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Blog do Desemprego Zero

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Decisão do governo causa polêmica entre os analistas

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico

Por: Sergio Lamucci

A elevação do orçamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) agradou a economistas heterodoxos, que vêem na medida uma reação importante do governo para combater os efeitos da crise sobre a economia, ao mesmo tempo em que provocou ceticismo e alguma preocupação nos mais ortodoxos. Para estes últimos, incomoda o custo fiscal e a possibilidade de que o banco corra riscos indesejáveis nas operações de empréstimos.

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), David Kupfer elogiou a medida, considerando positivo que o governo tenha se organizado para levantar “fundos relevantes” destinados a fornecer crédito às empresas num momento em que as fontes privadas de recursos se retraíram. “Demorou um pouco, mas o anúncio veio em boa hora”, afirma ele. Para Kupfer, com os R$ 100 bilhões adicionais para o BNDES em 2009 e 2010, o governo indica que não será por falta de crédito, a um custo atraente, que o investimento vai parar no país.

Professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, José Francisco de Lima Gonçalves também vê com bons olhos a elevação do orçamento do BNDES. Para ele, que também é economista-chefe do Banco Fator, a atuação dos bancos públicos é importante num momento de travamento do crédito como o atual, sendo uma alternativa inteligente para estimular a cambaleante atividade econômica.

Embora o volume de R$ 50 bilhões por ano seja pouco se comparado ao estoque total de crédito no país, de R$ 1,2 trilhão, Gonçalves avalia que se trata de um montante expressivo quando se leva em conta que o dinheiro deve ser destinado a financiar basicamente o investimento. Leia o resto do artigo »

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Estatização, a única saída para os bancos?

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico

Por: Célia de Gouvêa Franco

O que os governos dos países mais duramente afetados pela crise financeira devem fazer com os bancos? Nacionalizar todo o sistema? Estatizar imediatamente os bancos que estão às vias de quebrar? Ou deixar as instituições mal administradas irem à lona porque o custo de intervir seria muito alto para os contribuintes e tiraria dinheiro de prioridades como fazer as economias voltar a se expandir? Ou ainda optar por continuar a fazer o que estão fazendo: injetar dinheiro nos bancos e adicionalmente aumentar a regulamentação.

À parte a questão do emprego (ou, mais apropriadamente, do desemprego), dificilmente haverá tema econômico que atraia no momento mais atenção internacional do que o futuro do sistema bancário e como tirá-lo do emaranhado de problemas que travam a concessão de crédito, com graves implicações para o crescimento dos países. Está claro que a primeira rodada de ajuda governamental aos bancos, anunciada depois de setembro, não foi e não é suficiente para salvar os bancos e resgatar as empresas que dependem de empréstimos para o dia-a-dia dos seus negócios e para investir. Sem uma solução para os bancos, aumenta exponencialmente o risco de uma depressão.

Políticos, economistas, empresários, bancários e banqueiros querem dar sua opinião, defender e criticar o aumento da participação do Estado no setor financeiro, propor alternativas ao controle estatal ou apoiar sua ampliação. Neste ponto, gostaria de abrir um parênteses para uma observação pessoal – passados quatro meses desde a eclosão da fase mais aguda desta crise financeira brutal, continuo surpresa com a rapidez com que a discussão sobre o papel do governo na economia voltou ao centro dos fóruns e embates depois de décadas em que o assunto era considerada carta totalmente fora do baralho do debate econômico. Por ora, o foco é a estatização de bancos, mas há quem creia que existe espaço para uma ampliação do debate para outros segmentos. Leia o resto do artigo »

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Belluzzo defende a estatização do crédito

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Monitor Mercantil

PARA ECONOMISTA, USURA PODE LEVAR PAÍS À RECESSÃO – O ex-secretário de Política Econômica e professor da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo, defendeu a “temporária estatização da concessão de crédito” no país. Para ele, a decisão do governo de deixar disponível ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 100 bilhões, via Tesouro Nacional, para financiar investimentos de longo prazo é bastante correta e precisa ser amplificada.

“Os bancos no Brasil não estão realizando empréstimos às empresas e consumidores. Na crise, revela-se o caráter coletivista do sistema de crédito nacional”, comentou.

Para Belluzzo, o governo precisa adotar uma atitude mais positiva em relação ao crédito, ou seja, “emprestar diretamente às empresas”, pois as instituições financeiras comerciais ficaram conservadoras demais num período de retração econômica e o risco é levar o país à recessão.

Na sua avaliação, se os bancos não querem conceder financiamentos, o governo deveria fazê-lo diretamente às empresas com recursos do Tesouro Nacional. “Esse movimento está ocorrendo nos EUA e na Inglaterra, onde os respectivos governos estão injetando volumes expressivos de capitais para que o sistema financeiro e empresas voltem a trabalhar normalmente”, comentou.

“O Estado não pode deixar a economia parar se os bancos comerciais decidirem não conceder empréstimos”. Leia o resto do artigo »

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Brasil precisa crescer mais de 4% para manter emprego, diz Ipea

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Instituto analisa a situação do país na crise internacional

Fonte: Ipea  

O Brasil precisa crescer mais de 4% para não interromper a trajetória positiva de 19 trimestres de investimentos acima da produção, aumento do emprego formal, redução do desemprego e da economia informal, conclui o documento “A crise internacional e possíveis repercussões: primeiras análises”, lançado hoje em Brasília pelo Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.

Elaborado por técnicos do Instituto integrantes de um Grupo de Trabalho (GT) sobre a crise da economia internacional, o documento faz três simulações sobre os efeitos da crise internacional no Brasil e mostra que menos de 4% significa o país interromper toda uma situação positiva de crescimento, com queda da desigualdade e da pobreza.

A participação dos rendimentos do trabalho no PIB vem crescendo desde 2004. Os resultados para a simulação indicam que para a expansão do PIB em 1%, a parcela salarial pode ser reduzida em 3%, assim como pode cair 0,6% se a elevação do PIB em 2009 for de 2,5%. No caso do PIB em 4%, a renda do trabalho na renda nacional pode continuar crescendo (0,2%) e manter a trajetória iniciada em 2004.O GT pretende acompanhar a situação do país e reproduzir informes ao longo deste ano.

O presidente do Ipea destacou que o Brasil tem condições de manter o ritmo de crescimento graças à opção anterior à crise, de investir em infraestrutura. “Além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) federal, que já foi licitado e as obras estão em andamento, este ano os Estados começarão a executar seus PACs. Trata-se de um investimento importante para manter o ritmo de crescimento”, ressaltou.

O documento foi dividido em três partes: a primeira descreve as manifestações da crise e efeitos sobre o seu epicentro, os EUA; a segunda trata das medidas tomadas pelos governos da China, Índia, África do Sul e Brasil, no sentido de redefinirem suas posições relativas à geopolítica mundial, bem como de reestruturarem suas instituições e cadeias produtivas e ocupacionais; a terceira faz simulações dos efeitos da crise em relação ao emprego, renda, câmbio e inflação no Brasil.

“Esta é a primeira grande crise da economia globalizada, com todos os países submetidos à lógica da economia de mercado. Afeta, portanto, um mundo fundado com profundas desigualdades, tendo como epicentro os bancos desregulados”, observou Pochmann ao lembrar que estudos sobre homogeneização da economia de mercado já alertaram sobre a geração dessas desigualdades.

Nas três partes do documento o papel do Estado é destacado. Os bancos centrais dos EUA(FED), da área da Euro(BCE) e do Japão(BoJ), por exemplo, fizeram intervenções no período de agosto de 2007 a janeiro de 2009, todas com o propósito de evitar uma deterioração do Estado de confiança.

“As políticas anticrise dos anos 80 e 90 passavam pela elevação das taxas de juros, desregulamentação e corte de gastos. Hoje, a produção e o emprego estão no centro das atenções, acompanhadas pela convergência de ações espontâneas dos países, todas voltadas para políticas de defesa do Estado” explicou Pochmann.

A China, segundo o documento, revela uma postura agressiva e proativa. Considerada a economia mais dinâmica das últimas décadas, parece estar sujeita a grandes mudanças, em razão da importância do comércio exterior e da maior valorização do mercado interno. Adotou medidas importantes de combate à crise, tanto interna como externamente. Elaborou proposta para que os países emergentes desempenhem um papel maior na supervisão de organizações financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird).

O documento não mostra a atuação dos organismos internacionais diante da crise. “Não identificamos uma coordenação das instituições internacionais”, justificou o presidente do Ipea. Ele aposta, no entanto, numa reorganização mundial, tanto em termo de regulação do sistema financeiro como em termo das relações internacionais e institucionais entre países. “É difícil acreditar que possamos voltar à situação anterior”, preconiza.

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Proposta de reforma busca evitar nova grande crise

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

 

Publicado em: Valor Econômico

Por: Claudia Safatle, Cristiano Romero e Alex Ribeiro

Mais regulação, mais supervisão, maior exigência de capital e limites à concentração bancária. Estes são alguns dos ingredientes da receita para consertar o sistema financeiro mundial, imerso na maior crise desde a Grande Depressão, conforme relatório do Grupo dos 30, organização privada que reúne alguns dos mais renomados economistas do mundo. O grupo é presidido por Paul Volcker, indicado para presidente do Conselho de Recuperação Econômica Presidencial do governo de Barack Obama.

Intitulado “Reforma Financeira – Um Sistema para Estabilização Financeira” o texto de 77 páginas foi escrito por Volcker, Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil, e Tommaso Padoa-Schioppa, ex-ministro das Finanças da Itália, ambos vice-presidentes da organização, que conta com nomes como Timothy Geithner e Larry Summer (respectivamente escolhidos secretário do Tesouro e assessor econômico de Obama).

Não se trata de um documento pronto e acabado. A idéia, segundo Fraga, é que ele seja usado como partida na discussão sobre a reconstrução do sistema. Resultado de seis meses de trabalho, o documento apresenta 18 instigantes propostas que vão desde a adoção de uma política de requerimento de capital pró-cíclica (com maior exigência de capital dos bancos nos períodos de expansão da economia e do crédito) à imposição de limites nacionais sobre concentração de depósitos, para evitar uma excessiva concentração no sistema bancário, que dificulta uma supervisão efetiva. Esta, por sua vez, deverá ser estendida também às atividades não-bancárias (hedge-funds, private equities), que foram de grande relevância para a eclosão da crise e terão que ser reguladas. Leia o resto do artigo »

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Keynes e Roosevelt: algumas lições para o presidente Obama

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

As políticas de gastos públicos que agora são propostas para o presidente Obama não são inspiradas no New Deal. Suas raízes estão no pensamento de Keynes e no grande laboratório de políticas macroeconômicas que foi a Segunda Guerra Mundial. Mas Roosevelt também tem lições importantes a dar a Obama, ainda que não na definição de políticas macroeconômicas. A análise é do economista Fernando J. Cardim de Carvalho.

Fonte: Carta Maior

Poucos nomes tem sido lembrados com tanta freqüência nos últimos meses quanto os de Keynes e Franklin Delano Roosevelt. Na verdade, na maioria das vezes eles são lembrados juntos, como co-autores das políticas que marcaram o New Deal. Quase sempre, a referência a ambos se destina a dar suporte a algum plano ou estratégia de política econômica que se espera seja seguida pelo Presidente Obama, cuja posse ocorre neste 20 de janeiro.

A posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos seria um evento de importância histórica em qualquer circunstância. No limite, até mesmo a eleição de um Clarence Thomas poderia ser vista como a culminância do processo de conquista de direitos civis cujo grande salto foi dado nos anos 60 do século passado, sob a liderança do Dr. Martin Luther King. Mas a expectativa e as esperanças que cercam a posse do novo presidente americano dado o envolvimento do país em um guerra extrema (e justificadamente) impopular e a crise econômica – cuja profundidade se revela a cada dia para uma população cada vez mais atônita – tornam esse evento ainda mais significativo.

É exatamente a profundidade da crise que explica a ressurreição de Keynes e de Roosevelt depois de quase trinta anos de dominação do pensamento liberal em todo o mundo, inclusive no Brasil. Keynes e o New Deal simbolizam a rejeição ao neoliberalismo que levou ao desastre atual, cujos custos ainda devem crescer acentuadamente neste ano de 2009. No entanto, a relação que se faz, e as lições tiradas, são, muito frequentemente superficiais. Isso decorre de um certo desconhecimento tanto do que Keynes propôs quanto do que Roosevelt fez, especialmente nos primeiros oito anos de seu governo, até a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, após o ataque japonês a Pearl Harbor.

Na verdade, Keynes e Roosevelt, figuras gigantescas do século XX, têm muito o que ensinar ao Presidente Obama, mas as lições de um, não são exatamente as lições de outro. Conhecer a ambos é fundamental até porque o neoliberalismo não foi um desastre apenas porque conduziu à crise que estamos atravessando, mas também porque promoveu reformas sociais de extrema perversidade, que devem ser detidas ou revertidas. Leia o resto do artigo »

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O new deal de Obama

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Historiadores comparam presidente eleito em crise a Roosevelt

Fonte: O Globo, 17/01/2009.

Na sexta-feira 3 de março de 1933, Richard Whitney, presidente da Bolsa de Valores de Nova York, se encaminhou para o pequeno púlpito de onde costumava abrir os pregões.

Os operadores aguardavam o início das transações do dia. Em vez disso, Whitney anunciou: “A Bolsa de Valores está fechando”. O mesmo aconteceu, quase que na mesma hora, na Bolsa de Chicago, que parava pela primeira vez desde que fora fundada, em 1848. Tinha acabado o fôlego do sistema financeiro americano.

Na manhã seguinte, os governadores de Nova York, Illinois e Pensilvânia assinaram ordens fechando todos os bancos, o que elevava a 34, de um total de 48, o número de estados onde não havia mais instituições financeiras em funcionamento. Poucas horas depois, Franklin Delano Roosevelt, o trigésimo-segundo presidente dos EUA, prestou juramento e assumiu a Casa Branca, em meio à pior crise que o país já conhecera.

Barack Obama vai tomar posse na terça-feira também sob o peso de uma grave crise econômica. Ele também é um democrata sucedendo a um presidente republicano com números de aprovação muito baixos. E ele, também, pretende gastar bilhões de dinheiro público para reanimar a economia.

O presidente que tirou o país da crise

Não à toa, os anos da presidência Roosevelt pairam sobre Obama. As comparações são inevitáveis, a ponto de a revista “Time” ter feito uma capa transformando Obama em Roosevelt, usando uma foto célebre do então presidente em um carro aberto. Obama está sentado no carro sem capota, de chapéu, cigarrilha na boca, grande sorriso, enquanto a revista coloca como título: “O Novo New Deal”, uma referência ao programa que Roosevelt lançou quando assumiu.

A maior parte do eleitorado americano espera que, assim como Roosevelt, Obama seja lembrado na História como o presidente que tirou o país da crise.

- Obama é como um barco no qual o povo americano pode colocar toda a sua infindável reserva de esperança, do mesmo modo como fez em 1932 com Roosevelt – diz Bruce Kuklick, professor de História da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfia. – A idéia de inexperiência na política, uma das críticas feitas a Obama, é irrelevante. Kennedy e Reagan, por exemplo, também não tinham experiência. Obama tem algo de extraordinário que só as grandes personalidades têm.

O próprio Obama está levando a sério a comparação com Roosevelt, assim como toda sua equipe, convocada a ler uma farta literatura histórica.

Uma das inspirações do presidente eleito, além dos livros sobre Abraham Lincoln – que tomou posse na Guerra Civil, e a quem se credita o fato de os EUA não terem se esfacelado – são os livros sobre os cem primeiros dias de Roosevelt.

No topo da lista está “The defining moment: FDR’s hundred Days and the triumph of hope” (ed.Simon& Schuster), do jornalista Jonathan Alter. Nele, Alter traça a trajetória de Roosevelt desde seu complicado nascimento – foi “ressuscitado” por uma respiração bocaa-boca feita pelo médico, depois de a enfermeira o ter dado como morto – passando pela sua entrada na política; a poliomielite que o deixou sem andar aos 39 anos; até os três primeiros meses de sua gestão na Presidência, que ficaram conhecidos pelas 15 leis que ele conseguiu aprovar no Congresso, criando instituições regulatórias que até hoje funcionam.

- Abraham Lincoln é o presidente favorito de Obama, mas não é estranho que ele esteja lendo sobre Roosevelt. As questões básicas da transição são as mesmas hoje em relação a 76 anos atrás: onde é o fundo do poço desta crise econômica? Qual a melhor maneira de lidar com ela logo após a posse? – explica Alter, lembrando, porém, que a economia estava muito pior nos anos 30.

Roosevelt tinha problemas maiores

Essa é uma das ressalvas que os historiadores fazem na comparação Obama-Roosevelt. Leia o resto do artigo »

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Corte de vagas em dezembro foi o dobro da média

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: O Estado de S. Paulo

Por: Isabel Sobral

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, divulga hoje o pior resultado mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da era Lula. O cadastro, feito com base nas informações das empresas privadas sobre contratações e demissões pelas regras da CLT, deve mostrar perda de mais de 600 mil empregos em dezembro. Esse é o saldo entre as contratações e as demissões do mês. Também será conhecido o resultado do ano.

A partir desses dados, o presidente Lula deve definir novas medidas para evitar deterioração maior do mercado de trabalho como reflexo da crise financeira internacional. Aliados do governo apontam que esse será o principal objetivo do governo, já que 2009 é considerado estratégico por ser véspera de ano de eleição. O temor da base aliada é que um número excessivo de dispensas prejudique a boa imagem de Lula com a população e se torne bandeira da oposição. Leia o resto do artigo »

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