Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler).
Agora é a vez do Banco Mundial colocar o Brasil nesta posição…
O BRASIL É PARTE DA SOLUÇÃO
Por Pamela Cox
vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.
E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Publicado no Jornal do Commercio de 29/01/08)
Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia
Alan Greenspan, o ex-presidente do Banco Central Americano, afirmou em seu
recém lançado livro de memórias: “Entristece-me que seja politicamente
inconveniente reconhecer o que todos sabem, que a guerra no Iraque é,
sobretudo, por causa do petróleo”. Dessa forma, os EUA e seus aliados,
dentre eles a Inglaterra, objetivavam não só garantir o suprimento do
petróleo a partir daquele país, como tornar mais seguros os fornecimentos
da Arábia Saudita e de outros países árabes. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
VALOR – 30/01/2008
José Luís Fiori é professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e autor do livro “O Poder Global e a Nova Geopolítica das Nações” (Editora Boitempo, 2007). Escreve mensalmente às quartas-feiras.Em agosto de 1823, o ministro de relações exteriores da Inglaterra, George Canning, propôs ao embaixador americano em Londres, Richard Rush, uma declaração conjunta contra qualquer “intervenção externa” na América Latina. O presidente James Monroe, apoiado no seu secretário de Estado John Quincy Adams, declinou o convite inglês. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Em um estimulante ensaio publicado ontem na edição dominical do New York Times, Parag Khanna, pesquisador senior do American Strategy Program da New American Foundation, faz um interessante recorrido dos aspectos mais relevantes do declínio da hegemonia americana no mundo contemporaneo. Escapando das análises mais convencionais, Parag Khanna paralelamente aponta o forte declínio de uma Rússia ( ” seu declínio populacional oscila em torno a meio milhão de cidadãos anualmente ou mais, significando que a Rússia não será muito maior que a Turquia por volta de 2025 – população esta que estará dispersa em um país tão vasto que nem fará sentido como um só país” ) condenada a se incorporar à Europa ou torna-se uma petro-vassala da China , assinala o papel crescente dos países que chama de “segundo mundo” – os BRICS que já não são mais integrantes do antigo “terceiro mundo” – e,last but not least, antevê a geopolítica do século XXI ancorada em três pan-regiões hemisféricas – zonas econômicas longitudinais dominadas pelos Estados Unidos, pela Europa e pela China. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Eduardo Kaplan Barbosa*
O Ministro do Longo Prazo, Mangabeira Unger, manifestou interesse em incluir a região da Amazônia na agenda de desenvolvimento brasileiro, e por isso tem recebido diversos ataques (clique aqui para ler a reportagem em ” O Globo “).
Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável
Depois de décadas em que o Brasil privilegiou o crescimento econômico a qualquer preço, sem considerar os impactos ambientais, o senso comum atual a respeito da Amazônia Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O ministro das Ações de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger, deve ser o sujeito e o objeto da nova polêmica envolvendo as políticas de desenvolvimento do governo Lula. Depois de toda a controvérsia relacionada ao projeto de transposição do rio São Francisco (clique aqui para ler mais sobre a questão), o ministro Mangabeira decidiu partir para uma viagem de quatro dias à Amazônia com uma comitiva disposto a discutir propostas nada convencionais para o desenvolvimento da Amazônia (clique aqui para ler a reportagem do Jornal O Globo).
O “Projeto Amazônia” deve englobar atividades que vão da produção industrial à mineração. Entretanto, a proposta mais polêmica, e talvez desatinada, é a de criar um aqueduto para ligar a região Norte à região Nordeste. O ministro argumenta que algumas regiões têm um excesso de água, o que seria inútil, enquanto que outras áreas têm falta deste recurso.
Como já argumentado na questão da transposição do rio São Francisco, um projeto de tal envergadura deve levar em conta dois aspectos: o seu custo e seu impacto ambiental. Tanto do ponto de vista do custo quanto do ponto de vista do impacto ambiental, talvez seja mais inteligente apostar em projetos menos caros e que causem menos danos ao meio ambiente. Um exemplo disto é o projeto de cisternas para o Nordeste, que poderia trazer o volume de água necessário para a segurança hídrica da região, a um custo muito mais baixo e com impacto insignificante na natureza.
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