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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Debates Nacionais':

Agência Carta Maior promove debate sobre a mídia

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2008

“A substituição da exposição dos fatos pela ideologização do noticiário pela chamada grande mídia tem provocado crescente estranhamento entre a clientela desse tipo de imprensa e ampliado os espaços para os que praticam um jornalismo capaz de expor visões mais diversificadas dos complexos acontecimentos nacionais e internacionais.” A análise é do jornalista Sergio Souto, da coluna Fatos & Comentários, do Monitor Mercantil, que no último final de semana participou de encontro, em São Paulo, organizado pela Agência Carta Maior, com cerca de 50 pessoas da área de comunicação, incluindo jornalistas, professores universitários, representantes de veículos de informação independentes e militantes do movimento pela democratização das comunicações.

Como desdobramento da reunião, foi criado um Conselho Executivo, a redação de um manifesto a ser apresentado à sociedade e sugerida nova reunião, a ser realizada na Escola de Comunicação da UFRJ.

 Sérgio Souto conta que o ex-assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o professor USP Bernardo Kucinski, criticou a cobertura da mídia sobre os gastos com cartões corporativos. Citando dados do Portal da Transparência, ele sustenta que esse tipo de gasto alcança menos de “um décimo de milésimo da quantia gasta pelo governo”. E aproveita para criticar a imprensa por ignorar a verdadeira gastança com o dinheiro público:

“Enquanto isso, os juros e a rolagem da dívida pública consumiram, em 2007, quase 60% do total. O verdadeiro escândalo revelado pelo portal é o modelo econômico do governo, que gasta em juros mais da metade de tudo o que arrecada. Mas isso a grande mídia faz questão de não ver”, disse o professor ao colunista.

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O pré-sal e o enigmático futuro brasileiro

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), em 12/03/2008

Por Carlos Lessa*

Toda profissão tem cacoetes lingüísticos. O geólogo brasileiro denomina os campos submarinos de petróleo existentes abaixo de um enorme e espesso lençol de sal de pré-sal. O geólogo ordena o mundo de baixo para cima. O sal dificulta e encarece a extração, porém preserva um óleo leve e de ótima qualidade.

Fortes evidências levam a crer que há 130 milhões de anos começou o desquite entre África e América do Sul. No meio, surgiu um lago que, crescendo, dá origem ao Atlântico Sul. O material orgânico foi sepultado debaixo do sal; posteriormente, outros elementos se depositaram. A combinação de temperatura e pressão converteu a matéria orgânica em petróleo. Movimentos tectônicos deslocaram o sal; parte do petróleo migrou para cima das “janelas” de sal. A Petrobras localizou campos submarinos nestas janelas: Namorado, Marlin, Roncador e toda uma peixaria permitiram a auto-suficiência deste combustível. O óleo dessas jazidas não é o melhor – é pesado – porém é nosso; está em nossa fronteira marítima, pertence à Petrobras, e o Brasil é líder em tecnologia e ambições em águas profundas.

A Petrobrás foi em frente. Perfurou ao longo do mar, desde Espírito Santo até a Bacia de Santos, em busca do pré-sal. Tudo leva a crer que existam campos no mar em uma área de até 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura. As estimativas oscilam entre 30 e 50 bilhões de barris no pré-sal – não é um delírio nacional, esta é a avaliação do Credit Suisse. Hoje temos 14 bilhões de barris provados. Com Tupi, Carioca, Júpiter e seus “compadres”, chegaríamos às reservas atuais da Rússia e da Venezuela. Leia o resto do artigo »

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Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2008

Enviado por Valéria Amorim

Segue abaixo convocatória de mais um importante seminário…

No próximo dia 15 de março, de 9h às 19h, na Associação Brasileira de Imprensa – ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio de Janeiro – RJ, próximo da Biblioteca Nacional), será realizado o Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros.

O objetivo do Seminário é socializar as informações sobre o crime que representa a entrega das riquezas naturais. E construir um Fórum Nacional Contra a Privatização do Petróleo e Gás, que conte com a participação das entidades que defendem a soberania.

Impedir a realização dos leilões das áreas promissoras de petróleo e gás é fundamental para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a participação de todos os brasileiros, grupos, movimentos sociais e entidades de classe que defendam a soberania.

Na parte da manhã, acontecerá um debate com a participação de representantes de entidades governamentais, que irão apresentar seus argumentos em relação aos leilões, e movimentos sociais, intelectuais e trabalhadores contrários a esse processo de privatização. Concluída a exposição inicial de cada debatedor, o público poderá fazer perguntas e considerações. João Pedro Stédile, membro da Coordenação Nacional do MST e da Via Campesina Brasil, e Fernando Siqueira, diretor da Associação de Engenheiros da Petrobrás – AEPET, já confirmaram presença.

A partir das 14h, será a Plenária de Trabalho que tratará especificamente da organização do Fórum Contra Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. Essa parte da tarde terá três sub-tópicos: 1) Definição do caráter do Fórum e sua organização; 2) Estabelecer as ações do movimento no campo das lutas, da comunicação (divulgação para sociedade e imprensa alternativa) e da formação de formadores, multiplicadores; 3) Construção do calendário de atuação do Fórum.

A organização da sociedade no sentido de deter esse ataque é imperativa, até porque é necessário construir coletivamente a forma de barrar a realização da 8ª Rodada de Leilão das áreas promissoras de Petróleo e Gás Brasileiros, que está sub judice, mas que a Agência Nacional de Petróleo insiste em realizar. Essa bandeira contra a privatização deve ser assumida por toda a sociedade brasileira. Temos que resgatar e gritar bem alto ainda hoje: “O petróleo é nosso!” Participe do seminário.

A Comissão organizadora da atividade é composta pelo Sindipetro-RJ, MST, Aepet, CUT,  Conlutas, FUP, FNP e Fist. As inscrições podem ser feitas, enviando uma mensagem para redacao@apn.org.br. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email, constando nome completo, e-mail, telefone, cidade em que mora, estado e entidade ou movimento do qual participa. As inscrições também podem ser feitas por telefone: (21) 3852-0148 ramal: 207. Mais informações: ww.apn.org.br.

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O Banco Central mais conservador do mundo

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

Muitos países emergentes e “respeitáveis”, como Chile, Coréia do Sul, Tailândia, Hong Kong, estão com taxa de juros real negativa. Isso não significa leniência da política monetária desses países. Mas, simplesmente, reconhecimento dos Banco Centrais desses países que a economia do país não deve ser sacrificada por causa do forte aumento dos preços dos alimentos e combustíveis internacionalmente. Mas, no Brasil, o presidente do Banco Central gosta sempre de alegar que o imenso crescimento de 5% do PIB (nos últimos anos, a média de crescimento econômico dos países emergentes ficou quase 8% ao ano) é o responsável pela aceleração do crescimento. Segundo esse sábio, o Brasil não pode crescer a mais do que 5% ao ano. Leia o resto do artigo »

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Notas do Debate sobre Transposição do Rio S. Francisco – Carlos Lessa X César Benjamin

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Valéria Amorim

Resumo do Debate sobre a Transposição das Águas do Rio São Francisco entre o profº Carlos Lessa e César Benjamim, realizado no dia 10/03/08 na ABI

Para aqueles que não puderam comparecer, segue, em anexo, resumo, feito a partir da transcrição de notas manuscritas, das principais idéias veiculadas no excelente debate promovido pelo Modecon na última segunda-feira, na ABI.

O inusitado foi assistir a troca de idéias desses dois grandes brasileiros, Carlos Lessa e César Benjamin, posicionados em lados adversários sobre a polêmica questão da transposição das águas do rio São Francisco. Leia o resto do artigo »

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A confusão das idéias da ortodoxia

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Giuliano Contento de Oliveira*

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Um aumento da taxa de juros no momento atual, contudo, ao concorrer no sentido de desestimular as decisões de investimento dos empresários e as decisões de gasto das famílias, constituiria um mecanismo de sinalização capaz de precipitar a reversão do ciclo de negócios e impedir a continuidade do crescimento econômico ao ritmo condizente com as necessidades de emprego e renda da sociedade brasileira. O aumento da taxa de juros significaria um “balde de água fria” nas intenções de inversão dos empresários, que a despeito de investirem hoje a partir de informações presentes e passadas, contam com o “devir”, ou seja, com um crescimento da demanda agregada ainda a ser concretizado.

A taxa de juros não pode ser utilizada enquanto ponte entre os investimentos correntes e a ampliação efetiva da capacidade produtiva, ante seus efeitos depreciativos sobre as expectativas dos empresários em relação ao comportamento futuro da demanda agregada. Ao deprimir as decisões de gasto dos agentes, esta iniciativa opera no sentido contrário àquele que realmente deve ser buscado pelo governo, a saber: aumentar a capacidade de produção das empresas de sorte a acomodar o crescimento do consumo. Leia o resto do artigo »

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Posição externa do Brasil

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Adriano Benayon*

O Banco Central (BACEN) divulgou que as reservas do País em moedas estrangeiras superaram a dívida externa, tornando-o, assim, credor líquido. Esse triunfalismo carece de fundamento, como se tem mostrado.

Além de aduzir mais elementos à análise, demonstro neste artigo a impossibilidade de haver boas notícias para o País, enquanto ele estiver sob o modelo de concentração financeira e a atual política econômica.

Depois, o BACEN publicou estes dados: reservas internacionais, US$ 187,5 bilhões; haveres de bancos comerciais, US$ 12,9 bilhões, créditos brasileiros no exterior, US$ 2,8 bilhões. Diante dos US$ 196,2 bilhões da dívida externa, os ativos líquidos no exterior seriam US$ 7 bilhões. Como notaram Paulo B. Nogueira Jr. e outros, nesses números não estão incluídos os empréstimos intercompanhias (US$ 48,6 bilhões em janeiro), devidos às matrizes por subsidiárias de transnacionais. Com o objetivo de não pagar o imposto de renda, esses fundos são contabilizados como empréstimos, embora se trate de capital próprio.

O passivo externo bruto está em torno de US$ 700 bilhões de reais. Aí se inclui o estoque de investimentos diretos estrangeiros (IDE), bem como os investimentos estrangeiros em carteira e a dívida em mãos de estrangeiros registrada. Com a dedução dos ativos de brasileiros no exterior, o passivo externo líquido fica em cerca de US$ 400 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Copom Sombra

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Rogério Lessa – 07/03/2008

Alencar BurtiPresidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB).

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter mais uma vez inalterada a taxa SELIC pode ser entendida como cautela em face das incertezas do cenário externo, tendo em vista que os últimos indicadores de inflação já mostram recuo dos preços. Não se pode ignorar, contudo, que a taxa de juros no Brasil continua extremamente elevada, sendo no momento a maior do mundo em termos reais, o que não parece se justificar, tendo em vista os fundamentos da economia brasileira. Com a redução das taxas de juros no exterior, aumentou o diferencial em favor do ingresso de capitais estrangeiros de curto prazo, o que pressiona a taxa cambial e afeta negativamente muitos setores. Esperamos que o Banco Central retome o mais rapidamente possível o processo de redução dos juros, para incentivar os investimentos e o crescimento. Leia o resto do artigo »

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