Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Pelo visto quem sai na frente é mesmo o Obama. Esta semana o pré-candidato superou sua rival Hilary no número de superdelegados o que pode ser decisivo para a escolha do candidato da legenda. Além de ter passado a frente ao ganhar o apoio dos democratas o forte candidato das eleições americanas tem se garantido no “júri” popular. Mas há os que acreditam na recuperação da pré-candidata….
Por Beatriz Diniz
Entenda como funciona as eleições americanas
Último Segundo
WASHINGTON – O pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos Barack Obama superou sua rival Hillary Clinton em número de apoios de “superdelegados”, o único ponto no qual a senadora o superava na campanha eleitoral, segundo vários meios de imprensa.
Obama recebeu hoje o apoio de sete “superdelegados”, entre eles o congressista pelo Oregon Peter DeFazio, do legislador por Nova Jersey Donald Payne -até agora um partidário de Hillary – e do presidente do sindicato de funcionários americanos, Jerry Gage. O sindicato também expressou seu apoio ao senador por Illinois., enquanto a ex-primeira-dama obteve o “sim” de um.
Estes funcionários e personalidades do partido terão a última palavra na hora de decidir quem é o candidato da legenda, já que nem Hillary nem Obama já podem conseguir a nomeação apenas com os delegados resultantes das primárias. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2008
O governo da Argentina declara que errou no cálculo do índice que mede a inflação. Cristina Kirchner, presidente da Argentina, atribuiu a alta dos preços aos empresários e ao setor agropecuário.
Por Katia Alves
Publicado no Vermelho
O chefe-de-gabinete do governo da Argentina, Alberto Fernández, reconheceu nesta que há erros na base de cálculo do Índice de Preços ao Consumidor (IPC, que mede a inflação) durante a Jornada Internacional do IPC, organizada pelo Indec (equivalente ao IBGE brasileiro), em Buenos Aires. Segundo Fernández, o Indec “não media a realidade”.
A declaração de Fernández é uma rara demonstração do governo de que o problema da inflação é crescente na Argentina. O país tem uma inflação declarada anual de 8%, mas especialistas dizem que o índice real poderia ser o triplo. O Indec sofre intervenção desde janeiro do ano passado, mas o tema era um tabu para o governo.
O chefe-de-gabinete disse que o atual índice é baseado numa cesta de produtos de 1996, quando ainda havia a paridade do peso com o dólar e os argentinos consumiam muitos importados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2008
A candidatura democrata está chegando ao final e pela primeira vez Barack Obama possui mais apoio dos superdelegados que Hillary.
Por Katia Alves
Agência AFP
Publicado originalmente Jornal do Brasil
Os sinais de que a candidatura democrata está chegando ao seu desfecho são cada vez mais claras, já que mais quadros do partido declaram apoio a Barack Obama, agora que sua vitória frente a Hillary Clinton parece ter tomado um caminho sem volta.
A rede de televisão ABC anunciou nesta sexta-feira que, pela primeira vez, Barack Obama possui mais apoio dos superdelegados (267 contra 266) que Hillary.
Até agora, o número de superdelegados era o único indicador onde Obama não aparecia na liderança -já que em quatro meses de primárias, venceu em mais Estados, obteve mais delegados e a maior parte do voto popular, além de ter arrecadado muito mais para sua campanha do que a ex-primeira-dama. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Se estivéssemos em um jogo de estratégia, poderíamos reconhecer um conjunto de jogadas quase simultâneas que foram configurando a possibilidade de uma ruptura nos processos latino-americanos de recuperação de soberania, adverte a socióloga mexicana Ana Ester Ceceña.
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Agência Carta Maior
Por: Ana Ester Ceceña
A Bolívia está em uma das encruzilhadas mais perigosas que já enfrentou nos últimos tempos. O dia 4 de maio, data da realização de um referendo convocado pela oligarquia autonomista da chamada Meia-Lua, a despeito da sua ilegalidade representa um ponto de inflexão, ou de ruptura, tanto nos processos internos como nos da América Latina em seu conjunto.
Se estivéssemos em um jogo de estratégia, poderíamos reconhecer um conjunto de jogadas quase simultâneas que foram configurando a possibilidade de uma ruptura nos processos latino-americanos de recuperação de soberania:
1. Uma campanha midiática permanente, centrada no presidente Chávez como figura do mal, que busca obstaculizar qualquer tipo de articulação alternativa daquela que é promovida pelos Estados Unidos através dos seus tratados de livre comércio, de investimento e de cooperação em segurança. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Atentado contra indígenas, absolvição de mandante do assassinato de Dorothy Stang e humilhação e destruição de acampamentos de trabalhadores sem-terra sinalizam retomada de onda radical de violações de direitos humanos.”
*Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Agência Carta Maior
Por: Ana Claudia Mielki
Essa semana o Brasil se chocou com a absolvição do fazendeiro Vitalmiro Bastos Moura, o Bida, acusado de ser o mandante do assassinado da missionária Dorothy Stang em 2005. Dorothy era conhecida por seu trabalho em defesa da reforma agrária, pelo reflorestamento de áreas degradadas e pelo trabalho na minimização dos conflitos do campo no estado do Pará. A absolvição de Vitalmiro acontece na mesma semana em que indígenas da Terra Indígena Raposa Serra do Sol são atacados e baleados por capangas supostamente contratados por outro fazendeiro, Paulo César Quartieiro, desta vez do estado de Roraima. Quartieiro, que também é prefeito de Pacairama, foi preso pela Polícia Federal.
A absolvição de Vitalmiro contrariou as expectativas de organizações não-governamentais, movimentos sociais e representantes políticos que acreditavam na condenação. Bida havia sido condenado em primeiro julgamento realizado em maio de 2007 a uma pena de 30 anos, mas foi absolvido pelo júri no segundo julgamento realizado na última terça-feira, 6 de maio. O fazendeiro teve direito a novo júri porque a pena anterior ultrapassou os 20 anos.
A morosidade da Justiça em processar os responsáveis e ouvir as testemunhas foi preponderante para o desfecho do caso e para a construção da impunidade. É o que aponta Sandra Carvalho, da organização Justiça Global, uma das principais entidades de defesa dos direitos humanos no país. “Houve tempo para que os mandantes cooptassem os pistoleiros, oferecendo vantagens financeiras e também com advogados”. Só para se ter uma idéia, o pistoleiro Rayfran das Neves, o Fogoió, – condenado a 28 anos de prisão – mudou seu depoimento 14 vezes ao longo do processo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Há poucos países no mundo onde o retorno da educação é tão valioso como no Brasil, pelo fato de ser um país em desenvolvimento. E, numa economia em desenvolvimento, o prêmio à educação é muito alto. Pessoas bem preparadas são escassas e se tornam um ativo importante na estrutura produtiva.”
Por Katia Alves
Por Fátima Belchior
Publicado no Desafios do Desenvolvimento
Nos últimos anos, tornou-se comum perceber entre os brasileiros um certo pessimismo quanto à validade dos estudos para alavancar rendimentos. Não há dúvidas de que o antigo conselho de avós, pais e tios – “Vá estudar menino, para crescer na vida” – tem sua razão de ser. Está provado com números, em trabalho que acaba de ser concluído pelos pesquisadores Anna Crespo e Maurício Cortez Reis, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que cada ano de estudo tem efeito sobre a renda. Porém, com o passar do tempo, caiu a diferença entre os ganhos dos que estudaram e os dos trabalhadores sem escolarização.
Em 1982, por exemplo, uma pessoa com 11 anos de estudos tinha um rendimento 139,12% acima do ganho de outra pessoa sem qualquer escolaridade, e essa diferença saltava para 252,67% se fossem 15 anos de estudos. Já em 2004, os ganhos das pessoas que chegavam a 11 anos de escolaridade superavam em apenas 83,69% os rendimentos daquelas que nunca haviam freqüentado a escola, e, no caso de 15 anos de estudos, a diferença também diminuía, ficando em 178,26%.
Essa menor vantagem da escolaridade sobre a não escolaridade,no entanto, está longe de ser um desestímulo ao estudo ou de ter implicações negativas sobre o mercado de trabalho. Na verdade, significa uma aproximação do panorama brasileiro com o de países desenvolvidos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008
A economia chinesa está em uma situação que necessita diminuir seu ritmo de crescimento, pois há uma preocupação com o nível geral de preços, por isso a China começa a ter que desaquecer sua economia. E as medidas macroeconômicas adotadas para isso poderão beneficiar países emergentes como o Brasil, pois a redução dos investimentos na economia doméstica obrigará a China a exportar seus excedentes de capitais.
“E depois da redução dos superávits comerciais a China poderá importar mais”, Desta forma, atrair investimentos chineses e elevar as exportações para a China são dois itens importantes que o Brasil precisa considera.
Por Katia Alves
Por Wladimir Pomar
Publicado no Correio da Cidadania
As principais questões macroeconômicas com as quais a China se defronta consistem em evitar que o ritmo do crescimento econômico torne sua economia superaquecida e que o aumento estrutural dos preços se transforme em inflação. Em outras palavras, trata-se de reduzir realmente o ritmo de crescimento para 8%, manter a inflação no patamar máximo de 4,8% e o desemprego no nível de 4,5%, criando, em 2008, 10 milhões de postos urbanos de trabalho e 8 milhões de postos de trabalho nas zonas rurais.
As autoridades chinesas reconhecem que para alcançar tais metas será necessário fortalecer a agricultura como fundamento da nação, mudar o padrão de desenvolvimento, conservar energia, reduzir as emissões de gases, proteger o meio ambiente, assegurar o desenvolvimento social e o bem-estar do povo, aprofundar o desenvolvimento cultural, desenvolver a democracia e o sistema legal socialistas e acelerar a reforma do sistema governamental, sem esmorecer na realização das reformas e na abertura externa.
Isto exige, de imediato, uma forte intensificação da regulação sobre o mercado. Será necessário controlar o suprimento de terras e créditos, aumentar as exigências de acesso ao mercado, reajustar as políticas monetária e fiscal e reduzir tanto o ritmo de investimentos em ativos fixos quanto os superávits comerciais externos. Isso tudo num contexto em que o mercado não deve ser desestimulado a continuar desenvolvendo os meios de produção, mas deve ser contido em sua tendência anárquica de produção de lucros independentemente das conseqüências.
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Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Fonte: CartaCapital
Márcia Pinheiro, de Genebra*
A última reunião da Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), não deve acontecer em 23 de maio, em Genebra (Suíça), conforme agendado. Tampouco ocorrerá neste ano. Esta é a avaliação da maioria dos técnicos que trabalham no documento final do acordo, para que tudo esteja pronto quando os ministros de Estado se reunirem.
Há três motivos básicos para o atraso. Com a crise global dos alimentos, perderam força os países desenvolvidos que dependem dos produtos exportados pelos emergentes. O jogo está mudando na OMC. Não há consenso entre os 151 integrantes da organização em relação à redução das tarifas de exportação. Nos discursos, a União Européia e os Estados Unidos acenam com a queda substancial dos subsídios agrícolas que praticam. Em troca, querem a abertura dos mercados emergentes ao setor industrial e de serviços. Há um claro impasse. Leia o resto do artigo »
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