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Blog do Desemprego Zero

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PROGRAMA CIDADE CIDADÃ

Postado em 11 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

EM ELABORAÇÃO

Postado em Desenvolvimento, EDITORIAIS, José Carlos Assis, Política Social | 14 Comentários »

O resgate bancário de US$ 500 bi na Europa

Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

José Carlos de Assis é economista e professor, presidente do Instituto Desemprego Zero.

VALOR – 07/01/2008

Logo depois da posse de Roosevelt, em 1933, em plena Grande Depressão nos Estados Unidos, um banqueiro até então obscuro, chamado Marriner Eccles, deu um depoimento histórico no Senado. A partir de seu modesto posto de observação, um banco de porte médio do meio-oeste, ele resumiu a crise como uma situação na qual alguns bancos tinham dinheiro de sobra para emprestar, mas não havia tomador, por falta de investimento, e não havia investimento, por falta de demanda. Sua sugestão era que o governo tomasse emprestado dos bancos esse dinheiro, criando demanda por meio de obras e de gastos públicos e, assim, estimulando a retomada do investimento e do emprego.

Simples, não? Esse notável depoimento antecipou a agenda do New Deal, que o próprio Eccles, a despeito de sequer ter curso superior, ajudaria a conduzir na condição de um dos mais famosos e respeitados presidentes do Banco Central norte-americano, o Fed. Mais notável ainda, antecipou também, em três anos, a obra magna com que Keynes expôs essas mesmas idéias de forma rigorosa e magistral na “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” – que se tornaria a bíblia das políticas de pleno emprego nos anos seguintes e a âncora do Estado de bem-estar social nos países industrializados no pós-guerra.

Tudo isso me veio à mente diante do anúncio do Banco Central Europeu, de que vai injetar até US$ 500 bilhões Leia o resto do artigo »

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O retorno de um debate esquecido?

Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

O MODELO ESTRUTURAL DE GOVERNANÇA PÚBLICA

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (versão de 18 de março de 2007)

Para crescer, os estados-nação precisam de uma organização capaz e eficiente do Estado. Independentemente da escolha de uma estratégia de crescimento orientada pelo mercado ou pelo Estado, um Estado eficaz ou capaz é essencial para assegurar o Estado de direito e para agir como principal instrumento de uma estratégia nacional de crescimento. Por outro lado, na economia globalizada, o fornecimento, a baixo custo, dos serviços sociais e científicos exigidos pelas sociedades modernas é fundamental para garantir a competitividade internacional do país. Que tipo de reforma da administração pública pode alcançar tais metas? Seria a reforma da gestão pública ou reforma gerencial do Estado instrumental nesse sentido, ou deveriam os países em desenvolvimento primeiro concluir a reforma clássica do serviço público, a reforma burocrática, e só então se envolverem em uma reforma mais ambiciosa? Este trabalho opta pela primeira alternativa, argumentando que a melhor maneira de promover a reforma do serviço público é continuar avançando. Em segundo lugar, ele apresenta o ‘modelo estrutural de governança pública’ que foi originalmente concebida nos anos 90 no Brasil e para o Brasil, com base na experiência britânica. É um modelo gerencial ou de gestão, porque torna os administradores públicos mais autônomos e mais responsáveis e porque reduziu a defasagem entre os mercados de trabalho público e privado; é estrutural, porque envolve importantes mudanças na estrutura do Estado, particularmente a implantação de agências executivas e reguladoras autônomas e a terceirização de serviços sociais e científicos. O modelo de reforma da gestão pública aqui apresentado é neutro em termos distributivos e em termos do tamanho da organização do Estado, na medida em que pode ser e está sendo adotado tanto por coalizões políticas de centro-esquerda como de centro-direita.

modeloestruturalgovernancapublica.pdf

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CAÇADORES DE ANTA

Postado em 21 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Rogério Lessa, Editor-Chefe

Até bem pouco tempo, comemorar explicitamente uma notícia implicava em grande prejuízo à credibilidade de qualquer veículo de comunicação. Desenvolveu-se agora uma tese de qualidade duvidosa segundo a qual, ao reconhecer a plena imparcialidade como algo inatingível para o ser humano, jornais, revistas e TVs estariam autorizados a assumir posição sobre os mais variados temas. Este é o caso de publicações como o diário americano pró-Bush, USA Today.

No Brasil isso não é nada. A falta de ética já derrubou governos democráticos e ajudou a prolongar ditaduras. Esta semana, as capas de duas conhecidas revistas trazem Leia o resto do artigo »

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SÓ O BRASIL PODE PARAR A CHINA e salvar o Planeta ! a DIPLOMACIA ambiental brasileira está profundamente equivocada

Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Gustavo Antônio Galvão dos Santos* 10/12/2007

Rubens Ricupero alerta que a política brasileira de não aceitar imposição de metas de emissão de gás carbônico a países em desenvolvimento é suicida. Suicida e atrasada mais de uma década em relação à nova realidade econômica mundial.

Hoje 73% do aumento da emissão de gás carbônico provêm dos emergentes, basicamente das usinas a carvão chinesas. Permitir que a China continue expandindo velozmente a produção dessa energia tão suja é um perigo para o clima do planeta. Temos que lembrar que os países tropicais são aqueles onde se prevê maiores prejuízos em decorrência do aquecimento. O Brasil é o maior país tropical do planeta.

Porém a pergunta de quem não conhece a nova realidade chinesa ainda é:

Mas o Brasil não pode ser prejudicado se os emergentes forem obrigados a cumprir metas de emissão?

Certamente que não. Muito pelo contrário. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, EDITORIAIS, Gustavo Santos, Internacional, Propostas | 9 Comentários »

Sobre a CONSPIRAÇÃO contra o IPEA: As serpentes de ouro de Medusa

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

J. Carlos de Assis*

Creio ter sido um dos primeiros economistas políticos brasileiros a se dar conta, ainda nos anos 80, de que o neoliberalismo não era um fenômeno puramente ideológico, mas o produto de uma realidade sociológica profunda que se exprimiu em maiorias eleitorais efetivas, sobretudo européias. É o que explica o deslizamento para a ala neoliberal mesmo de partidos tradicionalmente de esquerda, como trabalhistas ingleses (Terceira Via), socialistas franceses e sociais democratas alemães.
            Acredito que quem originalmente levantou a cortina sobre esse processo de fundo foi William Greider, em seu monumental “The Secrets of the Temple”, sobre a história do Banco Central norte-americano. Ele “sacou” que a maioria eleitoral que apoiou Reagan em 79 era formada em grande parte de classes médias afluentes, indignadas com a perda de renda financeira oriunda da combinação entre inflação alta e juros baixos, prevalecente ao longo dos anos 70, sobretudo depois da débâcle do sistema de Bretton Woods.

           Na Europa Ocidental, o que deixou apavoradas as classes médias afluentes foi principalmente a instabilidade monetária e cambial. O sucesso espetacular do experimento social-democrata do pós-guerra eliminou o medo do desemprego e mudou o eixo das preocupações dos afluentes para as oportunidades de ganho financeiro, no país de origem e no exterior, pelo que a instabilidade cambial passou a ser um estorvo. Aos poucos, a demanda de estabilidade dos ricos acabou por formar uma maioria eleitoral.
            Pode-se dizer que, na Europa, o neoliberalismo é um produto da afluência da maioria. No Brasil, ao contrário Leia o resto do artigo »

Postado em EDITORIAIS, José Carlos Assis, Política Brasileira | 1 Comentário »

A Bolsa ou a Bolha!

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

escrito por José Carlos de Assis

            São bem conhecidos na história econômica os investimentos que se tornam bolhas. Agora temos o caso de uma bolha que virou investimento. A Bolsa de Valores de São Paulo decidiu que vale mais de R$ 16 bilhões e, num único pregão de lançamento, recolheu mais de R$ 6 bilhões pela venda de parte de suas ações. Algo espetacular, sem precedentes, na história dos lançamentos de ações no País. Saudado como prova de vigor do “mercado” e, por extensão, da economia brasileira.
            Não tenho nada contra bolsas em geral ou contra a Bovespa em particular. Trata-se de instituições típicas do capitalismo, embora não essenciais. Vende ações quem quer, e compra quem arrisca. O problema com as bolsas não é o que elas são, em si, mas sim o que representam como poder de arraste para a degringolada do sistema produtivo e do emprego quando entram em crise. Nessas ocasiões, costumam funcionar como instrumento indireto de socialização de perdas.
            Vejamos a natureza do lançamento da Bovespa, Leia o resto do artigo »

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