Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Maria de Fátima de Oliveira*
TESSITURA
Eu, fragmentos!
Pedaços de ser,
Ilusões, querer,
Sonhos, sentimentos!
Em mim se cruzam grãos de areia branca,
Dunas correndo ao vento,
Segmentos assim ao léu.
Palmeiras altaneiras, farfalhantes,
Erguendo os braços verdes para o céu.
Ondas do verde mar de minha terra,
Ou do Caribe ilhéu portorriquenho. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Enviado por Maria de Fátima *

Por Thiago de Melo
Artigo 1.
Fica decretado que agora vale a verdade,
Que agora vale a vida
E que de mãos dadas
Trabalharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo 2.
Fica decretado que todos os dias da semana,
Inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
Têm direito a converter-se em manhãs de domingo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jean-Pierre Langellier, do Le Monde (restrito a assinantes)
* Crônica: “Muito obrigado, Napoleão”, dizem os brasileiros
Todos os brasileiros poderão confirmar: o seu país existe graças a… Napoleão. O Brasil moderno é a conseqüência feliz de um excesso de orgulho imperial. Ele nasceu como nação porque Bonaparte havia obrigado a família real portuguesa a fugir para o outro lado do oceano, rumo à sua imensa colônia. Cem dias mais tarde, a dinastia dos Bragança desembarcava no Rio. Este fato aconteceu dois séculos atrás, em 8 de março de 1808. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Yuri Armstrong *
( Pequena paródia das vaidades e virtudes da República Tupiniquim )
Tenho que concordar com Zaratustra, quando ele diz que tudo que é para muitos ou para todos resulta em coisa de pouco valor.
De fato aos melhores perfumes, estão reservados os menores frascos e.. os narizes mais refinados.
Em se querendo respirar ar puro, deve-se fugir da multidão… e até mesmo da igreja.
Em verdade, se todo conhecimento fosse acessível a todos, segundo ele, seria o fim do “pensar” .
Tudo que é sublime, supremo. É para poucos.
Vide a arte, mãe de todo pensamento livre. E é preciso ter o espírito livre para se apreciar a arte.
Veja que não significa ser rico para ser um espírito livre. Simplificando bastante seria mais uma questão de ” virtudes “.
Mas quem de vós, falando como Zaratustra, tem virtudes ?
O que é bom é para poucos? Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
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Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2008
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Confira as outras charges.
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
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