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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Debates Nacionais':

Novo Sinal Vermelho nas Contas Externas

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Passarinho*

O Banco Central divulgou na última segunda-feira, 28/04, os resultados das contas externas brasileiras do mês de março. Com isso, tivemos o resultado consolidado desses indicadores para o primeiro trimestre do ano.

Os números são mais que preocupantes.

As autoridades econômicas do governo já esperavam uma piora nas contas externas ao longo de 2008. Contudo, a dinâmica da deterioração dos saldos comerciais do país os tem surpreendido, a partir inclusive das projeções que são feitas e que a realidade insiste em contrariar.

A piora nas contas externas já era esperada, por uma combinação de fatores. A aceleração das importações, de uma forma mais acentuada do que as receitas das exportações, é um desses fatores e muitos o atribuem à dinâmica do crescimento econômico em curso. Para esses analistas, a compra no exterior de máquinas e equipamentos, principalmente, indicaria que a economia estaria passando por uma fase de modernização, de ganhos de produtividade que acabariam fazendo com que o aumento da competitividade de diversos setores da economia logo viesse a apresentar melhores resultados, especialmente em termos de receitas de exportações, e, com isso, voltaríamos a ter uma ampliação do saldo de comércio do país.

Porém, a realidade é outra.

A ampliação desses saldos talvez tenha sido o maior trunfo do atual governo. No segundo mandato de FHC, entre 1999 e 2002, por exemplo, o Brasil acumulou um saldo comercial de apenas 13,9 bilhões de dólares. Já entre os anos de 2003 e 2007, esse saldo deu um salto, acumulando um resultado de US$ 189,3 bilhões.

Esses saldos são importantes para a cobertura das despesas de serviços, que são estruturalmente um problema para o Brasil. Essas despesas se referem ao pagamento de juros aos banqueiros internacionais; de lucros e dividendos aos estrangeiros, com negócios no país; de despesas com fretes, que temos de contratar junto a empresas de outros países, para o transporte de mercadorias, na medida em que nossa marinha mercante foi praticamente extinta.

Voltando aos períodos mencionados, do segundo mandato de FHC e de 2003 para cá, temos com clareza a dimensão dessas despesas. De 99 a 2002, gastamos mais de US$ 101 bilhões com esses serviços; e de 2003 a 2007, foram mais de US$ 160 bilhões!

Daí a importância dos saldos comerciais, para a manutenção de um modelo econômico perverso, antinacional e antipopular. Entretanto, desde 2006, quando alcançamos um saldo recorde de 46,5 bilhões de dólares, esse resultado vem se apresentando em queda. No ano passado, houve um recuo no resultado acumulado da balança comercial, com um saldo de US$ 40 bilhões. E, para esse ano, a partir de uma estimativa inicial de um resultado positivo de US$ 30 bilhões, já há projeções que apontam que dificilmente chegaremos a um saldo de 20 bilhões. Até o mês de março desse ano, por exemplo, o saldo comercial alcançou a cifra de US$ 2,8 bilhões – no mesmo período do ano passado, esse resultado foi de US$ 8,7 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Aliança PT-PSDB (Pimentel-Aécio) é vetada pela Executiva Nacional do PT

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

Uma resolução da Comissão Executiva Nacional do PT vetou ontem a aliança envolvendo o PT e PSDB em Belo Horizonte. A aliança costurada pelo prefeito Fernando Pimentel (PT) e o governador mineiro Aécio Neves (PSDB) em torno da candidatura de Márcio Lacerda (PSB), atual Secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Minas. O acordo favorecia as candidaturas de Pimentel para o governo de Minas e de Aécio para Presidência da República em 2010. O inusitado da aliança é justamente colocar um projeto regional do PT (governo de Minas) acima de seu projeto nacional (sucessão de Lula). Pimentel ao privilegiar a aliança com os tucanos criou fissuras na base de sustentação do PT na capital mineira. O PSDB, seu adversário, vinha sofrendo de inanição em Belo Horizonte, pois só elegeu um único vereador na última eleição municipal.

Com a insistência de Pimentel, os partidos da base no município – PMDB, PR, PV, PTB, PC do B e PRB (para citar alguns) – intensificaram as negociações políticas buscando posicionamento na eleição municipal, o que pode comprometer uma futura candidatura petista. O PT tinha a faca e o queijo na mão. Tinha tudo para formar uma ampla aliança em torno dos partidos de sua base em Belo Horizonte. Mas o prefeito e seus aliados preferiram o caminho de privilegiar os partidos de oposição política no município – PSDB e PSB -, em detrimento daqueles partidos que garantem a sustentação do PT no governo municipal. Era a condição para uma futura candidatura de Pimentel ao governo de Minas com a benção de Aécio Neves. Leia o resto do artigo »

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Remessas superam investimentos

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Imprensa normalmente divulga volume de investimentos estrangeiros diretos e remessa de lucros e dividendos, contudo, apenas essas rubricas não expressam a real situação do Balanço de Pagamentos nacional. Quando incorporados à análise as amortizações de empréstimos e o retorno de capital, o BP revela uma diferença negativamente muito grande entre o volume de recursos enviados e os recebidos pelo Brasil em todos os setores da atividade econômica…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Jornal do Brasil

Por Ubirajara Loureiro

Multinacionais enviaram ao exterior pelo menos R$ 9 bilhões a mais do que aplicaram no Brasil

Percorrer os labirintos do site do Banco Central e esmiuçar a numerália leva às vezes a fatos aparentemente surpreendentes no que se refere à presença do capital estrangeiro no Brasil. O cotejo dos investimentos diretos com as remessas de lucros, amortizações de empréstimos e retorno de capital mostra que o Brasil é, realmente, país de excepcional rentabilidade para investidores do exterior.

Se computadas algumas das rubricas através das quais os recursos estrangeiros são retirados do Brasil, verifica-se a saída de um total de US$ 43 bilhões, contra investimentos diretos que fecharam o ano na casa dos US$ 34,3 bilhões. E que a indústria é o setor que permite maior retorno de capital aos investidores externos e mais remessas às matrizes.

Algo bem distante do noticiário normal, em que é divulgado apenas o investimento direto e remessas de lucros e dividendos. Por esta metodologia, no ano passado, a entrada de capitais externos no Brasil foi de US$ 34,3 bilhões, ficando a impressão de que o total de saídas teria sido de apenas US$ 16,7 bilhões.

A partir desses números, verifica-se que o movimento corrente de capitais externos tem sentido inverso ao que vem sendo divulgado continuamente. Ou seja, as remessas de capital são bem superiores ao volume de investimentos concretizados no país. Leia o resto do artigo »

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Ocupação da indústria, entre a foto e o filme

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Elevação de juros é a pior política para o controle da inflação, pois, se por um lado, contém a demanda, por outro, desestimula o investimento, impedindo a ampliação da oferta; ampliação essa que seria a forma mais saudável de conter as pressões inflacionárias, pois, elevaria o nível de produto e emprego… É preciso olhar para além da simples fotografia, revelada nas pesquisas específicas, da ocupação atual da indústria; deve-se ver seu filme completo, sua possibilidade de ampliação, mas para tal é necessário que haja claras expectativas de elevação da demanda… Justamente o que as políticas restritivas do BaCen pretendem impedir…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente em O Estado de São Paulo (restrito a assinantes)

Por Antonio Corrêa de Lacerda

A polêmica referente à capacidade do setor industrial em atender ao suprimento da demanda, sem que isso signifique riscos de desabastecimento e/ou pressões inflacionárias, tem ganho dimensão. Ela é relevante porque influencia as decisões de política econômica envolvendo, entre outras questões, a fixação da taxa de juros.

A taxa de ocupação dos vários setores e da indústria em geral é sistematicamente monitorada por pesquisas realizadas pela Fiesp, pela CNI e pela FGV divulgadas mensalmente. Os dados mais recentes indicam uma taxa de ocupação entre 81% e 85%. No entanto, nem sempre ficam claros para os observadores os critérios utilizados, o que pode induzir a interpretações equivocadas.

É preciso destacar que se trata de uma pesquisa que depende fundamentalmente das respostas do universo de empresas auscultadas. As empresas tendem a adequar a sua capacidade produtiva à demanda futura esperada. Quando uma empresa responde que está utilizando 90% da sua capacidade, isso equivale a dizer que ela, num determinado turno de produção, digamos de oito horas, teria a capacidade de produzir 100 unidades e está produzindo 90.

Mas isso não deve ser interpretado como se as empresas só fossem capazes de expandir sua produção em mais 10%. Mediante necessidade, a empresa poderia recorrer a um segundo ou mesmo a um terceiro turno de produção. Poderia ainda trabalhar em finais de semana ou fazer pequenas adaptações nas suas linhas de produção para atender à expansão da demanda. Portanto a primeira informação de ocupação da capacidade de 90% é relevante, mas tem de ser interpretada como uma fotografia estanque de um filme de longa-metragem. Leia o resto do artigo »

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A armadilha do juro alto

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista à Carta Capital, o pesquisador do IPEA e professor da UERJ, o economista Miguel Bruno, fala sobre o fenômeno da “financeirização”, regime de crescimento pautado na lógica de acumulação finaceira, que torna a política econômica do Brasil subordinada aos mercados financeiros globalizados, restringindo-lhe a autonomia econômica e relegando a papéis de variáveis de ajuste, variáveis econômicas fundamentais como o nível de emprego…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Carta Capital, edição nº 492

Por Maurício Dias

Na quarta-feira 16, o Copom anunciou uma alta de 0,50 ponto porcentual da taxa Selic, para 11,75% ao ano. A decisão de elevar o juro empurrou o Brasil de volta ao topo da lista dos países com as taxas mais altas do mundo. É um círculo vicioso ao qual o País está preso por um regime de “financeirização”, como alerta o economista Miguel Bruno, coordenador do Grupo de Análise e Previsões da Diretoria de Estudos Macroeconômicos do IPEA.

Nos dicionários de língua portuguesa ainda não existe o verbete “financeirizar”. Então, que verbo é esse, pouco conhecido, mas que se tornou objeto de debate dos economistas em todo o mundo?

Num ambiente de financeirização, diz Bruno, o Estado fica subordinado ao mercado e perde autonomia. Mantém prioridade máxima na luta contra a inflação e torna o crescimento e o nível de emprego, por exemplo, meras “variáveis de ajuste da economia”, explica. Professor-adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ, ele fez do tema o foco da tese de doutorado, título que obteve na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, França.

Neste contexto, onde a hegemonia é das finanças, surpreende a afirmação de Bruno de que “os banqueiros não são os vilões dessa história”. Seriam, tão-somente, “agentes de uma política de acumulação sustentada pelos juros”. O retrato claro e assustador desse regime ele disseca na entrevista a seguir.

Carta Capital: O Banco Central, mais uma vez, atrai a ira dos que querem taxa de juro menor. O BC é a fonte do mal?

Miguel Bruno: Sob regimes de crescimento dominados pela lógica da acumulação financeira, os bancos centrais são premidos a praticar uma política monetária restritiva. Isto é particularmente o caso nas economias em desenvolvimento e nas desenvolvidas que não são nações hegemônicas no cenário internacional. Neste contexto, com sua autonomia drasticamente reduzida, a política monetária converte-se num expediente de acomodação e validação das expectativas dos mercados financeiros internacionalizados.

Carta Capital: É o que acontece no Brasil?

Miguel Bruno: No caso brasileiro, como o processo de financeirização desenvolve-se predominantemente pela renda de juros, o Banco Central termina aprisionado pelo circuito da acumulação rentista e patrimonial. Daí a enorme dificuldade para baixar expressiva e rapidamente as taxas de juro e mantê-las compatíveis com uma trajetória de desenvolvimento econômico sustentável. Já que a renda de juros é um dos pilares desse tipo de financeirização, sua determinação é estrutural ao modelo.

Carta Capital: Por que o Brasil perdeu a trajetória de crescimento acelerado?

Miguel Bruno: Essa mudança começou nos anos 1980, causada por vários fatores. Um dos mais importantes foi o discurso ideológico sustentado pela idéia básica de que a abertura econômica seria a saída para o Brasil reencontrar essa trajetória perdida de crescimento. Argumentavam que era preciso diminuir o Estado, gastar menos e abrir a economia. Veio depois o programa de privatização. Esse conjunto de transformações estruturais tinha impacto direto na forma como o setor privado se relacionava com o poder público federal. Leia o resto do artigo »

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Mais juros, mais gasto público, mais inflação

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em São Paulo existe o “impostômetro” (placar da arrecadação de impostos), mas os cariocas já estão planejando a instalação de um “jurômetro”, para mostrar que são os juros – e não o gasto corrente – que obrigam o governo a aumentar a carga tributária.

 

Especialistas garantem que o aumento do gasto público será de R$ 10 bilhões anuais apenas com a última elevação da Selic em 0,5 ponto percentual. Nenhum choque de gestão poderia economizar um terço desse valor, segundo levantamento do conservador jornal Estado de São Paulo.

 

Para o economista Dércio Garcia Munhoz, a política monetária é “cínica, brutal e inviabiliza investimentos sociais e na infra-estrutura”.

 

Luiz Gonzaga Belluzzo – professor da Unicamp

 

O senhor realmente defende o corte de gastos como alternativa para a política de Meirelles?

Não é bem assim. A atual taxa de juros é uma aberração. O que eu disse é que, tendo em vista a conjuntura de aceleração do crédito e expansão do gasto privado nem o próprio Keynes recomendaria aumentar o gasto público acima do crescimento do PIB. O problema é a aceleração do gasto, mas não o gasto propriamente.

 

O gasto corrente cresceu acima da inflação, mas somente superaria o PIB se fosse incluída a despesa com juros e outras…

Certo, mas o mercado não considera separação entre gasto corrente e gasto com juros, o que não deixa de ser uma espécie de patifaria. O pretexto do gasto público em alta serviu para o Copom elevar os juros, que têm impacto na própria dívida pública. Mas podemos argumentar que o corte de juros reduziria o gasto público. O próprio aumento da arrecadação (acima da inflação e do PIB) permite um superávit fiscal suficiente para baixar juros mais rápido.

 

Qual a melhor alternativa ao regime de metas de inflação?

É preciso coordenar as políticas monetária e fiscal. A taxa Selic poderia estar em torno de 6,5%. O pior é que do jeito que está ela desvaloriza ainda mais o dólar.

 

A inflação realmente preocupa?

Está próxima do centro da meta. A decisão do Copom não foi tecnicamente bem pensada. Pareceu mais uma queda-de-braço, o que não é conveniente para um banco central. É uma atitude pouco madura, que não se justifica. Todo o mercado esperava 0,25 ponto percentual, mas o BC subiu a Selic em meio ponto. Foi um aumento precipitado. Mesmo os industrializados que subiram são em boa medida ligados aos alimentos. A alta atingirá setores que nada tema ver com isso.

 

Dércio Garcia Munhoz – professor da Universidade de Brasília (UnB)

 

Por que o senhor afirma que nossa política monetária é sinistra? Leia o resto do artigo »

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ALIANÇA PIMENTEL-AÉCIO: A POLÊMICA DA ESCÓRIA DE CIRO GOMES

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

Um artigo publicado no Jornal O Tempo sobre a aliança PT-PSDB em Belo Horizonte, tendo como cabeça-chapa um candidato do PSB, Márcio Lacerda.

Do Jornal O Tempo, de 19/04/2008.        

 A escória de Ciro

 VITTORIO MEDIOLI

Recebi uma carta da Assembléia Legislativa de Minas que informa o voto de repúdio ao Ciro Gomes subscrito por 16 deputados. Motivo do qüiproquó é a declaração de 20 de março do ex-governador do Ceará, “Aqui o que eu vejo é que a escória da política não tem espaço.

A hegemonia moral e intelectual que preside esse movimento que Minas está fazendo é tão eloqüente e importante que a escória da política deve estar apavorada com isso”. Ciro abriu assim as comportas da insolência, mais uma vez, contra os que não aprovam a aliança PT/PSDB, aliança em volta de seu pupilo e ex-secretário Márcio Lacerda para prefeito de Belo Horizonte. Leia o resto do artigo »

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Disputa judicial Diogo Mainardi x Paulo Henrique Amorim : esclarecimento IV

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim do Conversa Afiada,

Meus advogados decidiram recorrer à instância superior da decisão de uma juíza que deu ganho de causa a Diogo Mainardi, na ação que movo contra ele no Crime. Mainardi, um “colunista sela”, como diz o Luis Nassif, disse em sua coluna da Veja que eu escrevia a soldo dos Fundos de pensão, do PT e de Luiz Gushiken, enquanto trabalhei no iG. Meus advogados ajuntaram ao processo a notificação do iG que rompia o meu contrato e, por obra de Caio T. (“T” de Tartufo) Costa, me tirava fisicamente do ar. Meus advogados argumentaram que aquela notificação derrubava o “nexo causal” do “colunista cela”. A juíza considerou que aquilo era, apenas, uma “questão de estilo” de Mainardi. Uma instância superior reavaliará essa decisão. Ou seja, Mainardi ainda pode dormir atrás das grades.

Clique aqui e veja os esclarecimentos que o Conversa Afiada já publicou: 

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