Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Vejam!
Do amigo leitor Stanley Burburinho:
Até novela da Globo entrou na campanha de lesa-pátria demo-tucana, capitaneada por José Serra, para entregar o pré-sal aos estrangeiros.
A novela defende que a Petrobras abandone prospecção e exploração de Petróleo, com o argumento canhesto que os investimentos para perfurar poços, dariam para construir escolas, poços de saúde, pontes, etc.
Será que a Globo crê que seus telespectadores são tão idiotizados assim?
Ora, o petróleo é riqueza, é com o dinheiro da riqueza do Petróleo, que são de trilhões, que o Brasil terá muito mais dinheiro para construir escolas, hospitais, moradia, transporte públicos, pagar bem servidores públicos como policiais, professores, médicos, enfermeiros, servidores militares.
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Postado em 27 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Dizia Richelieu – e esta é uma das ideias nucleares de seu pensamento político – que as almas podem contar com a salvação eterna, mas os Estados, não. Os Estados dependem da decisão de cada minuto, e dessa decisão se encarregam os homens públicos, no sistema democrático, por delegação do povo. Os Estados, resumiu, podem perder-se na decisão de um só instante. Leia mais no JB-online…
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Postado em 27 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
A disputa entre aqueles que defendem o uso dos softwares livres e dos que utilizam o softwares proprietários não envolve apenas questões tecnológicas. A escolha do usuário tem efeitos na política, na economia e no desenvolvimento sustentável de um país como o Brasil
Navegar é preciso, pagar não é preciso
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Postado em 27 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
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Postado em 25 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
A entrevista concedida pelo presidente do Ibope Carlos Augusto Montenegro à revista Veja bate de frente com o rochedo da verdade, lançando uma nuvem de suspeita sobre os rigores científicos de futuras pesquisas, seus modelos matemáticos e estatísticos.
Desde as eleições presidenciais de 1989, os “magos” de institutos de pesquisa são tratados pela grande imprensa como grãos-senhores da opinião pública, cientistas políticos dotados do preceito positivista da infalibilidade. Era de se esperar que os especialistas adulados soubessem que cair no canto da sereia midiática pode conduzir suas naus à boca do Adamastor ou espalhar-se no invisível Cabo das Tormentas.
A entrevista concedida pelo presidente do Ibope Carlos Augusto Montenegro à revista Veja (edição 2127, de 26/8/2009) bate de frente com o rochedo da verdade, lançando uma nuvem de suspeita sobre os rigores científicos de futuras pesquisas, seus modelos matemáticos e estatísticos. Leia mais na Carta Maior…
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Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
“É consenso que o setor privado precisa investir mais em inovação, mas novo salto depende de indução do Estado”
Fonte: Jornal da Ciência
Leia o editorial:
A realização do 3º Congresso de Inovação na Indústria pela Confederação Nacional da Indústria, que também patrocina o Movimento Empresarial pela Inovação, demonstra que pesquisa e desenvolvimento (P&D) entraram para o rol de prioridades do setor. Empresas privadas brasileiras investem pouco em inovação, o que enfraquece um elo decisivo na cadeia da competitividade.
Vários outros países pelejam para aumentar o investimento em inovação como parcela do PIB e a fatia do setor privado nessa conta.
Segundo Jean Guinet, economista da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, apresenta grande inércia a correlação entre níveis baixos de PIB per capita, gasto em P&D e envolvimento privado em inovação. O Brasil é um caso de manual. Mesmo a meta modesta de elevar o investimento para 1,5% do PIB em 2010, com 0,65% de participação privada, ainda é encarada com ceticismo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Adriano Benayon *
A enganação das bolsas
As bolsas de valores vivem nova euforia, coisa normal em seu usual comportamento ciclotímico. Para ter idéia dessa esquizofrenia vejam-se as ações de empresas.
Nos EUA, o índice Dow Jones, média das ações das 30 empresas mais importantes da indústria (blue chips), estava em 12.000 pontos, em meados de 2008, mesmo com o colapso financeiro já presente. Em abril de 2009, tinha caído para 6.500 pontos, perdendo 46% do valor em menos de um ano. Em agosto de 2009, o índice registra significativa recuperação, atingindo 9.300 pontos, tendo-se elevado em 43%. Reduziu, portanto, a perda, em relação a meados de 2008, para somente 22,5%.
As ações cotadas na bolsa brasileira, BOVESPA, desvalorizaram-se em 45,5% entre agosto e novembro de 2008, ou seja, percentual semelhante ao do Dow-Jones, mas com velocidade muito maior, já que o período da comparação é menor. A recuperação é ainda mais espetacular que a de Wall Street, porquanto, de novembro de 2008 para cá, a valorização foi de 87%, e o índice atual ultrapassa o de agosto do ano passado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Publicado no Jornal do Brasil de 21/08/09
Por Paulo Metri – conselheiro da FEBRAE
Lendo o artigo sobre o pré-sal do The New York Times de 17/08/09, constata-se a busca da manipulação da informação, através de análise incompleta e tendenciosa. Antes de qualquer outro comentário, os Estados Unidos são um dos países mais protecionistas do mundo. Por que o Brasil não consegue colocar álcool e outros produtos agrícolas no mercado americano? Por que os Estados Unidos só lutam pela queda das barreiras protecionistas dos produtos e serviços em que são competitivos? Por que o petróleo produzido nos EUA não pode ser exportado? Por que é proibido perfurar na plataforma da Costa Leste americana?
Os brasileiros devem exportar o petróleo do pré-sal, após o abastecimento interno, mas desde que seja produzido pela Petrobrás e deixe muitos tributos nos Tesouros federal, estaduais e municipais. A Petrobrás compra mais localmente, desenvolve tecnologia aqui, emprega mais brasileiros e investe mais no país. Ela conseguirá os financiamentos que precisa porque os bancos reconhecem bons negócios e empresas com capacidade de pagamento de dívidas. Portanto, o argumento da falta de recursos da Petrobrás não é verdadeiro. Leia o resto do artigo »
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