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Blog do Desemprego Zero

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Para presidente da EPE, outra medida importante é diversificar matrizes energéticas

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O reaproveitamento da palha da cana, que representa 1/3 do que sobra na produção de etanol, é uma das alternativas para a diversificação energética. Dessa forma estaremos recuperando as reservas de água, assegurando os níveis. O aproveitamento do bagaço também ajudará a diminuir o preço da energia no mercado.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

A diversificação da matriz energética e a construção de novos modelos de usinas como as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) estão no centro das discussões que tratam do futuro da produção de megawatts no país.

Durante o 1º Painel do 53º FPB – A nova matriz energética em período de crise, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tomalsquim, destacou as condições que temos hoje para evitar um novo período de escassez no setor, como o que ocorreu em 2001.

“Hoje nós temos um maior grau de integração energética graças ao aumento das linhas de transmissão, que são capazes de mandar água para outros reservatórios. De 2001 para os dias de hoje, a capacidade de recepção da região sudeste foi duplicada e a do nordeste aumentou em duas vezes e meia”, declarou. Leia o resto do artigo »

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Governo FHC e Lula: História se repetindo como farsa, por JOSÉ LUÍS FIORI – Há dez anos atrás

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As crises tornam-se cíclicas e, na sociedade, a vigência de duas verdades marca a distância entre os de cima e os de baixo.

JOSÉ LUÍS FIORI

Fonte: CartaCapital, n.81, set/1998.

“O que se vê forma mais aguda é a maneira pela qual essa forma de gestão da moeda induz a um ajustamento à globalização que só pode ser feito com alto custo social, baixo crescimento e diminuição da margem de manobra dos governos.”

UM ANO DEPOIS, O QUE FOI QUE MUDOU e o que se pode prever para eventual segundo mandato do presidente Cardoso? A direção econômica é essencialmente a mesma e as tendências de médio prazo de aumento do desequilíbrio externo, do déficit e das dividas, assim como do declínio do crescimento e do aumento do desemprego, se mantiveram ou foram apenas aceleradas pela “crise asiática”. Mas algumas decisões tomadas, neste último ano, aprofundaram ainda mais a submissão do governo e da sociedade à gestão da sua moeda, cada vez mais fictícia. Primeiro, foi a “crise mexicana”, depois a asiática, logo a “crise russa” e assim sucessivamente, mas este governo se mantém inabalável, aplicando doses cada vez mais fortes da mesma terapia e caminhando em direção à “morte anunciada”. Porque essas crises não são fatos excepcionais ou isolados, ao contrário do que nossas autoridades insistem em fazer crer. Elas vieram para ficar e se repetirão, de forma cada vez mais extensa, porque são um componente essencial e cíclico da dinâmica da globalização financeira.

Os países, como o Brasil, dependentes de capitais externos abundantes e baratos para equilibrar suas contas externas e sustentar sua estabilização monetária, enquanto não mudarem sua estratégia e política econômica, deverão repetir, periodicamente, novos ajustamentos cambiais e fiscais de natureza recessiva. Portanto, nada de novo por ai, nem no horizonte previsível. Leia o resto do artigo »

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Paraguai: o fim de um ciclo

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A vitória do ex-bispo Fernando Lugo nas eleições no Paraguai pôs fim a quase 61 anos de predomínio do Partido Colorado que manteve o poder político no país. Ao longo desses anos, o Paraguai, um país de grandes recursos naturais, apresentou um grande atraso econômico, político e cultural, além da condenação à pobreza.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Correio da Cidadania

Por Atílio Boron  

O triunfo do ex-bispo Fernando Lugo nas eleições desse domingo põe fim a quase 61 anos de predomínio do Partido Colorado. A maior parte desse período transcorreu sob o signo de uma das mais ferozes e reacionárias ditaduras da América Latina presidida por Alfredo Stroessner que tomou o poder mediante um golpe de Estado em 1954 e permaneceu nele até 1989. Desde então, até o domingo de 20 de abril, o Partido Colorado manteve o poder político no país.

Ao longo desses anos, o Paraguai, um país que, como a Bolívia, possui grandes recursos naturais e uma população relativamente pequena (não chega a sete milhões de habitantes), aprofundou o seu atraso econômico, político e cultural, condenando à pobreza a grande maioria dos seus filhos e ‘prendendo’ aqueles que não emigraram sob um sistema corrupto até a medula, no qual os mais altos funcionários do Estado eram, com poucas exceções, os organizadores do saque praticado contra a nação guarani.

Com o triunfo de Lugo caiu o último bastião do despotismo que assolou a região durante a segunda metade do século passado. O do Paraguai foi mais longe; mudou de pele como uma serpente e engendrou, para perpetuar a ditadura, a continuidade do mesmo bloco dominante sob uma roupagem que apenas formalmente parecia democrático. O transformismo de que falava Gramsci foi uma verdadeira escola entre a classe política paraguaia e as mudanças que aconteceram logo após a saída de Stroessner serviram, com dizia Gatopardo, para que tudo continuasse igual. Leia o resto do artigo »

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Perspectiva crítica da questão monetária

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Copom realizou um aperto relativamente superior ao esperado por boa parte dos analistas, que indicavam que o Comitê iria elevar a meta da Selic em 0,25 ponto percentual. Sugerindo assim que, o aperto monetário pode ser mais forte do que o suposto e a taxa de juros pode atingir níveis mais elevados.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Rogério Mori

“Considerar apenas projeções do mercado pode levar a decisões equivocadas”

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar em meio ponto percentual a meta da taxa básica de juros (Selic) gerou repercussões em vários níveis no contexto econômico nacional. As preocupações do BC, nesse sentido, remontam à perspectiva de um ambiente inflacionário corrente e prospectivo não tão favorável quanto a alguns meses atrás em um contexto de aquecimento econômico.  Sob essa perspectiva, a aceleração recente da inflação medida pelo IPCA aponta para a possibilidade concreta de um resultado superior à meta em 2008 em um quadro em que o crescimento do produto para este ano sinaliza para um patamar superior a 4%.

Dentro desse cenário, a perspectiva de uma alta da taxa de juros no primeiro semestre de 2008 era relativamente dada desde fins do ano passado, a partir dos sinais emitidos pelo próprio BC. Ainda assim, o Copom realizou um aperto relativamente superior ao esperado por boa parte dos analistas, que indicavam que o Comitê iria elevar a meta da Selic em 0,25 ponto percentual. Esse movimento por parte da autoridade monetária, ao que tudo indica, sugere que o aperto monetário pode ser mais forte do que o suposto inicialmente e a taxa de juros pode atingir níveis mais elevados. Claramente, esse quadro pode se tornar uma realidade concreta se o BC, de fato, mira em uma desaceleração mais acentuada da atividade econômica. Esse movimento, sob essa ótica, teria que ser suficientemente forte para conter o impulso da expansão do crédito privado e seus efeitos sobre o ritmo da economia brasileira.

A lógica do Copom no que tange à decisão recente tem sido amplamente debatida e vários argumentos têm sido apresentados, contrapondo essa decisão e apresentando críticas à decisão do BC. Leia o resto do artigo »

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Mercado Aberto

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fed deve cortar juro em 0,25 ponto e encerrar ciclo de baixa, diz LCA

Publicado originalmente na Folha

O Fed (banco central dos EUA) deve anunciar hoje um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros, para 2% ao ano, e encerrar o ciclo de reduções, de acordo com relatório da consultoria LCA. “Os juros norte-americanos já estão muito baixos e reduzi-los ainda mais teria eficácia limitada”, diz Luís Suzigan, economista da LCA . Daqui por diante, diz a consultoria, o governo norte americano irá preferir intensificar o uso de linhas emergenciais de crédito para fornecer liquidez ao mercado.

Suzigan afirma que as linhas emergenciais vão direto na raiz do problema, que é a restrição de liquidez. “As instituições financeiras estão cobrando muito caro para emprestar recursos, com medo de ficarem descobertas. A liquidez está restrita porque está todo mundo segurando os recursos.”

De acordo com a LCA, as cotações de juros nos mercados futuros se alinharam a essa expectativa, pois há indícios de que a intensidade da recessão americana é branda. Até meados de março, a expectativa do mercado futuro para o final deste ano era de juros entre 1,25% e 1,5% ao ano. Leia o resto do artigo »

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Indústria desconhecia propostas de reforma

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A tributação sobre o faturamento é uma solução moderna e em consonância com o que se faz no resto do mundo e o problema é calibrar isso de forma que não crie distorções e aumento de encargos”, afirmam especialistas.

Por Katia Alves

Por Cibelle Bouças e Marta Watanabe

Publicado originalmente no Valor

A proposta de agenda mínima para promover mudanças no regime trabalhista, apresentada pelo ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, foi recebida com surpresa por instituições que representam as indústrias. Procuradas, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) informaram que não tinham conhecimento do documento.

Para o professor de relações do Trabalho da USP e consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Pastore, o financiamento da Previdência pelo IVA federal, em substituição à atual contribuição patronal sobre a folha de pagamento, pode afetar os preços relativos atuais. Ele observa que hoje os gastos com recolhimento do INSS em folha variam de setor a setor, dependendo da quantidade de mão-de-obra exigida.

A proposta de mudança não deixa claro se o IVA teria alíquotas diferentes para cada setor, variando de acordo com o volume de recursos recolhidos hoje à Previdência via folha. “A substituição precisa ser esclarecida. A adoção do IVA como fonte de arrecadação da Previdência exigiria uma operação bastante complexa e difícil de se quantificar. É preciso esperar por mais detalhes para avaliar a proposta.” De acordo com Pastore, o setor industrial não foi consultado sobre a proposta de mudanças. Leia o resto do artigo »

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Energia mais cara

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Mesmo com a recuperação do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas, governo e industriais encontram-se em lados opostos, devido a pressão para a alta dos preços.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta Capital

Por: Roberto Rockmann

As preces a São Pedro foram atendidas. As chuvas de verão no Nordeste e Sudeste recuperaram o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas, responsáveis por 85% da energia gerada no País. A temperatura mais amena em março e abril, o aumento da autoprodução de empresas e o sinal verde para a operação de termoelétricas reduziram a pressão sobre o sistema. Resultado: o Brasil ingressa no período seco sem ameaça de cortes de energia neste ano e com risco menor de racionamento em 2009. Mas os preços da energia colocaram novamente governo e industriais em lados opostos. 

Na segunda-feira 5, representantes do Ministério de Minas e Energia se reúnem para definir quanto o Brasil enviará de energia à Argentina, que atravessa dificuldades de suprimento, e bater o martelo sobre a criação de uma meta anual de segurança a ser perseguida pelos reservatórios. A idéia é evitar o que ocorreu no início do ano, quando a falta de chuvas em dezembro e janeiro obrigou o governo a acionar diversas usinas movidas a gás de uma só vez. 

A partir deste ano será definido o volume a que os reservatórios deverão chegar até dezembro, quando o período úmido se inicia. Isso permitirá acionar as termoelétricas ao longo dos meses, corrigindo eventuais quedas bruscas nos reservatórios com maior rapidez. Na reunião, o governo deve também anunciar a manutenção do funcionamento de parte das térmicas acionadas no início do ano, o que reduziria os riscos de desabastecimento em 2009 e 2010, mas aumentaria os custos.  Leia o resto do artigo »

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A herança maldita de Lula

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O problema estrutural da economia brasileira está em se adaptar aos ciclos externos sendo assim, não constitui um projeto próprio de desenvolvimento.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Luis Nassif

Por: Luis Nassif

Artigo de César Benjamin na “Folha”, “A futura herança maldita”, trabalhando muito bem o conceito de “economia reflexa”, cunhada pr Eugênio Gudin enos anos 50 (íntegra aqui)

A ECONOMIA brasileira não fez outra coisa, nas últimas décadas, a não ser adaptar-se aos ciclos do capital financeiro internacional. Na década de 1970, absorvemos, sob a forma de dívida, uma fração do excesso de liquidez provocado pelo acúmulo dos petrodólares.

Na década de 1980, com o governo dos Estados Unidos enxugando essa liquidez, fomos convocados a remeter ao exterior um múltiplo do que havíamos recebido; iniciamos um longo período de crise. Na década de 1990, quando o sistema financeiro retornou a uma posição emprestadora, fomos chamados a renegociar a “dívida velha”, para voltar a receber recursos novamente disponíveis. Graças a eles, durante vários anos, sustentamos déficits em transações correntes, o verdadeiro lastro do Plano Real. Uma nova crise cambial, alguns anos depois, mostrou como tudo era frágil. Leia o resto do artigo »

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