prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Rive Gauche':

ECONOMISTAS JÁ ALERTAM PARA PERIGOS DE DEPRECIAÇÃO CAMBIAL

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

Rio de Janeiro – Segundo reportagem do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), muitos economistas já alertam para os possíveis efeitos de uma considerável depreciação da moeda brasileira. Os fatores responsáveis por tal possibilidade são a redução do crescimento econômico norte-americano, o aumento à aversão ao risco nos mercados financeiros internacionais e a queda nos preços das commodities.

Como é sabido, uma abrupta depreciação cambial pode ter efeitos perversos sobre uma economia. Por um lado, pode-se ter um descasamento de moedas, isto é, um descasamento entre ativos em moeda nacional e passivos em moeda estrangeira, que pode resultar em falências e crises bancárias e / ou financeiras. Por outro lado, uma depreciação do câmbio pode gerar pressões inflacionárias, o que obriga o Banco Central, num regime de metas de inflação, a apertar ainda mais a política monetária.

A estabilidade da taxa de câmbio é uma variável-chave numa economia capitalista, pois funciona como âncora de expectativas para a tomada de decisões em investimentos voltados para a exportação. Além disso, ela é importante para a manutenção da competitividade externa e para a saúde do sistema financeiro. Por fim, ela colabora para não gerar pressões inflacionárias.

Portanto, vê-se o equívoco da autoridade monetária ao deixar a taxa de câmbio flutuar livremente, ao sabor de movimentos especulativos e de arbitragem. Estas operações podem ser revertidas num ambiente internacional mais hostil, o que pode implicar uma indesejável depreciação do câmbio.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Rive Gauche | 3 Comentários »

NOTA DO FED DESTACA PRESSÃO SOBRE O MERCADO FINANCEIRO

Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Em nota divulgada após o corte de 0,50%, o Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank, ou simplesmente FED) enfatizou o peso da crise de crédito nos EUA sobre o mercado financeiro. A crise teve sua origem no mercado de crédito imobiliário subprime, aquele com maior risco, e posteriormente se espalhou para todo o sistema de crédito norte-americano.

Além da pressão sobre os mercados financeiros, o FED assinalou sua preocupação com a macroeconomia do emprego e da renda. Segundo a nota, o nível de emprego vem demonstrando enfraquecimento, o que também justifica a redução da taxa de juros.

Por fim, o FED reconhece os possíveis efeitos de suas decisões sobre a inflação. Mas o que se vê, do ponto de vista prático, é uma preocupação com a manutenção do crescimento e do nível do emprego, mesmo em detrimento de um determinado nível inflacionário. Lá as prioridades são outras.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | 1 Comentário »

FED REDUZ NOVAMENTE A TAXA DE JUROS

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank, ou simplesmente FED) reduziu hoje novamente a taxa de juros, agora para 3% ao ano. Tal fato não ocorria desde os atentados de 11 de setembro.

O interessante desta história é o fato de que o neoliberalismo só vale para as colônias. Na hora do aperto, o FED mais uma vez rasga a cartilha ortodoxa e assume um inevitável pragmatismo, para livrar o país (e talvez o mundo) dos efeitos da bolha imobiliária, que só não percebida pelo mago do neoliberalismo Alan Greenspan (clique aqui para ler mais).

Como bem nos lembrou a Professora Maria da Conceição Tavares (clique aqui para ler a entrevista), o FED, ao contrário da nossa autoridade monetária, olha a inflação, mas também o crescimento. Em outras palavras, não sofre de surtos obsessivos inflacionários.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | Sem Comentários »

BUSH PEDE “CONFIANÇA” (?) AOS CIDADÃOS NORTE-AMERICANOS

Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O presidente George W. Bush pediu confiança aos cidadãos norte-americanos no seu último discurso anual ao Congresso dos EUA. Bush Jr. Admitiu que o país passa por um momento de incerteza, mas ressaltou a capacidade da maior economia do mundo em superar crises econômicas.

Na verdade, o presidente dos EUA esqueceu de salientar o papel omisso do ex-presidente do FED (o Banco Central dos EUA), o mago neoliberal Alan Greenspan, que fez vista grossa para o crescimento da bolha imobiliária durante os últimos anos (clique aqui para ler mais).

A história se repete. Na época de bonança, prevalece o ideário liberal, que prega a auto-regulação do mercado, a função da especulação estabilizadora, etc. Já quando bate a crise, o Estado, através de governos e autoridades monetárias, são chamados a campo para dar uma “mãozinha”.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | 5 Comentários »

FED, QUE NÃO É BOBO, DEVE REDUZIR NOVAMENTE A TAXA DE JUROS NESTA SEMANA

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Numa decisão surpreendente para alguns, o Banco Central norte-americano (FED), que não é bobo, reduziu a taxa de juros básica da economia norte-americana em 0,75% em reunião extraordinária na última semana. Muitos analistas acreditam que o FED possa dar um repeteco na semana que segue.

De fato, o FED tenta consertar o erro cometido na gestão do “maestro” do neoliberalismo, Alan Greenspan, que fez vista grossa para a bolha que se formava no mercado imobiliário. Agora, não adianta choramingar sobre argumentos como o moral hazard (risco moral). A única saída que se coloca é a injeção de liquidez para que a crise financeira não afete a macroeconomia do emprego e da renda.

No que diz respeito aos países tropicais, resta torcer para que a China mantenha seu crescimento e, por conseguinte, sua demanda por commodities em alta, para que nossas variáveis macroeconômicas não sejam seriamente afetadas. O FED, graças aos deuses, tem ignorado a cartilha econômica convencional, e na hora do “pega pra capar”, tem recorrentemente mandado a ortodoxia econômica às favas. Como dizia minha vovozinha, na prática a teoria é outra.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | 2 Comentários »

MAIS DO MESMO: COPOM MANTÉM SELIC EM 11,25%

Postado em 24 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Leo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu por unanimidade, no início da noite de ontem, manter a taxa básica de juros (a Selic) em 11,25%. A justificativa para tal decisão seria a instabilidade nos mercados financeiros internacionais, resultado da crise do mercado de crédito norte-americano. Além disso, a ata da reunião do COPOM destaca os “riscos” de demanda não desprezíveis, que podem comprometer a meta da inflação.

Conforme já observamos ontem (clique aqui para ler), nossa autoridade monetária sofre de surtos obsessivos inflacionários. Na prática, qualquer sinal de risco é motivo para não reduzir ou alterar a taxa de juros. Ao contrário do que faz o FED, que não gosta de inflação, mas não suporta recessão, o Bacen tupiniquim não sabe fazer duas coisas ao mesmo tempo: ou anda ou masca chiclete.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | 1 Comentário »

COMO DISSE A PROFESSORA CONCEIÇÃO: “QUERIA TER EU UM BANCO CENTRAL COMO O FED.”

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O FED mais uma vez ignorou solenemente a teoria econômica convencional e, num “ajuste de emergência”, rebaixou a taxa de juros básica de 4,25% para 3,5%, dando uma possibilidade de respiro ao mercado financeiro internacional. Como nos lembrou recentemente a Professora Maria da Conceição Tavares, o FED não olha uma única meta, mas trabalha conjuntamente as variáveis inflação e crescimento (clique aqui para ler a entrevista).

As conseqüências das medidas foram imediatas. O índice Bovespa valorizou 4,45%, chegando a 56.097 pontos. Já o dólar comercial terminou o dia em queda de 2,07%, cotado a R$ 1,792. A maior parte das Bolsas européias também registraram alta.

Isto serve de lição para nossa autoridade monetária, que aparentemente sofre de surtos obsessivos inflacionários. O FED mais uma vez demonstrou que a atividade de policy maker muitas vezes deve guardar uma margem de segurança em relação às fraquezas da teoria eocnômica convencional. Na hora do “vamos ver”, a autoridade monetária norte-americana não é nada ortodoxa. Graças a Deus!!

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | 3 Comentários »

ARRECADAÇÃO RECORDE AMENIZA IMPACTO DO FIM DA CPMF

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Leo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O Jornal Valor Econômico traz uma reportagem (clique aqui só para assinantes) analisando o aumento de arrecadação do governo em 2007. Segundo a análise, o governo aumentou sua arrecadação em 2007 no montante de R$ 64,88 bilhões (12,19% em termos reais), valor superior aos R$ 40 bilhões arrecadados pela CPMF.

Mesmo assim, o governo vai ter que suar muito para rever a estrutura de gastos, pois a peça Orçamentária de 2008 foi elaborada levando em conta o aumento de arrecadação e a aprovação da CPMF (clique aqui para saber mais sobre o fim da CPMF). Portanto, cortes terão que ser feitos.

Ainda segundo a reportagem, os ganhos de arrecadação vieram para ficar, mesmo tendo em conta o caráter pró-cíclico da arrecadação, oriundo do sistema tributário brasileiro, no qual um quarto da arrecadação de impostos provém do faturamento das empresas. Por fim, ao que tudo indica, o governo deve ter, sobretudo, um problema político e não fiscal. A correlação de forças políticas deve decidir o embate de quem pagará a conta.

Postado em Conjuntura, CPMF: e agora?, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Rive Gauche | Sem Comentários »