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Blog do Desemprego Zero

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A Farm Bill e os estoques de alimentos

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Segurança alimentar foi uma preocupação que surgiu no pós-guerra, depois de países inteiros terem sido assolados pela fome, quando parecia que esse assunto já tinha sido encerrado, ele reaparece inclusive em culturas que nunca tiveram problemas com oferta de alimentos.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Segurança alimentar foi uma preocupação que surgiu no pós-guerra, depois de países inteiros terem sido assolados pela fome, em decorrência do conflito. Nas décadas seguintes, ajudou a consolidar políticas protecionistas na Europa e no próprio Estados Unidos – mesmo após o fim da ex-URSS.

Quando parecia que tinha sido exorcizado, inclusive nas negociações da rodada de Doha (que visa reduzir o protecionismo internacional) reaparece, inclusive em culturas que nunca tiveram problemas maiores de oferta, como o arroz.

Para o consultor Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro, em entrevista ao programa Agribusiness Online, do Canal Rural, as raízes desse problema estão na mudança da Farm Bill (a lei agrícola americana) em fins da década passada. Leia o resto do artigo »

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Biodiesel traz expectativa de inclusão social no Norte e Nordeste

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O aumento da produção de biodiesel no Brasil oferece ao país a possibilidade de diminuir suas importações de diesel, além de ser uma alternativa energética ambientalmente sustentável, trata-se de um combustível econômico e ecológico, lançado pelo governo federal e com o objetivo de inclusão social. Inserindo a agricultura familiar numa cadeia produtiva que permita melhorar a geração de emprego e renda no campo e a qualidade de vida dos agricultores familiares. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é hoje um dos principais programas do governo federal para promover essa inclusão social no Brasil.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Criado com o objetivo de gerar emprego e renda entre os agricultores familiares, o programa de biodiesel mudou a rotina de parte dos trabalhadores rurais em algumas regiões. No Norte, com o plantio do dendê, e no Nordeste, com o cultivo da mamona, os agricultores já vislumbram dias melhores.

O aumento da produção de biodiesel no Brasil oferece ao país a possibilidade de diminuir suas importações de diesel convencional, além de apresentar para todo o mundo uma alternativa energética ambientalmente sustentável à utilização dos combustíveis fósseis, que são extremamente poluentes e um dos principais causadores do aquecimento global. Mas, além de explorar esse potencial econômico e ecológico do novo combustível, o programa de biodiesel lançado pelo governo federal tem um objetivo social. Ele almeja inserir a agricultura familiar numa cadeia produtiva que permita melhorar a geração de emprego e renda no campo e a qualidade de vida dos agricultores familiares, que são responsáveis por 13% do PIB brasileiro.

Lançado oficialmente em dezembro de 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é hoje um dos principais programas do governo federal para promover essa inclusão social no Brasil. Em 2005, foi aprovada pelo Congresso Nacional a lei que estabelece um cronograma de execução para o programa e também os percentuais mínimos obrigatórios de mistura de biodiesel ao diesel convencional. De acordo com essa lei, desde janeiro de 2008 a mistura de 2% de biodiesel ao óleo convencional, nomeada B2, é obrigatória em todo o país, o que representou a criação de um mercado estimado em cerca de 840 milhões de litros de biodiesel por ano. A previsão inicial do governo era que em 2013 o percentual de mistura chegasse a 5% (B5), mas o avanço da nova cadeia produtiva já fez com que essa meta fosse antecipada para 2010. Leia o resto do artigo »

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Os Biocombustíveis e seus Desafios

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os Biocombustíveis e seus Desafios

“A discussão sobre o aumento mundial do preço dos alimentos, a crise global da agricultura e a pressão exercida pela expansão da produção de biocombustíveis no meio rural mobiliza corações e mentes em todo o planeta. Se, por um lado, crescem as críticas aos biocombustíveis, por outro pouco ainda se sabe sobre os verdadeiros impactos sociais e ambientais que eles já estão trazendo. No Brasil, país que pretende se tornar o maior produtor e fornecedor mundial de biocombustíveis, o governo garante que a produção de agroenergia e a produção de alimentos podem caminhar lado a lado, sem ameaçar o meio ambiente ou a soberania alimentar dos brasileiros.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Nos dias atuais, a discussão sobre o aumento mundial do preço dos alimentos, a crise global da agricultura e a pressão exercida pela expansão da produção de biocombustíveis no meio rural mobiliza corações e mentes em todo o planeta. Se, por um lado, crescem as críticas aos biocombustíveis (a ponto de o relator especial sobre a fome da ONU, o suíço Jean Ziegler, pedir uma moratória imediata de sua produção), por outro pouco ainda se sabe sobre os verdadeiros impactos sociais e ambientais que eles já estão trazendo.

Outra discussão urgente trata do aquecimento global e da necessidade imperiosa de vencermos seus efeitos, sob pena de extinção de inúmeras formas de vida. Aí, mais uma vez, os biocombustíveis são personagens centrais, pois se colocam como alternativa à queima de combustíveis fósseis e ao aquecimento da atmosfera. No Brasil, país que pretende se tornar o maior produtor e fornecedor mundial de biocombustíveis, o governo garante que a produção de agroenergia e a produção de alimentos podem caminhar lado a lado, sem ameaçar o meio ambiente ou a soberania alimentar dos brasileiros. Essa discussão, no entanto, promete se aprofundar em todo o mundo.

Os biocombustíveis não são exatamente uma novidade. Países como o Brasil e os Estados Unidos, por exemplo, têm uma experiência de produção de etanol em larga escala (seja produzido a partir da cana-de-açúcar ou do milho) que remonta às décadas de setenta e oitenta do século passado. Até mesmo os primeiros testes para a produção de biodiesel, obtido a partir de plantas oleaginosas, aconteceram no final do século XIX, logo depois da invenção do motor com ignição por compressão pelo alemão Rudolf Diesel. Leia o resto do artigo »

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DILMA ARRASA A OPOSIÇÃO

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi convocada a falar do PAC no Senado e “oposição pretendia questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique”.  Portanto, como disse Paulo Henrique Amorim: a oposição deu um tiro no pé…

Por Katia Alves

Por Paulo Henrique Amorim

Publicado no Conversa Afiada

 A oposição deu um tiro no pé ao convocar Dilma Rousseff para se afogar nos cartões corporativos.

 O senador Agripino Maia, do PFL-RN, voltou aos bons tempos de provocador e deu a entender que tudo o que Rousseff dissesse ali poderia ser uma mentira.

O senador lembrou que, numa entrevista recente, Rousseff confessou que mentiu quando esteve presa no regime militar.

Uma mentira que Rousseff contou quando tinha 19 anos.

Ela foi torturada e ficou três anos presa.

Diante da provocação do senador pefelista, Rousseff subiu.

Rousseff atingiu o ponto certo da resposta, com firmeza e serenidade, e colocou o senador na posição histórica que ocupam os que acionavam a maquininha do choque elétrico.

Rousseff falou:

Não há dialogo com o pescoço na forca.

Não há verdade na ditadura.

O que se trava aqui no Senado, agora, é o dialogo democrático, entre iguais, entre cidadãos em igualdades de condição.

Eu me orgulho de ter mentido para salvar companheiros da tortura e da morte.

No pau de arara e com choque elétrico não há possibilidade de dialogo civilizado.

Tenho imenso orgulho do que fiz: mentir aos torturadores.

A oposição errou: deu a possibilidade de se conhecer essa Rousseff, que parecia adormecida sob o sucesso do PAC.

Em tempo: um amigo meu, especialista em construir e analisar cenários políticos, me telefonou assim que viu Rousseff arrasar Maia: “além da competência técnica, você tem que ter sorte. Você pode fazer tudo certo. Mas, se não tiver sorte, não adianta nada. A sorte da Dilma foi pegar o Maia”.

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Tucanos trocam insultos, e Alckmin é lançado em São Paulo

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A indicação de Geraldo Alckmin para prefeito de São Paulo causou confusão entre os tucanos que defendem a reeleição de Gilberto Kassab para prefeito.

Por Katia Alves.

Publicado originalmente no Vermelho

Após uma reunião tensa, marcada por bate-bocas e troca de insultos, o ex-governador Geraldo Alckmin foi indicado ontem (5) à noite pré-candidato do PSDB a prefeito de São Paulo  pelo presidente do diretório paulistano do partido, José Henrique Reis Lobo.

A indicação terá de ser referendada na convenção do partido que deve ocorrer, segundo a lei eleitoral, até o final de junho. A candidatura não chegou a ser submetida aos 71 membros do diretório, como estava programado e era a expectativa de Alckmin e de seu grupo, que planejavam transformar o encontro em uma festa.

Mas tucanos que defendem o apoio à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) devem recorrer da decisão, enfrentar Alckmin na convenção e aprofundar a divisão do partido. Serão 1.228 delegados aptos a votar. Uma contraproposta terá de reunir 30% desse total. Leia o resto do artigo »

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A ordem mundial segundo Keynes

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A resistência do então assessor da Coroa britânica à dominação econômica norte-americana, então emergente e hoje ameaçada, e suas receitas para países como o Brasil, poderiam ser uma fonte de inspiração para os dias de hoje.

James Galbraith*

Fonte: LMD Brasil

Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social.

Em 1944, no final da II Guerra Mundial, a Conferência de Bretton Woods criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O renome conquistado por John Maynard Keynes com suas retumbantes críticas ao Tratado de Versalhes de 1919 [1] e, em seguida, sua revolução teórica, em meados da década de 30, e suas inovadoras propostas para enfrentar a Grande Depressão, valeu-lhe a liderança da delegação britânica. Como relata Robert Skidelsky em sua trilogia [2], Keynes enfrentou a vontade do Tesouro norte-americano de impor à Grã-Bretanha, à beira da bancarrota, uma rigorosa dependência financeira. O presidente Franklin D. Roosevelt terminaria por resolver o problema por meio de um empréstimo prévio referente ao período de duração da guerra. Mas o assessor da Coroa britânica iria ter que enfrentar questões muito mais sérias para a ordem mundial daquela época. Sua resistência à dominação econômica norte-americana, então emergente, poderia ser uma fonte de inspiração até os dias de hoje.

Para o pós-guerra, Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social, particularmente o do pleno emprego. Previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Este teria como principal mecanismo um creditor adjustment (ajuste de créditos) que iria impor sanções aos países com excedentes comerciais, e não àqueles em situação deficitária. Isso obrigaria os primeiros a optarem entre aceitar uma discriminação em relação a suas vendas comerciais ou ampliar a demanda de seus mercados internos para absorver mais importações. Paralelamente, os devedores teriam direito a uma linha de crédito num sistema de pagamentos internacional baseado num mecanismo de compensação e numa moeda de reserva mundial – o bancor.

Ordem inaceitável para norte-americanos

Ele previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Leia o resto do artigo »

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‘Oitavo mandamento, mentirás’

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, no entanto a carnificina do Iraque dura há mais de cinco anos e, neste período, os Estados Unidos gastaram um milhão de milhões de dólares matando civis inocentes”.

Por katia Alves

Por Eduardo Galeano

Publicado no Vermelho  

Até há pouco as grandes mídias brindavam-nos, a cada dia, números alegres acerca da luta internacional contra a pobreza. A pobreza estava a bater em retirada, ainda que os pobres, mal informados, não soubessem da boa notícia. Os burocratas mais bem pagos do planeta estão a confessar, agora, que os mal informados eram eles. O banco Mundial divulgou a atualização do seu International Comparison Program. Neste trabalho participaram, juntamente com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, as Nações Unidas, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico e outras instituições filantrópicas.

Ali os peritos corrigem alguns errinhos dos relatórios anteriores. Entre outras coisas, ficamos a saber agora que os pobres mais pobres do mundo, os chamados “indigentes”, somam 500 milhões mais do que os que apareciam nas estatísticas. Além disso, ficamos a saber que os países pobres são bastante mais pobres do que aquilo que diziam os numerozinhos e que a sua desgraça piorou enquanto o Banco Mundial lhes vendia a pílula da felicidade do mercado livre. E como se isso fosse pouco, verifica-se que a desigualdade universal entre pobres e ricos havia sido mal medida e à escala planetária o abismo é ainda mais fundo que o do Brasil.

Outra mentira

Ao mesmo tempo, um ex vice-presidente do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, num trabalho conjunto com Linda Bilmes, investigou os custos da guerra do Iraque. O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, o que a primeira vista não parecia demasiado caro tratando-se da conquista de um país tão rico em petróleo. Eram números redondos, ou melhor, quadrados. Leia o resto do artigo »

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Estão fazendo do etanol um? bode expiatório?, diz UE

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Os biocombustíveis não solucionarão todos os nossos problemas, mas também não são os responsáveis pela fome. Usado de maneira correta, pode ser uma arma contra mudanças climáticas e até um seguro contra problemas de fornecimento de energia.”  alega a Comissária de Agricultura da União Européia (UE), Mariann Fischer Boel.

Por Katia Alves

Por Jamil Chade

Publicado no Estadão

Comissária de Agricultura da região culpa os especuladores pela alta dos preços dos alimentos

A principal autoridade agrícola da Europa reafirmou ontem o compromisso do continente em expandir o etanol e acusou a imprensa internacional e ativistas de estarem transformando o biocombustível em “bode expiatório”. A Comissária de Agricultura da União Européia (UE), Mariann Fischer Boel, rejeitou a tese de que o etanol seja o responsável pela alta nos preços dos alimentos, culpou os especuladores e garantiu que a UE seguirá com suas metas de aumento do uso do combustível nos próximos anos, até mesmo com a importação do etanol.

Segundo ela, em 1998, o volume de investimentos no setor chegava a US$ 10 bilhões. No ano passado, foram US$ 140 bilhões. “Apenas em fevereiro, 140 produtos financeiros com base nas commodities foram lançados. Esse é o maior número já registrado”, afirmou Mariann, insinuando a participação dos especuladores na alta dos preços.

A declaração feita em Bruxelas foi considerada uma dura mensagem às críticas cada vez maiores que existem na Europa em relação ao biocombustível, inclusive por parte de alguns governos. Mesmo dentro da UE, alguns comissários alertam para os riscos da expansão, alegando que o projeto deve ser feito com cuidado. Leia o resto do artigo »

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