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Blog do Desemprego Zero

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Oportunidades e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

CONCURSO

A PETROBRAS TRANSPORTE S.A. – TRANSPETRO, subsidiária da PETROBRAS, comunica a abertura de processo seletivo público para provimento de vagas e formação de cadastro de reservas mediante condições estabelecidas no edital.

EMPREGOS

Supermercado Zona Sul: 50 vagas

Há oportunidades para atuação em todas as unidades da rede, nos departamentos de Peixaria e Prevenção de Perdas. As vagas em aberto são para os cargos de atendente de prevenção de perdas (38 chance ) e balconista de peixaria (12).

Candidatos às vagas de atendente devem ter, pelo menos, ensino médio completo, conhecimentos de informática e experiência em prevenção de perdas ou recebimento de mercadorias. Já para a função de balconista, é necessário apresentar ensino fundamental completo, experiência e
disponibilidade para trabalhar em horário noturno, até meia-noite.

A empresa fará processo seletivo em duas etapas. Os candidatos passarão por testes e, em seguida, farão uma entrevista. Quem for contratado terá direito a vale-transporte, assistência médica extensiva a dependentes e três refeições diárias. Leia o resto do artigo »

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PROGRAMA CIDADE CIDADÃ

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Esse é um esboço de um grande programa de articulação da política do pleno emprego com o ataque direto aos grandes problemas sociais e urbanísticos da periferia.

José carlos de Assis*

Leitores, vocês poderiam, por favor, nos ajudar oferecendo sugestões e opiniões? Podem colocá-las nos comentários abaixo. Agradecemos pela participação.

OBJETIVO

REGENERAÇÃO DAS COMUNIDADES PERIFÉRICAS DO BRASIL

VIA POLÍTICAS DE INCLUSÃO ATRAVÉS DO PLENO EMPREGO

Antecedentes Versão em PDF para impressão

A situação de degradação das comunidades periféricas do Rio, a exemplo do que acontece ao redor e nos nichos favelizados de todas as metrópoles brasileiras, tem desafiado as administrações públicas em todos os níveis ao longo das últimas décadas. Soluções têm sido tentadas mas com resultados extremamente modestos. Quando visto em perspectiva, esse problema urbano brasileiro transcende qualquer outro em dimensão e profundidade, pela aparência de que, simplesmente, não tem solução.

Não obstante, a ele se liga, intimamente, a questão da segurança pública e do bem-estar social em todas as metrópoles, inclusive nos bairros de classes média e alta, já que não existe nem existirá, enquanto perdurar a democracia, algum expediente ou “muro da vergonha” que impeça a livre circulação nas “duas” cidades dos moradores em periferias – o que implica a livre circulação também da criminalidade que nelas se refugia, para insegurança externa e também dos moradores locais. Leia o resto do artigo »

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Simpósio discute alternativas concretas ao neoliberalismo

Postado em 2 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos próximos dias 9 e 10 de maio, o BNDES realiza o mais que benvindo simpósio internacional “Projeto cidade cidadã”, para discutir uma alternativa concreta ao neoliberalismo a partir da experiência de Programas de Emprego Garantido (PEG), em especial na Índia, África do Sul e Argentina.

 

A idéia é tomar essas experiências como parâmetros para estudos de um programa similar que venha a ser proposto no Brasil, inicialmente nas sete maiores Regiões Metropolitanas, em cujas periferias sociais se concentram os problemas de alto nível de desemprego e de subemprego, degradação das condições de habitabilidade e segurança pública.

 

O PEG consiste em garantir, pelo poder público, emprego temporário a todo trabalhador desempregado não qualificado que esteja disposto a trabalhar por um salário básico. A força de trabalho assim reunida será aplicada em obras e serviços públicos nas próprias periferias sociais onde for recrutada, através de um Programa de Trabalho Aplicado (PTA). O PTA deverá gerar equipamentos, serviços e melhoramentos urbanos nas periferias sociais, assim como oportunidades de treinamento para os próprios habitantes dessas periferias, contribuindo para resolver, simultaneamente, os mais graves problemas urbanos de desemprego, condições de habitabilidade e segurança.

 

O Simpósio contará com a participação de especialistas e funcionários governamentais que acompanham ou estão à frente das experiências de trabalho garantido no mundo. Também participarão especialistas do The Levy Institute do Bard College, de Nova Iorque, um dos mais destacados centros de estudo sobre políticas de pleno emprego nos Estados Unidos e no mundo. Estarão presentes, ainda, especialistas brasileiros em macroeconomia, autoridades governamentais, dirigentes sindicais e de comunidades periféricas, os quais discutirão as linhas gerais do projeto Cidade Cidadã, a ser eventualmente proposto para o Brasil.

 

PROGRAMA DO SIMPÓSIO (CLIQUE AQUI)

 

 

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O PODER DA QUERELA

Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

J. Carlos de Assis*
Raphael de Almeida Magalhães**

Causa estupefação o resultado provisório de uma ação no Tribunal Superior Eleitoral, pelo qual o governador de Santa Catarina, Luís Henrique, perdia por três votos a zero, num escore de sete, o direito de exercer o seu mandato. Ele é um de vários governadores de Estado que enfrentam processo semelhante, e cujo resultado último, no caso dele dependendo apenas de um voto e apenas no último momento revertido, poderá ser a cassação, por autoridade judicial – e, portanto, pelo poder burocrático -, de mandato conferido pelo povo em processo eleitoral legítimo.

            Estamos diante de um caso paradigmático de inversão dos fundamentos da democracia. Nesta, o poder político é decidido, inequivocamente, pelo voto do eleitorado. Nisso não pode haver sombra de dúvida, pois se apóia na fonte de poder fundamental, que é a Constituição Federal. Quem elege é o povo, e quem cassa mandato é o povo – neste caso, em circunstâncias excepcionais, através de outros representantes legítimos do povo, reunidos no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras de Vereadores.

            O Judiciário não tem legitimidade fundamental para cassar mandatos em vigor Leia o resto do artigo »

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A FARRA DA TAPEAÇÃO

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Ao jornalista é exigida graduação em Comunicação Social, porém o cartel da mídia no Brasil parece não trabalhar para a sociedade, mas para o restrito grupo da Casa Grande. Num discretíssimo e minúsculo canto direito do roda-pé na capa de O Globo, lia-se ontem que o déficit nominal brasileiro atingiu o menor índice da história, fechando 2007 em 2,27% do PIB. Para 2008, a previsão é que caia para inacreditáveis (e desnecessários) 1,2%!

Porém, antes de se revoltar contra a má vontade d’O Globo, o leitor deve ponderar que os demais veículos fizeram pior: não deram destaque algum à notícia, que é de matar de inveja Alemanha, França, Estados Unidos e quase todos os países do mundo, emergentes ou não.

Outro fato que merecia destaque é a queda da relação dívida líquida total/PIB para 42,8%, percentual também reduzido se comparado ao resto do mundo. A prioridade, no entanto, continuou sendo o gasto corrente, que subiu (ligeiramente) acima do PIB (6,4%), mesmo tendo a arrecadação crescido duas vezes mais (13,78%).

O Globo pelo menos noticiou que o pregão eletrônico permitiu aos cofres públicos a economia de R$ 3,2 bilhões ano passado, notícia boa para eles, mas um valor evidentemente ridículo quando comparado aos R$ 159 bilhões (6,25% do PIB) torrados com juros no mesmo período.

Para a elite de nossos editores não bastou o Chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, admitir que “o crescimento ajudou a reduzir o déficit público”, determinando a produção de um superávit primário recorde, superior a R$ 100 bilhões, mesmo com a meta tendo sido rebaixada de 4,25% do PIB para 3,8%. A economia para pagar juros (3,98% do PIB) por sinal, já representa quase o dobro do déficit nominal!

Nenhum destaque também para o investimento público, ainda medíocre, mas 15,6% maior que em 2006.  Comentário algum sobre os vilões preferidos, benefícios previdenciários e folha de pagamento, cujas despesas subiram menos que o PIB, menos que a inflação e menos que a arrecadação: 2,3% e 0,8%, respectivamente.

Essa maneira de fazer “jornalismo” explica o bombardeio à nova diretoria do Ipea, cujo pecado é apenas mostrar que o rei rentista continua nu o ano inteiro, não apenas no carnaval.

Porém está cada vez mais difícil empurrar goela abaixo da Senzala a cantilena da gastança e dos marajás para impedir que qualquer governo governe. Restará, então, o culto ao medo da inflação como variável disponível para que os inimigos do Brasil e dos brasileiros continuem a defender o rentismo e a farra cambial. E não é uma ferramenta desprezível quando há itens, como os alimentos, cujos preços podem ser manipulados pelos oligopólios da distribuição.

Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos

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O fantasma da iliquidez que ronda a Europa do euro

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

VALOR – 29/01/2008

por José Carlos de Assis

Política monetária e política fiscal devem estar funcionalmente ligadas na economia contemporânea. É a única forma pela qual a política fiscal-monetária pode ter um papel anticíclico. Sua desvinculação, como no Brasil, neste caso reforçada por disposição constitucional, faz com que a política monetária funcione exclusivamente no sentido da recessão, tornando-a virtualmente ineficaz para empurrar a economia no rumo do crescimento e do pleno emprego, nos momentos de crise. É a velha metáfora do barbante: serve para puxar a pedra, não para empurrá-la. Breve veremos as conseqüências desse enunciado no mercado bancário europeu. Leia o resto do artigo »

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Farra cambial é isso aí

Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Enquanto o Banco Central (BC) divulgava, segunda-feira, que em 2007 as remessas de lucros e dividendos somaram US$ 21,236 bilhões, 29,85% superiores ao verificado em 2006, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento da Indústria (Iedi), observando a balança dos bens industriais, constatou que ano passado houve uma “reversão radical” no desempenho: o Brasil saiu de um valor positivo de US$ 5,9 bilhões para um déficit de US$ 7,8 bilhões, mudança que totaliza US$ 13,7 bilhões “e não tem paralelo nos últimos dez anos“.

O Iedi diz ainda que, considerados os dois últimos anos, o país passou de um saldo de US$ 9,9 bilhões, em 2005, para US$ 7,8 bilhões negativos, em 2007. Uma inversão de US$ 17,7 bilhões. Mais grave que o déficit é a reprimarização da pauta de exportações. “Estaremos caminhando para a especialização em commodities se não forem rapidamente revistas as políticas que influenciam o comércio exterior de bens industriais, como as políticas de câmbio, tributação de exportações, políticas industriais, tecnológicas e para a área de infra-estrutura, acordos internacionais”, alerta o Iedi. O economista Plínio de Arruda Sampaio Júnior, da Universidade de Campinas (Unicamp), destaca que a liberalização cambial e financeira aumenta a dependência do Brasil em relação aos países ricos. E, do ponto de vista estrutural, resulta em “desindustrialização e desnacionalização da economia“.

Já no front interno, a Agência Câmara destaca que desde a posse do presidente Lula, em 2003, até novembro de 2007, o Brasil destinou mais de R$ 851 bilhões somente para o pagamento de juros nominais da dívida pública consolidada (interna e externa). O montante equivale a 22 vezes o que o governo federal previa arrecadar só em 2008 com a CPMF, extinta em 31 de dezembro de 2007.

Somente com o que foi reservado para o pagamento de juros em novembro do ano passado – R$ 12 bilhões – seria possível cobrir o valor empenhado para quatro programas do governo federal: Atenção Básica em Saúde, Brasil Escolarizado, Agricultura Familiar e Luz para Todos.

O economista Dércio Garcia Munhoz, da Universidade de Brasília (UnB), calcula que na realidade a conta de juros foi maior. “Há R$ 250 bilhões em poder do Banco Central (BC), cuja remuneração paga ao Tesouro é contabilizada como crédito, além de mais de R$ 20 bilhões que a União recebe dos estados e o superávit fiscal superior a R$ 50 bilhões. No final, tudo isso é pago pelo contribuinte”, contabiliza Munhoz, para quem não há como o governo conter a elevação da carga tributária.

Postado em Conjuntura, CPMF: e agora?, Desenvolvimento, EDITORIAIS, Política Econômica, Política Social | 3 Comentários »

Realidade virtual

Postado em 24 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

http://bnshost.org/bndes/ROGERIO_LESSA_mini.JPGHoje em seu blog, José Paulo Kupfer fornece números assustadores que evidenciam o risco representado pela financeirização da economia global. O mais grave é que o ritmo do crescimento dos ativos financeiros é cada vez mais acelerado, deixando a economia real cada vez mais para trás.

Citando dados do McKinsey Global Institute, divulgados este mês, Kupfer salienta que o volume total de ativos globais – depósitos bancários, títulos de dívida (pública e privada), ações – que não passava de US$ 12 trilhões em 1980, chegou a US$ 117 trilhões em 2003, “escalou para US$ 142 trilhões em 2005 e voou para US$ 167 trilhões em 2006 (último dado disponível).”  Mantido o mesmo ritmo, 2007 terá fechado com um total de US$ 200 trilhões em ativos financeiros.

“Se, em 1980, produção econômica e soma dos ativos se equivaliam, hoje, a diferença já chega a 3,5 vezes. Quando forem fechados os números de 2007, a diferença pode ter alcançado 4 vezes toda a produção anual.” Quanto à distribuição, Kupfer lembra que Estados Unidos, Europa ocidental, Reino Unido e Japão concentram mais de 80% do total dos ativos financeiros.Sem regulação, Kupfer não prevê um desfecho muito bom para o sistema financeiro e a economia mundiais. “A assustadora moral da história é que a bicicleta que passou a ser pedalada com o uso de recursos de curso prazo, tomados a juros baixos e aplicados em ativos de maior risco, ganhou velocidade. Mas ainda não há nada que a faça parar antes de se chocar com o muro, provocando um autêntico crash.”

Postado em EDITORIAIS, Internacional, O controle de capitais é imprescindível para devolver | Sem Comentários »