Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Por Paulo Metri
Publicado no Mercantil
A incorporação da Brasil Telecom pela Oi entrou na fase dos grupos de
interesse fazerem suas críticas, na mídia em geral, utilizando pesadamente o poder econômico, para influenciar a opinião pública. Esta busca de manipulação da opinião da população, se valendo, na maioria dos casos, de análises simplificadas, ocorre com diversos temas, trazendo grandes benefícios para os manipuladores.
O fato de as duas empresas divulgarem o interesse mútuo pela incorporação, que é proibida pela lei das outorgas, em uma demonstração de prepotência, é pouco inteligente. Os congressistas deveriam demonstrar indignação, senão, darão a impressão que cumprem ordens do empresariado.
No entanto, se o Executivo acha que a lei atual não atende aos interesses da sociedade, ao se posicionar a favor da mudança, não é razão para ser criticado, bastando ver, no artigo 61 da Constituição, que ele pode ser propositor de projetos de lei. Contudo, o fato de o Executivo ter possibilidade de propor a mudança de leis não significa, obviamente, que qualquer proposta oriunda dele é melhor que a lei existente e, portanto, críticas ao conteúdo da proposta podem e devem ser feitas.
Na época da implantação do modelo atualmente existente no setor houve forte preocupação com a garantia da concorrência, em detrimento de outros objetivos tão importantes quanto este para a sociedade. Esta garantia não é mais vista como o único objetivo a ser considerado na administração de um setor industrial ou de serviços, pois, por exemplo, uma forte concentração de empresas estrangeiras em um setor é tão preocupante quanto existir um número reduzido de empresas atuando no setor. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Se continuarmos reduzindo nosso Coeficiente de Gini a 0,7 ponto ao ano pelos próximos 24 anos, não será possível ter grandes favelas coexistindo com condomínios de luxo, indivíduos à beira da fome no sertão do Cariri vivendo no mesmo país cujos céus são cruzados por executivos viajando na segunda maior frota de aviões particulares do mundo, nem um exército de empregados particulares passando as roupas, encerando os pisos e lavando os banheiros da classe média”, escreve Sergei Soares.
Por Katia Alves
Por Manoel Schlindwein
Publicado no Desafios do Desenvolvimento
A desigualdade de renda no Brasil, que permaneceu estável durante várias décadas, passou a apresentar sucessiva queda nos últimos anos. Isto gera esperanças, mas deixa no ar uma pergunta: quando, afinal de contas, chegaremos lá? Dito de outro modo,quando que a diferença entre os mais ricos e os mais pobres será reduzida substancialmente. A resposta está em um Texto para Discussão (TD) lançado em março pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Escrito pelo pesquisador Sergei Suarez Dillon Soares, o trabalho intitulado. A queda na desigualdade no Brasil no contexto histórico e internacional procura responder a essa pergunta comparando o índice brasileiro com o de outros países.
Para encontrar um parâmetro apropriado, Sergei Soares lançou mão de um indicador amplamente empregado pela comunidade científica, o Coeficiente de Gini. Criado pelo estatístico italiano Corrado Gini em 1912, o indicador vai de 0 a 1, sendo 0 a condição ideal de distribuição de renda. Soares observou uma curva descendente no coeficiente de Gini nacional entre 2001 e 2006. No intervalo, o indicador caiu 3,45 pontos centesimais, de 0,594 para 0,559, o que corresponde a um progresso médio de 0,7 ponto centesimal ao ano.
Essa variação equivale a uma redução de 5,8% na desigualdade ao longo dos cinco anos – ou 1,1% ao ano. É um ganho significativo, mas nunca é demais lembrar que o país amarga uma das piores posições no ranking mundial do Coeficiente de Gini veiculado anualmente no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“À medida em que esses países forem se desenvolvendo, que deixarem de ser apenas reservatórios de mão-de-obra barata e passar a estocar conhecimento, um dos seus desafios será como se adaptar para oferecer proteção adequada a esse conhecimento”, afirma o estudo.
Por Katia Alves
Publicado no INESC
Os países do Bric – grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China – estão na lanterna de um ranking de leis de propriedade intelectual preparado por uma firma de advocacia internacional.
O Índice Global de Propriedade Intelectual (GIPI, na sigla em inglês), preparado pela Taylor Wessing, apresenta dados sobre as 22 maiores economias do mundo em relação ao uso e proteção dos direitos de propriedade intelectual.
O Brasil é o 20º da lista, ficando à frente apenas da Rússia e da China.
Cada país foi classificado de acordo com as leis de cada um para a obtenção, uso e defesa dos três principais tipos de propriedade intelectual – marcas, patentes e copyright.
A análise foi feita com base em um questionário online respondido por representantes de empresas e advogados de vários países e em dados como número de juízes e advogados especializados e de pedidos e registros de marcas ou patentes. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“A forte alta dos produtos essenciais fizeram com que o salário mínimo necessário correspondesse, em abril, a R$ 1.918,12, o que representa 4,62 vezes o piso em vigor (R$ 415,00)”.
Por Katia Alves
Publicado no: Vermelho
Para ler o artigo na íntegra Clique aqui
Nesta segunda-feira (05), o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) divulgou os dados referentes à Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente em 16 capitais brasileiras, onde os preços dos alimentos básicos subiram no último mês. Segundo o Dieese, com a cesta básica atual, o mínimo deveria ser R$ 1.918,12.
Os maiores aumentos ocorreram em Fortaleza (7,84%), Belo Horizonte (6,95%), Brasília (6,67%), João Pessoa (6,51%), Belém (6,40%) e Curitiba (6,37%). Já os menores aumentos ocorreram em São Paulo (1,73%) e Goiânia (1,97%).
O forte aumento verificado na capital mineira fez com que Belo Horizonte registrasse o maior custo para os produtos básicos: R$ 228,32. Apesar de São Paulo ser a cidade onde houve a menor elevação, sua cesta foi a segunda mais cara, com o valor de R$227,81. Porto Alegre teve o terceiro maior valor (R$ 226,78). Os menores custos foram purados em Recife (R$ 172,18), Aracaju (R$ 173,29) e Salvador(R$ 176,66). Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“O Paraguai não pode deixar de ser agrícola e pecuarista, é aí que está a sua força. É nossa plataforma de produção e continuará sendo”, disse o ministro Borda. O país tem um dos menores índices de industrialização da América Latina. A agricultura responde por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega um terço da mão de obra”.
Por Katia Alves
Publicado no Vermelho
O economista Dionísio Borda será o ministro da Fazenda do novo governo do Paraguai. Ele é o primeiro nome confirmado do futuro gabinete do presidente eleito, Fernando Lugo. Em entrevista concedida ao Valor Econômico, ele disse que o agronegócio é o caminho para o desenvolvimento do país e que o Estado deve adotar políticas mais incisivas de apoio ao setor, benefiaciando principalmente as pequenas e médias empresas e os pequenos e médios proprietários rurais.
Para Borda, essa seria a receita para ampliar a geração de empregos e, conseqüentemente, reduzir o fluxo de migração de paraguaios em busca de emprego e renda no exterior. Só no ano passado, cinco mil pessoas em média deixaram por mês o país.
O fortalecimento da agroindústria teria ainda um efeito secundário, na opinião do futuro ministro: diminuir o peso da triangulação comercial (a venda de eletrônicos ao Brasil, por exemplo), atividade importante para o país em termos de arrecadação, mas que é pouco eficiente em geração de empregos, além de representar um caminho fácil para o contrabando. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Um estudo realizado aponta que há muita similaridade entre as indústrias brasileiras com as argentinas. No entanto, o “número de grandes empresas brasileiras que inovam e diferenciam produtos é maior que o de empresas argentinas, mas, em termos percentuais, 18% das firmas da Argentina investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D), ante apenas 7% no Brasil”.
Pesquisadores concluem que a “Argentina deveria aumentar os seus investimentos em P&D, enquanto o Brasil deveria dar prioridade ao aumento do número de pesquisadores em todos os setores do seu parque industrial”.
Por Katia Alves
Por Sérgio Garschagen
Publicado no Desafios do Desenvolvimento
Há mais similaridades produtivas do que diferenças entre os parques industriais do Brasil e da Argentina. Essas similaridades é que tornam as duas economias competidoras no mercado internacional, segundo conclusão do pesquisador Bruno César Araújo, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).
Ele é um dos 21 pesquisadores - 13 brasileiros e oito argentinos - que analisaram as inovações tecnológicas e o potencial exportador dos dois países. Uma das observações dos pesquisadores é a de que há no Brasil muitas empresas de médio porte que têm todas as condições para exportar, mas esbarram no fato de os argentinos já terem conquistado o nicho de mercado que elas almejam. “A recíproca também é verdadeira. Os argentinos encontram dificuldades de exportar porque empresas do Brasil já dominam o mercado”, diz.
As coincidências têm bases históricas. Os dois países, que basicamente exportavam produtos agrícolas até os anos 1930, investiram em políticas de substituição de importações no pós-guerra, praticamente nos mesmos setores metalurgia, mineração e bens de capital -, sofreram restrições macroeconômicas nos anos 1980 e abriram as economias na década de 1990. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
O coordenador do curso de medicina da UFBA, Antônio Natalino Manta Dantas, alegou que o baixo desempenho dos alunos de medicina no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, é causado devido ao baixo QI dos próprios alunos, tal declaração levou o coordenador a renunciar o cargo.
Por Katia Alves
Publicado no Vermelho
Menos de uma semana depois de atribuir o mau desempenho dos alunos ao “baixo QI (quociente de inteligência) dos baianos”, o coordenador do curso de medicina da UFBA (universidade Federal da Bahia), Antônio Natalino Manta Dantas, 69, renunciou ao cargo nesse fim de semana. Em nota divulgada no domingo (4), Dantas pediu desculpas pelas declarações.
De acordo com a assessoria de imprensa da UFBA, o pedido foi feito no dia 30 de abril. No entanto, devido ao feriado do Dia do Trabalhador o pedido só pôde ser encaminhado nesta segunda-feira (5).
Os alunos de medicina da UFBA obtiveram conceito dois no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Na semana passada, Dantas disse que o corpo docente da faculdade é qualificado e não seria justificativa para o mau resultado no exame. O coordenador afirmou ainda que o suposto baixo QI dos baianos é hereditário e verificado “por quem convive [com pessoas nascidas na Bahia]“. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Meirelles aposta no aumento dos investimentos diretos ao país. E diz que a presença de capital especulativo tende a se reduzir.”
*Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Blog Nassif
Por: Luis Nassif
Declaração do presidente do Banco Central Henrique Meirelles ao “Estadão” de hoje (clique aqui):
“O capital que é investido no País tende a ser de melhor qualidade. Nas aplicações de mercado financeiro, por exemplo, a tendência é que tenha um prazo de permanência maior”, disse ainda Meirelles que aposta no aumento dos investimentos diretos ao país. A presença de capital especulativo, o chamado “smart money”, na avaliação do presidente do BC, tende a se reduzir.
Meirelles comentou ainda que o Brasil já registra um aumento progressivo dos investimentos de longo prazo, porque o mercado se antecipou às agências de ratings e direcionou as aplicações para o país. Alguns fundos de investimento, segundo ele, têm autorização para investir a partir da concessão do grau de investimento.
Outros aguardam que a mesma classificação seja aplicada por outra agência de ratings para investir no Brasil.
Quais os furos desse raciocínio. Leia o resto do artigo »
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