prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'A questão do Petróleo':

Brasil é foco de atenção mundial

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Os grandes líderes de petróleo se reuniram em Madri no Congresso Mundial do Petróleo para debater o futuro da energia barata. As novas reservas brasileiras oscilam entre admiração e esperança e a incerteza sobre qual será o rumo que o País tomará diante de suas novas riquezas.

Representantes do governo da Holanda e o próprio presidente da OPEP insinuaram que se trata de algo expressivo. As descobertas no Brasil ainda ocorrem em um momento em que as projeções apontam que demanda vai continuar crescendo acima da oferta.

As multinacionais já anunciaram que vão pressionar o governo contra a idéia de uma revisão da lei e a eventual criação de uma empresa 100% nacional para explorar as futuras reservas no Brasil.

Durante o evento, não faltaram questões ainda sobre o impacto das reservas na economia do País, Gabrielli, presidente da Petrobras, admite que está “preocupado” com a possibilidade de o Brasil sofrer a “doença holandesa” – a teoria aponta para a desindustrialização dos países onde se encontra petróleo e a valorização exagerada da moeda local.

Publicado no Jornal do Comércio

Por Jamil Chade  

Diante da perspectiva do fim da era da energia barata, esses nomes se tornaram focos de atenção para americanos, europeus e asiáticos. Na semana que passou, os maiores líderes do setor se reuniram em Madri no Congresso Mundial do Petróleo, para debater o futuro da energia. Com a previsão de que descobertas serão cada vez mais raras, as novas reservas brasileiras oscilam entre admiração e esperança e a incerteza sobre qual será o rumo que o País tomará diante de suas novas riquezas.

Nos corredores e salas de imprensa, o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, foi obrigado a responder uma dezena de vezes que não sabe ainda qual o volume de petróleo dessas reservas. “Sabemos que temos muito”. Representantes do governo da Holanda insinuaram que as grandes empresas já teriam feito seus cálculos e, de fato, o potencial seria enorme. O próprio presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib Khalil, deixou claro que se trata de algo expressivo, que pode mudar a geografia da exploração no mundo.

As descobertas no Brasil ainda ocorrem em um momento em que as projeções apontam que demanda vai continuar crescendo acima da oferta. “Não há problema de falta de petróleo. Temos isso por pelo menos 50 anos sem nenhum problema”, afirmou Khalil. “Mas o problema é a produção. ” Por ano, a Chevron alerta que o mundo terá de investir cerca de US$ 120 bilhões em produção se quiser chegar em 2030 com um abastecimento adequado. Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Assuntos, Conjuntura, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Mercadante quer rever royalties

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Mercadante afirmou que a repartição dos royaties é muito concentradora, pois a maior parte fica para o Estado do Rio de Janeiro, sendo assim, defende mudanças na repartição dos royalties do petróleo entre União, Estados e municípios. E também quer modificação na metodologia usada para identificar os beneficiários dos recursos.

*Por Katia Alves

Por Ana Paula Grabois

Publicado originalmente no Valor on line

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) defendeu ontem mudanças na repartição dos royalties do petróleo entre União, Estados e municípios e sugeriu que os recursos possam ser utilizados como fonte de receita fiscal do governo, incluindo o uso do recurso para abater do déficit da Previdência. “Parte desse problema fiscal, previdenciário, por exemplo, pode ser resolvido com a renda do petróleo. Quem sabe o financiamento da Previdência Social?”, afirmou.

Segundo o senador, que também defendeu a modificação na metodologia usada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para identificar os beneficiários dos recursos, as descobertas da Petrobras na área do pré-sal serão “uma fonte de receita fundamental para o país” caso as estimativas sejam confirmadas.

Mercadante diz que a repartição dos royalties é injusta pois cerca de 96% da arrecadação se concentra no Estado do Rio de Janeiro, particularmente em seis municípios. “Temos que repartir esses recursos com mais justiça”, afirmou.

 

 

Postado em A questão do Petróleo, Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Política Econômica | Sem Comentários »

A nova geopolítica da energia

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A iminente escassez do principal recurso energético contemporâneo, o petróleo, tem gerado crescentes preocupações aos estrategistas militares dos Estados Unidos, que temem cada vez pelo futuro do país em relação ao domínio dessa commodity.

Países em grande processo de desenvolvimento, como a China e a Rússia, começam a ameaçar a liderança estadunidense nesse mercado. Por isso, os estrategistas militares do Pentágono acreditam que se deve dar atenção prioritária na política militar do país à manutenção de tal liderança no contexto internacional, o que significa garanti-la por força bélica.

Apesar de não ser novidade nas políticas militares dos Estados Unidos a luta bélica em nome do petróleo, a diferença é que desta vez ela se motiva por um claro temor quanto à escassez futura desse recurso e, principalmente, pelo aumento da competição internacional por ele. Não há nenhum véu ideológico, diferentemente das guerras contra o “terrorismo”, que dissimule a atual intenção, é puramente estratégica e econômica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

Por Michael T. Klare – The Nation

Os estrategistas militares norte-americanos estão se preparando para as futuras guerras que certamente serão empreendidas, não por questões de ideologia ou política, mas em luta por recursos crescentemente escassos. Estima-se que, juntos, os Estados Unidos e a China chegarão a consumir 35% das reservas mundiais de petróleo em 2025.

Enquanto a atenção diária do exército norte-americano está concentrada no Iraque e Afeganistão, os estrategistas norte-americanos olham para além destes dois conflitos com o objetivo de prever o meio em que irá ocorrer o combate global em tempos vindouros. E o mundo que eles enxergam é um no qual a luta pelos recursos vitais – mais do que a ideologia ou a política de equilíbrio de poder – domina o campo da guerra. Acreditando que os EUA devem reconfigurar suas doutrinas e forças para prevalecer em semelhante entorno, os oficiais mais veteranos deram os passos necessários para melhorar seu planejamento estratégico e capacidade de combate. Apesar de que muito pouco disto tudo chegou ao domínio público, há um bom número de indicadores-chave.

A partir de 2006, o Departamento de Defesa, em seu relatório anual “Capacidade Militar da República Popular da China“, coloca no mesmo nível a competição pelos recursos e o conflito em torno de Taiwan como a faísca que poderia desencadear uma guerra com a China. A preparação de um conflito com Taiwan permanece como “uma razão importante” na modernização militar chinesa, segundo indica a edição de 2008, mas “uma análise das aquisições recentes do exército chinês e do seu pensamento estratégico atual sugere que Pequim também está desenvolvendo outras capacidades do seu exército, para outro tipo de contingências, como, por exemplo, o controle sobre os recursos.” O relatório considera, inclusive, que os chineses estão planejando melhorar sua capacidade para “projetar seu poder” nas zonas em que obtêm matérias-primas, especialmente combustíveis fósseis, e que esses esforços podem supor uma significativa ameaça para os interesses da segurança norte-americana.

O Pentágono também está solicitando, neste ano, fundos para o estabelecimento do Africa Command (Africom), o primeiro centro de mando unificado transatlântico desde que, em 1983, o presidente Reagan criou o Central Command (Centcom) para proteger o petróleo do Golfo Pérsico. A nova organização vai concentrar seus esforços, supostamente, na ajuda humanitária e na “guerra contra o terrorismo”. Mas em uma apresentação na Universidade Nacional de Defesa, o segundo comandante do Africom, o Vice-Almirante Robert Moeller, declarou que “a África tem uma importância geoestratégica cada vez maior” para os EUA – o petróleo é um fator-chave – e que entre os desafios fundamentais para os interesses estratégicos norte-americanos na região está a “crescente influência na África” por parte da China.

A Rússia também é contemplada através da lente da competição mundial pelos recursos. Apesar de que a Rússia, diferentemente dos EUA e da China, não precisa importar petróleo nem gás natural para satisfazer suas necessidades nacionais, esse país quer dominar o transporte de energia, especialmente para a Europa, o que tem causado alarme nos oficiais veteranos da Casa Branca, que receiam uma restauração do status da Rússia como superpotência e temem que o maior controle desse país sobre a distribuição de petróleo e gás na Europa e na Ásia possa enfraquecer a influência norte-americana na região.

Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Lula pode solicitar entrada do Brasil na Opep, diz revista

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Depois que o país descobrir as jazidas de petróleo, Lula vai solicitar a entrada do Brasil na OPEP, onde lutará por preço menor da commodity e aposta na produção de biocombustíveis.

Por Katia Alves

Publicado no Folha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou sua intenção de solicitar a entrada do Brasil na Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), depois de serem encontradas jazidas de petróleo no país, em entrevista que será publicada neste sábado pelo semanário alemão “Der Spiegel”.

Além disso, o presidente promete lutar por um preço mais baixo da commodity depois de garantir sua entrada na Opep.

Lula defende a aposta de seu país na produção de biocombustíveis e rejeita as críticas de que os cultivos de cana atrapalhariam os produtos destinados à alimentação, especialmente cereais. Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Petrobras é eleita a empresa mais transparente do mundo

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A Petrobras foi eleita a companhia mais transparente do mundo, segundo a Global Reporting Initiative, além disso, foi informado que o Brasil abriga o maior número de empresas classificadas como as mais transparentes do mundo.

A Petrobras vai expandir sua força de trabalho e a “contratação em massa faz parte da expansão de US$ 112,7 bilhões, que pode levar o Brasil a ultrapassar a produção de todos os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), com exceção da Arábia Saudita”.

Por Katia Alves

Publicado na Gazeta Mercantil

Por Alexandre Porto

A Global Reporting Initiative (GRI), entidade internacional que é referência em relatórios socioambientais, divulgou ontem, em Amsterdã, que a Petrobras é a companhia mais transparente do mundo. A empresa foi eleita por diferentes leitores de balanços – de representantes de ONGs a executivos, passando por governos e empregados de empresas -, numa votação que contou com a participação de 1,7 mil pessoas.

A GRI informou ainda que o Brasil abriga o maior número de empresas classificadas como as mais transparentes do mundo, com sete companhias na lista das 45 finalistas, seguido pela Espanha. O número de companhias brasileiras de grande porte que adotaram os relatórios do GRI quadruplicou no ano passado. Eram 15 e agora são 60.

Tupi exigirá 14 mil novos funcionários

A Petrobras tem planos de contratar 14 mil engenheiros, geólogos e perfuradores nos próximos três anos, para a exploração da maior descoberta de petróleo no Hemisfério Ocidental desde 1976, o campo de Tupi. Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Barril do petróleo mantém trajetória de alta e supera barreira de US$ 126

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O preço do barril do petróleo está aumentando e bate mais um recorde, e esse aumento se deve ao enfraquecimento do dólar que sofre uma queda significativa frente às principais moedas internacionais e ao problema de fornecimento da Nigéria”.

Por Katia Alves

Publicado no O globo on line

O petróleo superou a barreira de US$ 126 o barril, em mais um recorde batido nesta sexta-feira. A cotação do tipo Light, negociado em NY, chegou a US$ 126,25. Às 14h, era negociado a US$ 124,60. Em Londres, o barril do tipo Brent também mantinha a tendência de alta, atingindo US$ 125,68. No mesmo horário, a cotação era de US$ 124,18. Esse avanço pode pressionar a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) a aumentar a produção em um esforço de reduzir os custos globais de energia e prevenir futuras pressões inflacionárias em todo o mundo.

A alta do petróleo nos últimos dias deve-se,sobretudo, ao enfraquecimento do dólar e aos problemas de fornecimento por parte da nigéria, principal produtor africano.O grande avanço ocorre um dia depois de o secretário-geral da Opep, Abdalla El-Badri, ter sugerido que o cartel não aumentaria a produção, apesar da disparada de quase 100% nos preços da commodity nos últimos meses e os alertas de que o barril poderia atingir US$ 200. Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Assuntos, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Petrobras esclarece sobre possível “megacampo”

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mais algumas informações sobre o Carioca…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Projeto Brasil

Por Gabriel Aguillar

A Petrobras informou detalhes do processo de exploração do Bloco BM-S-9, localizado na Bacia de Santos, que segundo a ANP (Agência Nacional de Petróleo), pode abrigar um importante campo de petróleo no Brasil.

Nesta semana, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, disse que a agência teve acesso a informações não-oficiais sobre o bloco BM-S-9, que está sendo explorado desde março pela companhia. Lima afirmou que o bloco possui reservas cinco vezes maiores do que as estimadas para o campo de Tupi, atual maior campo de petróleo no país, o que faria do bloco da Bacia de Santos o terceiro maior do mundo.

Apesar de o diretor atribuir as “informações oficiosas” a fontes da própria estatal, a descoberta não é confirmada pela Petrobras, que garante ainda não ter condições de calcular o potencial do campo petroleiro em águas profundas. Além disso, a companhia ressalta que ambos os blocos do campo Carioca estão em fase de estudos. Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil | Sem Comentários »

Petrobras descobre terceiro maior campo de petróleo do mundo na Bacia de Santos

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Informações oficiosas reveladas ontem apontam para grande descoberta de fonte petrolífera no Carioca na área do pré-sal, que superaria em 5 vezes o potencial estimado de reservas de Tupi…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no UOL Economia

Brasil pode ter o 3º maior campo de petróleo do planeta

Da Redação

Em São Paulo

A Bacia de Santos pode ter o terceiro maior campo de petróleo do planeta. O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, afirmou nesta segunda-feira que recebeu informações não oficiais de que o bloco BM-S-9, a chamada área do Carioca, teria reservas até cinco vezes maiores do que o estimado para o campo de Tupi.

Se confirmada, será “a maior descoberta feita no mundo nos últimos trinta anos, e atualmente o terceiro maior campo de petróleo do mundo”, afirmou Lima. As ações da Petrobras dispararam na Bolsa após a afirmação.

MAIS

Perspectivas para Petrobras

Vale: papéis baratos

5 ações para curto prazo

Comida cara ajuda país

De acordo com Lima, os volumes do campo poderiam atingir 33 bilhões de barris de óleo-equivalente (BOE). A Petrobras detém 45% do campo, em associação com a britânica BG (30%) e com a hispano-argentina Repsol YPF (25%). Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil | Sem Comentários »