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Blog do Desemprego Zero

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Uma perspectiva desafiante

Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania    

Por Wladimir Pomar  

O Brasil está diante de uma perspectiva desafiante: vencer as ameaças da crise econômica, assistir a uma inversão na correlação de forças políticas e ver o início da construção de um modelo alternativo de desenvolvimento.

Mas isso vai depender, em grande medida, de o povo brasileiro e as forças de esquerda serem capazes de dar solução a pelo menos três problemas: a) superação da fragmentação das forças populares; b) introdução de formas alternativas de desenvolvimento; c) manutenção da divisão entre os diversos setores da burguesia.

A solução desses problemas está ligada, em grande medida, à atitude do governo Lula. A superação da fragmentação das forças populares, por exemplo, pode ter como eixo os programas sociais do governo. Nos recentes seis anos, eles abriram canais para minorar as condições de miséria e pobreza, expandiram as economias de produção popular, aumentaram o poder aquisitivo das populações de baixa renda e, portanto, estimularam a ampliação do mercado interno. Leia o resto do artigo »

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No Maranhão, Chávez defende a unidade sul-americana

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Presidente venezuelano afirma que, mesmo sendo ricos em recursos naturais, Brasil e Venezuela não vão conseguir alcançar o desenvolvimento isoladamente

Fonte: Brasil de fato

Escrito por Eduardo Sales dia 28/03/2008

Um discurso em defesa da unidade sul-americana e do investimento em políticas sociais marcou a visita do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao Maranhão nesta quinta-feira (27). Protegido por um forte esquema de segurança, com dezenas de automóveis, atiradores especiais e helicóptero, Chávez esteve na capital São Luiz para firmar acordos com o governador Jackson Lago (PDT). Antes, encontrou o presidente Lula com quem visitou as obras da refinaria Abreu e Lima, em Recife (PE).

No Palácio dos Leões, sede do governo maranhense, Chávez foi recepcionado por meninos vestidos de caboclos de penas e meninas trajadas de indígenas, que representavam o “Bumba meu boi do Maracanã”. Chávez discursou por quase uma hora na sacada do Palácio dos Leões e enfatizou a idéia de que todos os países sul-americanos e do Caribe precisam se entender como uma nação. “Somos uma só pátria, a pátria grande, a pátria sul-americana. Devo repetir mais de mil vezes, vocês se sentem venezuelanos e eu me sinto brasileiro”, afirmou.

O presidente venezuelano reafirmou que considera Lula como “um irmão” e não vai se afastar dele. “A cada vez que tentam me distanciar de Lula, nos aproximamos mais”, declarou. Chávez declarou que, mesmo ricos em recursos naturais, países como Venezuela e Brasil não conseguirão se desenvolver e sair da pobreza se agirem sozinhos, “e assim todos os demais países (do sul do continente)”. Leia o resto do artigo »

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Estratégia continental

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agencia Carta Maior

Escrito por Boaventura de Sousa Santos*

A guerra global contra o terrorismo chegou à América Latina – chegou com o Plano Colômbia, mas a incursão no Oriente Médio provocou algum atraso – e assume aqui as mesmas características que adquiriu em outros continentes: utilizar um aliado privilegiado (seja a Colômbia, Israel ou Paquistão).

Boaventura de Sousa Santos

Sobre a incursão do exército colombiano em território do Equador para eliminar um grupo de guerrilheiros das FARC, parece estar tudo dito; principalmente se parece como um caso encerrado, encerrado com sucesso. Mas a verdade é que não é bem assim. O que é revelado sobre a situação é tão importante quanto aquilo que se oculta.

Primeiro ocultamento: os processos políticos na América Latina questionam o controle continental que os EUA precisam para garantir o livre acesso aos recursos naturais da região. Trata-se de uma ameaça à segurança nacional dos EUA que, diante do fracasso iminente das respostas “consensuais” (livre comércio e concessões para as bases militares), busca uma resposta firme e unilateral. Ou seja, a guerra global contra o terrorismo chega ao continente – chegou com o Plano Colômbia, mas a incursão no Oriente Médio provocou algum atraso – e assume aqui as mesmas características que adquiriu em outros continentes: utilizar um aliado privilegiado (seja a Colômbia, Israel ou Paquistão), ao que, ao longo do tempo, se proporciona ajuda militar e informação de espionagem sofisticados, deixando-o ao abrigo de represálias e permitindo-lhe ações dramáticas de baixo custo e um êxito certeiro; incita-se este aliado ao isolacionismo regional como preço a pagar pela aliança hegemônica. Leia o resto do artigo »

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OEA diz que Colômbia violou artigo 21; Equador diz que bombas americanas foram usadas no ataque às FARC

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em Tribuna da Internet, em 23.03.2008

Por Castor Filho

De acordo com o jornal colombiano El Tiempo, o relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o ataque da Colômbia ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no Equador apresenta pontos de divergência.

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que considera o incidente político “superado”, porém disse ser difícil “ter confiança novamente em meu interlocutor”, numa referência ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

Os equatorianos alegam que alguns dos mortos receberam tiros pelas costas a curta distância. Colocam em dúvida a afirmação da Colômbia de que teria localizado o número dois das FARC, Raúl Reyes, através de uma “fonte humana”. Alegam que a Colômbia lançou seis bombas GBU12 de aviões que voavam do sul para o norte e outras quatro de aviões que voavam do norte para o sul.

As bombas lançadas do sul para o norte implicariam em violação do espaço aéreo do Equador.

É que o acampamento ficava na fronteira entre os dois países, em área demarcada pelo rio Putumayo. Ou seja, se algum avião lançou uma bomba voando do sul para o norte significa que voava do Equador para a Colômbia, ou seja, teria violado o espaço aéreo equatoriano.

Os peritos do Equador determinaram a trajetória das bombas pela forma como caíram as árvores que cercavam o acampamento.

De acordo com o relatório da OEA, o Equador alega que o lançamento das bombas requer tecnologia que a Colômbia não tem.

Já a versão da Colômbia é de que as bombas foram disparadas a partir de espaço aéreo colombiano, que eram bombas convencionais, algumas guiadas por GPS, e que foram utilizados os aviões SuperTucano e A37, da Força Aérea Colombiana. Leia o resto do artigo »

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Colômbia, Equador, Venezuela e a teoria da coincidência

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor online (exclusivo para assinantes)

Escrito por Wanderley Guilherme dos Santos *

Houve até quem não percebesse a crise Colômbia versus Equador. E a cenografia não foi modesta: a Colômbia violou o território equatoriano em manobra de busca e destruição de membros das Farc, o Equador ameaçou responder militarmente e a Venezuela, por via das dúvidas, segundo seu presidente, mobilizou tropas na região fronteiriça ao solo colombiano. Isso em menos de 24 horas e sem sinais anteriores do que poderia vir. Tensão no pedaço, alguns mortos, entre eles um alto comandante das Farc e, surpreendente notícia, universitários mexicanos. Pois em menos de uma semana, Brasil, Chile e Argentina promoveram reuniões pacificadoras, isolaram o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e dispensaram a intermediação americana. Em um piscar de olhos, para nossa perplexidade, leitores comuns, estava tudo terminado com apertos de mão, sorrisos de boa vontade e abraços gerais em reunião hospedada pela República Dominicana. Quem tirou uma semana de férias no período não encontrará pista ou rastro do acontecido no noticiário dos jornais. Esquisito.

Naturalmente, a diplomacia brasileira e a intervenção do presidente Luiz Inácio foram aplaudidas pela rapidez, discrição e eficiência por uns, enquanto outros consideraram mofina a posição brasileira. Nas televisões e crônicas a invasão colombiana de território do Equador foi transformada em tibieza do Brasil na condenação das Farc. Compreensível e esperado. Leia o resto do artigo »

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Investigação diz que Colômbia lançou 10 bombas de alta tecnologia no Equador

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: EFE/Uol, em 21/03/2008

No ataque colombiano ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador, em 1º de março, foram utilizadas dez bombas de alta tecnologia, segundo uma investigação da Força Aérea equatoriana, publicada hoje pelo jornal local “El Comercio”.

Em 6 de março, especialistas em armas da Força Aérea equatoriana iniciaram uma perícia sobre o bombardeio em Angostura, onde estava o acampamento das Farc e onde morreu o porta-voz internacional da organização, “Raúl Reyes”, e mais de 20 guerrilheiros.

De acordo com o relatório dos peritos, foram utilizadas 10 bombas GBU 12 Paveway II de 227 kg, que deixaram crateras de 2,40 metros de diâmetro por 1,80 metro de profundidade, publicou o jornal equatoriano.

O jornal ainda afirmou que, segundo as especificações do fabricante da bomba GBU 12, a Texas Instruments, o explosivo pode ser guiado por laser, GPS ou tecnologia intersensorial.

O relatório da FAE diz também que foram encontradas cápsulas de projéteis de calibre 0,50 no setor sul do acampamento, disparadas por metralhadoras de helicópteros que, segundo a Força Aérea equatoriana, fizeram a segurança dos soldados que realizaram a infiltração. Leia o resto do artigo »

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Consenso da OEA para resolução da crise entre Equador e Colômbia

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

OEA rechaça incursão colombiana e exige pedido de desculpas ao Equador

Fonte: Agência Brasil

Os ministros de Relações Exteriores membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) – reunidos após o conflito estabelecido entre Equador e Colômbia – chegaram, na noite de segunda-feira (17), a uma resolução consensual que inclui o “rechaço” à incursão militar colombiana em território equatoriano no último dia 1º, além de um pedido de desculpas de Bogotá (capital da Colômbia) à Quito (capital do Equador). As informações são da agência Telam.
Os Estados Unidos – que haviam se manifestado a favor da ação militar promovida pelo presidente colombiano Álvaro Uribe – apenas apoiaram a decisão da OEA após o pedido expresso do governo da Colômbia.
O acordo reforça ainda o compromisso, por parte de todos os países membros, de combater “grupos irregulares ou organizações criminais”, incluindo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Após 15 horas de reunião na sede da OEA, em Washington, os participantes aprovaram a resolução por unanimidade e as principais partes envolvidas – Colômbia e Equador – afirmaram sair vitoriosas do encontro.
“É um êxito completo para a Colômbia”, avaliou o chanceler colombiano, Fernando Araújo. “É um triunfo para o Equador”, destacou a chanceler equatoriana, María Isabel Salvador.

OEA chega a consenso sobre crise entre Colômbia e Equador

Fonte: Folha online

A OEA (Organização dos Estados Americanos) conseguiu chegar a um consenso nesta terça-feira sobre a resolução com a qual pretende encerrar a crise entre Colômbia e Equador.

Os dois países entraram em crise no dia 1º de março, após a incursão colombiana no Equador em uma operação contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), na qual morreu o número dois da guerrilha, Raúl Reyes, além de outras 24 pessoas.

Os Estados Unidos apoiaram a resolução, mas informaram que não apóiam o artigo quarto, referente à rejeição da incursão colombiana, porque considera que a Colômbia tem o direito de atuar em legítima defesa.

Ao término da reunião, a chanceler do Equador, María Isabel Salvador, qualificou de “claro triunfo” o texto da resolução aprovado pelos ministros das Relações Exteriores da América, e afirmou que seu país “avaliará” o restabelecimento das relações diplomáticas com a Colômbia quando considerar oportuno.

A resolução rejeita a incursão das forças militares em território equatoriano, por considerar que constitui uma clara violação dos artigos 19 e 21 da Carta da OEA, e reitera o firme compromisso de todos os Estados-membros de combater as ameaças da segurança.
O documento “acolhe positivamente” a Declaração dos Presidentes do Grupo do Rio sobre a crise, e destaca sua contribuição à distensão da situação e à aproximação entre as partes, com base no princípio do direito internacional.
A resolução reitera a plena vigência dos princípios do direito internacional de respeito à soberania, abstenção do uso ou ameaça do uso da força e não ingerência nos assuntos de outros Estados, que consta no artigo 19 da Carta da OEA.
Além disso, o texto destaca a plena vigência do princípio de soberania territorial e rejeita a incursão de forças militares da Colômbia em território do Equador.
Os chanceleres “registraram” o pedido de desculpas da Colômbia e o compromisso de que o incidente “não se repetirá em qualquer circunstância”. Leia o resto do artigo »

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A multipolaridade diplomática

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 16/03/2008

Por Cida Medeiros

Multipolaridade. Mais contemporâneo impossível. E aí a gente vê pelas respostas algo não algo datado, nem partidário, mas uma consistência ligada à cultura profunda brasileira, nossa vocação para a mediação de conflitos por meios pacíficos inerente em nosso DNA cultural. Não tenho dúvida que estas questões vêm revelando a fortaleza do que somos e como podemos contribuir como povo, como agentes culturais no planeta. Aos poucos nossa baixa auto-estima vai cedendo para a autonomia e liberdade. Somente obtidas pelo exercício do diálogo. É por isto que respeito muito este espaço deste blog, assim como Azenha e muitos outros. Intelectualidade e seu exercício. Leia o resto do artigo »

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