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Blog do Desemprego Zero

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Crise e trabalho no Brasil

Postado em 19 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Marcio Pochmann

Fonte: Revista Fórum, Edição 76, julho de 2009.

A contaminação do Brasil pela crise internacional a partir do mês de outubro de 2008 fez com que o Produto Interno Bruto (PIB) acumulasse queda de mais de 4% entre o último trimestre do ano passado e o primeiro semestre de 2009. O setor industrial, com redução de 11,6% neste mesmo período, foi o principal responsável pela inflexão na evolução do PIB, uma vez que o setor agropecuário registrou leve expansão de 0,6% e o setor terciário cresceu 4,2%.

Apesar dos importantes sinais da recessão industrial instalada na economia brasileira, há situações distintas entre os setores de atividade, com dimensões diferenciadas no total da produção e da ocupação nacional. Enquanto a queda da produção atingiu fundamentalmente o setor industrial, que representa quase 31% da produção e 22% da ocupação do país, o setor de serviços, que responde por mais de 2/3 da produção e quase 60% da ocupação nacional, apresenta importante expansão. Leia o resto do artigo »

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The Joy of Sach

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

The American economy remains in dire straits, with one worker in six unemployed or underemployed. Yet Goldman Sachs just reported record quarterly profits – and it’s preparing to hand out huge bonuses, comparable to what it was paying before the crisis. What does this contrast tell us?

First, it tells us that Goldman is very good at what it does. Unfortunately, what it does is bad for America.

Second, it shows that Wall Street’s bad habits – above all, the system of compensation that helped cause the financial crisis – have not gone away.

Third, it shows that by rescuing the financial system without reforming it, Washington has done nothing to protect us from a new crisis, and, in fact, has made another crisis more likely.

Let’s start by talking about how Goldman makes money.

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No alvo, finalmente

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Leandro Fortes

Fonte: Carta Capital

Ao tomar conhecimento, na segunda-feira 6, da denúncia do Ministério Público Federal contra o banqueiro Daniel Valente Dantas e mais 14 pessoas, Protógenes Queiroz comemorou o fim de um longo, interminável, ano. Em 8 de julho de 2008, após quatro anos de investigação, o delegado deflagrou a Operação Satiagraha. Prendeu, então, além de Dantas, dono do Grupo Opportunity, o especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. Mas, para o delegado da Polícia Federal, foi como abrir as portas de um inferno particular. Um mês depois, estava afastado da investigação. A partir de então, teve a casa invadida por colegas da PF, computadores e documentos pessoais apreendidos, foi processado, sofreu sindicância interna e, finalmente, foi afastado das funções de delegado, em abril de 2009, acusado de atividade político-partidária.

Em meio a tudo isso, perdeu vantagens salariais, sofreu ameaças de morte e foi obrigado a submeter um dos filhos, de apenas 8 anos de idade, a tratamento psicológico. O garoto estava presente, em novembro do ano passado, quando agentes da PF entraram na casa de Protógenes Queiroz, com um mandado judicial, atrás de provas que o ligassem a vazamentos de informação durante a Satiagraha. Desde então, o menino passou a ter pesadelos, insônia, pavor de ficar sozinho e problemas de aprendizado. Enquanto isso, Daniel Dantas flanava em liberdade graças a dois habeas corpus concedidos, em menos de 48 horas, pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.

Para piorar a situação, o nome “Satiagraha” passou a ser uma expressão maldita dentro da Polícia Federal comandada pelo diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. O inquérito, assumido pelo delegado Ricardo Saadi, depois do afastamento de Queiroz, caminhou lentamente e sem novidades. Deixou de levar em conta uma série de informações, por exemplo, sobre as movimentações fraudulentas de Dantas em torno da unificação das telefônicas Brasil Telecom e Telemar/Oi – a chamada “BrOi”. Também ignorou a participação do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, no esquema de tráfico de influência do dono do Opportunity dentro do Palácio do Planalto. Leia o resto do artigo »

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Quem é a Norma que ia travar a investigação sobre Dantas? O que faz a CVM?

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

O Conversa Afiada recebeu o seguiunte e-mail de amigo navegante:

Na matéria do Estadão de hoje (página A9, “Operação Satiagraha – Novo inquérito mira investidor em fundos – de acordo com relatório da PF, Opportunity Fund possibilitava lavagem de recursos a cotistas brasileiros”), a coisa mais importante está no fim, para variar.

O Estadão trata de conversas e e-mails entre Daniel Dantas e o operador Roberto Amaral, denunciado com Dantas pelo Ministério Público.

Quem é a tal Norma que deveria – segundo instrução de Dantas a Amaral – “criar algum entrave no protocolo do pedido e o que faria ser negado”?

Sugiro olhar a composição da CVM na época. Estava lá a Norma Parente, irmã do Pedro Parente e ex-advogada do Opportunity. Diretora da CVM em um mesmo colegiado que contava com a presidência de Luis Leonardo Cantidiano, outro ex-advogado de Dantas.

Ou será que o Roberto Amaral e o Dantas falavam da Norma Bengel?

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Juros, miséria e democracia

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Alcino Ferreira Camara Neto e Matias Vernengo

Acreditamos que a crise financeira, lastimavelmente, não servirá para que reavaliemos as políticas dos últimos 6 anos. A notícia de que, em função da queda da receita tributária, pretende-se cortar gastos e reduzir a política de contratação e recuperação salarial que vinha sendo anunciada reforça a tese de que não teremos uma transformação de política na direção e na magnitude que se necessita. Entre o medo de arriscar do governo e a invulnerável fortaleza das elites rentistas acasteladas no Comitê de Política Monetária (Copom), restam poucas esperanças.

É provável, portanto, que a opressão da conta de juro grande sobre a favela se mantenha, e que nosso déficit democrático continue favorecendo os privilegiados que votam no Copom, em lugar dos pobres coitados que o fazem em seus respectivos distritos eleitorais! Leia o artigo…

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Estratégia e inovação numa hora dessas?

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Adriano Proença

Fonte: Valor Econômico (15/07/2009).

Rupturas no padrão de concorrência impõem reconsiderações sobre estratégias até  então bem-sucedidas

Em meio à turbulência financeira global em curso, o arco-reflexo empresarial é acertar o caixa, reduzir o endividamento e poupar-se de investimentos arriscados. Apostas para o futuro se apresentam muito perigosas; como avaliar esforços de mudança de estratégia e de promoção da inovação quando não se sabe nem mesmo que mercados e que concorrentes estarão lá no futuro?

Estamos, de fato, de forma radical, sob o império da incerteza. A crise financeira global se desdobra de maneiras variadas e imprevisíveis pela chamada economia real, afetando de diferentes formas setores e empresas. As reações em curso incluem não só os grandiosos movimentos de governos nacionais, mas também a própria revisão das ideias, convenções e instituições que regiam a ordenação da economia global. Tais perspectivas de mudança vêm a se compor com outros processos complexos e de andamento imprevisível, tais como o desenvolvimento dos esforços de prevenção do aquecimento global, os grandes avanços em ciência e tecnologia em diversas áreas, e a dinâmica de inserção da China e das empresas chinesas no tecido produtivo global. Leia o resto do artigo »

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El patrimonio de los Kirchner creció un 158 % en solamente un año

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

El patrimonio de la presidenta Cristina Fernández y su esposo Néstor Kirchner creció un 158 por ciento entre 2007 y 2008. Es decir pasó de 17,8 millones a 46 millones de pesos, según la declaración jurada de bienes de la jefa de Estado.

Los Kirchner habían declarado un patrimonio neto de $ 6.851.810 a su llegada al Gobierno en 2003, por lo que sus bienes se acrecentaron desde entonces en un 572 por ciento.

El aumento patrimonial registrado entre 2007 y 2008, afirmó Cristina, se basa en la venta de 16 inmuebles en la provincia de Santa Cruz por 14,5 millones de pesos, la casi triplicación de sus depósitos bancarios y la creación de nuevas empresas como Hotesur SA y Co Ma SA.

A través de estas dos firmas, la pareja expandió sus negocios hoteleros. La empresa Hotesur SA adquirió el año pasado el hotel Alto Calafate, el segundo más grande de esa ciudad. También se destaca la operación con terrenos fiscales en El Calafate que el ex presidente compró en 2006 por $ 132.079 y los vendió en enero de 2008 por $ 6.300.000, negocio con el que ganó $ 6.167.921. Esas tierras fiscales las compró durante la gestión del ex intendente Néstor Méndez y hoy son lentamente investigadas en otra causa.

Fonte: Clarín

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Governo e empresários querem inserir inovação na agenda anticrise Finep pode ser capitalizada para ampliar sua capacidade de concessão de crédito

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Francisco Góes escreve para o Valor Econômico (14/07/09):

Governo e indústria estão juntando forças para aumentar os investimentos em inovação. A ação quer, ao mesmo tempo, evitar que a crise reduza os gastos das empresas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e preparar o Brasil para uma maior concorrência quando a economia mundial voltar a crescer.

No âmbito público, depois das reduções dos juros nas linhas de financiamento, a agenda volta-se para ampliação do crédito, o que passa pela capitalização da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

O presidente da Finep, Luis Fernandes, disse ao Valor que até o fim deste mês deverá estar desenhada uma solução para a capitalização da empresa, tema encaminhado na área econômica do governo, o que lhe permitirá ampliar as operações de crédito para inovação. A Finep também quer definir até agosto formas de ampliar a captação de recursos de financiamento para atender a demanda de projetos em carteira que, em junho, somava R$ 3,4 bilhões. Leia o resto do artigo »

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