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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Comentários sobre a Imprensa Brasileira':

Do Blog do Rovai: Tucano é símbolo de campanha do governo Serra

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do blog do Jefferson

comenta post do blog do rovai

Outdoor de propaganda do Governo Serra.

CLIQUE na imagem abaixo para expandi-la.

 tucano_paulista.jpg

Comentário do  blog do Jefferson:

A imagem publicada no blog do Rovai é reveladora. Governo tucano utiliza o símbolo do PSDB para fazer propaganda de reserva ambiental. E numa das mais movimentas rodovias paulistas, a Rodovia dos Imigrantes. 

Além de promover o governo paulista, aproveita para promover o próprio partido. E tudo com o dinheiro público, vindo dos cofres do Estado de São Paulo.

Nessas situações é que vemos a brutal diferença de tratamento dispensado por algumas instituições. Só para não ficar falando sozinho, pergunto como ficam o Ministério Publico, a imprensa sempre vigilante, as ONGs de transparência do gasto público, o Tribunal de Contas do Estado ou a oposição política na Assembléia Legislativa paulista. E cadê a indignação dos paulistanos”. Leia o resto do artigo »

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HÁ QUEM DIGA A VERDADE

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Luis Nassif, jornalista de verdade, chama a atenção hoje em seu blog (clique aqui) para as mudanças (para melhor) ocorridas no IPEA (Instituto de Pesquisas Econômico Aplicadas)Até o ano passado, a ala carioca do IPEA  parecia a sucursal de alguma instituição financeira. Prestava-se a trabalhos de análise de conjuntura, redundantes e fora de sua vocação de pensar o longo prazo. Nas análises, uma insistência mórbida em atacar qualquer forma de benefício social, e se calar vergonhosamente ao tratar da questão do impacto dos juros sobre as despesas correntes”.

O jornalista exalta o último trabalho de Ronaldo Coutinho Garcia, “Despesas Correntes da União: Visões, Omissões e Opções”. O estudo (Texto para Discussão nº 1319) está à disposição da sociedade no site do IPEA (clique aqui), mas Nassif destaca alguns números que não constumam ser noticiados por causa da blindagem ideológica hoje vigente nos meios de comunicação:

De 2000 a 2005, o “custo da máquina” foi reduzido em 6,8% como proporção do PIB. Os gastos correntes que chegam até o contribuinte passaram de 9,26% para 10,48% do PIB. A participação desses recursos nas rendas dos 50% mais pobres saltou de 12,4% em 2000 para 15,1% em 2006.

Entre 1995 e 2006 as despesas correntes caíram de 86,10% para 79.04% do orçamento. A redução de “pessoal e encargos sociais” foi a mais expressiva: de 24,53% para 13,42%.

Porém… os juros e encargos da dívida saltaram de 10,86% para 18,94%. Nas despesas de capital, a amortização da dívida pública saltou de 5,8% para 15,16% do PIB em 2006.

Benefícios previdenciários (alvos da fúria do cartel dos meios de comunicação) ficaram praticamente estacionados – de 21,09% para 20,27% do PIB.

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Mentindo ao próprio umbigo

Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

No paraíso dos rentistas, sem fazer gato a TV a cabo é privilégio para poucos. Isso torna fácil dirigir os programas de economia para agradar ou induzir os assinantes. No último domingo, pudemos assistir a mais um teatrinho à moda do cartel dos meios de comunicação.

O diretor-âncora, expert em vinhos finos - hoje muito baratos, por causa da sobrevalorização do real - dava o tom ao repetir o mantra do “gigantismo do Estado”, enquanto o consultor da agência de risco “genuinamente brasileira” disparava contra ”a gastança com o funcionalismo” – ativos e inativos.

A palavra volta ao “diretor”, que levanta a bola para o professor universitário reconhecer que os indicadores macroeconômicos estão ótimos, mas ressalvar que ”o diabo está nos detalhes”. Tudo isso diante de um cientista político de fisionomia apática.

Dizer que há funcionários públicos demais no Brasil, quando, em proporção ao total de habitantes, ficamos atrás dos EUA, Chile e muitas outras nações - desenvolvidas ou não – é um atentado terrorista contra a ética em um país onde os aviões estão colidindo no ar e a escola pública forma analfabetos funcionais.

Beira o charlatanismo argumentar que o “diabo está nos detalhes” para negar a macroevidência de que o arrocho fiscal dos últimos anos levou o Brasil a um déficit nominal abaixo de 3% do PIB, patamar que a maioria dos países da União Européia, a Índia ou os EUA estão longe de atingir.

Por duas razões, talvez seja a hora das pessoas esclarecidas aceitarem o debate sobre a qualidade do gasto público no país. Para mostrar que a quantidade está mais do que controlada e e para chamar a atenção para o verdadeiro ladrão por onde transborda a caixa d’água dos impostos no Brasil: a taxa de juros que rivaliza com a Turquia o posto de campeã mundial.

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LULA CONFUNDE TUDO !!! A linguagem do preconceito por Kucinski

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

 Revista do Brasil

Virou moda dizer que “Lula não entende das coisas”. Ou “confundiu isso com aquilo”. É a linguagem do preconceito, adotada até mesmo por jornalistas ilustres e escritores consagrados

Por Bernardo Kucinski

Um dia encontrei Lula, ainda no Instituto Cidadania, em São Paulo, empolgado com um livro de Câmara Cascudo sobre os hábitos alimentares dos nordestinos. Lula saboreava cada prato mencionado, cada fruta, cada ingrediente. Lembrei-me desse episódio ao ler a coluna recente do João Ubaldo Ribeiro, “De caju em caju”, em que ele goza o presidente por falar do caju, “sem conhecer bem o caju”. Dias antes, Lula havia feito um elogio apaixonado ao caju, no lançamento do Projeto Caju, que procura valorizar o uso da fruta na dieta do brasileiro.

“É uma pena que o presidente Lula não seja nordestino, portanto não conheça bem a farta presença sociocultural do caju naquela remota região do país…”, escreveu João Ubaldo. Alegou que Lula não era nordestino porque tinha vindo ainda pequeno para São Paulo. E em seguida esparramou citações sobre o caju, para mostrar sua própria erudição. Estou falando de João Ubaldo porque, além de escritor notável, ele já foi um grande jornalista.

Outro jornalista ilustre, o querido Mino Carta, escreveu que Lula “confunde” parlamentarismo com presidencialismo. Leia o resto do artigo »

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