Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Folha Online
MÁRIO MAGALHÃES
ombudsman@uol.com.br
Alto de página da Folha em 2 de março: “Gabeira é o nome de PV, PSDB e PPS no Rio de Janeiro”.
Outro alto, em 4 de março: “Gabeira aceita concorrer no Rio, mas impõe condições”.
Hoje, também no espaço mais destacado da página: “Gabeira promete capitalismo, se alia ao PSDB e acena ao PT”.
Sempre na edição São Paulo.
Não me lembro de o jornal ter dado recentemente alto de página para as iniciativas de outros pré-candidatos à Prefeitura do Rio, como Marcelo Crivella (PRB), Solange Amaral (DEM), Alessandro Molon (PT), Chico Alencar (PSOL), Carlos Lessa (PSB) e Jandira Feghali (PC do B).
O lançamento do deputado do PV por uma frente é mesmo um fato político importante. Mas a Folha dá a impressão de se transformar em cronista pouco crítico de um candidato em especial.
Exagero?
A reportagem de hoje não citou nenhum adversário de Gabeira. Nenhum mesmo. Contra quem ele concorrerá? Essa informação, elementar, foi omitida. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Cidadania.com
A semana começa com dois dos quatro “cavaleiros do apocalipse” da imprensa escrita (Veja, Folha, Globo e Estado), que também são os veículos que pautam toda a dita “grande” imprensa nacional, pondo de lado qualquer senso de decência. Diante da resistência dos fatos em se mancomunarem com eles, decidiram partir para a divulgação de mentiras escancaradas sobre o que afirmam ser um “dossiê” montado pelo Palácio do Planalto.
Os dois veículos a que me refiro são a Folha de São Paulo e o Globo. O Estado, hoje, teve um comportamento mais cauteloso, evitando bancar o dossiê. Fiquei até surpreso. Mas os outros dois fizeram a vez do periódico da família Mesquita. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Existe algo ainda a ser explicado na aliança entre Pimentel e Aécio. Ou será uma aliança de Lula e Aécio? A tese de apoio recíproco não se sustenta, pois o PT terá candidato presidencial em 2010. Alguém duvida disso? O PT comanda a capital desde 1993. Como tem uma gestão bem avaliada, a exclusão de seu nome da cabeça de chapa não tem o mesmo significado que a exclusão do PSDB. O único candidato competitivo do PSDB é Eduardo Azeredo, e seu nome já estava fora do páreo. O PT entra na aliança entregando espaços políticos e o PSDB entra na mesma aliança ocupando parte desses espaços. É assim mesmo, o PSDB ganha e o PT perde. E o PSB ganha de bandeja uma prefeitura importante. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Presidente venezuelano afirma que, mesmo sendo ricos em recursos naturais, Brasil e Venezuela não vão conseguir alcançar o desenvolvimento isoladamente
Fonte: Brasil de fato
Escrito por Eduardo Sales dia 28/03/2008
Um discurso em defesa da unidade sul-americana e do investimento em políticas sociais marcou a visita do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao Maranhão nesta quinta-feira (27). Protegido por um forte esquema de segurança, com dezenas de automóveis, atiradores especiais e helicóptero, Chávez esteve na capital São Luiz para firmar acordos com o governador Jackson Lago (PDT). Antes, encontrou o presidente Lula com quem visitou as obras da refinaria Abreu e Lima, em Recife (PE).
No Palácio dos Leões, sede do governo maranhense, Chávez foi recepcionado por meninos vestidos de caboclos de penas e meninas trajadas de indígenas, que representavam o “Bumba meu boi do Maracanã”. Chávez discursou por quase uma hora na sacada do Palácio dos Leões e enfatizou a idéia de que todos os países sul-americanos e do Caribe precisam se entender como uma nação. “Somos uma só pátria, a pátria grande, a pátria sul-americana. Devo repetir mais de mil vezes, vocês se sentem venezuelanos e eu me sinto brasileiro”, afirmou.
O presidente venezuelano reafirmou que considera Lula como “um irmão” e não vai se afastar dele. “A cada vez que tentam me distanciar de Lula, nos aproximamos mais”, declarou. Chávez declarou que, mesmo ricos em recursos naturais, países como Venezuela e Brasil não conseguirão se desenvolver e sair da pobreza se agirem sozinhos, “e assim todos os demais países (do sul do continente)”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Jornal não pode priorizar o ordinário em detrimento do extraordinário. Não quer dizer que o ordinário nunca seja assunto, mas insistir em colocar o debate sobre inflação acima da discussão sobre a rápida deterioração das contas externas ou o risco de desindustrialização que o país corre por causa do câmbio é inverter valores.
O medo da inflação colabora para a manutenção do rentismo e ajuda a vender uma política de semi-estagnação que agrada a nossos “concorrentes” externos: os países que estão em busca de um lugar no mundo desenvolvido ou aqueles que já estão lá e sabem que o cobertor é curto.
Para manter o país parado, a tese do excessivo gasto público anda meio desmoralizada pelo modestíssimo déficit nominal e relação dívida/PIB em queda. A inflação, então, continua sendo a principal variável para aterrorizar aqueles que gostariam de ver juros civilizados neste país.
Ao contrário do que boa parte dos jornais disseram, o nível de preços ainda não superou a linha do extraordinário para o Ipea. Os economistas Maria Andréia Parente e Miguel Bruno foram claros e objetivos na coletiva que divulgou a Carta de Conjuntura ao admitirem que ainda existe alguma pressão dos alimentos sobre os preços, mas em menor grau que no ano passado – e se estamos importando tanto vinho europeu, porque não trazer arroz ou feijão se isso for importante para equilibrar esse mercado? Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Do Datafolha
Ao completar sete anos e três meses como governante da cidade do Rio de Janeiro e, em meio à crise na área de saúde que atinge a segunda maior cidade do país, Cesar Maia (DEM) vê sua popularidade atingir o menor índice desde o início de seu segundo mandato, em 2001.
Maia obteve sua maior aprovação em julho de 2006 (37%), alcançando 33% em novembro de 2007 e, hoje, a sete meses do processo sucessório, 25% dos entrevistados avaliam seu governo como ótimo ou bom. Também diminuem os que consideram seu desempenho regular, de 35% no final do ano passado para 30% agora.
A queda na aprovação de Maia reflete-se diretamente na parcela dos que, atualmente, avaliam seu governo como ruim ou péssimo: 43%, doze pontos percentuais a mais que o verificado há quatro meses (31%). A piora na imagem de Maia acontece durante grave crise na área da saúde. Vale lembrar que, ao final do primeiro mandato como prefeito do Rio de Janeiro, em dezembro de 1996, cerca de cinco em cada dez cariocas (52%) consideraram sua gestão como ótima ou boa.
Em uma escala de zero a dez, Maia obtém nota média de 4,6, a menor desde maio de 2006. Vale notar que 17% atribuem nota zero ao prefeito, enquanto 19% atribuem-lhe cinco. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Agencia Carta Maior
Escrito por Boaventura de Sousa Santos*
A guerra global contra o terrorismo chegou à América Latina – chegou com o Plano Colômbia, mas a incursão no Oriente Médio provocou algum atraso – e assume aqui as mesmas características que adquiriu em outros continentes: utilizar um aliado privilegiado (seja a Colômbia, Israel ou Paquistão).
Boaventura de Sousa Santos
Sobre a incursão do exército colombiano em território do Equador para eliminar um grupo de guerrilheiros das FARC, parece estar tudo dito; principalmente se parece como um caso encerrado, encerrado com sucesso. Mas a verdade é que não é bem assim. O que é revelado sobre a situação é tão importante quanto aquilo que se oculta.
Primeiro ocultamento: os processos políticos na América Latina questionam o controle continental que os EUA precisam para garantir o livre acesso aos recursos naturais da região. Trata-se de uma ameaça à segurança nacional dos EUA que, diante do fracasso iminente das respostas “consensuais” (livre comércio e concessões para as bases militares), busca uma resposta firme e unilateral. Ou seja, a guerra global contra o terrorismo chega ao continente – chegou com o Plano Colômbia, mas a incursão no Oriente Médio provocou algum atraso – e assume aqui as mesmas características que adquiriu em outros continentes: utilizar um aliado privilegiado (seja a Colômbia, Israel ou Paquistão), ao que, ao longo do tempo, se proporciona ajuda militar e informação de espionagem sofisticados, deixando-o ao abrigo de represálias e permitindo-lhe ações dramáticas de baixo custo e um êxito certeiro; incita-se este aliado ao isolacionismo regional como preço a pagar pela aliança hegemônica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Do Portal do IG
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a disputa pela Presidência da República em 2010 com 38% das preferências em uma pesquisa estimulada, com 18 pontos de vantagem sobre o principal adversário, o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que ficou com 20% das intenções de voto, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira.
O levantamento foi feito entre os dias 25 e 27 de março, com 4.044 pessoas nas principais cidades do País. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para cima ou para baixo.
A dois anos e meio da eleição, Serra aparece como favorito nos cenários em que é apresentado como o candidato do PSDB – com taxas que variam de 36% a 38% de preferência. De acordo com a pesquisa, Ciro Gomes é hoje o mais competitivo da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Neste cenário, estariam ainda, além de Serra e Ciro, Heloísa Helena, do PSOL, com 12% das preferências, e Marta Suplicy com 8%. Os votos em branco, nulo ou nenhum corresponderam a 16% e 9% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Serra teria o melhor desempenho no Sul do País, com uma votação que pode variar entre 43% a 45% dos eleitores. Leia o resto do artigo »
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