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Blog do Desemprego Zero

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Brasil é lanterninha na média dos países emergentes

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agência Estado (13/03/2008).

O crescimento médio da economia brasileira nos últimos cinco anos do governo Lula, de 3,8%, coloca o Brasil em 35º lugar em um ranking com 39 países emergentes que tiveram o desempenho de sua economia medido. O ranking foi elaborado pela Austin Rating.

Nos últimos cinco anos, o crescimento médio do conjunto de países avaliados foi de 5,6% ao ano. No resultado final, foi constatado que o País supera apenas Guatemala, México, El Salvador e Haiti. A expansão neste período, porém, supera o crescimento médio verificado nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2,3%.

“A gente tem de considerar que o histórico brasileiro ainda é de baixo nível de investimento e elevada taxa de juros”, afirma o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. No topo da lista, aparecem a China (crescimento médio de 10,6%), Argentina (8,6%), Índia (8,5%), Venezuela (7,8%) e Ucrânia (7,6%). Enquanto a taxa de investimentos do Brasil em 2007 foi de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a chinesa tem estado perto dos 40% nos últimos anos.

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ATA DO COPOM REVELA POSSIBILIDADE DE ALTA DOS JUROS

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – A Ata do COPOM (Comitê de Política Monetária), responsável por fixar a taxa básica de juros da economia brasileira, revelou que a autoridade monetária considerou seriamente a hipótese de elevação da Selic, que hoje é 11,25%, na última reunião do Comitê.

A razão alegada seria um descompasso entre a oferta e a demanda agregada. Entretanto, sabemos que O Banco Central utiliza as altas taxas de juros para estimular o ingresso de fluxos de capitais, com o objetivo de apreciar a taxa de câmbio. O câmbio apreciado ajuda a colocar a inflação na meta, pois o passthrough (quanto a variação da taxa de câmbio afeta a taxa de inflação) é o principal mecanismo de contaminação da inflação brasileira.

Portanto, caímos numa armadilha que resulta em taxas de juros e de câmbio fora do lugar. Como conseqüência, crescemos menos do que podemos, criamos sérios empecilhos à competitividade externa e colocamos em risco a estabilidade financeira.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Colômbia: Israel sul-americano (Equador x Colômbia x Venezuela)

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

*Beto Almeida

Muitas conclusões podem ser extraídas a partir da violação da soberania nacional do Equador pelo Exército da Colômbia, interrompendo de modo sangrento os entendimentos com as Farcs para a liberação de outros detidos, entre eles a ex-candidata presidencial Ingrid Bettancourt. Como se trata de uma cidadã franco-colombiana e há especial interesse do governo da França em sua libertação, a ação cirúrgica militar colombiana ? que matou 17 guerrilheiros das Farc, entre eles o Comandante Raul Reyes, conhecido por
sua característica de exímio negociador político ? também deve ser entendida como um alerta ao governo de Sarkosy para que não se meta em negociações que contrariem a linha estadunidense de militarização da região amazônica. Leia o resto do artigo »

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Guerrilheiro que matou Iván Ríos causa polêmica ao exigir recompensa

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Segunda 10 marco, 2008

BOGOTÁ (AFP) – O pagamento de uma recompensa ao guerrilheiro que matou Iván Ríos, um dos sete membros da cúpula das Farc, gerou polêmica na Colômbia entre aqueles que consideram eficaz dar dinheiro a rebeldes que traiam seus chefes e quem acredita que o Estado não deve pagar por nenhum tipo de crime.

O guerrilheiro, que se apresentou como Pablo Montoya – até agora havia sido identificado apenas como ‘Rojas’ -, disse esperar que o governo cumpra a promessa e pague a recompensa oferecida pela cabeça de Ríos,que gerou o conflito Equador Colômbia Venezuela. Leia o resto do artigo »

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Disfarçando o fiasco

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 05/03/2008

Por Nelson Brasil de Oliveira*

O saldo da balança comercial brasileira tem sido decrescente, mês a mês, desde o segundo semestre de 2007, o que preocupa o governo e a sociedade. Defensores da atual política macroeconômica rapidamente se mobilizaram e alegaram, para justificar o mau resultado, que as importações crescem principalmente em matérias-primas e em máquinas destinadas a modernizar indústrias exportadoras. Tal interpretação veicula a promessa de que, num futuro próximo, a atual tendência se inverterá. Mas não é isso o que se apresenta no nosso horizonte. Como sempre acontece quando o poder quer escamotear suas falhas, os dados estatísticos são manipulados para nos apresentar um cenário falsamente promissor. Leia o resto do artigo »

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Campeões de juros, lanternas em competitividade

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Real forte, indústria fraca

Enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitia no início da semana preocupação com o “derretimento” do dólar, o presidente Lula declarava, ter autorizado a equipe econômica a tomar medidas contra a deterioração das contas externas.

O economista Miguel Bruno, do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) pondera, porém, que, em vez de decisões em nível microeconômico, o governo poderia simplesmente baixar os juros. E, se necessário, impor algum controle sobre o fluxo de capitais, ainda que temporário. “Voltamos ao topo das taxas do juros do mundo. Juros altos inflam as reservas e contribuem para a queda do dólar. Claro que isso tem impacto na balança comercial. Outra medida, além de baixar os juros, seria restringir a liberalização financeira. Estamos pagando o preço pela desregulação. O detentor do capital vem atrás da lucratividade e da possibilidade de saída a qualquer momento. Então, dirá que não aceita controle.”

“Como bem destacou Keynes, nem tudo que é benéfico em nível microeconômico será bom no plano macro e quanto ao desenvolvimento. Daí a necessidade de atuação do Estado“. Bruno acrescenta que, embora o dólar possa se ajustar no médio prazo, isso pode demorar: “Até lá, quanto da economia será afetado de maneira irreversível?”

Reprimarização financeirizada

O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, me disse hoje que o crescimento do PIB acima de 5% em 2007 teve como destaque o desempenho do setor agroexportador e que isto reforça a especialização produtiva em atividades primárias. “Se olharmos o crescimento de forma desagregada, veremos que o setor primário foi o que mais cresceu. Arroz café e milho tiveram variação negativa, enquanto culturas de exportação foram as de melhor desempenho. O crescimento do setor financeiro também indica que o processo de financeirização da economia continua”, avalia.

Pochmann, no entanto, lembra que, do ponto de vista da demanda, foi o investimento quem mais se expandiu. “Já são 41 meses que o investimento cresce o dobro do PIB, enquanto o PIB per capta se expandiu 4%, algo comparável ao período do ‘milagre econômico’, na década de 70.”

Para o presidente do Ipea, isso garante a continuidade da expansão, ao menos este ano. “Daí em diante, vamos continuar dependendo da posição do Banco Central e da situação internacional”, ressaltou, acrescentando que, em termos reais, a taxa de juros caiu muito pouco no país, que voltou ao topo da lista das mais altas do mundo.

 

Microexportadoras em queda livre

O Sebrae informou que, entre 2005 e 2006, o número de pequenas e micro empresas exportadoras caiu 4,4%, em 2006, sobre o ano anterior, de 13.538 para 12.998. Na outra ponta, o vice-presidente da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, me disse que, somente em janeiro deste ano, foram criadas 1.935 empresas importadoras, contra 4.339 abertas durante todo o ano de 2007.

“Com esse câmbio, a pequena empresa exportadora é a primeira a sentir. E o número de importadoras poderia ser maior, mas nem todas as pretendentes conseguem autorização oficial para importar“, comentou, identificando uma “volúpia importadora” fomentada pela política cambial. “Na média, as importações já estão crescendo acima de 50%.”

A AEB, segundo seu vice-presidente, ainda mantém a projeção de saldo comercial na faixa dos US$ 30 bilhões, mas desde que os preços das commodities se mantenham elevados. Para 2009, aumentam as incertezas, de acordo com Castro, que não acredita em mudança na política cambial.

Juro inviabiliza política industrial

“A desvalorização do dólar é resultado da maior taxa de juros real do planeta aliada à liberdade de movimentação do capital. Sem mexer nisso, não há como fazer política industrial.” A crítica é da economista Sandra Quintela, do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs) ao comentar a promessa do governo de lançar uma nova política industrial, em breve:
“Manter esse modelo torna inviável estimular o investimento produtivo, mesmo da parte das multinacionais que operam no país, sem transferência de tecnologia”, pondera.
“É importante voltar a taxar o capital especulativo. Permitir que os exportadores mantenham seus ganhos em dólares mais tempo no exterior não deve dar certo, pois nenhum exportador vai deixar de aproveitar o ganho simultâneo com juros absurdos e com a desvalorização do dólar.”
Sobre a possibilidade de o governo adotar alguma dessas medidas, como se comenta em Brasília, ela avalia que tudo dependerá do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles: “Ele é o dono da chave do cofre. Como é ligado ao sistema financeiro, é pouco provável que aceite taxar o capital especulativo”, resumiu.

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IMPRESSIONANTE!! Janeiro com déficit em conta corrente recorde da história do Brasil. O Banco Central está realmente se esforçando para nos levar para o BURACO

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

*Bruno Galvão

Os preços dos principais bens exportados pelo Brasil, como soja, minério de ferro, estão no maior nível. Mas, isso não foi suficiente para impedir que em Janeiro de 2008 tenha sido registrado o maior déficit em conta corrente para o primeiro mês do ano. Isso se deve a um déficit recorde na balança de serviços (US$ 1,3 bilhões) e na balança de rendas (US$ 4,3 bilhões). Imaginem quando o Brasil começa a ter déficit comercial.

Gráfico – Déficit em conta corrente no primeiro mês do ano

Fonte: Banco Central do Brasil

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Clique no gráfico par aumentá-lo

Para quem não sabe o Brasil quebrou em 1999, por causa do elevado déficit em conta corrente. O Brasil não pode contar com a oposição e a imprensa, que continuam a blindar o Meirelles e centrar fogo em políticas “assistencialistas”. Leia o resto do artigo »

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A VALORIZAÇÃO DO REAL, O FIM DA COBERTURA CAMBIAL E A INSISTÊNCIA NO NEOLIBERALISMO

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Após alguma reflexão, concluí que, em matéria de política cambial, o governo Lula escreve errado por linhas tortas. Como observamos ao longo dos últimos anos, a nossa moeda se apreciou muito mais do que a maior parte das moedas relevantes do planeta em relação ao dólar.

Tal fato é resultante, por um lado, da melhora nos “fundamentos” da economia, isto é, no saldo de transações correntes e da conta capital e financeira e no significativo acúmulo de reservas pelo Banco Central do Brasil. Mas por outro lado, a apreciação do Real tem um componente especulativo. A melhora nos chamados “fundamentos” ocasionou a queda do risco-país, que não foi acompanhado por uma política de redução de taxa de juros, pois a autoridade monetária, que sofre de surtos obsessivos inflacionários, preferiu utilizar a expressiva apreciação cambial para controlar a inflação.

O aumento sem precedentes deste diferencial entre os juros internos e externos estimulou sobremaneira o ingresso de capitais para realização de operações de arbitragem e especulação no mercado de derivativos de câmbio. Este componente especulativo apreciou nossa taxa de câmbio, aumentou sua volatilidade e pode ter efeitos nefastos sobre a competitividade das exportações e sobre a estabilidade financeira, num momento de reverso do ciclo.

Portanto, a autoridade monetária, ao invés de se utilizar da intervenção no mercado de câmbio para conter tal apreciação, prefere adotar medidas que aprofundam a liberalização financeira e instabilizam ainda mais a taxa de câmbio. Ao acabar com a cobertura cambial, que significa a necessidade de internalização dos recursos oriundos da exportação, o governo diminui a pressão sobre o dólar, mas ao fazer isso, transforma um fluxo comercial, potencialmente mais estável e previsível, num fluxo financeiro, segundo o qual o comportamento dos agentes (exportadores) passa a se balizar por variáveis como diferencial de juros e expectativa da taxa de câmbio futura. Por fim, tal medida apenas implica em maiores danos à estabilidade da taxa de câmbio, com as más conseqüências já apontadas.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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