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Blog do Desemprego Zero

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Novo paradigma para a gestão pública

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O governador de Minas gerais apresenta seu modelo de gestão como alternativa exemplar para condução de políticas públicas mais efetivas. Parte do sucesso da gestão é atribuída à inovadora fonte de financiamento de tais políticas públicas.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Aécio Neves

Não se trata mais de medir a ação de um governo só pelo que ele investe nas políticas governamentais, mas por seus resultados efetivos

O Banco Mundial está realizando o seu encontro bianual em Washington (EUA). Entre todos os programas com forte interface com o banco, em várias partes do mundo, Minas Gerais foi o único exemplo de gestão selecionado para ser apresentado como experiência que merece ser conhecida com mais profundidade pelos delegados da instituição.

Desde 2003, Minas vem protagonizando mudanças em uma série de paradigmas da administração pública. Em reconhecimento aos resultados do nosso “choque de gestão”, em 2004 o Estado foi capaz de estabelecer um novo modelo de financiamento público ao contratar uma operação de crédito com o Banco Mundial sem a tradicional contrapartida financeira, substituída pelo alcance de metas e resultados em políticas públicas.

Em razão do êxito alcançado na primeira experiência, adensamos ainda mais o modelo, com o maior contrato de financiamento nessa modalidade concedido pelo banco a um governo estadual na atualidade -quase US$ 1 bilhão, cuja contrapartida está representada por avanços efetivos em campos fundamentais da administração do Estado, traduzidos por 24 metas a serem alcançadas a cada ano, até 2010, contratadas formalmente. Na prática, significa, por parte do Estado, o compromisso de trabalhar com objetivos precisos, programas exeqüíveis e rígido controle de resultados em áreas diversas do serviço público, como equilíbrio fiscal, desoneração da produção e estímulo ao crescimento, qualidade dos gastos públicos e investimentos na qualificação da escolaridade e da assistência à saúde. Leia o resto do artigo »

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‘Agora, o câmbio vai derreter’

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, Belluzzo alerta para os riscos que a decisão do Banco Central em aumentar a Selic 0,5 p.p. poderá trazer, especialmente para o câmbio.

 Por Katia Alves

Publicado no: Estado de São Paulo

Por Irany Tereza

Para o economista, caminho arriscado escolhido pelo Banco Central será um perigoso golpe nas exportações.

O professor de Economia da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzzo, chefe da Secretaria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda no governo Sarney e um dos interlocutores do presidente Lula, acredita que o Banco Central (BC) escolheu um caminho arriscado para conter a inflação. “Amanhã (hoje) o câmbio vai derreter”, sentencia o economista, que considerou que o aumento, já esperado, foi desproporcional. A aposta do governo, segundo avalia, foi a de elevar mais agora para retornar mais depressa aos cortes. A medida, porém, será um perigoso golpe nas exportações. “Eles (BC) preferiram preservar os seus anéis e arrancar os dedos dos outros.”

Qual a sua avaliação sobre a alta de 0,5 ponto porcentual na Selic?

Era uma coisa esperada. Amanhã (hoje), o câmbio vai derreter, mas uma parte do mercado estava esperando um aumento nesse nível. Eles (BC) seguiram a regra de subir mais intensamente agora para poder baixar mais depressa.

E que efeitos colaterais isso pode causar?

Primeiro, sobre a dívida pública. Segundo, estamos num período em que os investimentos estão subindo e muita empresa vai reduzir um pouco o ritmo. Há sempre o inconveniente da expectativa. Sobre o consumo, tenho dúvidas, porque, como já disse um banqueiro, “a gente ajusta pelo prazo”. Acho que o problema da política monetária é que se tem uma avaliação de que a inflação não se afaste do centro da meta. Se esse aumento tivesse ocorrido a partir de uma taxa calibrada, em torno de 8,5% ou 9%, faria sentido, teria sido razoável. O problema é que (a Selic) já está fora do lugar. Leia o resto do artigo »

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Número de importadores cresce mais rápido em 2008

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Esta semente está sendo plantada de pouco a pouco…”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por Luciana Otoni

Em janeiro, 1.935 novas empresas importaram, quase 50% do acréscimo em 2007 inteiro

Dólar em queda, aumento do consumo doméstico e capacidade limitada de setores levam empresas a comprar mais do exterior

O dólar em queda, a expansão da economia e a capacidade limitada de alguns setores da indústria em atender ao consumo estão servindo de impulso a uma forte ampliação no número de empresas que passam a comprar produtos no exterior.

Somente em janeiro, mês típico de baixa atividade, 1.935 novas empresas passaram a fazer operações de importação. Esse acréscimo representa quase a metade do crescimento ocorrido em todo o ano passado, quando houve crescimento de 4.339 no total de empresas importadoras, conforme dados da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil) e do Ministério do Desenvolvimento.

O aumento é, em parte, causa da expressiva elevação das importações no início deste ano. De janeiro até a segunda semana de março, as compras feitas em outros países avançaram 50% pela média diária das encomendas, atingindo US$ 30,6 bilhões, contra US$ 18,8 bilhões em igual período de 2007.
Entre os itens mais adquiridos no exterior constam produtos siderúrgicos e farmacêuticos, insumos para a fabricação de fertilizantes, máquinas e equipamentos, automóveis, componentes elétricos, aparelhos eletroeletrônicos, cereais, combustíveis e lubrificantes.

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, associa esse impulso ao maior investimento feito pelo setor industrial na ampliação e na construção de novas fábricas e ao interesse de estrangeiros em estabelecer negócios no país. Ele lembra que, em 2007, o investimento estrangeiro direto alcançou a cifra recorde de US$ 34,5 bilhões e que somente em janeiro esse tipo de inversão somou US$ 4,8 bilhões. Leia o resto do artigo »

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As duas caras de Bernanke

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Bernanke em seu ensaio de 2001 sugeriu uma política monetária agressiva, com elevação da taxa de juros, no entanto o banqueiro central tomou decisões opostas ao injetar mais de US$ 620 bilhões no mercado para evitar o travamento das operações de empréstimos entre instituições financeiras, reduzindo a taxa básica de juros, entre outras medidas.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em Valor Online (restrito a assinantes)

Por Alkimar Moura*

Como pesquisador acadêmico, em um estudo de maio de 2001, Bernanke e seu colega M. Gertler propuseram a seguinte questão hipotética para um banco central operando com a regra de metas inflacionárias: deveria tal banco central se preocupar com a evolução dos preços dos ativos, mesmo quando tal evolução indicasse a formação de bolhas especulativas que, inevitavelmente, explodiriam mais à frente, como tem sido observado em todas as experiências anteriores de crises financeiras? O estudo, na verdade, é uma simulação de como deveria atuar tal banco central, submetido a dois tipos de choques: uma bolha no mercado de ações e um choque tecnológico que afetasse o preço das ações. Os resultados da simulação indicam que, se o Banco Central praticar uma política “agressiva” de metas inflacionárias, ele não deveria se preocupar com as mudanças nos preços dos ativos. Além disso, introduzir os preços das ações como variável a ser considerada pelo Banco Central, juntamente com a inflação e o hiato do produto, traz como conseqüência a redução na variabilidade do hiato do produto, mas à custa do aumento na variabilidade da inflação. Em outras palavras, bancos centrais seriam capazes de estourar as bolhas nos preços dos ativos simplesmente aumentando a intensidade da resposta da taxa básica de juros às mudanças observadas nos seus objetivos.

Sabe-se que uma pesquisa acadêmica não deve ser encarada como um resultado definitivo, pois ela constitui um achado científico oferecido à comunidade de pesquisadores para ser confirmado ou refutado por investigações posteriores, ou ainda pela própria evidência empírica. Seus resultados devem ser recebidos com muito cuidado, sobretudo se extraídos de modelos de simulações tentando replicar a cambiante realidade econômica, como é o exemplo do trabalho citado.

Na sua recente encarnação do mais importante banqueiro central mundial, responsável pelo Federal Reserve Bank, como tem atuado o Sr. Bernanke no turbilhão da atual crise financeira derivada de bolhas especulativas de mercado de ativos, no caso, os preços das residências nos Estados Unidos? Se ele fosse seguir as sugestões de seu ensaio de 2001, o acadêmico Bernanke teria implementado uma política monetária agressiva, com elevação da taxa básica de juros para estourar aquela bolha. No entanto, o banqueiro central tomou decisões surpreendentes e opostas ao sugerido na pesquisa anterior: injetou mais de US$ 620 bilhões no mercado para evitar o travamento das operações de empréstimos entre instituições financeiras; reduziu velozmente a taxa básica de juros de 4,5% ao ano em outubro de 2007 para o nível atual de 2,25% ao ano e, na medida mais heterodoxa do receituário do Fed, além de sacramentar a venda do Bear Stearns para o JP Morgan/Chase, ele abriu aos bancos de investimento o acesso aos empréstimos de liquidez do Banco Central, decisão esta que nunca havia sido tomada desde a criação do Federal Reserve, em 1913. Além disso, ele introduziu operações de empréstimos de liquidez a prazos mais longos, flexibilizando as garantias aceitas pela autoridade monetária para tais transações. Leia o resto do artigo »

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Previdência privada: classe C paga R$ 20 por mês e é um terço do mercado

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim entrevistou o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada (Fenaprevi) e eles conversaram sobre o crescimento expressivo de quase 30% que este mercado apresentou no primeiro bimestre deste ano, sobre suas elevadas cifras e também sobre o público que tem alcançado, entre outras importantes questões que envolvem este mercado emergente e lucrativo…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim

Por Paulo Henrique Amorim

O mercado de previdência privada cresceu 28,25% no primeiro bimestre deste ano. O total captado passou de R$ 3,8 bilhões para R$ 4,9 bilhões. O saldo dos ativos do sistema de previdência privada do Brasil é de R$ 122 bilhões.

O presidente da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) Antônio Cássio dos Santos disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta sexta-feira, dia 18, que cresce o número de pessoas da classe C que compram planos de previdência privada (VGBL).

“Na medida em que os operadores passaram a aceitar, com o advento do VGBL, planos de previdência com tickets que chegam até R$ 20, ou seja, abaixo de R$ 50 por mês de poupança”, disse Antônio Cássio.

Segundo Antônio Cássio, o número de pessoas da classe C – com renda entre 2 e 3 salários por mês – que compram previdência privada representa um terço do sistema. Antônio Cássio disse que a estabilidade econômica é um dos fatores que contribuem para o crescimento da previdência privada no Brasil.

Os recursos da previdência privada são direcionados cada vez mais para o investimento em renda variável. Antônio Cássio disse que cerca de 15% dos R$ 122 bilhões do sistema estão aplicados em renda variável, na Bolsa de Valores. Os outro 85% estão aplicados em fundos de renda fixa, principalmente títulos do Governo.

“Ele vem crescendo. Ou seja, na medida em que os clientes passam a ter uma maior percepção de que a Bolsa é uma alternativa, é uma oportunidade para obter rendimentos superiores numa visão de longo prazo, aliás, a Bolsa é o melhor rendimento de longo prazo, na medida em que essa percepção aumenta, aumenta o pedido e nós operadores temos que nos preparar para mover nessa linha”, disse Antônio Cássio.

Leia a íntegra da entrevista com Antônio Cássio dos Santos: Leia o resto do artigo »

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Obras de duplicação da capacidade do Porto de Santos devem começar em 2009, diz ministro

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

As obras do complexo portuário Barnabé-Bagres, no Porto de Santos, devem começar no segundo semestre de 2009, informou o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito. De acordo com ele, a licitação para definir a empresa responsável pelo projeto deve ser feita no início do ano que vem.

O termo de autorização para que a empresa Santos Brasil faça os estudos de viabilidade do complexo foi assinado ontem (17) pela Companhia Docas de São Paulo (Codesp).

Segundo o ministro, o projeto vai ampliar em 120 milhões de toneladas a capacidade do Porto de Santos, que hoje é de 110 milhões de toneladas.

Com a conclusão do projeto, a área total do porto será de 6 milhões de metros quadrados, o que vai permitir um cais com 11 quilômetros de extensão e a construção de 45 novos berços de atracação para navios. “Isso dará uma nova realidade portuária para o país, não só para Santos. O porto de Santos vai se consolidar como o grande porto concentrador da América Latina”, avaliou Brito.

O custo total da obra será de R$ 9 bilhões, e os recursos sairão integralmente da iniciativa privada.

Segundo ministro, o projeto já está despertando interesse das empresas por causa da demanda crescente que existe por esse serviço no Brasil, especialmente na área do petróleo. Leia o resto do artigo »

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A difícil e essencial regulação financeira

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no: Valor

Por Martin Wolf

Bela tentativa: sem charutos. Esta foi a minha reação à tentativa da comunidade bancária de evitar regulação adicional, quando recomendou “um conjunto de melhores práticas a ser adotado voluntariamente”. Foi também a reação dos formuladores de políticas que se encontraram em Washington na semana passada. Há mais regulação a caminho. Depois de assustar políticos e formuladores de política a esse extremo, até o banqueiro mais otimista deve constatar isso. Resta saber se a regulação adicional fará algum bem.

Num relatório provisório sobre “melhores práticas de mercado”, o Institute for International Finance, uma associação de banqueiros, oferece uma autocrítica devastadora IIF.com. Eis, portanto, algumas fragilidades que identifica: “deterioração de normas de concessão de empréstimo da parte de algumas instituições que dão origem ao crédito”; um “declínio nas normas de subscrição”; uma “dependência excessiva sobre produtos estruturados insuficientemente compreendidos, de desempenho insuficiente e com classificação inferior à adequada”; e “dificuldades em identificar onde residem as exposições [a risco]“. Você compraria um código voluntário de pessoas que descrevem os seus próprios erros nessa forma brutal? Acredito que não. Existem dois poderosos motivos adicionais para não fazê-lo. Leia o resto do artigo »

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Inflação sobe, com ou sem alimentos

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A inflação assusta…

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Cristiano Romero

Uma análise acurada do IPCA em março mostra que, mesmo retirando do índice itens que têm pressionado o custo de vida, como os alimentos, a inflação vem mostrando tendência de alta desde o segundo semestre de 2007. O bom comportamento dos preços administrados, por sua vez, tem ajudado a segurá-la. Mesmo com a alta do petróleo no mercado internacional, o preço da gasolina não tem subido no Brasil. Tarifas de energia, mesmo com o aumento do custo de geração graças ao uso de termelétricas, estão diminuindo de preço para consumidores residenciais.

Não é razoável esperar que os preços administrados continuem a dar, em 2009, a contribuição que deram em 2007 e estão dando agora. Não se sabe, também, até onde vai o atual ciclo de alta dos preços dos alimentos. O fenômeno não diz respeito somente à entressafra no Brasil; é internacional. Há milhões de novos consumidores no mundo e isso está pressionando os preços.

Em março, o IPCA acumulado em 12 meses chegou a 4,73%, acima, portanto, da meta de 4,5% perseguida pelo Banco Central (BC) e bem superior aos resultados alcançados em 2006 (3,14%) e 2007 (4,46%). Nos próximos meses, deve romper a barreira dos 5%, embora não haja ninguém prevendo uma explosão acima disso. Leia o resto do artigo »

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