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Blog do Desemprego Zero

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Após Copom, indústrias já revêem investimento

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A retomada do aumento dos juros leva as empresas a reverem os seus planos de investimentos para 2008.”

*Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Estado de S. Paulo

Por: Marcelo Rehder

Pesquisa feita capta mudança de humor em 18% de 114 empresas

A retomada da escalada dos juros anunciada na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central já leva um número razoável de empresas a rever os seus planos de investimento para este ano. Sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nos dois dias seguintes ao aumento do juro mostra que 18% de 114 empresas do setor que já haviam confirmado a intenção de investir no negócio afirmaram que vão rever seus planos diante da mudança do cenário.

A sondagem que revelou a mudança no humor das empresas em relação aos projetos de investimento complementou uma pesquisa sobre a intenção de investimento realizada pela entidade em março. De um universo de 601 empresas consultadas, 85% (510) trabalhavam em projetos de investimento para este ano. Esses projetos resultariam num incremento médio de 19% na capacidade de produção desse conjunto de empresas.

“Uma mudança dessa natureza (na política de juros) sempre tem conseqüências na vontade de investir”, diz Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp. “Em que proporção esses 18% vão reduzir, adiar ou até cancelar seus projetos, não se sabe.”

Da mesma forma, o diretor da Fiesp frisa que ainda não dá para saber dos outros 82% quantos, eventualmente, vão fazer essa mudança mais à frente. Ele argumenta que a alta dos juros da semana passada (de 11,25% para 11,75% ao ano) não deverá ser a única e observa que os efeitos indiretos sobre a valorização do real frente ao dólar já começaram a aparecer.

“A conjugação de uma taxa de câmbio ainda mais desfavorável à exportação com uma demanda interna menor do que se imaginava pode ampliar essa determinação de rever investimentos”, afirma Francini.

O porcentual de empresas que afirmaram que vão rever seus planos de investimento logo depois do anúncio do aumento dos juros surpreendeu especialistas. “Eu esperava que nenhuma empresa fosse rever seus projetos de investimento neste momento”, diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Leia o resto do artigo »

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Política econômica embute contradição, diz economista

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Aumentam-se os juros, expande-se a base monetária e não adota-se nenhuma providência com relação à expansão do crédito.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Ubirajara Loureiro

A ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que será divulgada quinta-feira, deixará à mostra uma grave inconsistência na política do governo. Esta é a análise de Reinaldo Gonçalves, professor titular da Faculdade de Economia da UFRJ.

- Ao mesmo tempo em que se aumentam os juros, expande-se a base monetária (dinheiro em poder do público somado às reservas bancárias) com a entrada de capital, sem que seja adotada qualquer providência com relação à expansão do crédito – completa Gonçalves.

O crédito, aliás, fator de aquecimento do consumo, embasaria os temores quanto a um aumento de inflação e a elevação da Selic para 11,75%. Sem grandes expectativas quanto a novidades na ata do Copom, o professor explica que, com o salto das reservas internacionais do país no ano passado, houve um aumento significativo na dívida pública que também fez subir a quantidade de moeda circulante. Leia o resto do artigo »

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Exportação está sob risco, diz Fiesp

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, Juan Quirós, ex-presidente da Apex, afirma “Se as importações continuarem no atual ritmo, duas ou três vezes maiores do que as exportações, não tenha dúvida de que em 2009 teremos déficit na balança comercial”.

 Por Katia Alves

 Publicado na: Folha

 Por Agnaldo Brito

 Responsável por uma importante peça do projeto exportador no primeiro mandato do governo Lula, Juan Quirós, ex-presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos), hoje vice-presidente da Fiesp e de volta à iniciativa privada, afirma que a exportação brasileira está sob risco. A situação cambial, segundo ele, pode comprometer o esforço de criar uma “cultura exportadora” brasileira, com forte envolvimento das pequenas e médias empresas.

FOLHA – O câmbio está minando a cultura exportadora?  

JUAN QUIRÓS – Precisamos gerar um novo modelo exportador. No primeiro mandato do presidente Lula, se criou uma cultura exportadora. O dólar sempre foi um fator complicado. Quando estava a R$ 3,50, quando caiu para dois reais e pouco. Muita gente falava que a R$ 2,50 não dava para exportar. O fato foi o de que o dólar caiu e as exportações continuaram crescendo, mas cresceu com a iniciativa privada. Hoje, está ficando insustentável para alguns setores exportadores. A exportação vai crescer, mas o problema está nas importações, que crescem muito mais devido ao câmbio.

FOLHA – O déficit na balança comercial está no horizonte?

QUIRÓS – Se as importações continuarem no atual ritmo, duas ou três vezes maiores do que as exportações, não tenha dúvida de que em 2009 teremos déficit na balança comercial. Vai depender muito da importação do petróleo e do preço das commodities, mas há risco grande disso.

FOLHA – O governo acaba de lançar uma meta na qual pretende exportar US$ 210 bilhões em 2010. É factível?

QUIRÓS – A meta dos US$ 210 bilhões faz parte da política industrial. Suponho que existe um estudo que ancore essa meta de exportação e a nova política industrial que será anunciada. A política industrial precisa ser anunciada e entrar imediatamente em prática para o setor exportador. Nós já passamos da luz amarela. Nós já estamos na luz vermelha.

 

 

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Uma manchete histórica

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Ponto de vista: Stephen Kanitz

“O importante para o leitor é o juro real e não o nominal…”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Revista Veja (restrito a assinantes)

Por: Stephen Kanitz

A manchete de primeira página da Folha de S.Paulo de 19 de março de 2008 foi um marco na história do jornalismo brasileiro, que merece comentário e elogios. A manchete noticiou o seguinte: “Juro real dos EUA fica negativo com o sexto corte seguido”.

Nenhum jornal do mundo alertou seus leitores de que os juros viraram negativos e de que quem aplicasse em títulos públicos americanos iria, a partir daquele dia, perder dinheiro.

Jornais como o The New York Times e o Wall Street Journal publicaram o contrário, que os investidores continuariam a ganhar dinheiro, à taxa de 2,25% ao ano, uma informação incorreta e enganosa.

Jornais e jornalistas americanos discutem há mais de vinte anos por que o jornalismo econômico está lentamente perdendo espaço. Mais intrigante ainda é analisar por que o leitor médio não está disposto a pagar o preço justo da informação, justamente na era da informação. A imprensa precisa subsidiar o custo do jornalismo em geral com a verba dos anunciantes.

Você pagaria uma boa soma em dinheiro para receber manchetes corretas, avisando-o de que você poderia perder dinheiro? Claro que sim! Talvez esse seja o âmago da questão. O jornalismo econômico nem sempre fornece informação útil suficiente para motivar o leitor a pagar o custo desse jornalismo informativo. Pagar caro para ler informação incorreta, como nesse caso, e ainda ter de ler sobre a desgraça alheia, dossiês e escândalos, simplesmente não compensa. Leia o resto do artigo »

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Diagnósticos econômicos da doença e da prevenção

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mais grave do que a escassez agregada de médicos é a assimétrica distribuição espacial destes profissionais no nosso grande, diverso e desigual território.

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Marcelo Côrtes Neri

O número de médicos brasileiros tem aumentado. O número de habitantes por médico caiu de 893 em 1990 para 595 em 2005. Daí conclui-se que a escassez de médicos caiu? Não necessariamente, pois mudanças de demanda por serviços, de oferta de profissionais no mercado e das tecnologias que mediam as duas pontas do mercado de saúde podem mais que compensar as tendências de incremento de oferta. Segundo o Censo 2000, os médicos ocupam a liderança da escassez em todos os principais indicadores trabalhistas, como taxa de ocupação, salário e jornada de trabalho. As últimas PNADs indicam aumento relativo do nível de pressão de demanda em todas as variáveis associadas à inserção dos médicos no mercado de trabalho.

Mais grave do que a escassez agregada de médicos é a assimétrica distribuição espacial destes profissionais no nosso grande, diverso e desigual território. Há movimentos pendulares dos médicos que moram em um município e trabalham em outro, assim como a migração destes profissionais entre Estados e municípios, inclusive daqueles que mudaram depois de estudar. Subsidiamos o debate em torno da iniciativa federal de ampliar o quadro permanente de médicos em cada região concedendo incentivos a recém-formados em universidades federais; e da criação da força nacional de saúde, anunciada pelo ministro Temporão no dia 16 de abril para lidar com emergências locais. Ou seja, as informações de disponibilidade de médicos e dos sinais de mercado de trabalho da escassez relativa deles, o que pode ajudar no diagnóstico (vide o sítio www.fgv.br/cps/medicos ).  

A assimetria da escassez de médicos não se dá apenas entre os Estados da federação, mas no interior dos mesmos e dentro das mesmas cidades. Movimentos pendulares dos médicos – moram em um município e trabalham em outro -, assim como a migração destes profissionais entre Estados e municípios, tornam complexas as análises e fazem a leitura dos sinais de mercado útil para lidar com assimetrias de localização e de informação.

O Grande Rio destaca-se por abrigar os municípios com as maiores e com as menores razões de médicos por habitante: Belford Roxo ocupa pior posição do ranking dos municípios brasileiros com mais de 250 mil habitantes. Niterói é o líder em número de médicos (93 habitantes por médico, maior que Cuba, líder mundial, com 169 por habitantes). Em Niterói não tinha havido nenhum caso fatal de dengue registrado até dia 16 de abril, data de lançamento da pesquisa, e Belford Roxo ocupava a maior taxa de incidência de mortes pela doença na epidemia em curso. É óbvio, a crise e as resposta a ela evoluem, como “O Globo” do dia 20 mostra – de lá para cá, foram apontados dois casos de morte por suspeita de dengue em Niterói, enquanto o diligente secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, também morador de Niterói, não só anunciou como implementou a transferência e ampliação de uma das unidades espaciais de reidratação da Barra da Tijuca para Belford Roxo. Leia o resto do artigo »

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O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Diretores do BC se encontram às escondidas com o “mercado”.

E a denúncia de Carta Capital?

Publicado originalmente no Blog Entrelinhas

O Brasil é um país engraçado: há coisas que “pegam” e outras que simples passam batido, ninguém dá a menor bola. É assim até com as leis do País e também com certas denúncias bombásticas que aparecem na mídia sem provocar a menor repercussão. Pode ser o caso da matéria reproduzida abaixo, que está na revista Carta Capital. Até agora, nenhum grande veículo repercutiu a denúncia e os envolvidos também não se manifestaram sobre o teor do que foi publicado. Em alguns blogs, há gente comentando o assunto, mas o fato concreto, como diria o presidente Lula, é que a história está passando batida. Não deixa de ser engraçado lembrar que um episódio muito semelhante ao denunciado na revista derrubou, em 1999, o economista Francisco Lopes do cargo que hoje é de Henrique Meirelles. A diferença talvez esteja na oposição: naquela época, o PT não hesitava em partir para a jugular do presidente do Banco Central, sem dó nem piedade. Hoje, PSDB e PFL se revezam no Congresso para defender o “bom senso” de Meirelles e só lhe fazem críticas de mentirinha, quando querem jogar para a torcida. PSOL e PSTU à parte, ninguém no país parece querer a substituição de Meirelles. Portanto, o que Carta Capital denuncia – e a íntegra da matéria está abaixo – simplesmente “não vai pegar”.

A República distante

Por Márcia Pinheiro e Sergio Lirio

Fonte: CartaCapital, 28/03/07.

O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.

Quinta-feira 15 e sexta 16. Dois diretores do Banco Central encontraram-se, sigilosamente, com executivos de instituições financeiras para discutir economia. Foram três reuniões em São Paulo (escalonadas de duas em duas horas, a partir das 11 da manhã) e uma no Rio, nas sedes regionais do BC, prédios públicos. Estavam presentes 20 participantes, em cada encontro, aproximadamente, o que em um cálculo rápido daria 80 privilegiados, que foram se atualizar sobre as planilhas dos representantes do BC: o diretor de Política Econômica e Estudos Especiais, Mario Mesquita (ex-ABN Amro e ING), e o diretor de Política Monetária, Rodrigo Azevedo (ex-Credit Suisse First Boston e Garantia). O presidente do BC, Henrique Meirelles, compareceu somente ao evento no Rio, mas não falou.

Cento e dezoito anos depois do gesto do marechal Deodoro da Fonseca, proclamando a República, eternizado em quadro do pintor Benedito Calixto, uma série de instituições brasileiras recusa-se a entrar na era da República. Falar em valores republicanos, nos dias de hoje, causa urticária em meia dúzia de aclamados pensadores e escribas da vida cotidiana, como se o conceito tivesse perdido o sentido.

Seria bom que os críticos do debate sobre o republicanismo no Brasil e os que acham moderno grafar estado com letra minúscula consultassem os ideólogos que moldaram a civilização ocidental. Encontrariam, por exemplo, um ensinamento de Montesquieu, na obra O Espírito das Leis, de 1745: “Quando, numa república, o povo como um todo possui o poder soberano, trata-se de uma Democracia. Quando o poder soberano está nas mãos de uma parte, trata-se de uma Aristocracia”. Leia o resto do artigo »

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A ordem criminosa do mundo – Parte 3

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Terceira parte, de um total de quatro, do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta terceira parte, Galeano e Ziegler abordam sobre o grave problema migratório no mundo e a globalização que não passa de um processo financeiro, que mundializa as mercadorias, os capitais, que recebe de braços abertos o capital financeiro e as multinacionais, mas que fecha as portas para as pessoas. Eles também discorrem sobre a perda de valores fundamentais da humanidade e que tem colocado em risco a democracia, em prol de interesses econômicos. Ainda tratam sobre a destruição de direitos humanos.

*Por Elizabeth Cardoso

Duração: 10:50min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

“A OMC, a Organização Mundial do Comércio, composta hoje por 147 Estados, deve assegurar e assegura em nome do capital financeiro internacional a liberalização total da circulação de mercadorias, de capitais, de patentes e de serviços. Desarma, portanto, os Estados do Sul frente ao capital multinacional, ao que liberaliza só as mercadorias, as patentes, os capitais, nunca as pessoas. As pessoas não aparecem nos projetos da Organização Mundial do Comércio [...] Os homens se reduzem a um problema menor, totalmente apartados da liberalização mundial.”

Jean Ziegler

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=Eng0XDMHcB8]

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Falta convergência no governo, diz Pochmann

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, Marcio Pochmann, presidente do IPEA, declara que existe divergência de opinião dentro do governo e que um aumento da Selic valorizará o câmbio e impactará nas expectativas dos empresários…  leia mais no artigo abaixo.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Fátima Fernandes e Claudia Rolli

O aumento da taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano, mostra que “não há coordenação perfeita dentro do governo Lula”, diz Marcio Pochmann, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

“A decisão anterior do Banco Central de estancar a queda dos juros e a atual de elevar a Selic mostra que o BC opera em um sentido, e o Ministério da Fazenda, em outro. Isso expressa a ausência de uma maioria política que diga: Nosso projeto é o de crescimento. O governo está tomando decisões olhando somente para as pressões”, diz o presidente do Ipea. Pochmann, que está desde agosto do ano passado na presidência do Ipea e enfrentou críticas, em novembro, devido ao afastamento de quatro pesquisadores do instituto que eram críticos da política econômica, afirma que vê “um governo de disputa”. \ Leia a seguir os principais trechos da entrevista com Pochmann.

ALTA DOS JUROS

A decisão do Copom é claro sinal de que não existe convergência no governo. Há um grupo político que defende a estabilidade monetária a qualquer preço. Essa decisão do Copom talvez tenha sido uma das mais tensas porque o conjunto de forças reunidas em torno de uma economia mais financeira venha de certa maneira tendo processo de decisão sem grande contestação, sem grande reação social e política. Hoje, dentro do sistema financeiro e do governo havia aqueles que defendiam a estabilidade dos juros. Mesmo assim, o BC elevou a taxa básica de juros. Leia o resto do artigo »

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