Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Vou cobrar o (ministro Sergio) Rezende que até o final de 2010 invista os R$ 41 bilhões que destinamos para o PAC de ciência e tecnologia”, afirmou o presidente. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Objetivo é proibir bancos protegidos pelo governo de fazerem apostas arriscadas que podem detonar nova crise
Ao completar um ano de governo e com a popularidade em baixa, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs ontem medidas para restringir o tamanho e o objetivo das atividades dos grandes bancos americanos. As medidas proíbem bancos que detêm depósitos de correntistas de investir, negociar ou aconselhar fundos hedge e fundos de participações em empresas (private equity), além de vetá-los de fazer operações com o próprio dinheiro, chamadas de Tesouraria, para obter lucros em benefício próprio e não para seus clientes. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
As crises energética e econômica na Venezuela colocarão à prova a popularidade do presidente Hugo Chávez neste ano e podem levar a um resultado desfavorável na composição do novo Parlamento que será eleito em setembro, na opinião de analistas entrevistados pela BBC Brasil. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
A China anunciou nesta quinta-feira um crescimento econômico de 8,7% em 2009, superando até mesmo as estimativas mais otimistas feitas pelo governo local e colocando o país no caminho para assumir o posto de segunda economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Dilma defenderá Estado forte para embalar ”novo desenvolvimentismo”
Programa petista em discussão mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Delfim Netto
É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados num novo padrão de energia independente da utilização do petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos o longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e felizmente superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Insatisfeitos com a suspensão de processos judiciais decorrentes das operações Satiagraha e Castelo de Areia, representantes da Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgaram ontem uma nota em que pedem a retomada dos trâmites previstos. “A ADPF confia que o Poder Judiciário haverá de reconhecer a legalidade dessas investigações, dando continuidade aos respectivos processos e julgamentos”, indica o texto do documento. Clique aqui para ler mais,
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Brad Delong e Stephen Cohen
Fonte: O Estado de S.Paulo, 10.01.2010.
Ao longo de mais de um quarto de século, todos os países alimentaram o sonho neoliberal: tentaram restringir a influência do Estado às suas competências básicas, ou seja, a promoção da eficiência econômica, a integração econômica global e o crescimento, e reduzir ao máximo a burocracia, a busca desenfreada de lucros e a corrupção. Procuraram ainda privatizar os ativos estatais e a participação do Estado em companhias de grande porte nos principais setores da economia.
Mas agora estão despertando: o sonho neoliberal está no fim. Para compreender os motivos, teremos de voltar à metade do século passado. O advento da 2ª Guerra Mundial fez com que os recursos que ainda restavam à Grã-Bretanha se esgotassem muito rapidamente. Franklin Roosevelt governava um país isolacionista, que ele pretendia convencer a entrar na guerra contra Hitler da maneira mais rápida e completa possível. Mas parte da estratégia de Roosevelt consistia em quebrar a Grã-Bretanha antes que o dinheiro dos contribuintes americanos fosse empregado no conflito. Depois que a Grã-Bretanha quebrou, os Estados Unidos finalmente se apressaram a ajudar sua aliada. Mas enquanto nos equipávamos para resgatá-la, tiramos do povo britânico todo o dinheiro que ele tinha, e quando a guerra acabou, o dinheiro tinha passado para as mãos dos EUA. Os empréstimos feitos pelos EUA à Grã-Bretanha seriam pagos em dólares, e não em libras. E as importações britânicas tiveram de ser racionadas até meados da década de 50. Leia o resto do artigo »
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