Postado em 5 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Não é a toa que o dia de ontem está sendo chamado de mini-superterça. Tiveram prévias em quatros estados, sendo dois com grande número de delegados. A disputa foi emocionante no lado democrata. O primeiro resultado divulgado foi Vermont, um pequeno estado, com vitória de Barack Obama. A pré-candidata democrata interrompeu a seqüência de vitórias do rival vencendo em Rhode Island. Um estado também pequeno com poucos delegados, mas a diferença foi significativa. À noite, confirmou-se o favoritismo de Hillary em Ohio. As pesquisas de boca-de-urna deram a ela a vitória. E para a noite ser completa, Hillary acabou superando Obama também em Texas, onde as pesquisas nos últimos dias estavam dando leve vantagem de Obama. Com três vitórias seguidas, houve uma interrupção na onda da “obamania”.
No lado republicano, Jonh McCain venceu nos quatros estados e com a desistência de Mike Huckabee obtém a indicação republicana. É um dia histórico para McCain, que meses atrás era considerado carta fora do jogo. No total, McCain ficou com 1.226 delegados, contra 251 do seu rival republicano. Só a teimosia mantinha a candidatura de Huckabee no páreo, pois não apresentava qualquer chance. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Jefferson Milton Marinho, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »
Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
A Coluna de Merval Pereira no jornal O Globo deste domingo (clique aqui para ler a matéria) informou que o deputado Fernando Gabeira prepara-se para lançar sua candidatura à prefeitura do Rio numa aliança da Frente Rio formada pelos partidos PSDB, PPS e PV. O boato sobre a candidatura de Gabeira já estava circulando nos bastidores algum tempo. O deputado parece que resistia à iniciativa, mas foi convencido a entrar no jogo eleitoral. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | 5 Comentários »
Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Será que a oposição continuará batendo na mesma tecla com o programa “Territórios da Cidadania” depois do relatório do TCU?
Relatório publicado (leia a íntega) pelo Tribunal de Contas da União enterra a tese oposicionista de uso eleitoreiro do Bolsa Família. Uma auditoria realizada nos anos de 2004, 2005 e 2006 (ano de reeleição) pelo TCU não encontrou indícios de irregularidade eleitoral. Segundo o relatório, o programa não discriminaria os prefeitos do PSDB e DEM.
A auditoria concentrou em buscar as causas da expansão do Programa Bolsa Família, que segundo PSDB e DEM, ao longo de toda a campanha de 2006, teria sido uma peça eleitoral a serviço da reeleição do presidente Lula. Uma acusação meramente política. Um resumo das conclusões do relatório do TCU refuta a tese: Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social, RESUMOS DO DIA | Sem Comentários »
Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Por Maria Inês Nassif, em “O Valor” de hoje
Política vai parar de ganhar com a miséria
(…) O país que lê e tem emprego só entendeu a extensão dos resultados do Bolsa Família quando as pesquisas eleitorais, no auge do escândalo do mensalão, passaram a dar a dianteira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre qualquer candidato oposicionista, apesar de ter sido mantido durante longo período sob o fogo cerrado da oposição.
(…) As eleições de 2006 desarrumaram o arranjo tradicional, onde os chefes políticos locais levam o rebanho até o candidato apoiado pelo chefe estadual e este, por sua vez, negocia favores da política nacional. Esse desarranjo foi favorecido não apenas pelo Bolsa Família, mas também pela universalização do uso da urna eletrônica, guardiã do segredo do voto. Como o chefe político local não era o dono do benefício concedido ao pobre – que vinha na forma de um cadastramento feito pela prefeitura, mas que depois se tornava uma relação entre o beneficiado e o banco onde ele recebe o dinheiro – não era também aquele a quem se deveria retribuir com o voto. Aconteceu de forma bastante ampla, em 2006, uma inversão do que ocorria tradicionalmente: em vez do chefe local dizer em quem o eleitor teria que votar – e já não teria total controle sobre esse voto, que é eletrônico -, foi o chefe quem correu atrás do candidato do cidadão pobre. Lula conseguiu apoios nada desprezíveis de prefeitos de todos os partidos. E certamente não foi porque os prefeitos tinham se tornado petistas. Eles simplesmente adiaram um confronto com seus eleitores – reconciliaram-se com eles por meio de uma adesão pontual ao candidato à reeleição para a Presidência.
Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira, Política Social | 5 Comentários »
Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Colei um comentário do Sergio Telles que encontrei no Conversa Afiada. Ele é otimista demais na minha opinião. Otimista nas boas intenções do governo e otimista na capacidade estratégica do governo. Mas ele coloca idéias interessantes. Confira:
Por Sergio Telles
O governo Lula trata a Globo e a mídia nefasta e golpista da mesma maneira que atua em relações internacionais: ao mesmo tempo que estimula os países parceiros, também procura ter boas relações com os aparentemente contrários (fundamentalmente os EUA de Bush). Se nossa política diplomática é considerada quase que de maneira unânime como acertada, não há porque duvidar que a política em relação à democratização da mídia seja acertada também. O governo não é anti-Globo e nem pode ser. Ele quer mais é que surjam dezenas de Globos com várias opiniões diferentes e com isso a expressão de pensamento fique mais democrática. Bater de frente com a mídia é errado, como já foi visto nos casos do Requião e do próprio Chavéz, resulta em desgaste institucional e perda dos 2 lados [Caro Sérgio, o José Marcio Tavares sugere incluir o Brizola nessa lista de exemplos]. O governo dá uma pernada na Globo incentivando o uso da internet (que cresce em ritmo superior a qualquer outro país do mundo) e tenta manter uma relação cordial pela frente, da mesma forma que efetua várias parcerias com o Chavéz e com o Fidel, e tenta ser um parceiro dos EUA na questão energética. Pelos índices de popularidade do governo, a estratégica, fora sobressaltos golpistas superados com classe, mostra completa correção e esse papo que o governo é medroso, eu insisto, diria, o governo é sim um grandioso estrategista que vai dar um xeque mate mais cedo ou mais tarde na grande mídia, matando ela de inanição. Ela continuará a existir mas perderá sua capacidade de manipulação, e já em 2010 sentiremos como a coisa estará bem clara.
CLIQUE AQUI para ler o artigo que deu origem ao comentário >>
Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Gustavo Santos, Política Brasileira | 3 Comentários »
Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho* do Blog do Jefferson
A oposição política brasileira está completamente perdida. Até em ano eleitoral ela não fica ao lado dos pobres. E, assim, conquistar mais uns votinhos. O programa Territórios da Cidadania lançado pelo governo busca reduzir a pobreza. Os beneficiados são justamente aquelas regiões ou municípios com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). Daí que os presidentes do DEM, Rodrigo Maia, e do PSDB, Sérgio Guerra, vão entrar no STF para barrar o programa. A oposição é contra sob o argumento de que estamos em ano de eleições, portanto, o programa é eleitoreiro.
Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »
Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Barack Obama superou a adversária Hillary Clinton pela décima vez consecutiva, impulsionando sua pré-candidatura à indicação democrata. As primárias da última terça-feira aumentaram o estoque de notícias ruins para a democrata Hillary Clinton. Hillary, que há alguns meses era a favorita entre os democratas, perde espaço a cada prévia, mas mantém expectativa de vitória nas primárias de 4 de março, nos Estados de Ohio e Texas, bem como na Pensilvânia em 22 de abril.
Em Wisconsin, Obama venceu Hillary com uma diferença de 58% a 41%, em um estado em que a população negra é próxima de 4%. A vitória de Obama surpreende pelo tamanho da virada. Pesquisas de duas semanas atrás indicavam que Hillary liderava a corrida com 13 pontos de vantagem. Como Obama teve 17 pontos de vantagem na votação, a virada em duas semanas foi de 30 pontos percentuais. É realmente uma virada espetacular. Aquela tese de que Obama ganhava em estados com população negra, de maioria republicana e de jovens perdeu o sentido. Não parece ser esse o perfil do estado de Winsconsin. A estratégia da desqualificação das vitórias de Obama pela campanha Hillary não funcionou. Reconhecer as derrotas seria um bom recomeço para a senadora democrata. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Jefferson Milton Marinho, O que deu na Imprensa | 4 Comentários »
Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
A avaliação do governo Lula é a maior desde 2003. O índice daqueles que consideram o governo ótimo e bom sobe de 46,5% para 52,7% em janeiro. Esse percentual chega a 85,2% de brasileiros quando se considera ótimo, bom e regular. Além disso, a aprovação pessoal do presidente cresce para 66,8% de ótimo e bom. Em contraste, apenas 13,7% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo. Houve um significativo crescimento na avaliação do governo e do presidente Lula. Os programas sociais e a melhoria na economia explicam a aprovação do Lula e de seu governo. Além disso, o discurso de fácil assimilação com a população do presidente Lula contribui para uma melhor avaliação junto às camadas de renda mais baixa.
A crise da febre amarela (uma epidemia que não houve) e as denúncias de mau uso dos cartões corporativos não foram capazes de atingir a aprovação ao governo Lula, que continua em alta. Mas a maioria dos entrevistados acredita que os cartões corporativos afetam a imagem do presidente Lula. A questão é que a população avalia o governo em seu conjunto, o que explica a elevação da popularidade mesmo em momentos de intensa agenda negativa na imprensa. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 15 Comentários »