prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Colunas':

Beleza e verdade, artigo de Marcelo Gleiser

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009

“Para os que creem na matemática como linguagem universal, essa estética leva à existência de uma única verdade. Acho isso preocupante, pois me soa como ecos de um monoteísmo judaico-cristão, uma infiltração religiosa, mesmo que sutil e metafórica, nas ciências. Melhor é defender a matemática e a beleza como nossa invenção. Criamos uma linguagem para descrever o mundo, que não podemos deixar de achar bela”.

Fonte: Jornal da Ciência

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “Harmonia do Mundo”. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

‘País, que não se pensava dividido, está sendo dividido’, aponta antropóloga

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Yvonne Maggie elogia decisão do TJ do Rio, critica cotas raciais e defende investimentos na educação básica

José Meirelles Passos escreve para “O Globo” (31/05/09):

Fervorosa ativista contra o sistema de cotas raciais para o ingresso nas universidades, a antropóloga Yvonne Maggie, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comemorou a recente suspensão, pelo Tribunal de Justiça, da lei estadual que estipulava a reserva de vagas em universidades estaduais, como um primeiro passo para a revogação de leis raciais.

A seu ver, elas servem apenas para dividir os brasileiros que, no geral, diz, rejeitam o racismo. Segundo ela, o sistema de cotas é fruto de pressão internacional alimentada por milhões de dólares da Fundação Ford: – Essa pressão talvez tivesse caído no vazio se não houvesse dinheiro americano nessa história.

- O sistema de cotas é apresentado como forma de criar oportunidades iguais para todos. A senhora discorda. Por quê?

Porque ele faz parte de leis raciais que querem implantar no Brasil. E elas são inconstitucionais. A Constituição Federal proíbe criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. A do Estado do Rio também. Estou defendendo o estatuto jurídico da nação brasileira, com base no fato de que raça não pode ser critério de distribuição de justiça. Raça é uma invenção dos racistas para dominar mais e melhor. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »

O destino da General Motors

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Com a concordata requerida, a General Motors não desaparecerá. O modelo de concordata americano, assemelha-se no nosso recém-criado recuperação judicial – inspirado no Capítulo 11 da legislação americana sobre falências e concordatas.

Primeiro, a empresa declara sua incapacidade de quitar suas dívidas. Comprova comparando seu faturamento com seu passivo.  Depois, tem 60 dias para apresentar um plano de negociação das dívidas.

No caso da GM, será impossível equacionar a dívida sem redução do total devido e sem aporte de capital novo. É aí que entra o governo norte-americano.Para poder ajudar a companhia, o governo de Barack Obama exigiu um plano que mostrasse sua viabilidade. A GM não conseguiu se acertar com os credores e trabalhadores. Entrou, então, com o pedido de proteção judicial – para evitar a liquidação, caso em que seria fechada e seus bens leiloados para atender aos credores.

Agora, a administração federal colocará cerca de US$ 50 bilhões na companhia – US$ 20 bilhões dos quais já liberado. Ficará com 60% do capital. O governo do Canadá entrará com US$ 95 bilhões e ficará com mais 12,5%. O sindicato UAW com 17,5%. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

O ASSALTO AOS POBRES

Postado em 1 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Mauro Santayana

Fonte: JB Política
A crise comprovou que os bancos centrais, ao atuar sem o controle do Estado, servem ao interesse dos banqueiros. É com os banqueiros – e não com a sociedade – que “interagem”, para lembrar um ex-presidente do nosso Banco Central. Interagem, como interagiram os dirigentes do Banco Central e o banqueiro privado Salvatore Cacciola, com uma operação de salvamento que custou bilhões de reais ao contribuinte brasileiro.

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, reclamou do atraso na criação dos mecanismos de controle da atividade bancária no continente. Barroso, que é político conservador, propõe que o Banco Central Europeu e os 27 bancos centrais dos países membros da União imponham padrões éticos ao sistema financeiro para evitar novas crises. A atual, mais do que as anteriores, foi provocada pela falta de regulamentação do sistema financeiro internacional, com o emaranhado de empresas fantasmas, oligopólios e paraísos fiscais. Nessa balbúrdia foi possível o retorno, em nível planetário do velho Esquema Ponzi – corrente na qual os aplicadores antigos são pagos com dinheiro dos novos. Só Bernard Madoff, venerado nos meios financeiros como gênio, causou o “rombo” de 65 bilhões de dólares aos investidores. Não se pode dizer que os perdedores fossem inocentes. Eles também buscavam rendimentos altos, sem examinar a lisura do negócio. Do esquema se beneficiaram grandes bancos internacionais. Só o Santander, a fim de evitar problemas maiores, irá pagar ao liquidante oficial da instituição de Madoff 235 milhões de dólares, o que significa que ganhou bem mais do que isso, ao negociar os títulos podres. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Exuberância irracional

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2009

“Ainda teremos muitas notícias ruins”, prevê Robert Shiller, um dos mais influentes economistas americanos, ao debitar ao racionalismo simplificador e irrealista da teoria econômica a eclosão mal percebida da crise e as dificuldades hoje encontradas para sua superação.

Fonte: Valor Econômico, 29/05/2009.

“A pesquisa em economia segue o modelo consagrado pelas ciências exatas e acreditamos que isso limita nossa capacidade de compreender o mundo. Os economistas precisam ser mais humildes. Deveríamos reconhecer nossos limites e prestar mais atenção no que outras ciências sociais fazem, incorporando métodos de pesquisa que são muito utilizados por sociólogos e psicólogos, mas são desprezados pela maioria dos economistas”.

“Se o governo não estabelecer as regras do jogo, os bancos e as empresas farão isso. Foi essencialmente o que eles fizeram nos últimos anos. Não é que o governo precisa proteger as pessoas contra sua própria natureza. Somos nós que decidimos que queremos um jogo com regras claras e um juiz para arbitrar conflitos, porque é do nosso interesse. (…) Defendemos a ideia de que os bancos centrais precisam ter como meta manter a oferta de crédito em condições que garantam pleno emprego e estabilidade econômica. A preocupação com a inflação não pode ser o único objetivo”. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | 1 Comentário »

O país na encruzilhada

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Presidente do Ipea afirma que o aprofundamento da crise econômica vai precipitar escolhas mais claras (atender ricos ou atender pobres?) para a política econômica do governo.

O núcleo de economistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) causa urticária nos defensores das políticas monetária e fiscal restritivas, que encontram seu domínio no comando do Banco Central. Sob a presidência do professor da Unicamp Marcio Pochmann, o Ipea é um dos centros de formulação intelectual para os setores alinhados com as teses desenvolvimentistas no interior do governo Lula. Em um de seus estudos mais conhecidos, Pochmann afirma sem titubear: “Não mais do que 20 mil clãs de famílias concentram a posse dos títulos públicos. Por isso, a despesa pública com pagamento de juros representa um dos mais perversos gastos do Estado.” A contundente crítica à política monetária de Henrique Meirelles, presidente do BC, atraiu admiradores e desafetos. À VERSUS, Pochmann definiu a sua presença no Ipea. “A nossa passagem não é para organizar o consenso. Nosso papel, aqui, como funcionários públicos que recebem salários pagos pela maior parte dos pobres do país, pois são esses que pagam impostos, é organizar o dissenso.” Veja os principais trechos da entrevista a seguir.

Nós estamos defendendo de que não há razão técnica que justifique uma taxa de juros nominal superior a 7% ao ano. A maior parte dos países em frente à crise está operando com taxas de juros real negativo e nós estamos com taxa de juros 7% real. Achamos que há um espaço para a redução drástica da taxa de juros, não há problemas inflacionários de um lado, de outro lado a taxa de juros tal como ela se encontra implica custos, gastos públicos para financiá-la que poderiam perfeitamente estar atendendo a outros compromissos, como a defesa da produção e do emprego.

Nós estamos vivendo em um outro contexto em que são justamente as empresas que possuem os estados nacionais na medida em que hoje o mundo é praticamente coordenado por decisões de 500 grandes corporações transnacionais cujo faturamento anual equivale a quase 48% do PIB do conjunto dos países.

As três maiores corporações do mundo têm um faturamento que equivale ao PIB do Brasil, que é a 9ª economia do mundo. As 50 maiores corporações têm um faturamento que é maior do que o PIB de 100 países. Então há uma coordenação feita pelo setor privado, por essas grandes corporações sem regulação, sem controle e transparência democrática que está questionado pela crise. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Aumento de servidores: pecado ou virtude do governo?

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Carlos Lessa

“O Brasil é um dos países do mundo que têm menor proporção de servidores federais por mil habitantes. Alemanha, França, Inglaterra, Japão e EUA têm percentagens que vão de 6,1% a 38,5% da população; o Brasil tem apenas 5,3%”.

Fonte: Valor Econômico, 28/05/2009.

Pelas notícias e pelo tratamento dado a esta questão pela mídia brasileira e por algumas instituições formadoras de opinião, a ampliação do quadro de servidores públicos seria um erro estratégico e um pecado em relação à economia e sociedade brasileiras. Tem sido quase universal a “denúncia” de aumento dos gastos de custeio da administração federal. Neste item, a massa salarial do funcionalismo é a principal componente, sendo resíduo tudo o que é necessário para que os serviços públicos sejam executados. Por exemplo, a “Folha de S. Paulo”, em 17/05, enuncia que “Lula anula enxugamento de servidores”. A atual administração é acusada de haver cancelado o esforço de enxugamento de funcionários públicos realizado pela administração FHC, cujo governo teria reduzido o funcionalismo a 599 mil pessoas, porém Lula elevou, em 2008, para 671 mil. Este contingente, mais os servidores aposentados e militares, absorvem 5% do PIB.

Este aumento pode ser virtuoso ou pecaminoso. Em 2002, o Ministério do Meio Ambiente tinha 7.100 servidores e, em 2008, 9.500; em início de 2003, quando presidente do BNDES, ouvi de Marina Silva a declaração entusiasmada com a contratação de 73 novos analistas de meio ambiente, qualificados para o exame de RIMAs (Relatório de Impacto do Meio Ambiente) e fiquei assustado com a exiguidade do contingente. Somente no BNDES, havia 17 contratos de financiamento para novas usinas hidrelétricas paralisados por ausência de exame do MMA. É quase universal a queixa quanto à lentidão dos pareceres ambientais. Este é um dos retardadores do PAC. Como reitor da UFRJ, conheci de perto os dramas de falta de pessoal e complemento de custeio para ampliar e melhorar os programas docentes. Cursos premiados com avaliação máxima só dispunham de professores com mais de 50 anos; inexistiam jovens professores auxiliares de ensino cuja qualificação e assimilação de padrões permitiria a continuidade e preservação da qualidade e fecundidade do curso. Entre 2002 e 2008, cresceu o número de servidores na educação, com 14.100 novos quadros. Este reforço oportuno é “uma gota d’água” nas necessidades educacionais brasileiras. Leia o resto do artigo »

Postado em Carlos Lessa, Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »

The failure of neoclassical economics

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

By Anatole Kaletsky

The economics profession must bear a lot of the blame for the current crisis. If it is to become useful again it must undergo an intellectual revolution-becoming both broader and more modest.

Was Adam Smith an economist? Was Keynes, Ricardo or Schumpeter? By the standards of today’s academic economists, the answer is no. Smith, Ricardo and Keynes produced no mathematical models. Their work lacked the “analytical rigour” and precise deductive logic demanded by modern economics. And none of them ever produced an econometric forecast (although Keynes and Schumpeter were able mathematicians). If any of these giants of economics applied for a university job today, they would be rejected. As for their written work, it would not have a chance of acceptance in the Economic Journal or American Economic Review. The editors, if they felt charitable, might advise Smith and Keynes to try a journal of history or sociology.

If you think I exaggerate, ask yourself what role academic economists have played in the present crisis. Granted, a few mainstream economists with practical backgrounds-like Paul Krugman and Larry Summers in the US-have been helpful explaining the crisis to the public and shaping some of the response. But in general how many academic economists have had something useful to say about the greatest upheaval in 70 years? The truth is even worse than this rhetorical question suggests: not only have economists, as a profession, failed to guide the world out of the crisis, they were also primarily responsible for leading us into it.

Leia mais…

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »