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Blog do Desemprego Zero

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RECORDE PARA INVESTIMENTOS DIRETOS EM JANEIRO

Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Segundo o Banco Central, os investimentos diretos somaram US$ 4,8 bilhões em janeiro, o que significa o maior volume de entrada de recursos desta modalidade em janeiro, desde o início da série em 1947. Tal façanha ocorre a despeito da crise de crédito no mercado imobiliário norte-americano.

Por outro lado, a maior entrada de recursos resulta numa ampliação de envio de remessas e lucros para o exterior, o que tem pressionado o saldo em transações correntes. Pelo visto, as pressões internacionais ainda não surtiram efeito no Brasil.

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OBAMA VENCE HILLARY PELA DÉCIMA VEZ CONSECUTIVA

Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

OBAMA VENCE HILLARY PELA DÉCIMA VEZ CONSECUTIVA

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O senador Barack Obama venceu sua adversária, a senadora Hillary Clinton, nas primárias do estado de Wisconsin, por uma diferença 17% (58% a 41%). Com esta vitória, Obama amplia sua vantagem e conquista o décimo sucesso consecutivo nas prévias que definem o candidato à Casa Branca pelo Partido Democrata.

Hillary iniciou a campanha como favorita, mas tem sido desbancada pelo rival. Obama adotou um discurso mais agressivo e progressista. O senador foi contra a invasão norte-americana no Iraque desde o início e defende a retirada imediata das tropas norte-americanas daquele país.

Já Hillary aposta num discurso baseado na experiência e numa suposta superioridade gerencial (seria a síndrome tucana?). Além disso, a ex-primeira-dama tem insistido em apresentar uma solução para a crise econômica dos EUA. Entretanto, sabemos que o FED (Federal Reserve Bank, ou Banco Central dos EUA) tem autonomia em relação ao Executivo. Desta forma, a capacidade discricionária do Presidente pode ser limitada para a solução da grave crise do mercado imobiliário norte-americano.

Finalmente, a contenda ainda não está decidida. Hillary espera reverter os maus resultados em Ohio, no Texas e na Pensilvânia. Caso isso, ocorra, a decisão dos delegados pode ser procrastinada para a convenção Democrata. Caso contrário, Hillary pode estar assinando sua sentença de morte nesta disputa.

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A RENÚNCIA DO COMANDANTE E O FUTURO DE CUBA

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O Presidente Fidel Castro anunciou nesta terça-feira que não concorrerá novamente ao cargo de Presidente do Conselho de Estado cubano. A decisão abre caminho para a eleição de Raúl Castro. A questão que se coloca é a do que esperar desta nova Cuba. Haverá uma transição para o capitalismo? Haverá flexibilização em relação às liberdades individuais?

Em primeiro lugar, devemos ressaltar os aspectos positivos e negativos do socialismo à cubana. A Revolução Cubana certamente foi responsável por um aumento significativo no nível de dignidade do povo cubano. O socialismo caribenho reduziu o analfabetismo a níveis próximos de zero, criou uma rede de proteção social com um nível muito superior ao dos países latino-americanos e promoveu uma considerável distribuição de renda.

Talvez o maior erro do socialismo cubano, do ponto de vista econômico, tenha sido não enfrentar a questão do subdesenvolvimento a fundo. Leia o resto do artigo »

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BUSH JR. AFIRMA QUE AFOGAMENTO NÃO É TORTURA (???)

Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

  Léo Nunes – Ao Sul do EquadorSão Paulo – Não posso deixar de comentar a declaração do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, de que afogamento não é tortura. A afirmação foi feita numa entrevista à rede de televisão britânica BBC. Segundo Bush Jr, esta inusitada “técnica” de interrogatório ajudou a salvar a vida de muitas pessoas.

Para quem afirma lutar para salvar (?) o mundo do terrorismo em prol da democracia, esta afirmativa soa um tanto quanto ambígua. Ou teria Bush Jr. um conceito inovador de democracia? Poderíamos encaminhar ao Departamento de Estado dos EUA uma pergunta referente ao conceito de democracia utilizado pelo governo dos Republicanos. Certamente é um conceito no mínimo exótico.

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ANÍBAL E O FAMIGERADO “CHOQUE DE GESTÃO TUCANO”

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O deputado José Aníbal (PSDB-SP) afirmou, em entrevista ao Estado de São Paulo (clique aqui para ler a entrevista), que o governo federal gasta mal seus recursos. Ora, o que os tucanos entendem de qualidade de gastos? Até onde sabemos, os tucanos entregaram algo em torno de 10% do PIB ao ano para a classe rentista, sob a rubrica juros da dívida.

O fato é que esta retórica oca tem impacto significativo na classe média. O discurso pseudo-gerencial está na moda, mas sofreu um duro golpe em 2006, quando Lula venceu o então candidato Geraldo Alckmin de forma esmagadora. Os tucanos deveriam vir a público explicar o que significa exatamente a gestão eficaz dos gastos públicos.

Seria privatizar a Vale por uma ínfima parte do seu valor? Seria manter a maior taxa real de juros do mundo, com as sabidas conseqüências fiscais? Seria cortar gastos em áreas essenciais como Saúde e Educação? Ou seria terceirizar funções públicas, contribuindo para a precarização das relações de trabalho? Não que o governo Lula seja um exemplo de qualidade de gastos, mas certamente os tucanos não têm autoridade moral para levantar esta bandeira.

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GOVERNO REDUZ CORTES NO ORÇAMENTO E PRESERVA O ESTADO

Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Leo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O deputado José Pimentel (PT-CE), relator-geral do Orçamento de 2008, afirmou ontem que o corte de despesas nos três Poderes será da ordem de R$ 12 bilhões e não de R$ 20 bilhões, conforme noticiado anteriormente. Segundo o deputado, o déficit será o mesmo e a alteração do número se deve a uma mudança na forma do cálculo.

Dentre as importantes medidas, Pimentel afirmou que estão mantidos os investimentos no PAC, o salário mínimo de R$ 412,40 e uma verba de R$ 48 bilhões para a pasta da Saúde.

Menos mal. É sabido que as medidas em questão são imprescindíveis para o país. Em primeiro lugar, os investimentos do PAC são fundamentais para que a infra-estrutura dê suporte a taxas de crescimento civilizadas. Em segundo lugar, o salário mínimo constitui uma importante medida de elevação da participação do salário na renda. Por fim, os investimentos em áreas como a Saúde são essenciais para não degradar ainda mais a qualidade do atendimento àqueles que necessitam da saúde pública.

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PARA LANGONI, CRISE AMERICANA NÃO DEVE CAUSAR IMPACTOS SIGNIFICATIVOS NO BRASIL

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Numa entrevista concedida ao Jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), o ex-presidente do Banco Central e economista da FGV-Rio, Carlos Langoni, afirmou que o Brasil tem condições de sair ileso da crise norte-americana. Segundo o economista, o FED (o Banco Central dos EUA) agiu com extrema competência, ao reduzir consecutivamente a taxa de juros daquele país, sinalizando ao mercado sua intenção em conter a crise originada no mercado imobiliário norte-americano.

Já no que concerne ao cenário interno, o economista ponderou que a situação é bem diferente de outros tempos. Para ele, a obtenção de superávits primários, a redução da relação entre dívida interna e PIB e o acúmulo de reservas internacionais devem ser suficientes para que o crescimento não seja significativamente afetado.

Ainda segundo Langoni, China e Índia desempenham um papel central neste processo, na medida em que o crescimento destes deve se contrapor à possível estagnação ianque. Apenas devemos acrescentar que o crescimento no país não será afetado, desde que nossa ilustre autoridade monetária não tenha mais um surto obsessivo inflacionário que a leve a um aumento dos juros, baseada nos seus cálculos esotéricos de hiato do produto.

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A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O encontro dos ministros da Economia do G7 em Tóquio foi o suficiente para que o mundo se dê conta de que mesmo as grandes potências não têm tanta convicção do caráter passageiro das conseqüências da crise imobiliária nos EUA.

Segundo analistas, apenas uma ação econômica coordenada pode ajudar a reverter a profundidade da crise. De fato, a extensão da crise só será conhecida na medida em que as instituições financeiras apresentarem as perdas nos seus balanços decorrentes de operações de crédito no mercado subprime.

Além disso, a própria atuação do FED (Federal Reserve Bank) tem limites, especialmente num ambiente de liberalização da conta financeira. Neste contexto, a correlação de forças entre a autoridade monetária e o mercado pende para o segundo pólo. Portanto, mesmo o esforço dos Bancos Centrais pode ser inócuo, caso a percepção das grandes instituições financeiras as levem a enxugar a liquidez para os investimentos. Neste caso, o desastre pode ser inevitável.

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