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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Debates Nacionais':

Alta no setor de eletrônicos é de 65%

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O setor de produtos eletrônicos e de aparelhos e equipamentos de comunicação é o mais afetado pelo aumento das importações da China. A participação dos produtos chineses no consumo brasileiro nesse setor saltou de 1% para 11,7% no período de 2000 a 2006.

Em apenas cinco anos, os produtos manufaturados de alta tecnologia se tornaram o principal item da pauta de exportação chinesa. Mais ainda, de grande exportador de produtos de baixa intensidade tecnológica, o gigante asiático transformou-se no maior exportador mundial de produtos hi-tech, desbancando os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão, países que tradicionalmente exportam esse tipo de produto.

Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo

Por Marcelo Rehder

O setor de produtos eletrônicos e de aparelhos e equipamentos de comunicação é o mais afetados pelo aumento das importações da China, segundo ranking elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A participação dos produtos chineses no consumo brasileiro nesse setor saltou de 1% para 11,7% no período de 2000 a 2006. Em valores, a importação desses produtos atingiu US$ 2,37 bilhões em 2006, com crescimento médio anual de 65% no período pesquisado.

“A maioria dos componentes importados pelos fabricantes de televisores da Zona Franca de Manaus vem da China”, diz Abdo Antonio Hadade, presidente da Indústria Brasileira de Televisores (IBT), dona da marca Cineral. “Os melhores fornecedores são os que já exportam para os Estados Unidos e Europa há mais de um ano”, acrescenta.

Além disso, Hadade lembra que vários produtos eletrônicos deixaram de ser fabricados localmente e passaram a ser importados da Ásia, principalmente da China. Um exemplo são os aparelhos para reproduzir DVD, que também eram produzidos pela sua empresa. “Ficou mais fácil importar do que produzir aqui”, alega o empresário. Leia o resto do artigo »

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O Blog do Jefferson Marinho apóia Jô Moraes (PC do B) em Belo Horizonte

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

A experiência popular iniciada com a eleição de Patrus Ananias em Belo Horizonte ao lado de Célio de Castro deve prosseguir. Não podemos cair na armadilha costurada pelo prefeito petista Fernando Pimentel (PT) e pelo governador mineiro Aécio Neves (PSDB). Embora sejam duas figuras com altos índices de aprovação dos governos, a candidatura  por eles proposta para o povo de Belo Horizonte possui um projeto político bastante distinto do projeto que governa a cidade há 16 anos. O governo Aécio é um governo que não guarda qualquer relação com compromissos populares. Pimentel também não é o melhor exemplo nesse quesito.

Não é uma questão de deixar de reconhecer méritos administrativos do governo Aécio, mas isso não significa que ele seja popular. É só olhar para seu desempenho na área de saúde, em que investe menos de 6% do orçamento estadual, bem distante dos 12% de investimento mínimo. E nem precisamos entrar na forma que o governo trata seus trabalhadores e os movimentos populares. Mas esse não é um post para analisar o governo Aécio, mas apenas para pontuar que seu compromisso político é bem diferente do sonhado por Patrus e Célio.

Da mesma forma, o governo petista de Fernando Pimentel afastou do modelo de administração popular que governava Belo Horizonte desde 1993. O orçamento participativo foi esvaziado e os movimentos populares deixaram de ter voz na sua administração. O privatismo e a terceirização sem critério tornaram-se regra. Todavia, beneficiado por vultuosos recursos federais em diversas obras viárias do município, o prefeito da capital mineira ostenta elevados índices de aprovação. Leia o resto do artigo »

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Anistia não deveria proteger torturadores

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Em audiência pública organizada pelo Ministério da Justiça e pela Comissão de Anistia, os ministros Tarso Genro e Paulo Vanucchi defendem julgamento de agentes que praticaram tortura durante o regime militar.

De acordo com ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, o Brasil tratou a anistia de modo diferente de todos os demais países do mundo, e que um dos motivos de não se ter ido a fundo na questão é o fato de muitos torturadores ainda manterem cargos e influência no país.

Por Maurício Seixas

Publicado originalmente no Brasil de Fato

A defesa da punição dos agentes do Estado que torturaram, seqüestraram e mataram durante a ditadura militar (1964- 1985) – antes reivindicação apenas de familiares de mortos e desaparecidos e de organizações de direitos humanos – ganhou novo fôlego após uma audiência pública promovida pelo Ministério da Justiça e pela Comissão de Anistia para discutir o assunto, no dia 31 de julho. Na ocasião, os ministros da Justiça, Tarso Genro, e da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, classificaram os crimes cometidos por funcionários públicos durante o regime militar como comuns, e não políticos, e assim, devem ser julgados.

Genro disse que os agentes da repressão política agiram dentro da legalidade da própria ditadura ao prender militantes, mas que os crimes começaram no momento em que os prisioneiros foram torturados. No entanto, destacou, “durante todo o período do regime militar, não havia nenhuma norma legal que permitisse atos de tortura”. Para ele, essa “é uma análise que deve ser baseada em uma visão universal: que é do extravasamento do mandato dado pelo Estado e a responsabilização do agente que extravasa esse mandato e comete tortura”.

Consolidação democrática

Vanucchi apontou que a discussão envolvendo a punição dos torturadores é um marco para preparar avanços no caminho da consolidação da democracia. “É o estabelecimento de um sólido sistema de garantias que impede qualquer tipo de tentação de retomarmos um passado que o Brasil inteiro repele”, disse. Genro destacou que, atualmente, qualquer agente público que cumpra um mandato precisa obedecer os limites jurídicos, e que caso não o faça, será responsabilizado. Leia o resto do artigo »

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PT não é página virada de folhetim

Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson Marinho

Maria Inês Nassif, do Valor Econômico (para assinantes)

O PT não pode simplesmente desconhecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e partir para uma carreira solo em 2010, lançando um candidato a presidente que não tenha o referendo e o apoio do atual chefe-de-governo – essa é uma opinião dominante. Não está claro, todavia, se o presidente Lula tem, sozinho, o condão de levar um candidato à sua sucessão à revelia de seu partido.

O PT não é o partido dos sonhos de Lula, mas sequer está claro se Lula é o presidente dos sonhos do PT. É verdade que Lula terá um enorme poder de transferência nas eleições de 2010, quando terá terminado seu segundo mandato e estará se preparando para voltar a São Bernardo do Campo. Lula teve 60,3% dos votos válidos no segundo turno das eleições de 2006. Segundo pesquisa do Instituto Vox Populi feito para a Fundação Perseu Abramo, cujos dados foram coletadas nos últimos dias de maio, Lula nadaria em águas plácidas se pudesse disputar um terceiro mandato. Se isso fosse possível, 43% dos entrevistados votariam nele. Se for considerado como índice de aprovação de seu governo a soma de avaliações positivas e regulares, Lula está no meio do segundo mandato deitado em 93% de aprovação. Tem 59% de avaliações positivas na média do país, que pode chegar a 71% quando se aproxima do Nordeste. Amarga, na média, apenas 7% de avaliações negativas, que chegam no máximo a 11%, quando o eleitor é da Região Norte. Leia o resto do artigo »

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Educação privada x pública

Postado em 8 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências.

Seguem abaixo alguns artigos publicados na Folha de São Paulo que retratam alguns resultados obtidos pelas universidades na avaliação do Enade. E chega numa vergonhosa conclusão que a cada três cursos oferecidos por instituições particulares, um foi mal no Enade e uma fatia menor delas aparece no topo do ranking.

E isso é muito preocupante, pois o setor privado é o principal responsável pela expansão das matrículas no ensino superior nos últimos dez anos. Sem ele, o já vergonhoso percentual de menos de 10% da população adulta com nível superior no país seria ainda menor.

Ao defender o novo conceito de avaliação do ensino superior, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que, antes, o processo era uma “festa”. “Todo mundo era aprovado pelo Inep”, disse em entrevista coletiva.

A cada três cursos privados, um foi mal no Enade

Angela Pinho e Johanna Nublat

Publicado originalmente na Folha Online

Praticamente um em cada três cursos oferecidos por instituições particulares foi mal no Enade do ano passado, que avaliou as áreas de saúde, ciências agrárias e serviço social.

Dos cursos de universidades privadas, 31,4% tiveram notas 1 e 2, em uma escala de 1 a 5, no CPC (Conceito Preliminar de Curso). Entre as públicas, o percentual foi de 18,2%. Estão incluídas aí 23 federais, 19 estaduais e 22 municipais.

Assim como existem mais universidades privadas com notas ruins, uma fatia menor delas aparece no topo do ranking do Enade.

Um terço das graduações oferecidas por instituições públicas tirou notas 4 e 5, o que se repetiu somente com 10,4% dos cursos privados.

O curso de radiologia do Centro Universitário São Camilo, na cidade de São Paulo, foi o único, de 1.074 privados avaliados, que recebeu a nota máxima no Enade.

Conceito Enade

Se for considerado o conceito Enade, que mede o desempenho dos estudantes universitários na prova, o número de cursos com nota máxima aumenta -são quatro.

O aspecto em que as universidades particulares mais se destacam é o que diz respeito ao conhecimento agregado pelas instituições ao aluno durante o curso, medido pelo conceito IDD (Indicador de Diferença de Desempenho). Leia o resto do artigo »

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Inflação global e os trabalhadores: de vítimas a vilões

Postado em 8 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Márcio Pochmann, declara no artigo abaixo que a atual inflação global revela, de um lado, a força crescente dos monopólios privados a impor preços superiores aos custos para manutenção das margens fixas de lucro. De outro, o desequilíbrio de poder entre nação e corporação transnacional, cujo resultado tende a implicar aos trabalhadores, nos momentos de inflação, o prejuízo da perda do emprego ou da queda do salário.

Por Márcio Pochmann,

Publicado originalmente no Valor

Impressiona como o debate acerca da oscilação inflacionária recente no Brasil se mantém ainda permeado pela visão liberal-conservadora. Não obstante as profundas modificações transcorridas nas economias mundial e nacional, o diagnóstico sobre a elevação do custo de vida prevalece a-histórico, como se as causas da inflação de hoje pudessem ser exatamente as mesmas de outros tempos e convergentes com a hipótese de igualdade plena entre países, o que torna o receituário idêntico para qualquer nação (Brasil, China, Moçambique ou Alemanha), independente do grau de desenvolvimento.

Pela perspectiva dominante, trata-se fundamentalmente da tradicional inflação de demanda que exige nada mais do que o velho tratamento: corte na demanda agregada. Em outras palavras, as classes trabalhadoras, vítimas do aumento do custo de vida, são novamente transformadas em vilões, seja pelo desemprego em desaceleração (mesmo que extremamente elevado), seja pelo salário que acompanha a inflação passada, ainda que bem distante dos ganhos de produtividade. Frente à maior complexidade das economias, diagnóstico e receituários seguem irretocáveis, indicando o empobrecimento de uma visão já arcaica. Da mesma forma com que não parece haver espaço decente para o questionamento dos erros seguidamente cometidos pelo abuso do receituário liberal-conservador, tampouco são construídas novas e ousadas ferramentas para tratar decentemente da inflação no capitalismo do Século XXI.

Nas economias avançadas, observa-se cada vez mais como o duplo movimento do pêndulo de Karl Polanyi se faz concreto. Após quase três décadas de predomínio neoliberal na condução das políticas econômicas e sociais, robustece o resgate – em novas bases – do papel do Estado. No aprofundamento da crise do setor privado dos EUA, o governo foi desesperadamente convocado de novo a lançar mão de diversas medidas antes tão criticadas por teóricos e praticantes do liberal-conservadorismo – que por lá, aliás, parecem taticamente ter desaparecido, enquanto por aqui atraiçoam como se fossem personalidades de plástico a viverem numa bolha social. Leia o resto do artigo »

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A participação das mulheres na eleição municipal

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson Marinho

A importância das mulheres na política volta e meia retorna ao debate. A cota para candidaturas femininas não é preenchida por nenhum partido político, sem exceção. Os partidos, de maneira geral, são considerados como ambientes “machistas”. Não vou entrar nessa discussão mais profundamente, mas algo não está dando certo na política de cotas femininas para lançamento de candidaturas pelos partidos. Ademais, não é objetivo deste post discutir as possíveis razões da suposta baixa participação das mulheres nos espaços formais da política (executivos e legislativos). O que vamos falar é sobre o florescimento de candidaturas femininas competitivas em algumas grandes capitais do país – Fortaleza, Natal, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. São candidaturas com chances de vitória, mesmo que algumas ou a maioria não obtenham o sucesso de chegar lá, já se percebe pelas primeiras simulações que são candidaturas que irão dar muito trabalho a seus adversários.

Na região Nordeste, duas capitais apresentam candidaturas femininas competitivas. Em Natal, duas candidatas disputam preferência do eleitorado: Micarla de Souza (PV) e Fátima Bezerra (PT). A candidata do PV aparece como virtual vencedora no primeiro turno, seguida de longe pela então candidata petista. Na capital cearense, a disputa está embolada entre três principais candidatos, sendo duas candidaturas femininas: a atual prefeita Luzianne Lins (PT) e a ex-esposa de Ciro Gomes, Patrícia Saboya (PDT). Na cidade, os comentários é que a disputa seja entre a “lôra” (Luzianne) e a “morena” (Patrícia). Pelos índices de rejeição de Moroni Torgan (DEM), mesmo que este passe para o segundo turno, dificilmente vencerá a eleição contra a candidata escolhida. Leia o resto do artigo »

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Tabela do IR já está defasada em 43,4%

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) neste ano será insuficiente para repor a perda do valor do dinheiro no período. De 1996 até hoje, a defasagem da tabela do IR, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), chega a 43,41%.

Por Edna Simão

Publicado no Correio Braziliense

O contribuinte pode até tentar, mas não consegue escapar das garras do Leão. A correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) neste ano será insuficiente para repor a perda do valor do dinheiro no período. A inflação deve fechar o ano em 6,54%. De 1996 até hoje, a defasagem da tabela do IR, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), chega a 43,41%.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, aproveitou a mudança de chefia da Receita Federal para solicitar à nova secretária, Lina Maria Vieira, um estudo sobre a reformulação das regras do IRPF. A idéia é tornar a tabela mais progressiva, ou seja, com incidência maior para os que têm renda mais alta. Para isso, seria feito a redução da alíquota máxima de 27,5% e criação de percentuais intermediários. Apesar da iniciativa, não há previsão de que isso ocorra no curto prazo.

“Se não vão mexer nas alíquotas, o governo poderia corrigir a tabela de acordo com a inflação. Isso faria com que um número maior de pessoas se enquadrasse na faixa de isento”, ressaltou o advogado tributarista Erio Umberto Saiani. Enquanto mudanças não são implementadas, a arrecadação do tributo não pára de crescer. No primeiro semestre de 2008, a receita de IR totalizou R$ 33,778 bilhões, aumento real de 18,9% ante o mesmo período do ano passado (R$ 28,408 bilhões). Leia o resto do artigo »

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