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Blog do Desemprego Zero

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A inflação de volta ao centro do debate econômico

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Nos últimos cinco anos, a economia mundial conseguiu crescimento econômico e ao mesmo tempo controlou a inflação, mas no momento, um aumento de preços se torna quase inevitável.

Por Katia Alves

Publicado na Gazeta Mercantil

Por José Mauro Delella

No cenário atual, um ajuste de preços relativos tende a ser inevitável

Depois de um longo período de taxas muito baixas em praticamente todos os países, que levou alguns economistas a considerarem-na um problema “do passado”, a inflação volta a ocupar lugar de destaque no debate econômico mundial.

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strausss Kahn, em pronunciamento feito em Washington no último final de semana, convocou os países-membros da instituição a enfrentar o desafio dos altos preços de alimentos, que já se constituem em fator de preocupação de magnitude equivalente à decorrente da crise financeira nos Estados Unidos.  Afinal, embora motivada por questões “nobres” — como a melhora, em termos de quantidade e qualidade, da dieta alimentar de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, bem como a utilização de áreas agricultáveis para produção de formas “limpas” de geração de energia -, a valorização dos produtos básicos afeta negativamente em maior intensidade os mais pobres. Que têm maior parcela de sua cesta de consumo concentrada nesse tipo de produto e encontram maior dificuldade para se defender das perdas provocadas pela inflação. 

Num cenário de globalização, urbanização e inclusão de novos atores à economia de mercado, um ajuste de preços relativos tenderia a ser mesmo inevitável. E, de fato, até bem pouco tempo atrás, a alta dos produtos básicos era em grande parte compensada por quedas nos manufaturados, preservando níveis ainda baixos de inflação agregada. Leia o resto do artigo »

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O crescimento econômico e a competitividade chinesa

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O artigo discute as principais causas do forte crescimento da economia chinesa nos últimos 27 anos. Um dos principais objetivos deste trabalho é lançar novas hipóteses quanto às fontes do desempenho econômico chinês e suas características, propondo uma visão sobre o desenvolvimento recente daquele país, a qual procure ir além das explicações mais conhecidas e que busque, na história recente e na geografia, algumas pistas para esse processo.”

Por Luciana Sergeiro

O forte crescimento da economia da China nos últimos 27 anos é fato amplamente conhecido – nos quatro últimos anos, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês teve crescimento real médio de cerca de 10% ao ano (a.a.). Da mesma forma, é notório o extraordinário aumento da competitividade das exportações de produtos manufaturados chineses, deslocando rapidamente produtores tradicionais, inclusive de países desenvolvidos.

Menos conhecidas e compreendidas, no entanto, são as causas desse  processo,ou, pelo menos, suas características e elementos definidores mais importantes. Dentre as causas apontadas, destacam-se os investimentos diretos externos (IDEs), em sua maioria voltados para exportação, que transferem tecnologia e fornecem capital para o país, atraídos principalmente pelo baixo custo de uma mão-de-obra disciplinada e com nível relativamente alto de qualificação. Enfatizam-se também as medidas de política industrial, como os incentivos fiscais concedidos a setores determinados localizados em zonas econômicas especiais, a obrigação de as empresas multinacionais (EMNs) se associarem a um parceiro doméstico e a proibição de investir em certos setores, bem como a manutenção de uma taxa de câmbio fixa e desvalorizada, estimulando as exportações. Todos esses fatores, certamente, contribuíram para o espetacular crescimento econômico chinês, mas estão longe de explicar adequadamente esse processo. Afinal, algumas dessas características estiveram presentes em diversos outros países e regiões, sem que o efeito fosse sequer parecido.

Há uma dimensão em que o fenômeno chinês pode ser considerado como uma terceira onda do modelo asiático, após a do Japão, ainda na década de 1950, e a dos quatro newly industrialized countries (NICs) – Cingapura, Coréia do Sul, Hong Kong e Taiwan -, já na década de 1970. Essa dimensão é a ênfase no comércio internacional, talvez por todas essas economias se caracterizarem por dotação relativamente menos favorecida de recursos naturais. De fato, o Japão e a Coréia do Sul adotaram algumas medidas que, em algum grau, são parecidas com as chinesas, mas que diferem em aspectos substanciais. Leia o resto do artigo »

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Petróleo de Carioca: o que dizem Haroldo Lima e a World Oil

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se os especialistas dos Estados Unidos já tinham acesso às informações, não havia por que os brasileiros não saberem.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: VERMELHO

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, teve um dia cheio em Brasília nesta terça-feira (15). À noite, depois de uma entrevista para a TV Globo, ele falou ao Vermelho sobre as perspectivas da prospecção de petróleo no Brasil e a leitura que a imprensa fez de sua menção ao campo de Carioca-Pão de Açúcar. Para Haroldo Lima, se os especialistas dos Estados Unidos já tinham acesso às informações, “não havia por que os brasileiros não saberem”.

Tendo em vista o tipo de cobertura que a imprensa fez do tema, este portal prefere transcrever as declarações do responsável pela ANP. Com a palavra Haroldo Lima:

“Hoje (terça-feira, 15) abriu-se a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida pelo senador Aloísio Mercadante (PT-SP), em que eu falaria, assim como diretores da Petrobras e do IBGE. Antes da audiência, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), depois de fazer elogios à minha trajetória, questionou o meu comportamento conforme o noticiário dos jornais do dia, em especial O Globo. Mercadante passou-me então a palavra.” Leia o resto do artigo »

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A subvenção econômica em inovação e tecnologia

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para receber a subvenção e preciso que as atividades propostas pela empresa ou instituição interessada estejam ligadas à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico de produtos e processos inovadores em empresas nacionais.”

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Por: Lilian Milena

A Subvenção Econômica foi instituída por meio da lei nº 10.973, em dezembro de 2004 para ajudar as micro e pequenas empresas a investirem em tecnologia e inovação.

Por meio desse sistema, o governo federal concede apoio de recursos financeiros para incentivar a implementação de atividades de pesquisa e desenvolvimento em um processo que une ações entre universidades e iniciativa privada, permitindo, ainda, a associação destes setores aos institutos de pesquisa.

O código aprovado pela União prevê mais recursos de subvenção para as regiões menos desenvolvidas do país. Até 60% do valor do sistema deve ser destinado ás empresas fixadas na região Nordeste e para o Estado do Amazonas. O restante, até 40%, é direcionado às demais localidades do Brasil.

Para receber a subvenção, é preciso que as atividades propostas pela empresa ou instituição interessada estejam ligadas à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico de produtos e processos inovadores em empresas nacionais.

O percentual de recursos destinados ao projeto são fixados pela União e a aprovação dependerá dos objetivos da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE). Leia o resto do artigo »

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A dependência dos insumos

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Na coluna Economia de hoje, Nassif discorre sobre as medidas que o Brasil deveria adotar se pretende alcançar a meta de ser a maior potência agrícola mundial, além de apresentar um painel sobre os números do país no setor no que se refere ao comércio internacional. Para alcançar tal meta, o país precisaria libertar-se da dependência dos insumos produzidos pelo cartel, melhor dizendo, pelo Canadá, Rússia e Alemanha…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog do Nassif, na aba Economia

Por Luiz Nassif

Se quiser, de fato, se transformar na maior potência agrícola, o Brasil terá que reverter a posição de refém da cadeia de comércio de insumos de fertilizantes.

Hoje são 3 nutrientes básicos que se utiliza na agricultura: nitrogênio, fósforo e potássio. São 3 países produtores de potássio Canadá, Rússia e Alemanha, que são os principais produtores, e acabam “combinando” os preços.

Na avaliação de André Debastiane, consultor da Agroconsult, o país não tem potencial de produção suficiente dos nutrientes para atender toda sua demanda. E continuará a comprar insumos do Canadá, Rússia e Alemanha.

No caso do potássio, a única jazida existente está na Amazônia, e sua exploração sofre de profundas restrições ambientais. No caso de fósforo, o Brasil produz 49% do total consumido, mas a capacidade de produção está praticamente no limite. No caso do nitrogênio, o potencial é maior, porque depende da exploração de petróleo. Leia o resto do artigo »

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O persistente descompasso e o monitoramento da inflação

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O Banco Central afirma que há um risco de inflação… do outro lado o Ministro da Fazenda, Guido Mantega alega o contrário: não há risco… em quem devemos acreditar?

Por Katia Alves

Por Alcides Leite

Publicado no: Valor

O último relatório de inflação do Banco Central (BC) confirmou o tom de alarme presente na ata do Copom, divulgada uma semana antes. No relatório, o BC afirma que “o persistente descompasso entre o ritmo de expansão da demanda doméstica e da oferta, apresenta risco relevante para o panorama inflacionário, o que requer atento monitoramento por parte da autoridade monetária”. O tom de alarme está presente nos trechos “o persistente descompasso”, “risco relevante” e “atento monitoramento”.

Por outro lado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixou claro que não há nenhum risco de inflação acima da meta estabelecida, de 4,5%, em 2008. Segundo o ministro, os preços dos alimentos, principais vilões da inflação, começarão a recuar com a entrada da safra agrícola de 2007/2008 e não haverá nenhum descompasso entre a oferta e demanda ao longo do ano.

Os textos do BC e as declarações de Mantega demonstram existir “um persistente descompasso” entre as opiniões do titular do Ministério da Fazenda e a diretoria de sua principal autarquia, o BC. Este descompasso apresenta “risco relevante” para a política monetária do país, de forma que a situação “requer atento monitoramento” do mercado financeiro e da população em geral. Divergências de opinião dentro da equipe econômica geram insegurança entre os agentes econômicos e apreensão por parte dos investidores. Leia o resto do artigo »

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Estudo vê na China mais oportunidades do que ameaças

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Os países que se sentem mais ameaçados em relação à China devem “adotar políticas mais ativas de incentivo às indústrias, melhorias no campo fiscal e de infra-estrutura, maior integração entre os mercados e aproveitar as chances trazidas pela China”.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Sergio Leo

Vista como fonte de ameaças comerciais às indústrias dos países latino americanos, a China começa a ser encarada como fonte de oportunidades, que exigirá adaptação de empresas e governos. Há casos bem-sucedidos de empresas da América Latina que aprenderam a enfrentar a concorrência chinesa, e os governos têm de garantir as condições para que esses exemplos se reproduzam, aponta estudo recém-concluído pelo Centro de Desenvolvimento da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que será divulgado hoje (15/04), no Fórum Econômico Mundial, no México.

“Somos da geração de empresários atropelada pela China, ela já destruiu o que podia destruir”, comenta o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Juan Quirós, que, amanhã, participa de conferência fechada, no Fórum, sobre o crescimento da China como investidor mundial. “A China está se voltando ao próprio mercado interno, e trocando a ênfase na produção de manufaturas pelo foco na produção e exportação de serviços”, diz Quirós. “É melhor não nos dedicarmos a setores que a China vai enfocar, os serviços intensivos de mão-de-obra, como call centers.”

No discurso do setor privado e nos estudos que circulam pelo Fórum Econômico não se nega o perigo representado pela China, para os países da América Latina, mas empresários e analistas começam a explorar maneiras de aproveitar a consolidação do país asiático como motor do crescimento mundial. Leia o resto do artigo »

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O desastre midiático

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A desinformação é uma das principais ameaças que pairam sobre as democracias na hora da globalização econômica”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por Ignacio Ramonet

O jornalista espanhol Pascual Serrano construiu um “arquivo da vergonha jornalística”, reunindo flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir. Hoje, a verdade informativa é quando toda a mídia (imprensa, rádio, televisão e Internet) diz a mesma coisa sobre um tema, diz que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira.

Epílogo do livro “Pérolas 2. Balelas, disparates e trapaças nos meios de comunicação”, de Pascual Serrano.

Indispensável. Este é um livro indispensável para tomar consciência da amplitude do atual desastre midiático. E temos que agradecer Pascual Serrano pelo talento que esbanjou ao constituir o “arquivo da vergonha jornalística” conseguindo arrebanhar tão flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir.

O que Pascual Serrano revela com esta nova coleção de “balelas, disparates e trapaças” é que alguma coisa deixou de funcionar nos nossos meios massivos de comunicação. E que, por isso, a informação – ou, melhor dizendo, a desinformação – passou a ser uma das principais ameaças que pairam sobre nossas democracias na hora da globalização econômica.

Uma das razões desta situação mora no fato de que a maioria dos grandes jornais do mundo, se formos falar da imprensa escrita, não são, hoje, dirigidos por jornalistas. Agora são quase sempre dirigidos por egressos das Escolas de Comércio, de Escolas de “Ciências Empresariais”, que são os que, evidentemente, estão com as rédeas da empresa midiática, que irá se comportar como uma empresa que, antes de mais nada, vai pensar em suas relações com os “clientes”, e os clientes são os compradores dos jornais ou os ouvintes do rádio ou os telespectadores da televisão, mas são percebidos principalmente como “clientes”. Leia o resto do artigo »

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