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Blog do Desemprego Zero

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Política industrial tem data, mas Miguel Jorge diz faltar acertos

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A nova Política Industrial deve funcionar como um instrumento de atração de investimentos de produtores mundiais, que venham ao Brasil e se disponham a fabricar componentes eletrônicos de forma competitiva.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: DCI – Comércio, Indústria & Serviços

Por: Luciano Máximo

Mesmo com o lançamento agendado para o próximo dia 12, o governo informa que ainda não concluiu as negociações sobre o tamanho das desonerações tributárias da nova Política Industrial. De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, “o valor da desoneração ainda não está calculado”. A decisão final ocorrerá até a próxima semana, quando Receita Federal e Ministério da Fazenda farão uma reunião definitiva sobre o tema.

Na quarta-feira, a equipe econômica se reuniu no Palácio do Planalto para fechar detalhes da proposta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Participaram os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Guido Mantega, além dos presidentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Nacional (BNDES), Luciano Coutinho, e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri.

Existem informações, no entanto, que dão conta do real motivo do atraso da apresentação: o processo burocrático. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, contou ao DCI que o ministro Miguel Jorge revelou, em conversa na semana passada, que “estava tudo pronto para o lançamento, mas faltava tratar das questões burocráticas relacionadas à redação das diversas portarias e decretos que somos obrigados fazer para que a política entre em vigor”. Segundo Barbato, o ministro havia dito que a equipe incumbida do projeto tratava apenas da fundamentação legal das medidas e que a parte relacionada à desoneração já havia sido acertada entre os diversos Ministérios envolvidos e a Receita. Leia o resto do artigo »

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Inflação tira fôlego da evolução dos salários

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A massa real de rendimentos se desacelera há alguns meses devido à pressão inflacionária mais forte e ao crescimento menos vigoroso no rendimento nominal (…) pode já ser um sinal de desaceleração natural do crescimento da economia após a expansão verificada no fim de 2007″.

 Por Katia Alves

 Por Cibelle Bouças e Rafael Rosas*

 Publicado no: Valor

 O rendimento médio real dos trabalhadores apresentou decréscimo em março – conseqüência de ganhos salariais reais mais tímidos -, fato que é apontado por analistas como um sinalizador de desaceleração no crescimento da economia doméstica. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio real habitual dos ocupados registrou recuo de 0,6% em março, na relação a fevereiro, para R$ 1.188,90. Em comparação com o mesmo intervalo de 2007, houve elevação de 2%.

No acumulado de 12 meses, a massa de rendimentos dos trabalhadores estimada em março também se desacelerou. Após três meses consecutivos de crescimento de 5,3%, o indicador apresentou recuo de 0,1 ponto percentual, atingindo um valor estimado de R$ 25,537 bilhões.

A massa real de rendimentos se desacelera há alguns meses devido à pressão inflacionária mais forte e ao crescimento menos vigoroso no rendimento nominal – o que, para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, pode já ser um sinal de desaceleração natural do crescimento da economia após a expansão verificada no fim de 2007. O economista projeta para o ano crescimento de 4,3% na massa real, com expansão do rendimento médio real de 1,4% (deflacionado pelo INPC) e de 2,9% na ocupação. “A situação da renda ainda é favorável, mas com uma clara desaceleração na margem, o que é positivo para os objetivos do Banco Central de controlar a demanda.” Leia o resto do artigo »

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A educação da mão-de-obra

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O ministro da Educação, Paulo Haddad e o Deputado Federal, Armando Monteiro (PTB-PE), discutem sobre o novo projeto que propõe ampliar a participação federal na oferta de ensino médio profissionalizante.Mas o debate se concentra na esfera do financiamento, ou seja, quem deve financiar o projeto.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Maria Cristina Fernandes

Chega hoje à mesa da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o texto do projeto de lei destinado a trazer para a discussão pública a participação empresarial num dos maiores gargalos ao crescimento: a formação da mão-de-obra. O projeto é ambicioso nos propósitos e na disputa política que pretende travar. Propõe ampliar a participação federal na oferta de ensino médio profissionalizante utilizando-se para isso de recursos do Sistema S, conjunto de 13 entidades financiadas com o desconto de 2,5% sobre a folha de pagamentos e cujas siglas mais conhecidas são o Sesc e o Senai. É uma montanha de dinheiro equivalente a tudo que o governo gasta em suas universidades federais.

A proposta, que tem à frente o ministro da Educação, Fernando Haddad, tem como seu principal adversário o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e deputado federal, Armando Monteiro (PTB-PE).

O primeiro sensibiliza suas platéias com o argumento de que o ensino médio é o elo frágil da educação. A melhora na expectativa de ingresso no ensino superior, com a ampliação de vagas, ao contrário do que o MEC esperava, não surtiu efeito sobre as notas dos adolescentes nem sobre a elevada evasão escolar. Esperar que o investimento que se vem fazendo na educação fundamental surta efeito no ensino médio levaria anos. E relegaria ao abandono um contingente de 2 milhões de adolescentes que não estudam porque não vêem como descolar um emprego decorando a tabela periódica. Leia o resto do artigo »

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Empresas brasileiras mostram sua força

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Empresas brasileiras conseguem se consolidar no mercado, competindo com as multinacionais, tais empresas são denominadas de “dínamos”, como é o caso das Casas Bahia, Boticário, Positivo, Totys. E o sucesso de tais empresas é a combinação de “negócios com modelos muito bem montados do ponto de vista de geração de valor”.

Por Katia Alves

Publicado na: Gazeta Mercantil

Por Ana Carolina Saito

Com estratégias agressivas e modelos de negócios inovadores, nove empresas brasileiras defendem o seu território do ataque de multinacionais e novos concorrentes. B2W, Casas Bahia, Cosan, Gol Transportes Aéreos, Positivo, O Boticário, Totvs, TV Globo e Votorantim Finanças fazem parte de um grupo de 50 companhias de países emergentes que desafiam – e, em muitos casos, até superam – grandes corporações nos mercados locais. A seleção foi feita pelo Boston Consulting Group (BCG) no estudo intitulado The BCG 50 Local Dynamos, baseada no desempenho das companhias em 2006.  Das 50 empresas de dez países emergentes relacionadas no estudo, 37 lideram o mercado local no seu setor. Em 2006, o grupo de companhias, denominadas “dínamos”, registrou receita combinada de US$ 60 bilhões, sendo que vinte delas atingiram pelo menos US$ 1 bilhão, e crescimento de 52%, superior ao do conjunto de companhias que compõem a S&P 500, da Standard & Poors, (10%) e a Fortune Global 500 (8%). Só no Brasil, as nove empresas tiveram expansão de 25% em relação a 2005.

O destaque, no entanto, é a rentabilidade das empresas dos mercados emergentes, o que mostra potencial de crescimento futuro. Segundo o estudo do BCG, 32 das 50 empresas apresentaram margem operacional, combinada, de 20%, contra 14% das S&P 500, 8% do índice Nikkei e 7% do índice DAX, da Bolsa de Frankfurt. Já a margem média das brasileiras foi de 15%. “São negócios com modelos muito bem montados do ponto de vista de geração de valor. Isso é um bom indicativo de que vamos ouvir falar mais dessas empresas no futuro”, ressalta o sócio diretor do BCG no País, Marcos Aguiar.  O BCG identificou seis chaves para o sucesso dessas companhias. O primeiro deles é capacidade de adequar a sua oferta às necessidades do mercado local.

É o caso das Casas Bahia, que decidiu apostar no mercado de baixa renda. “O legado de inflação no Brasil faz as pessoas pensarem em prestação e não no valor total do bem. O consumidor também é muitas vezes intimidado pelas lojas tradicionais de shopping e ele quer ser bem tratado. Essa combinação faz com que a empresa tenha uma vantagem competitiva sustentável nesse segmento de baixa renda”, diz. Leia o resto do artigo »

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Zona Franca revive com mercado interno forte

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O câmbio valorizado pode ser um obstáculo para o aumento das exportações no Pólo Industrial de Manaus (PIM), como também a forte concorrência com os produtos chineses, mas mesmo assim, se observa que a indústria amazonense ganhou velocidade sobre a média brasileira influenciada por três subsegmentos: eletroeletrônicos, equipamentos de transporte. Os incentivos fiscais perdem importância para atrair investimento e hoje a tecnologia, a logística e a infra-estrutura ganhar espaço.

Por Katia Alves

Por Francisco Góes

Publicado no: Valor

No coração da Amazônia, o Pólo Industrial de Manaus (PIM) vive uma fase de forte crescimento apoiada em bens cuja produção é influenciada pela expansão do crédito, do emprego e da renda no país. É o caso dos eletroeletrônicos, incluindo celulares, das motocicletas e do setor de alimentos e bebidas, com destaque para o xarope usado na produção de refrigerantes. Juntos, esses segmentos respondem por 65% da produção industrial do Amazonas, onde também ganha espaço a produção de petróleo e gás. Nos últimos cinco anos, a indústria no Amazonas cresceu 33,8%, acima dos 21,7% da média nacional, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse forte crescimento ancorado no mercado interno tem, no entanto, um outro lado da moeda. A tentativa de transformar Manaus também em plataforma exportadora esbarra na valorização do real e na competição direta de produtos importados da China, caso dos DVDs, que tiraram mercado do pólo. Depois de dobrar de tamanho entre 2002 e 2005 (para US$ 2 bilhões naquele ano), as vendas da Zona Franca para o exterior recuaram nos últimos dois anos e ficaram em US$ 1 bilhão em 2007, mesmo valor de 2002. Para 2008, as previsões são de crescimento de 10% a 15%, mas a alta estará quase toda ancorada em único produto, os celulares, enquanto outros itens importantes, como as motocicletas fabricadas pela Honda, apenas manterão o volume exportado em relação a 2007.

No período em que as exportações caíram pela metade (entre 2005 e 2007), as importações cresceram 32% e atingiram US$ 6,2 bilhões, fazendo o déficit comercial do PIM subir 92% – de US$ 2,7 bilhões para US$ 5,2 bilhões. O índice de nacionalização da indústria do pólo foi de 51% em 2007, número semelhante ao de 2005. Mas nos produtos com maior compra de insumos de fornecedores locais, em reais, a perda de competitividade na exportação é maior. Leia o resto do artigo »

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De volta às batatas…

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Devido ao grande aumento dos preços dos alimentos, Otaviano Canuto, atual vice-presidente para Países no BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, escreveu o que considera serem os três principais níveis onde atuam as forças propulsoras do aumento dos preços das commodities…

Por Katia Alves

Publicado no Valor

Por Maria Clara R. M. do Prado

Nada poderia ser mais emblemático para ilustrar a atual situação mundial do que a matéria publicada ontem na página de agronegócios deste jornal, com chamada de capa, sobre a importância que voltou a ter a batata no cardápio de largas camadas da população. O texto do jornalista Assis Moreira, correspondente do Valor em Genebra, relembrou o papel da batata no combate à fome em momentos diversos ao longo da história da humanidade.

Afinal, com a alta de 234% no preço do arroz no mercado internacional em apenas um ano, a batata reassume o papel de principal fonte de energia que tantas vezes desempenhou em situações de escassez de alimentos.

O foco da crise nos mercados assume uma nova cara: a motivação dos subprimes começa a ser substituída pela “aglafation”, termo cunhado pelo “Economist” para a inflação das commodities agrícolas. No fundo, esses focos (assim como o aumento de preços dos minerais e dos metais e, ainda, das ações) se relacionam e estão na mesma raiz dos problemas que levam o mundo a temer a pior combinação econômica: queda drástica do PIB com alta desenfreada da inflação. Leia o resto do artigo »

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Brasil resistente

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O governo afirma que o Brasil está protegido da crise internacional e vários fatores contribuem para isso: indicadores macroeconômicos mais fortes e índice de solvência melhor, no entanto, o país não pode se despreocupar porque se houver um aumento dos preços das commodities (que já vem ocorrendo) será um grande problema para o Brasil…

Por Katia Alves

Por Glauco Arbix

Publicado no: Valor

Há menos de uma década, a economia do Brasil vacilou ao primeiro sinal de instabilidade nos mercados financeiros internacionais. Hoje, em contraste, o país parece imune à turbulência dos mercados globais – ou é o que as autoridades brasileiras crêem.

“A crise do sub-prime ainda não chegou às praias de Copacabana”, proclamou recentemente o ministro das Finanças, Guido Mantega. “Estamos ficando livres de desequilíbrios e, na verdade, estamos reduzindo gradualmente a nossa dependência do ingresso de divisas – isto é fundamental”. Realmente, o governo tem frisado que o Brasil ficará ainda mais protegido, já que as iniciativas de corte de despesas reduzem a dependência sobre os fluxos externos de capital.

A capacidade de o Brasil escapar dos efeitos de uma recessão nos Estados Unidos depende, porém, da magnitude da crise. As autoridades brasileiras realmente têm alguns motivos para alardear que a maior economia da América Latina pode estar mais robusta do que nunca: os indicadores macroeconômicos estão mais vigorosos, os índices de solvência melhoraram e uma combinação de exportações, investimentos e demanda interna vem estimulando a atividade econômica. Leia o resto do artigo »

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O novo mercado de combustíveis

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A Cosan e a Tropical Bioenergia – joint venture selaram definitivamente a entrada do setor no mercado de energia, em sentido amplo.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por Luis Nassif

Há cerca de dez anos, quando houve uma imensa crise no setor sucro-alcooleiro, houve um evento na Usina Santa Elisa, de Ribeirão Preto. Presentes, a diretoria do Bradesco, da usina e usineiros da região. Os Biagi, controladores da Usina, tinham sido escolhidos pelo Bradesco para um trabalho de consolidação, que permitisse recuperar usinas e os empréstimos efetuados.

As usinas se converteriam em verdadeiros centrais alcoolquímicas. Produziriam não apenas açúcar, como energia e, com o tempo, seria uma central alcoolquímica.

O setor ainda não estava preparado para processos de fusão. Imperava ainda a visão patriarcal, de cada empresário tocar seu próprio negócio.

Ontem, dois lances selaram definitivamente a entrada do setor no mercado de energia, em sentido amplo. Leia o resto do artigo »

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