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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Debates Nacionais':

Solução do semi-árido nordestino está na gestão da água. Mas para isso é necessário a Transposição do São Francisco?

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Este blog se propõe a ter o maior conjunto de artigos de debates sobre a transposição do São Francisco. Somos a favor, mas colocaremos todos os artigos que sugerirem, sejam eles contra ou a favor.

Nesse espírito, envio o artigo abaixo contrário à Transposição. Mais uma vez baseiam a argumentação pelo romantismo retrogrado que ver o sertanejo sempre com aquele terninho de couro caçando cabras e calangos no sertão.

Romantismo para os outros, porque esses defensores da “vida simples do sertão” adoram ter água encanada, luz elétrica, máquina de levar, geladeira, computador, automóvel, celular, dinheiro para viagens no exterior, etc. E não comem calango nem amarrados.

Nós do Desemprego Zero acreditamos que o sertanejo tem o direito de ter uma vida assim também, se quiser, e que não precisa emigrar para o Rio ou para São Paulo para poder lutar por isso.

Esse artigo é um dos melhores que eu vi contrários à Transposição, pois coloca alguns argumentos técnicos. O primeiro é que o Nordeste já tem muitos açudes. O segundo é que existem plantas e animais resistentes à seca que poderiam ser melhor utilizados.

Vamos à realidade:

  • 1) Como o Carlos Lessa disse no debate que ele fez com o César Benjamin na ABI, esses estoques de água em açudes têm Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento Regional, Gustavo Santos, O que deu na Imprensa, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Sem Comentários »

OEA diz que Colômbia violou artigo 21; Equador diz que bombas americanas foram usadas no ataque às FARC

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em Tribuna da Internet, em 23.03.2008

Por Castor Filho

De acordo com o jornal colombiano El Tiempo, o relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o ataque da Colômbia ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no Equador apresenta pontos de divergência.

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que considera o incidente político “superado”, porém disse ser difícil “ter confiança novamente em meu interlocutor”, numa referência ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

Os equatorianos alegam que alguns dos mortos receberam tiros pelas costas a curta distância. Colocam em dúvida a afirmação da Colômbia de que teria localizado o número dois das FARC, Raúl Reyes, através de uma “fonte humana”. Alegam que a Colômbia lançou seis bombas GBU12 de aviões que voavam do sul para o norte e outras quatro de aviões que voavam do norte para o sul.

As bombas lançadas do sul para o norte implicariam em violação do espaço aéreo do Equador.

É que o acampamento ficava na fronteira entre os dois países, em área demarcada pelo rio Putumayo. Ou seja, se algum avião lançou uma bomba voando do sul para o norte significa que voava do Equador para a Colômbia, ou seja, teria violado o espaço aéreo equatoriano.

Os peritos do Equador determinaram a trajetória das bombas pela forma como caíram as árvores que cercavam o acampamento.

De acordo com o relatório da OEA, o Equador alega que o lançamento das bombas requer tecnologia que a Colômbia não tem.

Já a versão da Colômbia é de que as bombas foram disparadas a partir de espaço aéreo colombiano, que eram bombas convencionais, algumas guiadas por GPS, e que foram utilizados os aviões SuperTucano e A37, da Força Aérea Colombiana. Leia o resto do artigo »

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** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Abaixo reproduzo umas trocas de comentários que tive com o economista Pedro. Pedro levantou pontos muito pertinentes sobre meu artigo anterior:

Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Fiz uma réplica sobre seus comentários esclarecendo meus pontos de vista. Gostei do resultado e resolvi colar aqui como um artigo para o blog. Acho que essa é uma discussão importante para os tempos atuais. Segue abaixo o debate:

Prezado Pedro,

Agradeço pelo comentário e pela forma tão educada de expor uma posição que é visivelmente tão divergente da minha. Não é fácil. Dou grande valor a isso.

O debate faz crescer a todos que participam. Vamos os pontos. Vou escrever em azul minhas posições, no meio de uma cópia do seu comentário.

Leia abaixo, por favor:

Caro,

senti falta de alguns pontos na sua análise. Se possível, gostaria de conhecer sua posição.

1) vc não mencionou em nenhum momento a palavra “poupança”. Na China e nos demais caso de sucesso na Ásia (Japão e tigres), a taxa de poupança interna é muito mais alta do que no Brasil (note que não se trata de poupança bruta, mas de taxa, que é determinada por fatores estruturais e não é signitivamente afetada pelo investimento prévio, como na análise keynesiana de curto prazo). Como a taxa de poupança baixa limita o crescimento, o quanto esse fator é que vem determinando o baixo crescimento brasileiro, e não o BC?

Os economistas ortodoxos confundem o conceito de poupança. No debate mais político tratam o conceito quase como o senso comum trata, como estoque de ativos, como uma caderneta de poupança. Mas na economia poupança é fluxo.

Não citei a palavra poupança porque ela é inútil. Na verdade, poupança no sentido que os economistas usam simplesmente não existe. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 13 Comentários »

Colômbia, Equador, Venezuela e a teoria da coincidência

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor online (exclusivo para assinantes)

Escrito por Wanderley Guilherme dos Santos *

Houve até quem não percebesse a crise Colômbia versus Equador. E a cenografia não foi modesta: a Colômbia violou o território equatoriano em manobra de busca e destruição de membros das Farc, o Equador ameaçou responder militarmente e a Venezuela, por via das dúvidas, segundo seu presidente, mobilizou tropas na região fronteiriça ao solo colombiano. Isso em menos de 24 horas e sem sinais anteriores do que poderia vir. Tensão no pedaço, alguns mortos, entre eles um alto comandante das Farc e, surpreendente notícia, universitários mexicanos. Pois em menos de uma semana, Brasil, Chile e Argentina promoveram reuniões pacificadoras, isolaram o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e dispensaram a intermediação americana. Em um piscar de olhos, para nossa perplexidade, leitores comuns, estava tudo terminado com apertos de mão, sorrisos de boa vontade e abraços gerais em reunião hospedada pela República Dominicana. Quem tirou uma semana de férias no período não encontrará pista ou rastro do acontecido no noticiário dos jornais. Esquisito.

Naturalmente, a diplomacia brasileira e a intervenção do presidente Luiz Inácio foram aplaudidas pela rapidez, discrição e eficiência por uns, enquanto outros consideraram mofina a posição brasileira. Nas televisões e crônicas a invasão colombiana de território do Equador foi transformada em tibieza do Brasil na condenação das Farc. Compreensível e esperado. Leia o resto do artigo »

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MAIS DIFERENÇAS QUE SEMELHANÇAS ENTRE LULA E FHC NA ECONOMIA

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho (meus artigos) do Blog do Jefferson

Um artigo interessante do jornalista José Paulo Kupfer porque coloca outras linhas de análise na política econômica do governo atual. Em termos políticos, o governo atual não é visto como igual ou parecido para a maioria da população com relação à sua política econômica. É melhor, simplesmente. É um engano acreditar nisso, mesmo para aqueles que não encontram diferenças entre as políticas praticadas. O que importa é o resultado e, nesse quesito, tirando o ano de 2003, o resultado é bem melhor. Segue o artigo abaixo:

Do Blog do José Paulo Kupfer

Enquanto o fracasso é órfão de pai e mãe, o sucesso costuma dar briga de tapa pela paternidade. Nem se sabe ao certo quanto pode durar o êxito da política econômica do governo Lula, mas é recorrente a disputa pela autoria do feito. Num certo tipo de ambiente, o mote de que a única coisa boa da economia de Lula é a continuidade do que foi feito no governo Fernando Henrique pipoca mais do que catapora.

De tão repetido, já parece um daqueles lugares-comuns* que acabam soando falsos ou como solução de estilo preguiçosa. Assim como toda desculpa é esfarrapada, toda dúvida é atroz, toda ascensão é meteórica, e toda mentira é deslavada, há quem não consiga mencionar o sucesso da economia de Lula sem a fatal ressalva de que isso não passa de continuidade do governo FHC. Percebe-se, facilmente, até pela especialidade profissional dos falantes e escreventes, muitas vezes longe da economia, que a maioria não sabe bem onde está metendo a colher. Mas isso não tem importância, não é mesmo? Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Econômica, Política Social | 7 Comentários »

Veja fabrica dossiê e diz que foi governo quem o fez

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Portal Vermelho

A revista Veja  soltou em sua edição deste final de semana mais uma de suas “criativas” reportagens, que trazem documentos obtidos de fonte não revelada e que a revista diz, sem apresentar uma mísera prova, ter sido o governo quem preparou. Com a “denúncia” a revista tenta alcançar três objetivos: transformar a corrupção do governo FHC em mera chantagem petista; forçar a CPI dos Cartões a entregar para a imprensa os dados sigilosos da Presidência da República e desgastar a imagem da ministra Dilma Roussef, da Casa Civil.

A revista, famosa por inventar reportagens inverídicas e trabalhar com documentos de origem duvidosa, alega que teve acesso a um suposto dossiê que teria sido preparado pelo governo para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos. O suposto dossiê traz informações sobre os gastos com suprimento de fundos durante o governo Fernando Henrique. Cita gastos com caviar, champagne, viagens e outras futilidades que são citadas apenas para escamotear o real objetivo da reportagem: acusar o governo Lula de chantagista. Leia o resto do artigo »

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Que dossiê?: Casa Civil da Presidência da República desmente a revista Veja categoricamente

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Segue, abaixo, a íntegra da nota oficial divulgada hoje pela Casa Civil a respeito da produção de um dossiê com gastos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB):

“Com relação à matéria publicada pela Revista Veja (edição nº 2053), a Casa Civil da Presidência da República desmente categoricamente a existência de qualquer ‘dossiê construído dentro do Palácio do Planalto’ sobre os gastos com suprimento de fundos do governo Fernando Henrique. O que a revista apresenta são fragmentos extraídos de uma base de dados do sistema informatizado de acompanhamento do suprimento de fundos – SUPRIM.

A revista Veja mente e manipula informações ao transformar o banco de dados SUPRIM, um instrumento de gestão, em mecanismo de chantagem política. O vazamento de parte de dados sigilosos se constitui em prática criminosa, por parte do autor do vazamento e por parte de quem deu publicidade a dados que não poderiam vir a público pela sua natureza, o que ensejará todas as medidas judiciais cabíveis. Leia o resto do artigo »

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Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Crítica Econômica

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem 3 tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta evitar a estagnação.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira segue semi-estagnada é cristalino. Leia o resto do artigo »

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