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Blog do Desemprego Zero

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ATAQUE À DILMA: DEM SAI DO ARMÁRIO

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O líder dos Democratas no Senado, Agripino Maia (DEM-RN), fez insinuações em relação à conduta da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na “áureos” tempos da ditadura. No depoimento da ministra, que deveria falar apenas sobre o PAC, o senador associou o caso do suposto dossiê da Casa Civil sobre contas do governo FHC ao fato da ministra ter mentido sob tortura. Frise-se bem: sob tortura.

De fato, não se pode esperar muito dos Democratas. Afinal, muitos deles não estavam exatamente do lado dos torurados. Dilma, por sua vez, deu uma resposta brilhante, ao afirmar que mentir para se livrar de uma dor física não tem relação nenhuma com a mentira num regime minimamente democrático. Mas temos que entender que os Democratas não combinam muito com a democracia.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – A grande mídia vem divulgando nos últimos dias a existência de um possível esquema de corrupção que partiria de dentro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Alguns pontos desta questão merecem uma reflexão mais acurada.

Em primeiro lugar, denúncias publicadas na imprensa dizem respeito a uma suposta conivência de funcionários do banco na utilização de notas frias concernentes a um projeto de investimento feito junto a uma prefeitura tucana (frise-se bem, tucana). Segundo funcionários do BNDES, um projeto deste porte envolve mais de 1000 notas fiscais. Ademais, a comprovação das notas é feita combinando a análise das notas fiscais com a realização do investimento, que é feito dentro do cronograma.

Esta comprovação, por sua vez, é feita por amostragem e em geral envolve um rigor considerável. A este respeito, vale lembrar que os funcionários do banco não são auditores. A auditoria é da competência do Tribunal de Contas do respectivo estado, e não dos funcionários do BNDES. Deve-se também salientar que a auditoria deve analisar a relação da prefeitura tucana com as notas frias. Sobre isso a grande mídia silencia.

De fato, soa estranho o aparecimento destas denúncias num momento em que o BNDES aumenta consideravelmente seu volume de empréstimos, ampliando a concorrência com os bancos privados. Tudo sob a tutela do economista Luciano Coutinho, rejeitado por parte significativa do setor rentista.

Coincidentemente (ou não!), as denúncias relativas ao BNDES, assim como a atribuição do “investment grade” pela agência de classificação de riscos Standard&Poor’s, foram veiculadas na mesma semana em que o Copom aumentou em 0,5% a taxa básica de juros a economia brasileira (Selic).

No que concerne a esta questão, funcionários do Banco Central afirmaram que pela primeira vez o presidente Lula teria cogitado concretamente a hipótese de demitir o mandachuva do Bacen. Quanto ao “grau de investimento”, nem mesmo os agentes financeiros em Nova Iorque entenderam muito bem a decisão da S&P, que é uma das agências de classificação de risco mais conservadoras.

Por fim, talvez as denúncias ao BNDES possam ter servido para tirar o foco da inconcebível decisão do Banco Central. Já a atribuição do “grau de investimento” pode ter sido uma forma de criar um fato positivo para a gestão monetária, frente ao aumento dos juros, o que significa uma decisão deliberada do setor financeiro para blindar Henrique Meirelles.

ARTIGO MAIS COMPLETO SOBRE O ASSUNTO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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E O PETRÓLEO BATE NOVO RECORDE….

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – O barril de petróleo atingiu hoje novo recorde, chegando a US$ 122. Sem dúvida, a desvalorização da moeda ianque contribui, e muito, para tal feito. Tal fenômeno torna mais evidente a necessidade de se desenvolver uma tecnologia alternativa de energia. Por conseguinte, deve-se aumentar a pressão para a produção de biocombustíveis. Se levada a cabo a alternativa da cana, poderemos ter mais pressões sobre o preço dos alimento, o que pode acarretar ainda mais problemas. De fato, a humanidade pode estar vivendo um dilema.

Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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SEGUNDO LE MONDE, SARKOZY É UMA DECEPÇÃO

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

 

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Num editorial carregado de adjetivos, o diário francês Le Monde classifica o primeiro ano de governo de Nicolas Sarkozy como decepcionante (clique aqui para ler o editorial). O texto destaca a falta de competência do mandatário do Elysée em levar adiante o programa da direita.

 

Além das estripulias de sua vida privada, que prejudicaram consideravelmente sua imagem perante a opinião pública francesa, Sarkozy tem sofrido importantes derrotas nos seus projetos de reformas neoliberais. Os setores organizados da classe trabalhadora têm barrado, com sucesso, boa parte dos projetos do presidente.

 

Além disso, o presidente francês lançou, no início do seu governo, um pacote tributário que beneficiava as camadas mais abastada da sociedade francesa. Em suma, parece que a França vem aos poucos descobrindo quem é Sarkozy e quais os impactos do projeto neoliberal para a classe trabalhadora. O lado negativo é que restam ainda quatro anos para a próxima eleição.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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BRUXELAS PRESSIONA PARIS PARA REDUÇÃO DO DÉFICT. SARKOZY PENSA EM SUA SOBREVIVÊNCIA POLÍTICA

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – A União Européia ameaça impor punições à França, caso o país não adote medidas para reduzir seu déficit fiscal. O governo conservador da França diz que não pretende introduzir mudanças significativas na sua política fiscal. Ficam as questões: será que o neoliberalismo só vale para os outros? Será que é algo para inglês ver? Por que será que na hora de lutar pela sobrevivência política, mesmo os políticos conservadores jogam a cartilha neoliberal na lata do lixo? Questões que a imponente “Ciência” Econômica não consegue responder…

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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DÓLAR SOBE E BOVESPA FECHA COM FORTE QUEDA

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do EquadorParis – A Bovespa fechou em forte queda no dia de hoje, registrando uma perda de 3.05%. O principal motivo foi a onda de falências de diversas instituições financeiras norte-americanas, que foram protagonistas da crise de crédito do mercado imobiliário.

Como já argumentamos em artigos anteriores, a crise americana pode ter impactos significativos em países periféricos com a conta financeira liberalizada. Ao não defender nem o patamar e nem a volatilidade da taxa de câmbio, a autoridade monetária coloca em risco a competitividade das exportações e a estabilidade do sistema financeiro num momento de reversão do ciclo.

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ATA DO COPOM REVELA POSSIBILIDADE DE ALTA DOS JUROS

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – A Ata do COPOM (Comitê de Política Monetária), responsável por fixar a taxa básica de juros da economia brasileira, revelou que a autoridade monetária considerou seriamente a hipótese de elevação da Selic, que hoje é 11,25%, na última reunião do Comitê.

A razão alegada seria um descompasso entre a oferta e a demanda agregada. Entretanto, sabemos que O Banco Central utiliza as altas taxas de juros para estimular o ingresso de fluxos de capitais, com o objetivo de apreciar a taxa de câmbio. O câmbio apreciado ajuda a colocar a inflação na meta, pois o passthrough (quanto a variação da taxa de câmbio afeta a taxa de inflação) é o principal mecanismo de contaminação da inflação brasileira.

Portanto, caímos numa armadilha que resulta em taxas de juros e de câmbio fora do lugar. Como conseqüência, crescemos menos do que podemos, criamos sérios empecilhos à competitividade externa e colocamos em risco a estabilidade financeira.

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A VALORIZAÇÃO DO REAL, O FIM DA COBERTURA CAMBIAL E A INSISTÊNCIA NO NEOLIBERALISMO

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Após alguma reflexão, concluí que, em matéria de política cambial, o governo Lula escreve errado por linhas tortas. Como observamos ao longo dos últimos anos, a nossa moeda se apreciou muito mais do que a maior parte das moedas relevantes do planeta em relação ao dólar.

Tal fato é resultante, por um lado, da melhora nos “fundamentos” da economia, isto é, no saldo de transações correntes e da conta capital e financeira e no significativo acúmulo de reservas pelo Banco Central do Brasil. Mas por outro lado, a apreciação do Real tem um componente especulativo. A melhora nos chamados “fundamentos” ocasionou a queda do risco-país, que não foi acompanhado por uma política de redução de taxa de juros, pois a autoridade monetária, que sofre de surtos obsessivos inflacionários, preferiu utilizar a expressiva apreciação cambial para controlar a inflação.

O aumento sem precedentes deste diferencial entre os juros internos e externos estimulou sobremaneira o ingresso de capitais para realização de operações de arbitragem e especulação no mercado de derivativos de câmbio. Este componente especulativo apreciou nossa taxa de câmbio, aumentou sua volatilidade e pode ter efeitos nefastos sobre a competitividade das exportações e sobre a estabilidade financeira, num momento de reverso do ciclo.

Portanto, a autoridade monetária, ao invés de se utilizar da intervenção no mercado de câmbio para conter tal apreciação, prefere adotar medidas que aprofundam a liberalização financeira e instabilizam ainda mais a taxa de câmbio. Ao acabar com a cobertura cambial, que significa a necessidade de internalização dos recursos oriundos da exportação, o governo diminui a pressão sobre o dólar, mas ao fazer isso, transforma um fluxo comercial, potencialmente mais estável e previsível, num fluxo financeiro, segundo o qual o comportamento dos agentes (exportadores) passa a se balizar por variáveis como diferencial de juros e expectativa da taxa de câmbio futura. Por fim, tal medida apenas implica em maiores danos à estabilidade da taxa de câmbio, com as más conseqüências já apontadas.

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