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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Poesia':

Modelo de negócio mais tecnologia inovadora é igual a resultado

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

A geração de vantagens competitivas advém cada vez mais, além da tecnologia, de negócios inovadores, novas combinações de cliente-alvo, oferta e modelo de operação.

Por Maximiliano Carlomagno, sócio-fundador da Innoscience e autor do livro Gestão da Inovação na Prática:

Ouso de novas tecnologias tem sido uma das alternativas para o desenvolvimento de vantagens competitivas e sustentação de desempenho superior em tempos de hipercompetição. Nesse cenário, a noção de inovação como algo relacionado a produto e tecnologia permeou a visão de empresários e executivos por muitos anos. Clique aqui para ler mais.

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O MILAGRE DAS ÁGUAS

Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

“No princípio… o Espírito de Deus pairava sobre as águas.” (Gên 1, 1-2)

E com elas teceu o manto azul da Terra!

As águas iniciaram uma dança mágica.

Brotaram da rocha em forma de fontes,

Correndo nos montes, num giro sem par…

E foram crescendo, tornaram-se rios,

Possantes, bravios, ou calmos, cantantes,

Correndo, constantes, em busca do mar.

E semeando vida nos caminhos,

Fecundando a terra, preparando o chão

Para ser o berço materno do grão,

Que devia germinar, florir e frutificar,

Nutrir e alimentar, tornando-se refeição.

Águas límpidas, refletindo o céu em sua superfície calma.

Águas puras, lavando o corpo e acalmando a alma. Leia o resto do artigo »

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MINHA HERANÇA

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Carrego em mim luares,

Canções secretas de passadas eras,

Poeiras estelares,

Fantasias, desejos e quimeras.

Dunas brancas de areia,

Tecendo labirintos variados

Às carícias do vento que passeia…

Praias banhadas pela lua cheia,

Estrelas acordando…

Cores de pôr-do-sol,

Espargindo no céu rosas de ouro,

Que o olho sorve em colorida ânsia,

Com a mesma avidez e extravagância Leia o resto do artigo »

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MISTÉRIO

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Mistério, amor é teu nome!

Brincas nas águas, passeias no sopro do vento!

E vais distribuindo a tua alegria

À flor que nasce na campina,

À onda que dança, e ondula, e serpeia

Na superfície do mar.

E brilhas no olhar

Das crianças que passam na rua:

Da rica e bem vestida, como da pobre e nua.

O mesmo sorriso,

Selo da tua beleza,

Acende em suas faces a esperança.

Explodes, como vida, no seio da terra,

Onde uma semente foi lançada e germinou.

E te fazes sombra e cheiro, flor e fruto.

Dás sem pedir, de modo absoluto.

És o Amor!

Revelas o esplendor de tua graça

Lá onde um homem abre a sua mão

E estende-a para o outro,

Num gesto de amizade ou gratidão.

Lá onde alguém concebe a ousadia

De quebrar os grilhões do próprio cárcere

E aventurar-se

Nos caminhos da entrega e da alegria.

Carrega-me contigo

Por “mares nunca dantes navegados”,

Alturas que jamais ousei transpor,

Caminhos por ninguém imaginados!

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Abolição

Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Temos muito a fazer ainda para a promoção da igualdade racial em nosso país:ampliar e melhorar os acessos à educação de qualidade, criar condições de igualdade para o acesso, bem como para a remuneração no mercado de trabalho, reconhecer e titular as terras remanescentes dos quilombos com mais rapidez, eliminar a exclusão e a violência presentes no seio da juventude negra… Promover a verdadeira inclusão do negro na sociedade brasileira. Para tanto, muitos obstáculos teremos que transpor, muitas negociações teremos que fazer e muita firmeza teremos que ter.”

Por  Zulu Araújo

Abolição

Januario Garcia

Abolição

Abolição

Abolição

a lição do meu Avô

Que casou com minha Avó

Que pariu a minha Mãe

e com meu Pai, fazendo amor

Fez do prazer a flor da dor

A beleza negra que eu sou

Acabar com a tristeza

Com a pobreza

E o apartheid

Não fazer da Humanidade

A metade da metade

Parte branca

E parte negra

Abolição

Abolição

Abolição Leia o resto do artigo »

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Os nossos espelhos de Eduardo Galeano

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado no Vermelho

Por Emir Sader  

Alguma vez perguntaram que livro eu recomendaria a alguém que fosse ler um único livro e eu respondi:”O mundo de cabeça para baixo”. Agora tenho que acrescentar: no século passado. Neste recém nascido, eu diria: “Espelhos – Uma história quase universal”.

Uma vez ao mês, mais ou menos, ele – o nosso melhor escritor – nos brinda com uma crônica que fala de tudo e de todos, em poucas palavras e linhas. Diz tudo, com a contundência, a erudição e o fervor moral de quem desvenda as leis ocultas do nosso tempo e as torna legíveis aos olhos de todos. Como se estivesse atendendo ao pedido desesperado de Brecht, quando falava da maior das dificuldades para dizer a verdade: não era a de descobri-la, a de separar as essenciais das inócuas, mas a de fazê-la chegar a quem mais precisa delas, as maiores vitimas das mentiras do nosso tempo.

Para isso, escolher uma linguagem compreensível, buscar exemplos do cotidiano, falar do que importa para uma vida melhor, denunciar o inaceitável e levantar esperanças donde só se pode ver miséria, desencanto e morte. Para que a verdade seja reconhecível para quem vive embrulhado por inverdades, principalmente pelas mentiras do silêncio sobre o que é fundamental, invisível aos olhos e corações, como tarefa cotidiana da imprensa mercantil. Leia o resto do artigo »

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Nome oculto

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Nome oculto

Meu nome é um desafio.

Define um caminho.

Aponta uma direção.

A doçura das Marias,

O perfume das olivas,

A abertura e a soltura

Das portas do coração.

Mas não define quem sou!

Eu, você! Cada ser vivo

Carrega um nome interior secreto,

Por ele mesmo, talvez, ignorado.

Quem sou eu, na raiz última do ser,

Naquela solidão que ninguém toca,

Nem o pai ou a mãe mais extremosos,

Nem o amante mais apaixonado?

Esse mistério escondido

Por vez aflora em versos ou canções,

Em momentos de silêncio consentido,

Numa lágrima, num gesto,

Num grito ou num protesto,

Num toque palpitante de emoções!

Aflora, não se expõe! Leia o resto do artigo »

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SENTIR

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Sentir a vida! Saborear cada momento!

Pisar o chão, senti-lo firme sob os pés

E agradecer o privilégio de estar vivo!

Deixar o olho se embeber de aurora,

Mergulhar no azul, passear nas cores do arco-íris

E deixar-se transformar por elas,

Tornando-se luz,

Iluminando becos escuros,

Onde se escondem desejos inconfessados,

Ou sentimentos de ternura ímpar,

Jamais expressos e sinalizados.

Tornar-se arco-íris,

Sinal de uma aliança nova entre o céu e a terra,

Entre o humano e o divino,

O ínfimo e o imenso,

O calmo e o hipertenso,

O velho e o menino…

Embriagar-se do verde das montanhas,

Cheirar a flor, sorver o seu perfume,

Tal colibri, que as beija sem cortá-las… Leia o resto do artigo »

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