Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Blog do Mello
Embora na área jornalística e de política não se fale em outra coisa na web, a reportagem em que Nassif desvenda os bastidores de Veja não merece uma única matéria na grande imprensa.
A razão para isso é uma só: Há um medo imenso de contágio. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Vocês conhecem o blog do Mello. É muito bom!
“Veja”, quer dizer, olhe o que ele escreveu:
Dois dos jornalistas denunciados por Nassif em sua imperdível série sobre a Veja entraram na Justiça contra ele. É um direito. Mas não deram resposta alguma às acusações de Nassif. E declararam que não vão comentar o assunto. O que é péssimo. Uma coisa não anula a outra. Por que não respondem?
Nassif – antecipando-se – prevê que os dois usarão paus mandados, ventríloquos, para fazerem suas defesas. Pior pra eles. Pois se o fizerem estarão demonstrando aquilo que Nassif denuncia em sua reportagem: o jornalismo de aluguel de Veja.
Por isso, com esse movimento antecipatório, Nassif colocou os jornalistas de Veja e o jornalismo da revista numa sinuca de bico. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
Tinha gostado bastante da resposta do Wagner Moura à critica de que o filme Tropa de Elite era fascista:
“Não é possível que alguém que tenha visto “Ônibus 174″, um dos filmes mais humanistas dos últimos tempos, possa achar que o Zé Padilha (o diretor) tenha feito um filme fascista. Mas também fico preocupado quando vejo o capitão Nascimento ser tratado como herói. Fico pensando como reagiria ao filme uma platéia sueca. Não creio que pensariam naqueles policiais torturadores como heróis, assim como muita gente que vê o filme aqui também não pensa. Talvez os suecos não precisem de heróis. Talvez, aí sim uma tragédia, fascistas estejamos nos tornando nós, brasileiros, cidadãos carentes de uma política de segurança pública qualquer, que vemos naqueles policiais honestos, bem treinados, mas desrespeitadores dos direitos humanos mais elementares, a solução para o caos em que estamos metidos.”
Eu pensei: “Realmente, o filme só mostra uma realidade Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
José Márcio Tavares
Lá no Engenho de Dentro, a gente dizia: “quem dá mole pra Kojak acaba sempre dançando”. E, na minha opinião, alguns companheirinhos que estão no governo erraram no uso dos tais cartões corporativos. Erraram mesmo e não adianta muito ficar dizendo que na época do FHC era pior. Se antes era pior, é porque agora é ruim. Pura lógica. E o próprio presidente disse no seu discurso de posse, em 2003, que “nós não podemos errar”. Ele exagerou, claro. Mas errar de forma tão bisonha é triste, gente.
Estou dizendo isso com o intuito bem diferente do PIG (Partido da Imprensa Golpista). Eu quero é defender o governo Lula. Tanta coisa importante pra se debater neste país e os caras ajudam a criar uma crise por não saberem (isso, na melhor das hipóteses) usar uma droga de cartão de crédito. Quero defender o governo Lula dos aloprados que, vira e mexe, mais atrapalham do que ajudam.
Usar o cartão corporativo indevidamente e, depois da denúncia, devolver o dinheiro é assumir que errou. Ora, será que esse pessoal não sabe que tem o Portal da Transparência? Não sabe que a oposição está sempre louca pra pegar um deslize? (aliás, oposição existe pra isso mesmo. Quando o PT era oposição, não deixava passar nada). Não sabe que tem o TCU? Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Eurípedes Alcântara e Lauro Jardim entram na Justiça contra Luís Nassif
Carla Soares Martin
O diretor de redação, Eurípedes Alcântara, e o editor especial, Lauro Jardim, da revista Veja, entrarão nesta semana com ações civis na Justiça de São Paulo por danos morais contra o jornalista Luís Nassif. O dono da Agência Dinheiro Vivo publica em seu blog uma série de acusações contra a Veja.
Serão quatro ações no total: duas de Alcântara contra o jornalista e o portal que hospeda seu blog, o iG, cujo mantenedor é a Brasil Telecom, e outras duas de Jardim também contra Nassif e o iG. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Foi o grande cientista político italiano Antônio Gramsci que classificou a imprensa livre como o grande partido de direita do Ocidente. Pode-se dizer que a classificação é simplista. O que não pode ser dito da grande imprensa brasileira é que ela seja apartidária e neutra. É complicada a tarefa de exigir imparcialidade e equilíbrio da mídia. Quem sabe seja seu direito fazer suas opções, inclusive políticas. Ou será que a sociedade é que tem direito de exigir jornalismo de qualidade e apartidário. A resposta não é simples. O problema é que a mídia brasileira se declara imparcial e apartidária, mas ao mesmo tempo faz suas opções políticas (sem contar para o seu público). Assim, sua cobertura só pode resultar em mau jornalismo. É o que se viu na cobertura sobre os cartões corporativos.
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Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Do Conversa-Afiada
O Secretário da Casa Civil do Governo de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, participou nesta quinta-feira, dia 07, da abertura do ano legislativo da Assembléia de SP. O repórter do Conversa Afiada Karam Valdo perguntou a Ferreira (aguarde o vídeo):
“O que o Governo vai fazer para conter os saques diretos com o cartão corporativo que são 44,5% do total gasto no cartão ?”
Aloysio Nunes Ferreira respondeu:
“Os gastos são gastos bem feitos. Não há nenhum tipo de irregularidade. Você vai comprar vale transporte e usa esse dinheiro para comprar vale transporte. Isso é perfeitamente comprovado. A diária foi para ‘fulano de tal’, ‘fulano de tal’ paga e apresenta nota.”
Karam Valdo:
“Mas não fica mais difícil identificar os gastos quando o dinheiro é sacado diretamente no caixa ?”
Aloysio Nunes Ferreira:
“Pelo contrário, o cartão é muito mais fácil de identificar do que o cheque, por exemplo. Pelo cartão você sabe exatamente quando foi feita a despesa, onde foi feita a despesa. Não dificulta porque a utilização do dinheiro sacado é comprovada basicamente mediante a nota fiscal. Houve saques de coisa de R$ 40 milhões. A grande maioria, mais de 90%, foi vale transporte, despesa com pagamento de diárias e conserto de viaturas e operações policiais.”
Veja o que o Conversa Afiada já publicou sobre o assunto:
A TAPIOCA DO SERRA: VEJA OS GASTOS NO CARTÃO
Paulo Henrique Amorim Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Coluna Econômica – 07/02/2008
Há uma dificuldade enorme da mídia, em geral, em tratar os escândalos – os reais e os supostos.
Tome-se o caso dos Jogos Panamericanos. Houve uma explosão inacreditável do orçamento original. Até hoje não se sabe onde foi o dinheiro. Não houve curiosidade maior em ir atrás porque é um tema trabalhoso, complicado, em que as informações não estão facilmente disponíveis.
***
Tome-se, agora, o caso dos cartões corporativos.
Os cartões foram um grande avanço na administração pública, por permitirem o controle das despesas dos funcionários públicos, em trabalho. Tanto são relevantes, que a análise dos gastos dos cartões permitiu uma semana de manchetes nos jornais.
Há o uso correto e o mau uso dos cartões. A vantagem de tê-los é a possibilidade de identificar rapidamente o mau uso. O grande desafio é garimpar a montanha de números que se pode levantar no site Transparência Brasil, do governo federal, e analisar com critério as despesas. Leia o resto do artigo »
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