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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Propostas de Mudanças para o Banco Central':

O Banco Central mais conservador do mundo

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

Muitos países emergentes e “respeitáveis”, como Chile, Coréia do Sul, Tailândia, Hong Kong, estão com taxa de juros real negativa. Isso não significa leniência da política monetária desses países. Mas, simplesmente, reconhecimento dos Banco Centrais desses países que a economia do país não deve ser sacrificada por causa do forte aumento dos preços dos alimentos e combustíveis internacionalmente. Mas, no Brasil, o presidente do Banco Central gosta sempre de alegar que o imenso crescimento de 5% do PIB (nos últimos anos, a média de crescimento econômico dos países emergentes ficou quase 8% ao ano) é o responsável pela aceleração do crescimento. Segundo esse sábio, o Brasil não pode crescer a mais do que 5% ao ano. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Internacional, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 1 Comentário »

A confusão das idéias da ortodoxia

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Giuliano Contento de Oliveira*

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Um aumento da taxa de juros no momento atual, contudo, ao concorrer no sentido de desestimular as decisões de investimento dos empresários e as decisões de gasto das famílias, constituiria um mecanismo de sinalização capaz de precipitar a reversão do ciclo de negócios e impedir a continuidade do crescimento econômico ao ritmo condizente com as necessidades de emprego e renda da sociedade brasileira. O aumento da taxa de juros significaria um “balde de água fria” nas intenções de inversão dos empresários, que a despeito de investirem hoje a partir de informações presentes e passadas, contam com o “devir”, ou seja, com um crescimento da demanda agregada ainda a ser concretizado.

A taxa de juros não pode ser utilizada enquanto ponte entre os investimentos correntes e a ampliação efetiva da capacidade produtiva, ante seus efeitos depreciativos sobre as expectativas dos empresários em relação ao comportamento futuro da demanda agregada. Ao deprimir as decisões de gasto dos agentes, esta iniciativa opera no sentido contrário àquele que realmente deve ser buscado pelo governo, a saber: aumentar a capacidade de produção das empresas de sorte a acomodar o crescimento do consumo. Leia o resto do artigo »

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Posição externa do Brasil

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Adriano Benayon*

O Banco Central (BACEN) divulgou que as reservas do País em moedas estrangeiras superaram a dívida externa, tornando-o, assim, credor líquido. Esse triunfalismo carece de fundamento, como se tem mostrado.

Além de aduzir mais elementos à análise, demonstro neste artigo a impossibilidade de haver boas notícias para o País, enquanto ele estiver sob o modelo de concentração financeira e a atual política econômica.

Depois, o BACEN publicou estes dados: reservas internacionais, US$ 187,5 bilhões; haveres de bancos comerciais, US$ 12,9 bilhões, créditos brasileiros no exterior, US$ 2,8 bilhões. Diante dos US$ 196,2 bilhões da dívida externa, os ativos líquidos no exterior seriam US$ 7 bilhões. Como notaram Paulo B. Nogueira Jr. e outros, nesses números não estão incluídos os empréstimos intercompanhias (US$ 48,6 bilhões em janeiro), devidos às matrizes por subsidiárias de transnacionais. Com o objetivo de não pagar o imposto de renda, esses fundos são contabilizados como empréstimos, embora se trate de capital próprio.

O passivo externo bruto está em torno de US$ 700 bilhões de reais. Aí se inclui o estoque de investimentos diretos estrangeiros (IDE), bem como os investimentos estrangeiros em carteira e a dívida em mãos de estrangeiros registrada. Com a dedução dos ativos de brasileiros no exterior, o passivo externo líquido fica em cerca de US$ 400 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Copom Sombra

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Rogério Lessa – 07/03/2008

Alencar BurtiPresidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB).

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter mais uma vez inalterada a taxa SELIC pode ser entendida como cautela em face das incertezas do cenário externo, tendo em vista que os últimos indicadores de inflação já mostram recuo dos preços. Não se pode ignorar, contudo, que a taxa de juros no Brasil continua extremamente elevada, sendo no momento a maior do mundo em termos reais, o que não parece se justificar, tendo em vista os fundamentos da economia brasileira. Com a redução das taxas de juros no exterior, aumentou o diferencial em favor do ingresso de capitais estrangeiros de curto prazo, o que pressiona a taxa cambial e afeta negativamente muitos setores. Esperamos que o Banco Central retome o mais rapidamente possível o processo de redução dos juros, para incentivar os investimentos e o crescimento. Leia o resto do artigo »

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Brasil é lanterninha na média dos países emergentes

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agência Estado (13/03/2008).

O crescimento médio da economia brasileira nos últimos cinco anos do governo Lula, de 3,8%, coloca o Brasil em 35º lugar em um ranking com 39 países emergentes que tiveram o desempenho de sua economia medido. O ranking foi elaborado pela Austin Rating.

Nos últimos cinco anos, o crescimento médio do conjunto de países avaliados foi de 5,6% ao ano. No resultado final, foi constatado que o País supera apenas Guatemala, México, El Salvador e Haiti. A expansão neste período, porém, supera o crescimento médio verificado nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2,3%.

“A gente tem de considerar que o histórico brasileiro ainda é de baixo nível de investimento e elevada taxa de juros”, afirma o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. No topo da lista, aparecem a China (crescimento médio de 10,6%), Argentina (8,6%), Índia (8,5%), Venezuela (7,8%) e Ucrânia (7,6%). Enquanto a taxa de investimentos do Brasil em 2007 foi de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a chinesa tem estado perto dos 40% nos últimos anos.

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ATA DO COPOM REVELA POSSIBILIDADE DE ALTA DOS JUROS

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – A Ata do COPOM (Comitê de Política Monetária), responsável por fixar a taxa básica de juros da economia brasileira, revelou que a autoridade monetária considerou seriamente a hipótese de elevação da Selic, que hoje é 11,25%, na última reunião do Comitê.

A razão alegada seria um descompasso entre a oferta e a demanda agregada. Entretanto, sabemos que O Banco Central utiliza as altas taxas de juros para estimular o ingresso de fluxos de capitais, com o objetivo de apreciar a taxa de câmbio. O câmbio apreciado ajuda a colocar a inflação na meta, pois o passthrough (quanto a variação da taxa de câmbio afeta a taxa de inflação) é o principal mecanismo de contaminação da inflação brasileira.

Portanto, caímos numa armadilha que resulta em taxas de juros e de câmbio fora do lugar. Como conseqüência, crescemos menos do que podemos, criamos sérios empecilhos à competitividade externa e colocamos em risco a estabilidade financeira.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Disfarçando o fiasco

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 05/03/2008

Por Nelson Brasil de Oliveira*

O saldo da balança comercial brasileira tem sido decrescente, mês a mês, desde o segundo semestre de 2007, o que preocupa o governo e a sociedade. Defensores da atual política macroeconômica rapidamente se mobilizaram e alegaram, para justificar o mau resultado, que as importações crescem principalmente em matérias-primas e em máquinas destinadas a modernizar indústrias exportadoras. Tal interpretação veicula a promessa de que, num futuro próximo, a atual tendência se inverterá. Mas não é isso o que se apresenta no nosso horizonte. Como sempre acontece quando o poder quer escamotear suas falhas, os dados estatísticos são manipulados para nos apresentar um cenário falsamente promissor. Leia o resto do artigo »

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Campeões de juros, lanternas em competitividade

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Real forte, indústria fraca

Enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitia no início da semana preocupação com o “derretimento” do dólar, o presidente Lula declarava, ter autorizado a equipe econômica a tomar medidas contra a deterioração das contas externas.

O economista Miguel Bruno, do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) pondera, porém, que, em vez de decisões em nível microeconômico, o governo poderia simplesmente baixar os juros. E, se necessário, impor algum controle sobre o fluxo de capitais, ainda que temporário. “Voltamos ao topo das taxas do juros do mundo. Juros altos inflam as reservas e contribuem para a queda do dólar. Claro que isso tem impacto na balança comercial. Outra medida, além de baixar os juros, seria restringir a liberalização financeira. Estamos pagando o preço pela desregulação. O detentor do capital vem atrás da lucratividade e da possibilidade de saída a qualquer momento. Então, dirá que não aceita controle.”

“Como bem destacou Keynes, nem tudo que é benéfico em nível microeconômico será bom no plano macro e quanto ao desenvolvimento. Daí a necessidade de atuação do Estado“. Bruno acrescenta que, embora o dólar possa se ajustar no médio prazo, isso pode demorar: “Até lá, quanto da economia será afetado de maneira irreversível?”

Reprimarização financeirizada

O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, me disse hoje que o crescimento do PIB acima de 5% em 2007 teve como destaque o desempenho do setor agroexportador e que isto reforça a especialização produtiva em atividades primárias. “Se olharmos o crescimento de forma desagregada, veremos que o setor primário foi o que mais cresceu. Arroz café e milho tiveram variação negativa, enquanto culturas de exportação foram as de melhor desempenho. O crescimento do setor financeiro também indica que o processo de financeirização da economia continua”, avalia.

Pochmann, no entanto, lembra que, do ponto de vista da demanda, foi o investimento quem mais se expandiu. “Já são 41 meses que o investimento cresce o dobro do PIB, enquanto o PIB per capta se expandiu 4%, algo comparável ao período do ‘milagre econômico’, na década de 70.”

Para o presidente do Ipea, isso garante a continuidade da expansão, ao menos este ano. “Daí em diante, vamos continuar dependendo da posição do Banco Central e da situação internacional”, ressaltou, acrescentando que, em termos reais, a taxa de juros caiu muito pouco no país, que voltou ao topo da lista das mais altas do mundo.

 

Microexportadoras em queda livre

O Sebrae informou que, entre 2005 e 2006, o número de pequenas e micro empresas exportadoras caiu 4,4%, em 2006, sobre o ano anterior, de 13.538 para 12.998. Na outra ponta, o vice-presidente da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, me disse que, somente em janeiro deste ano, foram criadas 1.935 empresas importadoras, contra 4.339 abertas durante todo o ano de 2007.

“Com esse câmbio, a pequena empresa exportadora é a primeira a sentir. E o número de importadoras poderia ser maior, mas nem todas as pretendentes conseguem autorização oficial para importar“, comentou, identificando uma “volúpia importadora” fomentada pela política cambial. “Na média, as importações já estão crescendo acima de 50%.”

A AEB, segundo seu vice-presidente, ainda mantém a projeção de saldo comercial na faixa dos US$ 30 bilhões, mas desde que os preços das commodities se mantenham elevados. Para 2009, aumentam as incertezas, de acordo com Castro, que não acredita em mudança na política cambial.

Juro inviabiliza política industrial

“A desvalorização do dólar é resultado da maior taxa de juros real do planeta aliada à liberdade de movimentação do capital. Sem mexer nisso, não há como fazer política industrial.” A crítica é da economista Sandra Quintela, do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs) ao comentar a promessa do governo de lançar uma nova política industrial, em breve:
“Manter esse modelo torna inviável estimular o investimento produtivo, mesmo da parte das multinacionais que operam no país, sem transferência de tecnologia”, pondera.
“É importante voltar a taxar o capital especulativo. Permitir que os exportadores mantenham seus ganhos em dólares mais tempo no exterior não deve dar certo, pois nenhum exportador vai deixar de aproveitar o ganho simultâneo com juros absurdos e com a desvalorização do dólar.”
Sobre a possibilidade de o governo adotar alguma dessas medidas, como se comenta em Brasília, ela avalia que tudo dependerá do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles: “Ele é o dono da chave do cofre. Como é ligado ao sistema financeiro, é pouco provável que aceite taxar o capital especulativo”, resumiu.

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