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Blog do Desemprego Zero

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A DECADÊNCIA DA FOX

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

do blog do Idelber Avelar ” Biscoito Fino e Massa “

Há uma história nesta campanha eleitoral americana que eu ainda não vi discutida no Brasil — e que os fãs da revista Veja deveriam acompanhar com atenção. É o declínio paulatino da relevância e da audiência da Fox News, a outrora temida cadeia de televisão que redefiniu não só o jornalismo, mas a própria política norte-americana. A Fox conseguiu o que em 1996 parecia impossível: desbancar a CNN no negócio de notícias via TV a cabo, enquanto realizava a proeza de transformar o extremismo de ultra-direita em suposto centro do espectro político, com um slogan que era o troféu óleo de peroba do século: fair and balanced. Funcionou durante muito tempo e foi decisivo para o roubo de uma eleição presidencial americana (2000) e para o resultado da seguinte (2004). Parece não estar funcionando mais.

A partir de um chamado ao boicote liderado pelo site Fox Attacks e por vários blogueiros e ativistas progressistas, os candidatos democratas tomaram a difícil – mas, viu-se depois, acertada – decisão de ignorar o canal e não aceitar debater lá. Tratá-la como o que ela é, um canal de manipulação e doutrinação extremistas, não um veículo de notícias. Este ano, foi tudo morro abaixo para a Fox. O candidato queridinho da Fox, Rudy Nine-Eleven Giuliani, amargou uma humilhação atrás da outra nas primárias, perdendo até para o azarão Leia o resto do artigo »

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A FARRA DA TAPEAÇÃO

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Ao jornalista é exigida graduação em Comunicação Social, porém o cartel da mídia no Brasil parece não trabalhar para a sociedade, mas para o restrito grupo da Casa Grande. Num discretíssimo e minúsculo canto direito do roda-pé na capa de O Globo, lia-se ontem que o déficit nominal brasileiro atingiu o menor índice da história, fechando 2007 em 2,27% do PIB. Para 2008, a previsão é que caia para inacreditáveis (e desnecessários) 1,2%!

Porém, antes de se revoltar contra a má vontade d’O Globo, o leitor deve ponderar que os demais veículos fizeram pior: não deram destaque algum à notícia, que é de matar de inveja Alemanha, França, Estados Unidos e quase todos os países do mundo, emergentes ou não.

Outro fato que merecia destaque é a queda da relação dívida líquida total/PIB para 42,8%, percentual também reduzido se comparado ao resto do mundo. A prioridade, no entanto, continuou sendo o gasto corrente, que subiu (ligeiramente) acima do PIB (6,4%), mesmo tendo a arrecadação crescido duas vezes mais (13,78%).

O Globo pelo menos noticiou que o pregão eletrônico permitiu aos cofres públicos a economia de R$ 3,2 bilhões ano passado, notícia boa para eles, mas um valor evidentemente ridículo quando comparado aos R$ 159 bilhões (6,25% do PIB) torrados com juros no mesmo período.

Para a elite de nossos editores não bastou o Chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, admitir que “o crescimento ajudou a reduzir o déficit público”, determinando a produção de um superávit primário recorde, superior a R$ 100 bilhões, mesmo com a meta tendo sido rebaixada de 4,25% do PIB para 3,8%. A economia para pagar juros (3,98% do PIB) por sinal, já representa quase o dobro do déficit nominal!

Nenhum destaque também para o investimento público, ainda medíocre, mas 15,6% maior que em 2006.  Comentário algum sobre os vilões preferidos, benefícios previdenciários e folha de pagamento, cujas despesas subiram menos que o PIB, menos que a inflação e menos que a arrecadação: 2,3% e 0,8%, respectivamente.

Essa maneira de fazer “jornalismo” explica o bombardeio à nova diretoria do Ipea, cujo pecado é apenas mostrar que o rei rentista continua nu o ano inteiro, não apenas no carnaval.

Porém está cada vez mais difícil empurrar goela abaixo da Senzala a cantilena da gastança e dos marajás para impedir que qualquer governo governe. Restará, então, o culto ao medo da inflação como variável disponível para que os inimigos do Brasil e dos brasileiros continuem a defender o rentismo e a farra cambial. E não é uma ferramenta desprezível quando há itens, como os alimentos, cujos preços podem ser manipulados pelos oligopólios da distribuição.

Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos

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Mais comentários sobre a Tapioca

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Para ficar claro a respeito do artigo a Farra da Tapioca, é claro que a corrupção deve ser punida. Uma discussão de corrupção de R$ 8,30  (ou seja, 0,000000001% do orçamento do governo) ter tanto destaque significa que  ou o Estado brasileiro é muito mais honesto do que dizem ou esse moralismo deve estar servindo para encobrir fatos obscuros muito maiores. Na minha opinião, o que ocorre é os dois. A corrupção existe, mas não é tão generalizada quanto dizem as pessoas que querem desmantelar o Estado. Parece-me que esse moralismo estridente serve para encobrir a corrupção dos grandes lobbys junto à mídia. Porque ninguém investiga o Proer da mídia, que foi um financiamento que não havia qualquer justificativa? Porque não se investiga a relação entre os banqueiros e os políticos? O prejuízo com os juros altos é 20.000.000.000 vezes maior do que o preço da tal tapioca. Mas, podem dizer, não há indício de corrupção na manutenção dessa taxa de juros, a despeito de não haver qualquer justificativa técnica para ela. Não é estranho que os ministros e diretores do banco central que propiciaram esses lucros fabulosos estão ganhando centenas de milhões no mercado financeiro ou como “consultores” (ou será prêmio por serviços já prestados?) de bancos? Não é estranho que um dos mais destacados políticos do PSDB, o Paulo Renato, mande um artigo, que se ouvido favorecerá os bancos privados, para a aprovação do presidente do maior banco privado nacional? É, realmente, é melhor cuidarmos de nossas tapiocas.

Leia: Farra da Tapioca

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A FARRA DA TAPIOCA

Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão 

Mais vale um artigo do Arnaldo Jabour do que mil palavras. Por isso, escrevi poucas palavras antes de colocar três artigos dele, para que ele fale por si próprio. Analisando os textos do Arnaldo Jabour, percebemos que a única coerência dele é a defesa de FHC e o ataque a seus adversários.

Fiz alguns comentários e depois coloquei 3 artigos do Jabour com mostram sua estranha “coerência”. Seguem abaixo:

A FARRA DA TAPIOCA

          Ontem no Jornal das 10 vi o FHC, quer dizer o Arnaldo Jabour, in-dig-na-do, como só ele é capaz, com o escândalo da Tapioca. O Ministro dos Esportes usou o deplorável cartão corporativo para gastar R$ 8,30 em uma tapioca. “Com o dinheiro seu, meu, nosso dinheiro e não tivemos direito a nenhum pedacinho da tapioca que na verdade é nossa.” Como diz Arnaldo Jabour, “com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos.” Imaginem os milhões de tapiocas que esses ladrões caipiras comeram!   Leia o resto do artigo »

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Inusitado: Luís NASSIF COMPRA BRIGA DIRETA COM REVISTA VEJA, de peito aberto !!

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Reproduzindo post publicado no blog Nas Retinas em 30 de janeiro de 2008

“O jornalista Luis Nassif começou hoje no seu blog uma série de matérias que escancaram o funcionamento da maior máquina de calúnias do jornalismo brasileiro: a revista Veja, ou, o verdadeiro Almanaque Abril.

Nassif conclama a todos os ativistas da internet a usarem em rede seu poder de informação para ajudar a dar visibilidade aos fatos por ele narrados.

A série de matérias que pode ser vista aqui (clique aqui) tira o pesado véu das relações econômicas da revista, entre seus editores e empresas privadas, e explica em um texto direto como o jornalismo da maior revista do país se deteriorou desde a década de 90.

O texto de Nassif é um verdadeiro documento, talvez como nunca tenha sido escrito para escancarar as relações que todos os veículos tem com o mercado privado. É a primeira vez que um jornalista enfrenta de frente, sem medo, um veículo de comunicação poderoso desta forma, usando os novos meios existentes.

Passem adiante, para suas listas de mails e blogs.”

Veja no próprio blog do Nassif (clique aqui)

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OS BASTIDORES DA OPERAÇÃO Oi-BrT: o Xadrez da Telefonia

Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Coluna Econômica BLOG DO NASSIF – 23/01/2008

O depoimento abaixo foi-me dado por um dos principais envolvidos na compra da Brasil Telecom pela Oi-Telemar. É a primeira vez que ele fala com imprensa, com a condição de “off”. Obviamente, o que diz expressa sua visão.

O presente não é mais a telefonia fixa, mas o celular, que se tornará cada vez mais o laptop ultra portátil, diz ele.

A Brasil Telecom era inviável a médio prazo porque as brigas societárias (com Daniel Dantas) fizeram com que ela entrasse muito tardiamente no mercado de celular e deixasse de fazer investimentos fundamentais. Tem um falso caixa, dinheiro líquido, mas porque não investiu na época em que deveria. A Oi-Telemar investiu US$ 4 bilhões em celular; a Brasil Telecom apenas US$ 500 milhões. Com esse atraso, ela acabará sendo comprado por um competidor mais forte.

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A Telemar tem 16 milhões de celulares e US$ 7 bilhões em caixa. Sua dívida corresponde a apenas 0,3% do EBITDA. Seu problema maior eram os conflitos de prioridades dos sócios: alguns queriam sair, outros queriam ficar. Tentou-se uma saída via mercado, mas foram impedidos por injunções de fundos externos, acionistas em preferenciais.

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A operação de compra da Brasil Telecom foi acelerada em função de dois fatos. O primeiro, o acirramento da disputa entre a Telefonia e a America Móvil. No ano passado, em sociedade com a Verizon Communications, Slim chegou a adquirir a parte da Pirelli na Telecom Italia. Uma rápida manobra do governo italiano frustrou a tomada de controle. Bancos italianos financiaram seguradoras italianas, que assumiram o controle com participação minoritária da Telefonia da Espanha. Leia o resto do artigo »

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Duas Caras para um só discurso

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Por Gabriel Priolli em 22/1/2008 do Observatório da Imprensa

O ex-presidente da Radiobrás Eugenio Bucci, arguto pensador da mídia, já observou que a telenovela revela mais do Brasil do que o telejornalismo. Enquanto este enfrenta uma enorme multiplicidade de fatos, está sujeito a toda sorte de pressões e utiliza técnicas de abordagem que privilegiam a frieza de análise, o distanciamento crítico e a isenção possível, aquela opera no registro oposto. Seleciona aspectos da vida social e trata deles de forma apaixonada, visceral, pelas ações e conflitos de um grupo de personagens. É dessa forma que o Brasil real emerge, com mais clareza, do microcosmo pulsante dos folhetins do que do caos entorpecente do noticiário. Leia o resto do artigo »

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TSE & ESCOLARIDADE DO ELEITOR

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Vénicio de Lima Observatório da Imprensa

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem divulgando, ao longo desse mês de janeiro, diferentes informações sobre os eleitores brasileiros consolidadas para dezembro de 2007. Na quarta feira (16/1), foi a vez da escolaridade do eleitor. Trata-se de dados de grande interesse público, sobretudo para políticos, partidos e outras entidades envolvidas no processo eleitoral no ano em que serão realizadas eleições municipais em todo o país.Como não poderia deixar de ser, houve repercussão imediata na grande mídia. O principal telejornal da televisão brasileira, o Jornal Nacional da Rede Globo, deu matéria com a chamada “Mais de 6% dos eleitores brasileiros são analfabetos”, seguida do texto: Leia o resto do artigo »

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