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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Debates Nacionais':

Investigação diz que Colômbia lançou 10 bombas de alta tecnologia no Equador

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: EFE/Uol, em 21/03/2008

No ataque colombiano ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador, em 1º de março, foram utilizadas dez bombas de alta tecnologia, segundo uma investigação da Força Aérea equatoriana, publicada hoje pelo jornal local “El Comercio”.

Em 6 de março, especialistas em armas da Força Aérea equatoriana iniciaram uma perícia sobre o bombardeio em Angostura, onde estava o acampamento das Farc e onde morreu o porta-voz internacional da organização, “Raúl Reyes”, e mais de 20 guerrilheiros.

De acordo com o relatório dos peritos, foram utilizadas 10 bombas GBU 12 Paveway II de 227 kg, que deixaram crateras de 2,40 metros de diâmetro por 1,80 metro de profundidade, publicou o jornal equatoriano.

O jornal ainda afirmou que, segundo as especificações do fabricante da bomba GBU 12, a Texas Instruments, o explosivo pode ser guiado por laser, GPS ou tecnologia intersensorial.

O relatório da FAE diz também que foram encontradas cápsulas de projéteis de calibre 0,50 no setor sul do acampamento, disparadas por metralhadoras de helicópteros que, segundo a Força Aérea equatoriana, fizeram a segurança dos soldados que realizaram a infiltração. Leia o resto do artigo »

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O Brasil e o cassino

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog do Nassif, em 21/03/2008

Por Roberto São Paulo

‘Brasil está sendo vítima de cassino internacional’

Heiner Flassbeck: economista-chefe da Unctad; Para o ex-secretário de Finanças da Alemanha, a valorização do real resulta da especulação com os juros altos no País

Jamil Chade, Genebra, no “Estadão” de hoje

O real está sendo vítima de “um verdadeiro cassino internacional.” O alerta é de Heiner Flassbeck, ex-secretário de Estado do Ministério das Finanças da Alemanha e atual economista-chefe da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad). Segundo ele, a valorização da moeda brasileira está sendo resultado não apenas dos bons fundamentos da economia do País, mas, principalmente, da entrada de capital externo em busca de ganhos com a taxa de juros. “Essa situação não é sustentável para as exportações brasileiras no médio prazo”, alertou Flassbeck. O problema, segundo ele, é que os investidores estão tomando dinheiro emprestado no Japão, a custo próximo de zero, e o levam para o Brasil para aproveitar a alta taxa de juros. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Estado.

Como o sr. vê a turbulência internacional atingindo o real?

O que vem ocorrendo é que investidores estão usando o mercado brasileiro e o real para ganhar milhões. Obviamente que o governo diz que a valorização do real é causada por uma situação econômica estável e, em parte, isso até pode ser verdade. Mas o problema é outro e nenhum governo gosta de admitir isso. A realidade é que há um verdadeiro cassino internacional acontecendo e o Brasil está sendo uma de suas vítimas. Leia o resto do artigo »

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Consenso da OEA para resolução da crise entre Equador e Colômbia

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

OEA rechaça incursão colombiana e exige pedido de desculpas ao Equador

Fonte: Agência Brasil

Os ministros de Relações Exteriores membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) – reunidos após o conflito estabelecido entre Equador e Colômbia – chegaram, na noite de segunda-feira (17), a uma resolução consensual que inclui o “rechaço” à incursão militar colombiana em território equatoriano no último dia 1º, além de um pedido de desculpas de Bogotá (capital da Colômbia) à Quito (capital do Equador). As informações são da agência Telam.
Os Estados Unidos – que haviam se manifestado a favor da ação militar promovida pelo presidente colombiano Álvaro Uribe – apenas apoiaram a decisão da OEA após o pedido expresso do governo da Colômbia.
O acordo reforça ainda o compromisso, por parte de todos os países membros, de combater “grupos irregulares ou organizações criminais”, incluindo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Após 15 horas de reunião na sede da OEA, em Washington, os participantes aprovaram a resolução por unanimidade e as principais partes envolvidas – Colômbia e Equador – afirmaram sair vitoriosas do encontro.
“É um êxito completo para a Colômbia”, avaliou o chanceler colombiano, Fernando Araújo. “É um triunfo para o Equador”, destacou a chanceler equatoriana, María Isabel Salvador.

OEA chega a consenso sobre crise entre Colômbia e Equador

Fonte: Folha online

A OEA (Organização dos Estados Americanos) conseguiu chegar a um consenso nesta terça-feira sobre a resolução com a qual pretende encerrar a crise entre Colômbia e Equador.

Os dois países entraram em crise no dia 1º de março, após a incursão colombiana no Equador em uma operação contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), na qual morreu o número dois da guerrilha, Raúl Reyes, além de outras 24 pessoas.

Os Estados Unidos apoiaram a resolução, mas informaram que não apóiam o artigo quarto, referente à rejeição da incursão colombiana, porque considera que a Colômbia tem o direito de atuar em legítima defesa.

Ao término da reunião, a chanceler do Equador, María Isabel Salvador, qualificou de “claro triunfo” o texto da resolução aprovado pelos ministros das Relações Exteriores da América, e afirmou que seu país “avaliará” o restabelecimento das relações diplomáticas com a Colômbia quando considerar oportuno.

A resolução rejeita a incursão das forças militares em território equatoriano, por considerar que constitui uma clara violação dos artigos 19 e 21 da Carta da OEA, e reitera o firme compromisso de todos os Estados-membros de combater as ameaças da segurança.
O documento “acolhe positivamente” a Declaração dos Presidentes do Grupo do Rio sobre a crise, e destaca sua contribuição à distensão da situação e à aproximação entre as partes, com base no princípio do direito internacional.
A resolução reitera a plena vigência dos princípios do direito internacional de respeito à soberania, abstenção do uso ou ameaça do uso da força e não ingerência nos assuntos de outros Estados, que consta no artigo 19 da Carta da OEA.
Além disso, o texto destaca a plena vigência do princípio de soberania territorial e rejeita a incursão de forças militares da Colômbia em território do Equador.
Os chanceleres “registraram” o pedido de desculpas da Colômbia e o compromisso de que o incidente “não se repetirá em qualquer circunstância”. Leia o resto do artigo »

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Ponto de ebulição

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog do Nassif, em 20/03/2008

Entenda o que está ocorrendo.

1. Há uma imensa massa de capital especulativo circulando no mundo. Através de recursos de alavancagem (endividamento), de derivativos (que permite apostar apenas no diferencial de cotação) e operações estruturadas, sua capacidade ampliou-se desmedidamente. A conseqüência foi uma redução das taxas de juros internacionais e um aumento exponencial dos preços dos ativos.

2. Quando o dólar começou a despencar, esse capital financeiro procurou portos seguros onde se abrigar. O real foi uma mamata, com a liberdade total de fluxo, taxas de juros altíssimas e ganhos em cima da apreciação da moeda. Outros portos seguros foram as commodities.

3. À medida que se ampliou a crise americana, com o “subprime”, o Federal Reserve aumentou fortemente a liquidez da economia para impedir a recessão. Mais dinheiro colocado à disposição dos investidores e menos oportunidades de investimento nos Estados Unidos, por conta da recessão.

4. Esse dinheiro saiu correndo para commodities provocando o fenômeno do “overshooting” (radicalização do movimento pendular). Mas sempre através da interligação de mercados e das chamadas operações estruturadas (misturando vários ativos visando minimizar o risco). Leia o resto do artigo »

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Conversa Afiada, Somos todos PHA – Paulo Henrique Amorim

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

O IG é uma empresa privada e tem direito de rescindir o contrato que quiser. Mas a forma grosseira com o que o fez, sem deixar na página nem um aviso aos internautas, sem permitir ao Amorim que transferisse, com tranquilidade, seus arquivos para o outro espaço, revela uma truculência que nos deixou, leitores e cidadãos, perplexos.

- por Miguel do Rosário, Blog Óleo do Diabo

Sabotaram o homem. Despejaram-no, sem aviso prévio, de seu endereço na web. Li por aí que apagaram seus arquivos antigos, o que me recuso a acreditar por enquanto, já que seria uma canalhice tão grande que deve constituir crime contra a propriedade intelectual.

A alegação de que o site do PHA não tinha visitação suficiente é ridícula. O Conversa Afiada era um dos sites mais conhecidos do país. Bem humorado, escrachado, franco, assertivo, original, foi um site que conseguiu conquistar um vasto segmento da opinião pública nacional. Através de sua linguagem direta e seu humor particularíssimo, Amorim agregava valor e graça aos grandes – e pequenos – debates políticos domésticos. Leia o resto do artigo »

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As rendas oclusas

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’Araujo*

É constrangedor buscar evidências dos nossos próprios erros nas experiências de outros países. Quem tiver curiosidade, pesquise na pagina do Departamento de Energia dos Estados Unidos* o valor das tarifas médias de energia elétrica dos seus 55 estados. Escolhendo dois exemplos, poderá verificar que elas podem ir desde os US$ 65,30/MWh do Oregon até os US$ 154,50/MWh de Massachussets, uma relação de 1: 2,36, mais do que o dobro.

A ANEEL não fornece a informação por estado, mas a nossa menor tarifa média é a da região Sul com R$ 224,56/MWh. A maior é a da região Centro-Oeste com R$ 284,71/MWh. A relação aqui é de 1:1,26 e, infelizmente, nossa tarifa está mais para Massachussets do que para o Oregon.

Afinal, que mistério é esse? Como uma indústria que produz um serviço homogêneo como a energia elétrica é capaz de fornecer energia com preços tão diferentes? Mantendo a curiosidade no exemplo americano, o leitor poderá dar uma olhada no mapa da reestruturação dos setores elétricos por estado** para descobrir que, ao contrário da enganosa opinião dominante, apenas 14 dos 55 estados implantaram as famosas “reformas” mercantis que tiveram início na década de 90. Nos nossos exemplos, o Oregon está classificado sob o nome “reestruturação suspensa” e o caro Massachussets foi totalmente reestruturado pelo “mercado”.

Não é preciso ser nenhum Sherlock Holmes para entender a “cena do crime”. O Oregon é o estado onde estão localizadas as grandes usinas hidroelétricas do Rio Columbia, como a Grand Coulee (6.495 MW) ou a John Day (2.480 MW). Os americanos privatizaram suas hidroelétricas? De jeito nenhum! Além de não venderem, elas pertencem ao “The United States Army Corps of Engineers” cujo escritório principal está no Pentágono. Principalmente, além de não transferirem a propriedade, não entraram no “canto da seria” da regulação natural via mercado, tão endeusada no nosso país. Chega a parecer ideológico, mas o fato é que, a maioria dos estados ainda prefere o velho conceito de serviço público, onde o preço é calculado pelo poder público como um adicional razoável ao capital investido descontada as amortizações. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Haverá outro APAGÃO?, Internacional, Roberto D'Araujo | 14 Comentários »

Em defesa dos Territórios da Cidadania

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

  Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Um belo artigo de Ladislau Dowbor, cientista político e professor de pós-graduação da PUC-SP. Retoma a discussão em torno da relação entre programas sociais e votos. Programas direcionados aos pobres são eleitoreiros? A resposta a esta questão não é sim ou não. Não há nada de errado nos pobres escolherem para votar aqueles políticos ou partidos que investem em programas em que são beneficiários. São pobres, não ignorantes. Da mesma forma que não é errado os ricos e parte expressiva da classe média votarem nos candidatos que direcionam políticas e recursos públicos que os beneficiem.

Na eleição de 2004, a classe média paulistana estava pé da vida com a prefeita Marta Suplicy, justamente porque suas políticas beneficiavam majoritariamente os mais pobres. A classe média paulistana sentia-se fora da partilha do bolo. A verdade é que qualquer política pública influencia a decisão do voto. A classe média urbana brasileira em grande parte dava apoio à ditadura militar porque era beneficiária de políticas públicas como financiamento habitacional generoso. Não era eleição, mas o resultado é o mesmo. Fica difícil questionar agora as políticas públicas voltadas à redução da pobreza e da desigualdade social. É o caso dos Territórios da Cidadania.

As políticas públicas voltadas para os mais ricos, além do voto dos seus beneficiários diretos, têm potencial de elevar o financiamento eleitoral para os políticos e partidos políticos que as produzem. É fato notório que o financiamento eleitoral beneficia políticos e partidos com maior quantidade de recursos. Não quer dizer que serão eleitos, mas dinheiro não atrapalha eleição. É a maneira que os ricos compram o apoio dos políticos e partidos que defendem seus interesses. Por que ninguém vem dizer que são políticas eleitoreiras. Veja o artigo abaixo:

Em defesa dos Territórios da Cidadania

Ladislau Dowbor*

Política que favorece os pobres sempre renderá votos, pois os pobres são pobres, mas não burros. E são muitos, efeito indiscutível de séculos de políticas elitistas. Ao tentar bloquear um programa que abre portas para um processo modernizador inclusivo, a oposição a Lula dá um tiro no pé.

Às vezes a gente precisa desabafar um pouco. Escutando entrevistas na CBN, ouvi um desabafo indignado (no sentido parlamentar da palavra), de um deputado dizendo-se escandalizado com o programa Territórios da Cidadania. Como é dinheiro para as regiões mais pobres do país, evidentemente trata-se de uma medida eleitoreira, de uma autêntica compra de votos, raciocina ele. Há quem queira declarar o programa inconstitucional. Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira, Política Social | 4 Comentários »

O livre pensar: sobre Conversa Afiada, Paulo Henrique Amorim e o IG

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

“Se se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dêem-lhe o poder.”

Abrahan Lincoln

Um criminoso, quando mata, estupra ou comete qualquer atrocidade, se se conseguisse extrair dele a verdadeira razão pela qual cometeu o crime ele diria que fez o que fez simplesmente porque podia fazer. É disso que se trata essa questão envolvendo o Paulo Henrique Amorim e o IG.

À esta altura, acho difícil alguém acreditar na justificativa que o IG (não) deu (diretamente) para defenestrar o jornalista. Trata-se de uma atitude fria, protocolar, profundamente desrespeitosa com a parte do público do portal que gostava do que PH fazia.

Quem tirou o Conversa Afiada do ar no IG, fez isso porque tinha poder de fazer. Não se importou com o precedente que é para uma nação os mais poderosos começarem a calar os mais fracos por esses métodos. Isso acontecia no regime militar com aqueles que incomodavam a ditadura – sem grande ousadia, porque os que incomodavam mais eram calados definitivamente.

Não sei se foi o Daniel Dantas, o Citibank, a Veja ou o José Serra que tirou PH do ar, mas sei a quem ele incomodava. Leia o resto do artigo »

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