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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'CULTURA':

Sobre tempo e jabuticabas

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A crônica abaixo, de autoria desconhecida, nos incita a pensar sobre a maneira como vivemos, sobre as coisas às quais dedicamos nosso tempo.

A vida é efêmera e o tempo escasso e fugidio. Não podemos mais despendê-lo em nada menos do que o essencial das coisas, das situações, dos sentimentos.

Sendo as jabuticabas os anos da nossa vida, percebemos que muitas já foram consumidas e nem sempre sentimos o seu gosto, pois comíamos rápido demais, uma após outra. Agora que as jabuticabas que restam na bacia não são tantas como foram outrora queremos mais do que consumi-las, queremos, e devemos, degustá-las ao máximo…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Autoria desconhecida (até o momento)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.

Não tolero gabolices.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.

Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação” onde “tiramos fatos a limpo”.

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Abolição

Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Temos muito a fazer ainda para a promoção da igualdade racial em nosso país:ampliar e melhorar os acessos à educação de qualidade, criar condições de igualdade para o acesso, bem como para a remuneração no mercado de trabalho, reconhecer e titular as terras remanescentes dos quilombos com mais rapidez, eliminar a exclusão e a violência presentes no seio da juventude negra… Promover a verdadeira inclusão do negro na sociedade brasileira. Para tanto, muitos obstáculos teremos que transpor, muitas negociações teremos que fazer e muita firmeza teremos que ter.”

Por  Zulu Araújo

Abolição

Januario Garcia

Abolição

Abolição

Abolição

a lição do meu Avô

Que casou com minha Avó

Que pariu a minha Mãe

e com meu Pai, fazendo amor

Fez do prazer a flor da dor

A beleza negra que eu sou

Acabar com a tristeza

Com a pobreza

E o apartheid

Não fazer da Humanidade

A metade da metade

Parte branca

E parte negra

Abolição

Abolição

Abolição Leia o resto do artigo »

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Cinema e debate no Odeon quarta-feira

Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O documentário retrata a forma como são julgados menores infratores, nos possibilitando diversos olhares da atual realidade social. Além do cenário específico dos julgamentos ainda é exposto o meio de convívio dos adolescentes ampliando o espaço de diálogo do filme. Para quem assistiu ao “Justiça” da mesma diretora, terá a oportunidade de ver novamente a maneira como justiça brasileira atua (com conservadorismo latente), porém agora através de um outro público. Aproveitando a discussão que o filme proporciona o NIAC – Núcleo Interdisciplinar de Ações para a Cidadania – o (a) convida para a primeira edição do Cine NIAC, com a exibição do filme “Juízo”.

O evento será no próximo dia 14, às 10h, com debate com a diretora do filme Maria Augusta Ramos, no Cine Odeon Petrobras, com entrada a R$ 5,00. Vale a pena conferir!

Por Beatriz Diniz

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O monarca de toga

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Crítica de Carlos Lopes, do Jornal A Hora do Povo, à entrevista concedida pelo Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Ayres de Britto, ao Jornal Folha de São Paulo. Lopes aponta as intenções reacionárias das citações do ministro e condena sua postura diante de temas que não pertencem à alçada jurídica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Jornal Hora do Povo

Por Carlos Lopes*

O ministro Ayres de Britto forneceu ao público mais alguns exemplos de sua afamada escola jurídica, segundo a qual “o Judiciário não governa, mas ele governa quem governa”, agora revista e ampliada para “o Judiciário não governa nem legisla, mas o Ayres de Britto quer governar o governo e legislar o Legislativo”. Pode não haver nisso muita lógica nem fazer muito sentido, se é que faz algum, mas é esse o conteúdo de sua entrevista à “Folha de S. Paulo”, na véspera de assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Diz o ministro que é contra a reeleição do presidente porque “a república é uma forma de governo contraposta da monarquia”. Não pense o leitor que o Conselheiro Acácio ressuscitou e emigrou para o Brasil. Não. Tem mais: “enquanto a monarquia é hereditária, a república é eletiva”. Essa nem o Pedro Bó é capaz de discordar. O interessante é a conclusão que o douto ministro extrai dessas duas obviedades: “… se você possibilita a renovação de mandatos, você golpeia a república nesse seu elemento da renovação dos quadros dirigentes. Quanto mais você prorroga um mandato, mais se aproxima da monarquia e se distancia da república”.

Que nos perdoe o ilustre ministro, mas a isso chama-se, em uma palavra, charlatanice. Desde quando uma reeleição é uma “prorrogação” de mandato? E desde quando o que afasta a república da monarquia é a proibição da reeleição, se na monarquia nem eleição existe para chefe de Estado?

O princípio básico da república é que o povo deve escolher o chefe de Estado. Porém, segundo o ministro Ayres de Britto, impedir o povo de escolher quem ele quiser – inclusive reeleger quem ele acha que merece – é o que caracteriza a república, e não a monarquia. Evidentemente, do ponto de vista do conteúdo político – a restrição à vontade popular -, que é o que importa, a proibição à reeleição está mais próxima da monarquia do que a liberdade republicana do eleitor eleger e reeleger quem ele quiser. No entanto, nesse samba do jurista doido, há ainda o emprego caviloso da palavra “renovação” – ele é contra a “renovação de mandatos” porque é a favor da “renovação dos quadros dirigentes”. Como o personagem de “O Leopardo”, o ministro parece ser a favor de que tudo mude para que tudo continue a mesma coisa. Pois a renovação da cara do presidente não tem relação necessária com a renovação do país. Aliás, freqüentemente substitui-se um presidente por outro para que não haja renovação alguma.

Por outro lado, uma reeleição muitas vezes é a garantia de que a renovação prosseguirá – como foram, por exemplo, as três reeleições de Franklin Delano Roosevelt. O que veio nos EUA depois que a direita impôs a limitação da reeleição a um mandato é suficiente para que não haja muita dúvida a esse respeito. Porém, há exemplo mais próximo – basta imaginar o que aconteceria se Lula não pudesse ser reeleito em 2006.

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Mayer Amschel d Rothschild

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Mayer Amschel Rothschild (1744-1812)

Mayer Amschel Rothschild (Francoforte do Meno, 23 de fevereiro de 1744Francoforte do Meno, 19 de setembro de 1812) foi um banqueiro alemão de origem judaica, fundador do império bancário da Família Rothschild, que ficaria conhecida como uma das mais bem-sucedidas dinastias capitalistas da história. Em 2005, ele foi classificado em 7o lugar na lista organizada pela revista Forbes dos Vinte Mais Influentes Homens de Negócios de Todos os Tempos. A revista referiu-se a ele como um “pai fundador das finanças internacionais”. Leia o resto do artigo »

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Manifestação de 13 de abril de 2008, em Caracas

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no site Aporrea

Enviado por Leonardo Pamplona

Imagens da Manifestação de 13 de abril de 2008, domingo, em Caracas.

Há 6 anos do golpe de Estado da CIA e da oligarquia vende-Pátria contra a Revolução.

Confira também na matéria original o discurso de Chavez em vídeo, dividido em 4 partes de aproximadamente 45 minutos.

Presidente Chávez se reuniu com seu povo em Miraflores

13 Abr. 2008 – A cidadania, como uma forma de exaltar o resgate da dignidade nacional, se concentra na Avenida Urdaneta de Caracas para recordar a luta cívico-militar que permitiu o retorno do presidente Hugo Chávez Frías ao poder há seis anos atrás.

Pontos como a esquina de Santa Capillas e as proximidades da Vice-presidência da República começam a ter a presença do povo, o mesmo que em 2002 saiu às ruas para reclamar o retorno do Chefe de Estado e da linha constitucional.

A Avenida Urdaneta brilhava pela manhã abarrotada de venezuelanos e venezuelanas que se reuniram, como naquele 13 de abril, para devolver ao país sua liberdade e varrer com a tirania. [...]

Clique aqui para ler esta matéria na íntegra em espanhol e para ver os vídeos

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Os nossos espelhos de Eduardo Galeano

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado no Vermelho

Por Emir Sader  

Alguma vez perguntaram que livro eu recomendaria a alguém que fosse ler um único livro e eu respondi:”O mundo de cabeça para baixo”. Agora tenho que acrescentar: no século passado. Neste recém nascido, eu diria: “Espelhos – Uma história quase universal”.

Uma vez ao mês, mais ou menos, ele – o nosso melhor escritor – nos brinda com uma crônica que fala de tudo e de todos, em poucas palavras e linhas. Diz tudo, com a contundência, a erudição e o fervor moral de quem desvenda as leis ocultas do nosso tempo e as torna legíveis aos olhos de todos. Como se estivesse atendendo ao pedido desesperado de Brecht, quando falava da maior das dificuldades para dizer a verdade: não era a de descobri-la, a de separar as essenciais das inócuas, mas a de fazê-la chegar a quem mais precisa delas, as maiores vitimas das mentiras do nosso tempo.

Para isso, escolher uma linguagem compreensível, buscar exemplos do cotidiano, falar do que importa para uma vida melhor, denunciar o inaceitável e levantar esperanças donde só se pode ver miséria, desencanto e morte. Para que a verdade seja reconhecível para quem vive embrulhado por inverdades, principalmente pelas mentiras do silêncio sobre o que é fundamental, invisível aos olhos e corações, como tarefa cotidiana da imprensa mercantil. Leia o resto do artigo »

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Nome oculto

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Nome oculto

Meu nome é um desafio.

Define um caminho.

Aponta uma direção.

A doçura das Marias,

O perfume das olivas,

A abertura e a soltura

Das portas do coração.

Mas não define quem sou!

Eu, você! Cada ser vivo

Carrega um nome interior secreto,

Por ele mesmo, talvez, ignorado.

Quem sou eu, na raiz última do ser,

Naquela solidão que ninguém toca,

Nem o pai ou a mãe mais extremosos,

Nem o amante mais apaixonado?

Esse mistério escondido

Por vez aflora em versos ou canções,

Em momentos de silêncio consentido,

Numa lágrima, num gesto,

Num grito ou num protesto,

Num toque palpitante de emoções!

Aflora, não se expõe! Leia o resto do artigo »

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