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Blog do Desemprego Zero

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Pré-estréia do documentário “Condor”

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

*Por Elizabeth Cardoso

Nesta terça-feira, 29 de abril, às 21 horas, no Odeon Br, na Cinelândia, acontece a pré-estréia do filme “Condor”, dirigido por Roberto Mader. O filme chega ao circuito carioca como detentor de importantes prêmios: vencedor do Prêmio Especial do Júri de Gramado e Melhor documentário do Festival do Rio 2007.

O filme trata sobre a Operação Condor, que foi uma aliança político-militar entre os vários regimes militares da América do Sul – Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai – criada, na década de 1970, com o objetivo de coordenar a repressão a opositores dessas ditaduras instalados nos seis países do Cone Sul.

A estréia de “Condor” no circuito geral está marcada para 1º de maio.

Trailer, depoimentos, fotos e mais informações sobre o filme podem ser acessadas no site http://www.condor-ofilme.com.br.


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A ordem criminosa do mundo – Parte 4

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Última parte do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta última parte, Galeano e Ziegler tratam sobre a tortura, enquanto um instrumento empregado para semear o medo e, assim, favorecer a manutenção do poder nas mãos daqueles que já o detêm; pois, este medo semeado, cresce e dá frutos, e seus frutos não são outros que não a apatia política dos povos, o conformismo com as situações de injustiça, a banalização da pobreza e sua aceitação como uma conseqüência natural da incapacidade “técnica”, da “desqualificação” ou “despreparo” dos pobres para o mercado de trabalho, a indiferença ante o sofrimento de tantos acometidos pela fome crônica e pela miséria. Galeano e Ziegler chamam a uma postura diferente, de não-conformismo com esta realidade mortífera e criminosa do mundo, que, mais do que nunca, está sob a égide das práticas imperialistas do capital financeiro internacional.

*Por Elizabeth Cardoso

“Há uma convenção internacional contra a tortura. Existem mecanismos de controle da tortura. Há um artigo na Declaração dos Direitos do Homem [...] que proíbe radicalmente a tortura. E, sem embargo, a maior potência econômica e militar do planeta pratica abertamente a tortura. [...] Há, portanto, uma destruição, não só um retrocesso, de partes inteiras, de capítulos completos dos Direitos Humanos.”
Jean Ziegler

“[...] Se a tortura torturasse somente os culpados não seria eficaz [...] Os símbolos de poder funcionam porque emitem medo, e emitem medo na medida em que podem tocar a qualquer um [...] Não se tortura para obter a informação, isso é falso. Se tortura para semear o medo. E nisso se tem que reconhecer que a tortura é eficaz. E por isso é que agora a tortura é objeto de publicidade incessante, porque a máquina do medo, a máquina de semear o medo, utiliza a tortura para prevenir o delito da dignidade.”
Eduardo Galeano

“[...] essa perversa herança colonial que nos convence que a realidade é intocável… o medo de mudar. Não se pode! [...] Por hoje, existe esta ideologia do tipo de impotência nascida do medo. Não se pode! Eu penso que esse medo de mudar é um medo muito, mas muito, danoso e que é um dos medos mais poderosos, mais importantes, neste tipo de maquinaria mundial do crime porque é um medo que mata a esperança, ou seja, opera contra a vontade democrática de mudança.”
Eduardo Galeano

Duração: 10:54min
Idioma: Espanhol (sem legendas)

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=gAgv1hRm9JI]

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A ordem criminosa do mundo – Parte 3

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Terceira parte, de um total de quatro, do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta terceira parte, Galeano e Ziegler abordam sobre o grave problema migratório no mundo e a globalização que não passa de um processo financeiro, que mundializa as mercadorias, os capitais, que recebe de braços abertos o capital financeiro e as multinacionais, mas que fecha as portas para as pessoas. Eles também discorrem sobre a perda de valores fundamentais da humanidade e que tem colocado em risco a democracia, em prol de interesses econômicos. Ainda tratam sobre a destruição de direitos humanos.

*Por Elizabeth Cardoso

Duração: 10:50min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

“A OMC, a Organização Mundial do Comércio, composta hoje por 147 Estados, deve assegurar e assegura em nome do capital financeiro internacional a liberalização total da circulação de mercadorias, de capitais, de patentes e de serviços. Desarma, portanto, os Estados do Sul frente ao capital multinacional, ao que liberaliza só as mercadorias, as patentes, os capitais, nunca as pessoas. As pessoas não aparecem nos projetos da Organização Mundial do Comércio [...] Os homens se reduzem a um problema menor, totalmente apartados da liberalização mundial.”

Jean Ziegler

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=Eng0XDMHcB8]

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A ordem criminosa do mundo – Parte 2

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Segunda parte, de um total de quatro, do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta segunda parte, Galeano e Ziegler discorrem sobre o “capitalismo assassino”, que mata milhares de pessoas devido à fome crônica que assola os países pobres, expiatórios das políticas imperialistas e excludentes do capital financeiro. Eles tratam também sobre o pânico característico do nosso tempo, principalmente o pânico relacionado à perda do trabalho, o que tem tornado o trabalhador passivo diante das práticas exploratórias e da restrição de seus direitos.

*Por Elizabeth Cardoso

Duração: 10:36min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

“Todos os dias neste planeta, segundo a FAO [Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação], 100 mil pessoas morrem de fome ou por causa de suas conseqüências imediatas. No ano passado, a cada 5 segundos, uma criança de menos de 10 anos morria de fome e ano passado também, 856 milhões de pessoas, 1 de cada 6, tinham permanecido mal nutridas de forma grave e permanente. As cifras indicam que a pirâmide de mártires aumenta e tudo isso se sucede em um planeta que, segundo a FAO, poderia alimentar em condições normais com 2700 calorias por dia, para um adulto normal, a 12 bilhões de seres humanos, e somos 6 bilhões, quer dizer, a quase o dobro da população atual, ou seja, que nesta matança cotidiana de fome não há fatalidade alguma.”

Jean Ziegler

“Eu não sei se em outras civilizações, se em outras etapas da história humana, as pessoas estavam tão presas ao medo como nós vivemos agora. Temos medo de tudo, todo o tempo. Não se pode fazer nada, é um gás paralisante de medo. O medo, creio, predominante, o que se sente mais na vida cotidiana, é o medo de perder o trabalho. É um típico pânico do nosso tempo, a insegurança laboral. O medo de não encontrar amanhã um posto na fábrica ou na oficina faz com que uma quantidade de direitos sindicais que se haviam tido ao longo de mais de dois séculos de lutas estejam agora correndo um grave perigo de morte, porque ninguém se anima a nada por medo, por pânico, da perda do trabalho que se tem. Os que não têm medo da perda do trabalho tem medo de não encontrá-lo, que é um medo muito semelhante. [...] O pânico é o demônio que nos inventam para nos assustar. [...] O trabalho hoje vale menos que lixo [...] se trabalha cada vez mais em troca de menos, cada vez mais horas em troca de um salário menor. [...] direitos conquistados em muitas batalhas difíceis ao longo do tempo, como o direito à sindicalização [...] esse é um direito aniquilado pela máquina da morte do mundo de hoje, é uma máquina de exterminar direitos, que tem convertido o trabalhador em um mendigo, em um mendigo de emprego, em um mendigo de salário.”

Eduardo Galeano

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LD0-VtYenLQ&feature=related]

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Sobre dengue, mídia e autoridades públicas

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Uma verdadeira batata quente que ninguém quer segurar e passa para o próximo. Assim tem sido o problema da epidemia de dengue no Rio. A mídia reforça o seu discurso contra os órgãos de saúde pública, criando e alimentando na população o sentimento de ineficiência desses órgãos, o que acaba por alarmar as pessoas, desestimulando-as a procurar ajuda médica adequada. Os governos, por sua vez, alfinetam-se de mais e cooperam de menos, colocando picuinhas políticas a frente do bem-estar social. Os agentes menores desse processo, os cidadãos, tornam-se os responsáveis por tudo, acabam ficando com a batata na mão que receberam do governo e da mídia…

Leia abaixo a análise do jornalista e historiador Rafael Fortes sobre este assunto…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Por Rafael Fortes*

Em 11/4, a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro enviou à imprensa sugestão de pauta sobre a inauguração de uma “tenda de hidratação” para vítimas da dengue, a ser realizada em 14/4, com presença do secretário de estado de Saúde e do secretário de Atenção à Saúde (órgão do Ministério da Saúde). A “notícia” me foi encaminhada por um amigo jornalista, que perguntava: “para que a inauguração? Se os secretários são médicos, não seria melhor irem trabalhar atendendo os pacientes? Isto é festa? Haverá bolo, guaraná, balões de gás e fita para cortar?”. Esse ato é um desrespeito às mães que perderam os filhos. Só falta inaugurarem um cemitério especial para os mortos pela dengue, com fogos de artifício e inclusão da obra no PAC.

O despreparo e/ou má-fé das autoridades se revela também em algumas providências para “combater” o problema: a) iniciativa surreal de trazer médicos de fora do estado do Rio de Janeiro; b) recomendação para as crianças usarem calça, meia e sapato fechado (saúde é obrigação de Estado, se o uso de certas vestimentas é apontado como política de saúde pública, cabe ao Estado viabilizar imediatamente a distribuição para todas as crianças dos itens necessários); c) estímulo ao uso de repelentes (há pesquisas sobre possíveis efeitos da aplicação intensiva e prolongada de veneno sobre a pele de crianças e adultos?); d) a recente e inacreditável “parceria” entre governo do estado e empresas de dedetização; e) contratação de médicos, empresas e cooperativas em regime de urgência, o que dispensa licitação e é sujeita a ingerências pessoais, políticas e comerciais.

É nítido, mas paradoxalmente pouco se discute, que a situação é fruto, sobretudo, do baixo investimento em saúde e da privatização aberta ou velada (cooperativas, fundações, terceirizações etc.), como apontou matéria recente deste Correio.

Em debate no Programa Faixa Livre, o presidente do Sindicado dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, afirmou que o alto número de óbitos se deve à falta de atendimento, pois o poder público só se mexeu quando a sociedade organizada cobrou e protestou. Disse ainda que os governos federal e estadual se omitiram e demoraram a agir por oportunismo eleitoral, visando deixar à prefeitura o ônus político da epidemia. Caso o leitor não saiba, os governos federal (PT) e estadual (PMDB) são aliados, e a prefeitura (PFL, atual DEM), adversária de ambos. Leia o resto do artigo »

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A ordem criminosa do mundo – Parte 1

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

*Por Elizabeth Cardoso

“Os verdadeiros donos do mundo hoje em dia, em primeiro lugar, são invisíveis, não estão submetidos a nenhum controle social, sindical, parlamentar. São homens sob a sombra que detêm o governo do mundo. Detrás dos Estados, detrás das organizações internacionais, há um governo oligárquico de muito pouca gente, muito pouca gente, mas que conta com uma potência, uma influência, um controle social sobre a humanidade como jamais um papa, nenhum imperador nem rei algum tinha tido ao longo da história dos homens.”

Jean Ziegler

Duração: 10:54min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=N_3xKbo-pOs]

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Americanos tramam apoio ao Golpe de 64

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Conversa gravada, em março de 1964, entre o então presidente dos EUA, Lyndon Johnson, e o seu subsecretário de Estado, George Ball, revela participação e apoio do país ao Golpe de 64 ocorrido no Brasil…

*Por Elizabeth Cardoso

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Q65Pz-sFci8]

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Sobre farsa e um pênis escondido

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Nesta crônica, o blogueiro critica a hipocrisia da grande mídia e de seus métodos golpistas para alcançar o poder…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog AbundaCanalha

Por Jurandir Paulo

A tradição golpista brasileira tem bons exemplos de engodos praticados com a cumplicidade da mídia. Dois momentos são exemplares: o Plano Cohen, arquitetado por militares integralistas, que serviu como motivo para a instauração da ditadura do Estado Novo e a Carta Brandi, enganação de Carlos Lacerda para interferir nas eleições de 1955. Nos dois casos existiram pinceladas de tragédia. O primeiro levou a forte repressão aos comunistas, que pagaram um alto preço pela mentira a eles imputada. O segundo, mesmo que tenham descoberto a fraude meses depois, ajudou a aglutinar militares golpistas, que passaram a atuar organizadamente e no sonho do poder, concretizado finalmente no golpe em 1964.

Se antes a tragédia, agora a farsa. Basta um par de neurônios para perceber o circo armado pelos herdeiros dos velhos golpistas com a conivência da mídia. O objetivo está claro: interferir nas próximas eleições. O alvo do momento é a ministra Dilma Rousseff, nome que desponta com força para 2010. A acusação sobre um possível dossiê é totalmente farisaica. O método da mídia, um embuste, tenta até esconder a confissão de um senador das hostes golpistas.

A fraude é hipócrita. Dossiês e informações sobre possíveis gastos da presidência há muito circulam, sendo citados por parlamentares e notas em jornais. Não podemos esquecer que pouco antes do início desta mais recente campanha, a mesma mídia registrava a tentativa de acordo entre governo e oposição para evitar a baixaria com a divulgação dos gastos deste governo e do de FHC. Em 19/3/2008, o jornal Estado de S.Paulo publicou que o presidente Lula vetara o uso de informações conhecidas, como a de um pênis de borracha nos gastos do ex-presidente. Isto foi esquecido e perfeitamente escondido pela mídia golpista. Talvez com o temor que as forças aliadas ao governo usassem tal apetrecho com assemelhado simbolismo ao da tal “tapioca”. Uma compra de R$ 8 que virou exemplo no PIG de abuso de dinheiro público, ao ponto de senadores da república distribuírem sorvete de tapioca em sessão plenária, para posar para as filmagens e as fotos.

Como tudo virou uma grande farsa, eu agora discordo de Lula. Não vamos esquecer do pênis de borracha de FHC. Queremos saber detalhes. Custos, quantidade, dimensões, usos e abusos. E quero ver didlos sendo distribuídos no Senado, farão sucesso. Estou enfurecido, dane-se a república.

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