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Blog do Desemprego Zero

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Revolução automobilística em andamento

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: Evolverde

Por Mario Osava

Rio de Janeiro, 21 de setembro (IPS/IFEJ) – O veículo elétrico, híbrido ou puro, provocará uma revolução industrial e energética no mundo nas próximas décadas, golpeando em especial os combustíveis líquidos. Mas o etanol vegetal sobreviverá e crescerá, afirmam especialistas brasileiros ouvidos pelo Terramérica. A atual indústria automobilística “estará sepultada dentro de 15 anos” se a produção chinesa de carros elétricos atingir suas metas, estima o economista Gustavo dos Santos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Dessa forma, a expansão do etanol (mais limpo do que a gasolina) será menor do que a esperada pelo governo brasileiro e será interrompida em 2020, prevê Santos. Leia o resto do artigo »

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Reform or Bust

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

Published in the NYT (September 21, 2009)

In the grim period that followed Lehman’s failure, it seemed inconceivable that bankers would, just a few months later, be going right back to the practices that brought the world’s financial system to the edge of collapse. At the very least, one might have thought, they would show some restraint for fear of creating a public backlash.

But now that we’ve stepped back a few paces from the brink – thanks, let’s not forget, to immense, taxpayer-financed rescue packages – the financial sector is rapidly returning to business as usual. Even as the rest of the nation continues to suffer from rising unemployment and severe hardship, Wall Street paychecks are heading back to pre-crisis levels. And the industry is deploying its political clout to block even the most minimal reforms.

The good news is that senior officials in the Obama administration and at the Federal Reserve seem to be losing patience with the industry’s selfishness. The bad news is that it’s not clear whether President Obama himself is ready, even now, to take on the bankers. Leia o resto do artigo »

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Nova lei de comunicação argentina compra briga contra monopólios

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Aprovada por ampla maioria, a “Nueva Ley de Medios” cria uma comissão bicameral de controle, um Conselho Federal de Comunicação Audiovisual e a figura do Defensor Público de consumidores de serviços audiovisuais. Entre outras coisas, a nova legislação estabelece que uma mesma empresa não possa possuir canais de TV aberta e a cabo, além de reduzir de 24 para dez o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo proprietário. Leia mais em Carta Maior…

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O papel de refletir sobre o conjunto do espírito humano

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Sérgio Telles

Publicado na FSP de 20/09/2009

A inquietante e dolorosa vacilação humana entre o Bem e o Mal, a razão e a irracionalidade – enigma sobre o qual há séculos se debruçavam a filosofia e as religiões – foi entendida por Freud como decorrente da divisão estrutural do psiquismo em diversas instâncias, cujo funcionamento percebeu ser regido por um conflito permanente entre forças opostas.

Foi com as histéricas que Freud descobriu a dimensão inconsciente do psiquismo, mas logo a reconheceu nos demais quadros psicopatológicos e no funcionamento mental dos ditos “normais”. É quando passa a fazer o levantamento desta forma de funcionamento psíquico que escapa totalmente à consciência e à lógica racional e que usa uma linguagem cifrada, até então incompreensível a ponto de lhe ser negado qualquer sentido. Daí a necessidade de interpretá-la ao se manifestar em sintomas, sonhos, atos falhos, fantasias e desejos. Leia o resto do artigo »

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Desafios para o próximo governo

Postado em 21 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Na entrevista dada ao jornal “O Valor”, Lula sintetizou de forma objetiva princípios que deverão nortear a política econômica brasileira na próxima década, independentemente de quem for seu sucessor.

Mas ainda há lacunas importantes no seu pensamento.

Um dos pontos centrais é o câmbio. Lula defende o papel do Estado no fortalecimento das empresas brasileiras, chamando à responsabilidade os grandes grupos, valendo-se do pré-sal para estimular a produção interna etc.

Só que esse modelo de desenvolvimento é incompatível com um câmbio valorizado. Na verdade foi o mesmo erro cometido no pós-guerra, quando o Brasil ingressou no Tratado de Breton Woods com o câmbio apreciado. Depois disso, qualquer impulso de crescimento esbarrava no problema das contas externas. E o crescimento do país se fez para dentro, para o mercado interno apenas, sem conseguir desenvolver áreas tecnologicamente mais sofisticadas e competitivas – como os coreanos e japoneses, que usaram o câmbio para crescer. Leia o resto do artigo »

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Lição de nacionalismo e política

Postado em 21 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Publicado na FSP de 21/09/2009

O Estado precisa, sem dúvida, da crítica, mas não à custa de desmoralizarmos o que já conquistamos

O PRESIDENTE Lula, em entrevista ao “Valor Econômico”, deu uma lição de nacionalismo e do que significa a política em uma sociedade democrática. Em relação ao primeiro ponto, Lula declarou-se nacionalista, cobrou dos empresários que também o sejam, e disse que há tempos vem demandando que a Vale construa usinas siderúrgicas no Brasil em vez de exportar apenas minério de ferro. Suas palavras: “Tenho cobrado sistematicamente da Vale a construção de usinas siderúrgicas no país. Todo mundo sabe o que a Vale representa para o Brasil. É uma empresa excepcional, mas não pode se dar ao luxo de exportar apenas minério de ferro (…). Os empresários têm tanta obrigação de ser brasileiros e nacionalistas quanto eu!”. Acrescentaria, e com mais ênfase, que os economistas também deveriam ser tão patrióticos ou nacionalistas quanto reclama o presidente.

A política de não exportar bens primários, mas bens manufaturados com mais elevado valor adicionado per capita, é mais antiga do que a Sé de Braga. Os grandes reis mercantilistas ingleses, no final do século 15 (sic), já adotavam a política industrial de proibir a exportação de lã para que fosse exportado apenas o tecido fabricado com a lã. Os chineses, recentemente, impuseram imposto à exportação de aço porque querem exportar os bens acabados produzidos com o aço. Dessa forma, além de criarem empregos, criam empregos com maior conteúdo tecnológico, que pagam maiores salários, e assim seu desenvolvimento econômico se acelera. Enquanto isso, nossos economistas nos dizem que o problema deve ser deixado por conta do mercado. Dessa forma, mesmo quando exportamos aço, exportamos principalmente o aço bruto, e estamos concordando em exportar soja em grãos para os chineses que não querem comprar o óleo de soja! Leia o resto do artigo »

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O discurso e a prática

Postado em 21 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: CartaCapital

O discurso do presidente Obama sobre a nova regulamentação financeira foi recebido entre sorrisos de Mona Lisa e carantonhas aborrecidas: na plateia figuravam ilustres personagens de Wall Street. Os figurões da finança pareciam apreensivos diante das ameaças de redução no valor dos bônus que ainda esperam receber como reconhecimento por seu estrondoso sucesso pessoal e rotundo fracasso institucional.

Muita gente desconfia, no entanto, que o presidente dos Estados Unidos vá sucumbir diante das resistências e humores dos senhores da finança. É cada vez maior o contingente de analistas céticos em relação à disposição de Obama de impor aos mercados regras prudenciais e medidas capazes de reverter o impulso de buscar inovações capazes de satisfazer o apetite feroz por ganhos maiores.

Nos anos 90, os democratas de Clinton patrocinaram a extinção das regras que determinavam a separação das funções entre os bancos comerciais, de investimento e instituições encarregadas do crédito hipotecário, imposta pelo Glass-Steagall Act na crise bancária dos anos 30. A rápida ampliação dos mercados de capitais, ao promover a securitização dos créditos, não só abriu espaço para as trampolinagens do subprime, como também estimulou as operações de tesouraria por parte dos bancos ou quase-bancos. Leia o resto do artigo »

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Uma entrevista histórica com Lula

Postado em 18 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Há tempos, era possível vislumbrar o que seria a crise global do financismo e o que viria depois. No meu livro “Os Cabeças de Planilha” – lançado em 2005, mas com escritos de alguns anos antes – preconizo a volta do nacionalismo, da defesa da produção e do emprego nacional, como um dos elementos centrais da nova política do país. E, nessa linha, a convocação das grandes empresas brasileiras, das estatais, a articulação das pequenas em cima de um pensamento comum.

No seu primeiro mandato, Lula marcou passo, manteve a ortodoxia do Banco Central, avançou pouco em novas políticas. No segundo, pegou no breu, com a massificação de políticas sociais. Com a crise mundial, o ganho de competência na gestão (com PACs, Luz Para Todos etc) e, agora, o pré-sal, consolidou seu pensamento. No jornal O Valor de ontem, concedeu sua mais importante entrevista. Pela primeira vez, ficou claro o que o mundo viu em Lula. Na entrevista, Lula sintetiza de forma singular qual o país que irá legar. Não foi uma lista de obras ou de feitos, mas uma conjunção de princípios econômicos e políticos que entrará para a história. Leia o resto do artigo »

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