta semana. Chega na quarta-feira, participa de um evento do Ibmec São Paulo e da Máquina Finance PR na sexta-feira, e no fim de semana retorna para os Estados Unidos.

O que o sr. pensa dessa polêmica sobre a taxa de juros?

Evidentemente, o Banco Central dispõe de muito mais dados do que eu. Temos de lembrar também que, no sistema atual do País, a função do BC é manter a inflação dentro da meta. Mas o BC deveria se preocupar com duas outras coisas. Uma é o impacto fiscal da alta do juro, que eleva o custo da dívida e, portanto, cria uma pressão inflacionária no longo prazo. A outra é o impacto na taxa de câmbio. Uma alta do juro vai valorizar o real. Leia o resto do artigo »

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Roteiro para entender a crise

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Hoje, a coluna sobre economia de Luiz Nassif colocou a reforma tributária em pauta…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog do Nassif, na aba Economia

Por Luiz Nassif

Mudar a agenda fiscal

A última reunião do Conselho de Economia de FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) teve como tema a reforma tributária.

Qualquer projeto pode ser destruído ou consagrado se se ficar nos detalhes. Mais importante que os detalhes foram alguns temas conceituais relevantes, que brotaram da discussão.

***

Fosse um país europeu, ou os Estados Unidos, valeria a proposta do deputado federal Francisco Dornelles

  • Construção de um consenso em torno de documentos programático.
  • Reforma por meio de mudanças constitucionais e infraconstitucionais.
  • Limitar o texto constitucional à definição de tributos, seus limites, competência dos entes federativos (União, estados e municípios) para a partilha das receitas. Mas recorrendo a uma ampla lipoaspiração.

O restante seria remetido ao Código Tributário Nacional, que seria reformulado a partir de uma comissão de notáveis. Leia o resto do artigo »

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