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Blog do Desemprego Zero

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Política Anticíclica do governo Lula: o Endividamento da nova classe média

Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por: Bruno Galvão dos Santos*

Há muito tempo, as principais economias do mundo, notadamente a China e os EUA, executam políticas anticíclicas fortemente keynesianas. Foi por causa dessa política que a China conseguiu manter taxas de crescimento superiores a 7% a.a. na crise asiática, enquanto a economia de seus vizinhos contraía-se entre 5% e 10% a.a. Os EUA conseguiram evitar que a combinação de endividamento excessivo das famílias americanas, o estouro da bolha da Internet e os atentados terrorista de 11 de setembro, resultasse em uma forte crise econômica com a política de déficit público e taxa de juros de 1% a.a. Na época houve importantes economistas que previam que a economia poderia entrar em depressão.

Contudo, na atual crise econômica a execução e as recomendações de políticas fortemente anticíclicas se generalizaram. Há alguns anos era impensável que o FMI, o Banco Mundial e até a conservadora revista The Economist, recomendassem a elevação dos gastos e investimentos públicos e a execução de uma política monetária expansionista menos focada na inflação. O governo americano já lançou dois pacotes de quase US$ 1 trilhão cada. Em outubro, o déficit público foi de mais de 20% do PIB americano. A taxa de juros de três meses dos EUA está em 0,04% a.a. A China lançou um pacote de US$ 600 bilhões em obras. Após as principais economias européias anunciarem pacote de dezenas de bilhões de dólares, a Comissão Européia aprovou um pacote de 200 bilhões de euros. Os cortes de juros têm sido generalizados. Se antes da quebra do Lehman Brothers a grande maioria dos países emergentes e desenvolvidos estava com taxa de juros reais negativas, atualmente isso ainda é mais geral. Diferentes de outras crises, países emergentes com restrição externa, como México e Argentina, anunciaram fortes medidas keynesianas e anticíclicas.

O governo brasileiro reconhece os riscos de haver uma forte queda da demanda. Mas, ao contrário, das recomendações keynesianas, a solução do governo é fazer uma campanha para a elevação do consumo privado por meio do endividamento das famílias. Em um país normal, essa proposta seria considerada esdrúxula, por ser limitada e muito dependente de decisões voluntaristas das pessoas. Entende-se um agente privado faz uma campanha publicitária para as pessoas aumentarem seu consumo, pois ele não dispõe das condições de elevar os gastos públicos e de reduzir os juros. Mas, para um governo que mantém uma política fiscal e monetária restritiva, isso é completamente incompreensível. Ainda mais no Brasil, que para cada real que as famílias gastarem mais por meio de crédito significará 2 reais a menos de sua renda disponível daqui a 1 ano. Se o diagnóstico do governo é de que o risco da economia é de uma forte queda da demanda, porque o governo: Leia o resto do artigo »

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Regras do pré-sal ficam prontas na semana que vem, diz ministro das Minas e Energia

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Uol Economia

Por: Piero Locatelli

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje que as regras da exploração do petróleo descoberta na região do pré-sal no litoral brasileiro devem ser estabelecidas na semana que vem.

A comissão ministerial, formada pelo presidente Lula, deve entregar o parecer ao presidente na semana seguinte à reunião.

“Fecharemos entre nós semana que vem. Nós forneceremos ao presidente alguns modelos alternativos. Tal seja a decisão dele, haverá a necessidade de uma lei do Congresso”, disse o ministro.

As decisões da comissão sobre a forma de concessão e os royalties da exploração da camada pré-sal ainda são desconhecidos. Por pedido do presidente Lula, nenhum dos membros dela fala sobre as propostas discutidas nas reuniões. Leia o resto do artigo »

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Lições da Crise

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho* 

Engana-se o leitor que imaginar que irei tratar neste artigo de lições relativas à presente crise que assola as economias consideradas as mais desenvolvidas do mundo. 

Quero abordar uma outra crise, muito perto de todos nós, latino-americanos, e que se relaciona obviamente aos processos de liberalização financeira – origem da atual crise global -, mas que guarda especificidades e conseqüências muito mais diretamente relacionadas à nossa realidade. 

Vou me referir à crise do projeto neoliberal no nosso continente, duramente golpeado eleitoralmente em quase todos os nossos países, mas que continua em curso, e com vigor, especialmente aqui no Brasil, com as políticas cambial, monetária e fiscal mantidas de acordo com o figurino recomendado por bancos e transnacionais. Para falar o mínimo, e não adentrar em considerações sobre o que vem sendo feito em outras áreas das políticas públicas, relacionadas aos setores, por exemplo, agrário e agrícola, meio-ambiente, petróleo, educação ou de estradas de rodagem. 

Certamente, pelas dimensões e complexidade de nossa economia, esta é uma situação que deve causar apreensão aos nossos vizinhos. O Brasil é hoje a mais forte retaguarda de defesa desses interesses corporativos financeiros em nosso continente. Os recentes episódios envolvendo o governo Lula com os interesses da construtora Odebrecht e a pendência com relação a um financiamento do BNDES, para uma obra que apresentou graves problemas aos equatorianos e ao seu governo, é apenas um exemplo do papel desempenhado pelo governo brasileiro.  Leia o resto do artigo »

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O retorno de Keynes

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Robert Skidelsky

Fonte: Prospect, 10/2008

Eu sempre disse que John Maynard Keynes viverá enquanto o mundo precisar dele. O que o mundo decidiu, 30 anos atrás, foi que não precisava mais de Keynes. A revolução keynesiana foi reduzida a um sistema mecânico para a estabilização de economias por meio de superávits e déficits orçamentários – mais déficits do que superávits, conforme se viu, levando às crises “estagflacionárias” da década de 1970. Segundo os teóricos, Keynes foi redundante, não tendo conseguido provar que o mundo necessita das políticas “keynesianas”. O sistema de mercado se auto-corrigia automaticamente o keynesianismo só levava à inflação.

 E, a partir desse ponto de vista, os teóricos tinham razão. A única base aceitável para a teorização econômica é o pressuposto de que os seres humanos são maximizadores racionais. Sendo isto verdade, segue-se que os vários distúrbios aos quais as economias de mercado estão susceptíveis são resultado de interferências externas. Para Hayek e Friedman, a culpa residia na manipulação de reservas monetárias por parte do governo com fins populistas. Fora os economistas, ninguém acredita que a natureza humana seja aquela descrita pela economia, mas, sem o seu axioma da racionalidade, a economia não poderia existir como a ciência que ela alega ser.

 A grandeza de Keynes, e, na verdade, a sua singularidade como economista, é o fato de ele ter sido mais do que um  economista. Além de ser um brilhante teórico e um grande administrador, ele foi o único poeta da natureza humana na área da economia. Ele tentou colocar a sua poesia a serviço da ciência e das políticas de governo. Mas tal proposta não se adequava bem à realidade, conforme ele próprio reconheceu em parte. A parte poética e a científica da sua teoria são discordantes. Assim, a poesia foi extirpada, e, com isso, a sua ciência também veio abaixo. De acordo com os teóricos, ele nunca conseguiu demonstrar por que agentes racionais deveriam desprezar negócios que os beneficiariam. Desemprego involuntário é impossível. E, assim que a ciência de Keynes se foi, restou pouco ou nada das políticas keynesianas. Tudo o que é necessário à economia é um sistema bancário central, cujos princípios são bem anteriores à economia de Keynes.

A forma como Keynes entende a psicologia humana nos mercados tem três características, nenhuma das quais encaixa-se no paradigma dominante da economia. O primeiro é a incerteza inevitável. “O fato notável é a extrema precariedade da base de conhecimento sobre a qual as nossas estimativas de possíveis retornos precisam ser feitas”, escreveu ele na sua obra-prima, The General Theory of Employment, Interest, and Money [A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda], de 1936. Leia o resto do artigo »

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Na mão do agiota

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por: Rogério Lessa*

Quando lhes convém, a imprensa grande e os politiqueiros são campeões em didática. Um bom exemplo é a um tanto forçada comparação entre as contas nacionais e a economia familiar: “O governo deve fazer como as donas-de-casa, que não gastam mais do que ganham”. Como se elas pudessem evitar o crediário para adquirir um simples DVD. Como se o Estado, ao gastar mais, também não arrecadasse mais em impostos no futuro, além de gerar empregos.No momento em que o Banco Central, depois de retomar a trajetória de alta da taxa de juros a pretexto de controlar uma suposta inflação de demanda, toma caminho inverso do mundo inteiro e mantém a Selic nas alturas, expondo o Brasil ao vexame no G20, não caberia perguntar se uma pessoa, empresa ou país podem se desenvolver estando na mão do agiota?

Yes, cada vez mais, nós só temos bananas. Cada vez mais nos especializamos em exportar produtos básicos para financiar importações de bens de maior valor agregado.

De acordo com o economista Miguel Bruno, da Escola Nacional de Estatística (Ence/IBGE), que agora está também no IPEA, os juros já representam 29% da renda nacional, ficando os bancos com 7% e o restante sendo destinado a segmentos privilegiados da sociedade. Já Marcio Pochmann, presidente do mesmo IPEA, constatou que apenas 20 mil clãs familiares (um milhão de pessoas) se apropriam de 75% da renda de juros pagos pelos títulos públicos do governo. Por outro lado, enquanto em 1994 a especulação com títulos públicos correspondia a 4% das receitas dos bancos, no final de 1998 essa especulação chegava a 43%. Leia o resto do artigo »

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Nada será como antes…

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

As instituições não podem permanecer imóveis diante de uma sociedade em plena mutação e em um mundo globalizado. Torna-se urgente redefinir o papel do Estado que, nos últimos anos, na Europa e América Latina, foi enfraquecido pelo lobby da governança mundial das agências internacionais.

Por Marilza de Melo Foucher

Fonte: LMD Brasil

Talvez a crise financeira e econômica impulsionada pelo templo do capitalismo neoliberal seja salutar para a social-democracia e a esquerda democrática, levando-as a pensar na redefinição do papel do Estado no socialismo democrático. O capitalismo, como previu Marx se fez universal e, hoje, assistimos a sua crise. Entretanto, devemos tirar lições do acontecido no século passado, não ceder a falsas verdades, manteve um pensamento aberto a outros pontos de vista. O momento é de balanço e busca de alternativas para o enfrentamento da globalização excludente, o que depende da capacidade de esquerda para criar um novo universo político de transformação social de re-politização global da realidade.

A esquerda européia não deve se contentar em fazer o diagnóstico da crise financeira. Ela deve reagir e fazer proposições face à desordem internacional deixada pela governança mundial e ditada pela doutrina neoliberal. Infelizmente, entre 1980 e 1990, anos em que a democracia social esteve no poder em vários países europeus, a reação crítica à globalização econômica foi mínima. Tampouco houve oposição ao modo de governança mundial não compartilhada – consolidada no início dos anos 1990 pelas grandes organizações internacionais (FMI e Banco Mundial). Os governos das grandes potências, ditos socialistas ou social-democratas, preferiram legitimar um novo imperialismo (multilateral), que, operado em forma de consórcio internacional, passou a ditar normas diretivas como referências maiores da doutrina econômica neoliberal.

As agências multilaterais prescreveram o receituário da “boa governança”, que refletia o poder hegemônico das finanças dos detentores do capital (norte-americanos e, em seguida, europeus). Eles pretendiam administrar o aparelho de Estado dos países do Sul, pelo centro do sistema do capitalismo mundial, neutralizando, dessa forma, o poder dos Estados como entidades reguladoras. Assim, os países periféricos, incluindo os emergentes, passaram a ser mais e mais desconsiderados no cenário internacional.

O mundo global em meio às normas neoliberais teria somente dois atores principais: as empresas e os consumidores. Para os teóricos da governança mundial, a concepção do Estado-Nação deveria ser enterrada. Esse passou a ser visto como intruso pelos novos teóricos. No seu lugar, deveria aparecer o Estado empreendedor – um bom acionista. Nesse sentido, se analisarmos a reação do presidente Bush, dos EUA, do presidente francês Sarkozy e da União Européia à crise, podemos afirmar que eles agem em coerência com a lógica neoliberal: o Estado intervém para salvar os bancos comerciais e passa ser acionista. Enquanto isso, na França, Sarkozy privatiza os serviços públicos e vai suprimir 13.600 postos de trabalho no setor da educação. O resto é retórica para ocupar o espaço da cena internacional e esquecer o resultado nefasto de sua política econômica destinada aos ricos. Leia o resto do artigo »

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“Precisamos assentar nosso crescimento na poupança interna e defender nossos recursos”, afirma Aldo Ferrer.

Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Ex-ministro, diretor da cátedra de Estratégia Econômica Internacional da Universidade de Buenos Aires e uma referência intelectual do pensamento econômico latino-americano, Aldo Ferrer destaca, em entrevista à Carta Maior, as dificuldades que a crise atual impõe à luta pelo desenvolvimento regional. E rechaça o fatalismo econômico diante da crise. “Nossos países não têm possibilidade alguma de mudar o mundo, mas temos a responsabilidade intransferível de decidir o lugar que ocuparemos nele”.

O papel da integração sul-americana na resistência à crise

O avanço da integração no MERCOSUL e a ampliação das relações políticas e diplomáticas na UNASUL abrem a possibilidade de ações conjuntas frente à crise. Sem dúvida, porém, essa possibilidade é limitada pelas assimetrias de escala, bem como entre níveis relativos de desenvolvimento, ademais, de contextos e políticas macro-econômicas distintas. O fato é que cada país tem a responsabilidade primeira de responder à turbulência externa.

Na medida em que se conseguir colocar a casa em ordem, teremos maior capacidade de criar espaços monetários para uso das moedas locais, bem como instalar clearings (caixas de compensação para ajuste de déficits, impedindo desequilíbrios que inviabilizam o comércio regional), incluindo-se a criação de fundos de contingência e um banco de desenvolvimento regional (do qual Brasil e Argentina podem se beneficiar menos, mas que será muito importante para outros, como Uruguai e Paraguai).

Evitar que a crise promova uma guerra comercial no MERCOSUL

A medida mais urgente de coordenação nesse momento é evitar que o impacto da contração dos mercados mundiais sobre cada país sul-americano seja transferido aos demais. Esse contágio provocaria uma espiral regressiva nas relações comerciais dentro do bloco. É preciso evitar o protecionismo intra-regional; ao mesmo tempo, é imperioso administrar as peculiaridades que afetam o comércio em cada país, acionando a mediação do Mecanismo de Adaptação Competitiva;

Prerrogativa política: definir o espaço a ocupar no mundo pós-crise

Nossos países não têm possibilidade alguma de mudar o mundo, mas temos a responsabilidade intransferível de decidir o lugar que ocuparemos nele. Historicamente não escolhemos bem. Por isso, dois séculos depois da independência continuamos a ser economias periféricas e subdesenvolvidas.

Temos que viver com o que temos; assentar nosso crescimento na poupança interna; defender nossos recursos; consolidar equilíbrios macro-econômicos; repartir melhor a renda e a riqueza; transformar a estrutura produtiva; ampliar o grau de educação e promover a integração das estruturas produtivas nacionais. Essa empresa é, em primeiro lugar, um desafio que cada país deve assumir com seu povo.

Para que possamos fazer políticas regionais, os Estados membros têm que ter capacidade de implementar políticas nacionais. É assim que a integração do MERCOSUL e a UNSAUL poderá fortalecer as esferas nacionais abrindo novas frentes comuns de luta no plano internacional. Hoje, podemos dar bons conselhos, nada muito além disso, no que diz respeito à nova arquitetura financeira mundial.

A Argentina resiste mas não pode incorrer no erro de valorizar o juro e a moeda

A Argentina resiste bem à crise financeira internacional porque o país se financia com poupança interna, sem acesso ao crédito internacional; não tem sofrido bolhas especulativas e seu reduzido setor financeiro está sólido e líquido.

O BC argentino tem bom nível de reservas, cerca de US$ 50 bilhões. Todos os problemas argentinos são de fabricação interna, não resultam da crise internacional. Entre eles, o conflito com os ruralistas; a polêmica sobre o regime de previdência, a inflação e a valorização cambial. O impacto da queda nos preços das commodities sobre o balanço de pagamentos está por vir ainda. Mas o maior risco atualmente, para a atividade econômica e o emprego é que o Governo – ao contrário das políticas que permitiram a recuperação nacional- siga agora uma receita de dólar barato e juro alto.

Leia a seguir (em espanhol) excertos do artigo enviado por Aldo Ferrer para a Carta Maior (publicaremos o artigo na íntegra em português): Leia o resto do artigo »

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Lula reúne ministério para avaliar medidas adotadas contra a crise

Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Reunião, a partir das 9h, inclui presidente do BC e deve levar todo o dia.
Governo discute eficácia das ações adotadas para aumentar crédito.

Publicado em: Portal G1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discute com seu ministério nesta segunda-feira (24), a partir das 9h, a crise financeira mundial e seu impacto no Brasil. A reunião ministerial, a primeira desde o início da crise, em setembro, deve durar o dia todo, na Granja do Torto.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, vão fazer uma explicação sobre as medidas adotadas pela área financeira para aumentar a oferta de crédito no mercado nacional. Leia o resto do artigo »

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