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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Contos':

Pobres Banqueiros…

Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

 CARTA ABERTA A UM BANCO COMERCIAL QUALQUER

 Senhores Diretores,

 Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

 Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

 Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal? Leia o resto do artigo »

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CÍRCULO DO AMOR

Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Texto sugerido por: Maria de Fátima de Oliveira*

Ele quase não viu a senhora que estava com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho.

Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, a mulher ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudá-la durante a última hora. Ele iria ‘aprontar’ alguma? Não parecia ser de confiança, parecia pobre e faminto.

Ele pôde perceber que ela estava com muito medo e disse: “Eu estou aqui para ajudar, senhora. Por que não espera no carro? Lá deve estar mais quente. A propósito, meu nome é Brian”.

Bem, o problema dela era um pneu furado. Mas, para uma senhora, aquilo era o bastante. Brian abaixou-se, colocou o macaco, levantou o carro e começou a trocar o pneu. No final de todo, ele estava um tanto sujo e havia machucado uma das mãos. Enquanto apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali, não sabendo como agradecer pela preciosa ajuda. Brian apenas sorriu enquanto se levantava. Leia o resto do artigo »

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VISÃO DE PASSAGEM

Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Maria de Fátima *

Em certa região, havia uma praia que funcionava como estrada, ligando os povoados litorâneos com a sede do município. Na maré seca, por ali passavam pessoas a pé ou a cavalo, e até veículos motorizados.

Em determinado trecho, porém, erguia-se uma elevação, mistura de rochas e falésias, que exigia cuidados. Havia duas pedras no caminho, que se abriam como passagem. Mas nunca com a maré alta. Era preciso esperar que as águas recuassem, abrindo o espaço necessário para a travessia. Leia o resto do artigo »

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METAMORFOSE

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Maria de Fátima

Era uma vez uma pequena lagarta, que vivia feliz sobre uma folha aveludada e fofa, parte de uma árvore frondosa e muito verde. Naquela folha a lagartinha se sentia segura e acolhida, alimentada e bem-vinda.

Um dia, porém, não se sabe como, desabou uma tempestade tão forte sobre a floresta que a árvore foi atingida em cheio, e a largatinha foi jogada longe, bem longe de seu habitat. Lançada ao chão, quase se espatifa sobre a dureza das raízes… Arrastando-se como pôde, encostou-se na haste de um galho seco que jazia no solo, também ele derrubado pela força dos ventos… Leia o resto do artigo »

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