Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
(Publicado no Jornal do Brasil de 02/08/09)
Paulo Metri, conselheiro da Federação Brasileira das Associações de Engenheiros
Os prepostos das petroleiras estrangeiras repetem na mídia que, com o advento do pré-sal, a lei 9.478 não precisa ser mudada, bastando a alíquota da participação especial, cuja definição pode ocorrer por decreto do Executivo, ser aumentada. Esta lei tem satisfeito plenamente as petroleiras estrangeiras, pois elas recebem o petróleo que aqui produzem, o mandam para onde querem, compram plataformas, outros bens e serviços onde acham melhor, pagam pouquíssimos tributos ao Brasil, contratam desenvolvimentos tecnológicos nos seus países de origem e empregam alguns poucos trabalhadores no Brasil. Mas, estes prepostos não avisam que os usos da arrecadação estão na lei e, sem sua mudança, a destinação social que o Presidente Lula e a sociedade querem dar ao acréscimo de arrecadação não pode ser realizada.
O Ministro Lobão diz que não se pode entregar o pré-sal para a Petrobrás porque esta empresa, hoje, tem 60% de suas ações em mãos privadas. O cidadão comum imagina que, se a entrega ocorresse, 60% do petróleo do pré-sal passariam para os entes privados, o que não é verdade. As empresas entregam para seus acionistas dividendos, que, no caso da Petrobrás, correspondem a 25% do lucro, depois do pagamento de tributos e após a retirada das reservas. Os tributos são da ordem de 40% do lucro e as reservas variam de ano para ano, mas, são no mínimo 10% do mesmo. Assim, se as contas forem feitas, a parcela de dividendos que vai para os acionistas privados corresponde a somente 8% do valor do lucro antes do pagamento de tributos e da retirada das reservas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Revista Forum
Por Dennis de Oliveira
No domingo, dia 19 de julho, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma boa reportagem sobre a dif
erença do preço da energia elétrica que favorece as regiões mais ricas e prejudica as mais pobres. Resultado: quem ganha menos paga mais e quem ganha mais paga menos. Mais ainda: as localidades mais carentes que necessitariam de mais investimentos pouco atraem as empresas operadoras de energia elétrica.
A explicação dos economistas e mesmo de representantes de empresas é clara: é mais caro para uma empresa a operação de distribuir energia elétrica em locais com menor consumo (portanto, lugares mais carentes) do que aqueles em que há um maior adensamento e potencial de aumento de consumo. Daí que regiões metropolitanas ricas, como a de São Paulo, contam com uma tarifa proporcionalmente menor que do Maranhão, por exemplo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Conversa Afiada
Por Paulo Henrique Amorim
Saiu no Globo, na primeira página deste sábado:
“Governo errou total de mortos por gripe suína. O Ministério da Saúde reconheceu ter errado ao anunciar anteontem que o numero de mortos por gripe suína já chegara a 34. Cinco casos foram incluídos indevidamente na lista. Ontem, com a confirmação de mais quatro vitimas em São Paulo, o total de óbitos no Brasil chegou a 33.”
Este é o sexto título da primeira página do Globo contra o Governo Lula, neste sábado.
e todos os jornais impressos – em vias de extinção – do PiG (*), o Globo é o mais desatinado.A “notícia” sobre os números da gripe suína chega a ser ridícula.O Globo e a Globo joga todas as fichas na crise com que pretende derrubar o Presidente Lula.
Qual crise ?
Qualquer crise.
A do Sarney. (**)
A da Petrobrás.
A gripe suína.
Qualquer uma serve.
Desde que o Presidente Lula caia.
Ou não faça o sucessor.
Falta pouco para a eleição e o Globo, o PiG (*) e a elite branca (e separatista no caso de São Paulo) não têm candidato a Presidente da Republica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Por Paulo Metri
Quando um artigo sobre assunto relevante diz frases não-precisas, sou compelido a escrever para o veículo de mídia que o publicou. O artigo “A verdadeira história do pré-sal” foi publicado no Estadão do dia 08/06/09, cheio de imprecisões, no meu entender. Neste caso, se eu as contar para o editor, não as verei publicadas, talvez porque ele não concorda com minha posição ou, simplesmente, ele não quer usar o jornal para divulgar outro pensamento.
Tampouco tenho a mínima esperança de convencer este editor. Tenho o desejo, sim, de contar como estão buscando truncar a verdade para conquistarem os desavisados, e tento avisar estes últimos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
O Brasil e o petróleo do pré-sal
A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP) acaba de realizar em Brasília (27/5), no Congresso Nacional, um seminário sobre a importância para o Brasil das megajazidas de petróleo recém-descobertas na camada de pré-sal da plataforma continental. Discutiu também a urgente necessidade de mudar a lei de petróleo em vigor para que essa riqueza – que pela Constituição pertence aos brasileiros – seja usufruída pelo povo brasileiro e usada no desenvolvimento sustentável do Brasil.
O motivo deste email é a necessidade de multiplicarmos por todo o país essa discussão que não interessa as petrolíferas internacionais. Elas vieram para cá no final da década de 90 depois que Fernando Henrique Cardoso sancionou a lei 9.748/97, que quebrou o monopólio instituído em 1953 por Getúlio Vargas, vulnerabilizando a Petrobrás; criou a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e autorizou a mesma ANP a promover, como ela vem fazendo, leilões entreguistas de “blocos exploratórios”.
Hoje a Shell já produz e exporta – pagando tributo vil – o petróleo de Campos.
Os nacionalistas precisam se mobilizar como aconteceu na campanha “O Petróleo é Nosso” que criou a Petrobrás, porque os interesses envolvidos são imensos e mais do que nunca é necessário que os cidadãos de bem sejam esclarecidos sobre os reais interesses do Brasil na questão – papel que a grande mídia não faz.
Daí a idéia de multiplicarmos por estados e municípios o debate sobre esses assuntos promovendo seminários voltados para a questão do petróleo e do marco regulatório. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Paulo Metri*
Neste momento, existe muita discussão sobre o que fazer com os blocos não licitados do pré-sal, travada em jornais, televisões, rádios, mídia alternativa, seminários, reuniões etc. Uma corrente advoga que eles devem ser entregues, sem licitação, para a Petrobrás. Outra, para uma nova empresa a ser criada, com todo capital pertencente à União, que será chamada, aqui, de Petrosal.
A corrente das petroleiras estrangeiras busca convencer que nada deve ser modificado na lei 9.478, principalmente, a entrega do petróleo a quem o produz, que significa a entrega do lucro extraordinário gerado por ele e da arma geopolítica que ele representa. Assim, os blocos do pré-sal devem ser leiloados, segundo propalam as empresas estrangeiras, usando o mesmo “modelo de sucesso”. Em compensação, elas acham que deve ser editado um decreto do Executivo aumentando a alíquota da participação especial para o pré-sal, significando reconhecerem a baixa taxação sobre a produção de petróleo, existente, hoje, no Brasil. Esta proposta não pode ser levada a sério, por várias razões, mas tem uma que elimina qualquer boa vontade de analisá-la. Se ela for aprovada, o presidente Lula e toda a sociedade podem esquecer a intenção de remeter recursos para a educação, a saúde, o combate à pobreza etc, à medida que os “usos” da arrecadação do petróleo são definidos na lei 9.478, que não contém os novos destinos, e, segundo foi apregoado, a lei não pode ser modificada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por José Carlos Moutinho
O jornal ‘O Globo’ está retomando o seu ‘cacoete neoliberal’ ao reeditar uma verdadeira campanha contra a Petrobrás, empresa que orgulha os brasileiros, responsável por bilionários investimentos no país e descobridora do pré-sal, que poderá ser a redenção do Brasil. Mas o ‘O Globo’, entre outros jornais que se impressionam muito com as teses estrangeiras, resolveu tentar, no dia 07/05, em seu editorial ‘Cacoete estatista’, manchar a imagem daquela que hoje é considerada a quarta empresa mais respeitada do mundo, segundo a pesquisa divulgada pelo Reputation Institute (RI), empresa privada de assessoria e pesquisa, com sede em Nova Iorque. O ranking relaciona 200 grandes empresas do mundo e é realizado anualmente desde 2006.
O presidente da AEPET, Fernando Leite Siqueira, comentou o estardalhaço que o ‘O Globo’ e a imprensa vêm fazendo em relação a diversos eventos envolvendo a Petrobrás. Siqueira disse que a Petrobrás, ao recorrer, por exemplo, à Caixa Econômica Federal para adquirir financiamento para projetos no setor do petróleo, fez o que toda empresa de grande porte faz para manter capital de giro em determinados momentos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Paulo Henrique Amorim
Os tucanos quer em desmoralizar e desestabilizar a maior empresa brasileira para servir a seus patrões: os privatizadores. Fernando Henrique abriu a exploração aos grupos estrangeiros na esperança de destruir a Petrobrás e vendê-la.
Fernando Henrique era a favor da privatização da Petrobrás. Ele e aquele que ele chama de “brilhante”, Daniel Dantas.
Daniel Dantas recebeu de Antonio Carlos Magalhães a incumbência de estudar a privatização da Petrobrás como forma de o PFL contribuir com o governo que se iniciava, o de Fernando Henrique Cardoso.
Como primeiro passo do marketing de privatização da Petrobrás, os cérebros que cercavam Fernando Henrique iam mudar o nome da empresa para “Petrobrax”, marca evidentemente mais globalizada… O sufixo “brás” provocava comichão em Fernando Henrique, que, em entrevista à Revista Piauí, qualificou a solenidade do 7 de Setembro de “uma palhaçada” (ele deve comemorar o 4, o 9 ou o 14 de Julho, em silêncio). Leia o resto do artigo »
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