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Blog do Desemprego Zero

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Adam Smith em Pequim origens e fundamentos do século XXI

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Giovanni Arrighi, lança um livro cujo objetivo é “interpretar a transferência do epicentro da economia política mundial da América do Norte para a Ásia oriental Através da teoria de desenvolvimento econômico de Adam Smith”.

*Por Katia Alves

Por Giovanni Arrighi

Publicado no: Boi Tempo

O mundo se volta para a China: palco dos próximos Jogos Olímpicos, potência econômica mundial. Lançado quase simultaneamente no Brasil e em dezenas de países, Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI, do sociólogo italiano Giovanni Arrighi, se torna uma referência inescapável para todos os que querem entender o fenômeno chinês. O livro também aborda a preocupação do governo dos Estados Unidos e suas tentativas de conter a expansão chinesa, originada do crescimento econômico ocorrido nos anos 1990.

Arrighi, professor de Sociologia da Universidade Johns Hopkins (EUA), rejeita análises simplistas e investiga as causas e as conseqüências do crescimento da China. Ele prevê ameaças de enfrentamentos futuros, a decadência da hegemonia dos Estados Unidos e a criação de uma nova ordem internacional.

A obra tem como duplo objetivo interpretar a transferência do epicentro da economia política mundial da América do Norte para a Ásia oriental, à luz da teoria de desenvolvimento econômico de Adam Smith, e apresentar uma releitura do clássico A riqueza das nações a partir dessa transferência. No fim do século XVII, Adam Smith, o pai do liberalismo econômico, previu uma equalização de poder entre os impérios do Ocidente e o Oriente colonizado. Leia o resto do artigo »

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Vale faz parceria com Columbia para criar centro de pesquisa

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Marli Olmos

Publicado no Valor

O presidente da Vale, Roger Agnelli, dividiu a cena ontem com o economista americano Jeffrey Sachs, durante conferência de membros dos países emergentes, em Nova York. Agnelli anunciou que a Vale vai dar US$ 1,5 milhão para a criação, na Universidade Columbia, de um centro de formação e pesquisa para promover o investimento estrangeiro sustentável. Em seguida, Sachs fez comovente discurso sobre a responsabilidade que todas as economias do planeta têm com os problemas que virão com o crescimento das regiões emergentes.

O avanço dessas economias, num momento em que a exploração dos recursos naturais requer um planejamento sustentável, começa a dar motivos para os países desenvolvidos se interessarem mais pelo bem-estar das nações mais pobres. Ao mesmo tempo, carentes de mão-de-obra especializada para crescer dentro e fora das suas fronteiras, empresas dos países emergentes buscam apoio da área acadêmica dos países ricos.

O presidente da Vale, segunda maior mineradora do mundo, diz que enfrenta problemas da falta de formação técnica em duas frentes. De um lado, na contratação dos seus próprios trabalhadores. De outro, nos profissionais do setor público, como, por exemplo, os encarregados de tratar dos projetos ambientais nas áreas que a empresa explora. O objetivo do convênio com a Universidade Colúmbia é enviar brasileiros para cursos nos EUA. A Colúmbia tem interesse em desenvolver o crescimento sustentável nos países emergentes, que apresentam hoje as maiores taxas de crescimento econômico. E percebe que a falta de recursos humanos é aflição comum em todos os países emergentes em processo de internacionalização. Leia o resto do artigo »

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Quem representa o povo?

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Em qualquer país do mundo, a mudança do modelo institucional das relações entre capital e trabalho não se dá de forma pacífica. Nenhuma nação fez isso sem grandes lutas. Trata-se de uma estrutura que mexe diretamente com a distribuição da renda, da riqueza e do poder” comenta Mangabeira.

Por Katia Alves

Por Cristiano Romero

Publicado no: Valor

É louvável a iniciativa do governo, sob a responsabilidade do ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, de promover debate sobre a modernização das relações entre capital e trabalho no Brasil. Trata-se de tarefa hercúlea, mas absolutamente necessária. O sexagenário regime trabalhista aposta no trabalho barato e desqualificado e, ao mesmo tempo, custa caro às empresas e, portanto, à sociedade. Já passou da hora de ser reformado.

“De todas as iniciativas em que estou engajado, talvez seja essa a mais complicada e a que tem maior alcance para o país”, disse Mangabeira a esta coluna. Nos últimos oito meses, ele se reuniu amiúde com lideranças sindicais e empresariais para discutir o tema. Ontem mesmo, recebeu durante uma hora e meia em seu gabinete, em Brasília, Jorge Johannpeter Gerdau.

O diálogo com a elite dos trabalhadores e dos empresários não é propriamente um desafio. O desafio é encontrar convergências entre os dois grupos e, a partir daí, fazer com que elas atendam aos interesses da maioria excluída e desorganizada. Se a maioria dos trabalhadores está fora do sistema, atuando no mercado informal, sem a proteção da lei, quem a representa numa discussão que interessaria primordialmente a ela? Leia o resto do artigo »

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MINISTRA DA ECONOMIA FRANCESA DEFENDE PARTICIPAÇÃO DO ESTADO NA SOLUÇÃO DA CRISE FINANCEIRA MUNDIAL

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Em entrevista ao diário francês Le Figaro (clique aqui para ler a entrevista), a ministra da Economia da França, Christine Lagarde, afirmou ser inevitável o contágio da crise financeira mundial, iniciada no mercado de crédito imobiliário subprime dos EUA. Entretanto, a ministra apoiou a decisão do secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, de injetar 1% do valor do PIB norte-americano na própria economia.

 

Há algum tempo, a imprensa européia abandonou o discurso do laissez-faire. Quando a crise veio à tona, todos clamaram pela intervenção do Estado, através de seu emprestador de última instância, no caso a autoridade monetária. Além disso, muitos países têm utilizado uma política fiscal ativa para evitar recessões. Coincidentemente (ou não) as idéias keynesianas renascem a cada crise.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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O racismo separatista

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para o sociólogo Emir Sader, o atual cenário político da Bolívia é fruto de uma das modalidades que o racismo assume hoje em dia”.

Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

Por Emir Sader

Uma das novas modalidades que o racismo assume hoje em dia é o separatismo, forma de tentar delimitar os territórios da raça branca, apropriando-se privadamente de riquezas que pertencem à nação e ao seu povo. Nós já conhecíamos essas tentativas na forma de bairros ricos que procuram constituir-se como prefeituras próprias, para que os impostos que são obrigados a pagar por uma parte – a parte que não podem sonegar – das suas imensas riquezas, fiquem ali, aumentando os benefícios dos seus bairros entrincheirados, dentro dos quais procuram isolar e defender – com segurança privada, é claro – suas formas privilegiadas de vida.

Um fenômeno que inicialmente caracterizou cidades como Los Angeles e Miami, que agrupam em territórios comuns ou próximos setores muito ricos da população e outros muito pobres -com freqüência imigrantes-, foi se alastrando pela América Latina, conforme os estilos de vida miamescos e californianos das burguesias e classes médias altas do continente foram se espalhando. São reiteradas as tentativas, por exemplo, de bairros da Barra da Tijuca (que já foi caracterizada como “A Miami da América do Sul”) para conseguir aprovar, por meio de referendos, a separação das suas zonas residenciais da cidade do Rio de Janeiro.

Fracassaram sistematicamente, seja porque domingos de sol dificultam o quorum necessário para que a consulta tenha validade legal, seja porque os bairros pobres que estão em volta votam massivamente contra essas tentativas elitistas. Não há dúvida de que os moradores de bairros como Chacao, em Caracas, e outros redutos privilegiados de cidades latino-americanas alimentam sempre esse sonho racista e separatista. Leia o resto do artigo »

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No rastro da fome

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A alta dos preços dos produtos agrícolas tem provocado uma onda de protestos em todo o mundo, “(…)uma elevação pequena nos preços tende a ter um efeito dramático. Quem estava comendo melhor agora deverá comer menos. E quem não comia quase nada ficará sem comer. Passamos uma crise muito grave”, afirma Kofi Annan, ex-secretário-geral das Nações Unidas.

No Brasil, o efeito da crise é mais marginal, porque o país é um dos principais produtores mundiais de alimentos e ainda há a possibilidade de aumentar a produtividade devido a grande quantidade de terra disponível, mas é importante destacar que o Brasil tem um problema muito grave de infra-estrutura prejudicando o escoamento da safra.

Por Katia Alves

Para ler o artigo na íntegra clique em: Época (restrito para assinantes)

Por José Fucs

Como o Brasil pode aproveitar a alta dos preços dos alimentos para se transformar na maior potência agrícola do planeta

O ex-ministro do desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan, também ex-presidente do conselho de administração da Sadia, uma das maiores empresas do agronegócio do país, conta uma história pessoal para explicar a alta nos preços dos alimentos em todo o planeta. Furlan compara o preço da tonelada de soja com o de uma Coca-Cola e com uma diária do hotel Waldorf Astoria, um dos mais luxuosos de Nova York. Segundo ele, em 1965, quando viajou para os Estados Unidos com o avô, Atílio Fontana, o fundador da Sadia, uma diária no Waldorf Astoria custava US$ 35, uma Coca valia US$ 0,25 e o preço da tonelada de soja era US$ 180.

No início de 2006, antes da grande onda de alta dos alimentos, a diária mais barata do Waldorf tinha decuplicado, para US$ 350, e o preço do refrigerante havia subido seis vezes, para US$ 1,50. Enquanto isso, o preço da soja havia passado para US$ 200, apenas 10% acima do valor de 1965. Não é surpresa para ele, portanto, que o preço da tonelada de soja esteja hoje na faixa de US$ 500, mesmo que os demais preços – o do hotel e o da Coca-Cola – tenham se mantido estáveis nos últimos dois anos. Mas, apesar da alta recente da soja, o preço atual ainda é apenas 1,5 vez maior que o de 23 anos atrás, uma elevação bem inferior às do hotel e do refrigerante no período. “Durante 40 anos, os preços dos alimentos ficaram estagnados, enquanto todos os outros subiram”, afirmou Furlan a ÉPOCA durante o Fórum Econômico Global para a América Latina, realizado em Cancún, no México, com a presença de 500 empresários, consultores e autoridades regionais. “Uma hora eles também tinham de subir. Acho até que demorou.”

A história de Furlan sobre a soja pode ser aplicada, em maior ou menor grau, a diferentes produtos agrícolas, como o milho, o trigo, o arroz, a carne, o leite e também a seus derivados. De repente, nos últimos anos, os preços dos alimentos, que haviam caído em média 75% entre 1975 e 2004, segundo dados da Economist Inteligence Unit, começaram a subir – e até agora ainda não dão sinais de que o atual ciclo de alta está chegando ao fim. Mesmo em meio às perspectivas de desaceleração econômica global, em decorrência da crise no mercado imobiliário americano. De acordo com estimativas do Banco Mundial, o arroz deverá fechar o ano como o grande vilão dos alimentos, com uma alta acumulada de 52,3%, seguido pelo trigo, com 39,5%. Leia o resto do artigo »

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Estados Unidos e UE vão atacar na OMC os programas de incentivos do Brasil

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Os Estados Unidos suspeitam que o Brasil faça um “subsídio proibido”… já a EU reclama do pagamento do Profrota… e o Brasil já começa a dá algumas respostas para se defender, veja abaixo.

Por Katia Alves

Por Assis Moreira

Publicado originalmente no Valor

Os Estados Unidos e a União Européia (UE), os dois elefantes do comércio internacional, voltarão a questionar hoje na Organização Mundial do Comércio (OMC) programas de incentivos dados pelo Brasil, como a “MP do Bem”, o Profrota (para renovação da frota pesqueira), a Zona Franca de Manaus e o ICMS diferenciado.

Em meio às incertezas sobre o futuro da já combalida Rodada Doha, a ação de Washington e Bruxelas no Comitê de Subsídios não significa que vai se tornar disputas diante dos juízes mais tarde, mas alimenta dúvidas sobre a legalidade dos programas brasileiros

Em ocasiões anteriores, os EUA levantaram a suspeita de que a MP do Bem podia ser um “subsídio proibido” pelas regras da OMC, por entender que dá vantagens condicionadas à exportação.

O Brasil retrucou que seus programas eram compatíveis com as regras comerciais internacionais, apesar de certas complexidades. Leia o resto do artigo »

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Biocombustível não é fator exclusivo para crise

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Finalmente estudos começam a aparecer para comprovar que a produção de biocombustível não é o grande causador da crise de alimentos.

Por Katia Alves

Por Juliana Saporito

Publicado originalmente no Projeto Brasil

Estudo realizado pela USP (Universidade de São Paulo) em parceria com a University of Illinois, dos Estados Unidos, apresentou possíveis razões para a crise dos alimentos. A produção de biocombustíveis em todo o mundo, embora seja citada no trabalho, não aparece como conseqüência principal para o problema, contrariando estudos e declarações recentes.

Além de apontar as mudanças climáticas bruscas em todo o planeta como fatores de risco, o relatório apresentado durante o Biofuel and Society Workshop considerou o aumento populacional e, conseqüentemente, o maior poder de consumo, que afeta os recursos naturais, como responsáveis pelo grave momento da produção agrícola, que segue em queda.

As estimativas utilizadas para conclusão do relatório consideram o ano de 2050 como limite de estudo e indicam, segundo a atual margem de desenvolvimento mundial, que a produção deverá ser efetivamente maior para atender à demanda populacional, ou estará escassa em 42 anos.

Biocombustível não é vilão

De acordo com o relatório, a produção de biocombustíveis não é isoladamente a vilã da crise. A indústria química, com a larga utilização de fertilizantes e inseticidas nas plantações, a baixa mecanização rural – que utiliza majoritariamente força animal nos processos produtivos – e o desrespeito às questões ambientais – como queimadas e a devastação de florestas tropicais – também são preponderantes para a agravar o problema.

Dentre as sugestões propostas pelo grupo de estudos estão o fomento à criação de cooperativas agrícolas, a limitação do uso de produtos químicos nas plantações e a implantação global de redes sanitárias mais adequadas.

Confira o estudo na íntegra (em inglês)

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